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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Vitor Bonfim’

Seagri e UFSB vão desenvolver projeto para combater efeito esfufa

seagri ufsb Com objetivo de discutir projetos que podem ser executados de forma conjunta entre a Secretaria da Agricultura (Seagri) e a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), o secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, esteve reunido com o reitor da universidade, Naomar de Almeida Filho, e o pró-reitor, Raimundo Macedo. A parceria visa promover a tecnologia no campo, com envolvimento de estudantes e técnicos, para implementação de projetos já existentes das duas instituições, a exemplo Programa para Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC), gerido pela SEAGRI. A ideia é verificar a possibilidade de desenvolver na região as seis tecnologias sustentáveis de produção difundidas pelo ABC, através de experimentação.

Outro projeto em debate foi o de revitalização de rios da região, elaborado pela universidade. A recuperação das nascentes poderá contar com mudas de alto padrão genético produzidas na Biofábrica do Cacau, da SEAGRI. O reitor falou ainda sobre a parceria com a Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação (SECTI), na implementação de projetos no Parque Tecnológico da Bahia, e na  difusão de tecnologia digital no campo.

 

 

Governo apresenta parque para desenvolvimento do cacau e chocolate no Sul da Bahia

ceplac 10A apresentação do Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia, que vai funcionar dentro da Universidade Estadual Santa Cruz (Uesc), na rodovia Ilhéus-Itabuna, marcou as comemorações dos 60 anos da implantação da Comissão Executiva da Lavoura Cacaueira (Ceplac). O evento foi realizado da manhã desta segunda-feira (20), na sede regional da instituição, e contou com as presenças dos secretários estaduais de Agricultura, Vitor Bonfim; Ciência e Tecnologia, José Vivaldo Mendonça; Meio Ambiente, Geraldo Reis; e Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues.

ceplac 11Articulado pela secretaria estadual de Ciência e Tecnologia e a Uesc, o Parque vai funcionar dentro da Uesc com foco na criação e inovação da cadeia produtiva do cacau e chocolate no Sul da Bahia. Foram três anos de estudos para o desenvolvimento do projeto do Parque que irá auxiliar, ainda, na qualificação dos ensinos Técnico e Superior da região. O Parque tem previsão de investimentos de R$ 6,5 milhões até 2019 e possui ainda como metas o desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental, produtividade e competitividade do cacau e do chocolate, fomento à produção agroindustrial, agroecologia e agricultura familiar e manejo e conservação dos recursos florestais.

A primeira estrutura do Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia será inaugurada no mês de março. Trata-se do Centro de Inovação do Cacau, instalado em uma área dentro do Instituto Nacional de Pesquisa e Análises Físico-quimicas da Uesc.

ceplac 13De acordo com José Vivaldo Mendonça, “a Ceplac é uma referência mundial em pesquisa de cacau. Com o apoio do Governo do Estado, atuando em parceria com a Ceplac, a Universidade Estadual de Santa Cruz, e a Universidade Federal do Sul da Bahia, vamos ampliar o processo de geração de tecnologia voltada para o desenvolvimento regional, que passa pelo fortalecimento da cadeia produtiva do cacau”.

O superintendente regional da Ceplac, Antonio Zugaib, destacou que “a parceria com o Governo do Estado é importante porque envolve não apenas recursos, mas difusão do conhecimento entre as instituições, tendo o Parque Científico e Tecnológico como agente catalizador para o desenvolvimento regional”.

Para o secretário Jerônimo Rodrigues, “o grande desafio é adotar um modelo que garanta a retomada econômica do cacau e, para isso, o Governo do Estado tem estabelecido parcerias que fortaleçam a cadeia produtiva do chocolate e programas de diversificação como agroindústria e fruticultura”.

O secretário Geraldo Reis afirmou que haverá investimentos em técnicas de produção que permitam a conservação ambiental, já que o cacau, por suas características de cultivo, contribui para a preservação da Mata Atlântica.

Ampliação da produção

ceplac 12Já o secretário Vitor Bonfim disse que o Governo está trabalhando em conjunto com a Ceplac para ampliar a produção de cacau e reduzir a dependência da importação de amêndoas da África e da Ásia, que oferecem riscos de introdução de pragas.

Para o presidente da Associação dos Municípios da Região Cacaueira e do Consórcio Intermunicipal Litoral Sul, Antônio de Anízio, “a Ceplac e o Governo do Estado são fundamentais nesse processo em que se busca agregar valor ao  cacau, através da produção de amêndoas de  qualidade e da fabricação de chocolate gourmet, ampliando a geração de emprego e renda”.

cacau e chocolate 2A comemoração dos 60 anos da Ceplac foi encerrada com a entrega de placas homenagens a funcionários e de uma palestra sobre a história da instituição, criada por Juscelino Kubitschek e que nas décadas de 1970 e 1980 elevou a produção de cacau na Bahia para 400 mil toneladas/ano. Atualmente, em processo de retomada, a produção é de cerca de 130 mil toneladas/ano e, além das amêndoas, estão sendo feitos investimentos na produção de chocolate, com a criação de cerca de 20 marcas, que já atingem os mercados nacional e internacional de chocolates finos.

2ª. etapa da campanha de vacinação contra Aftosa foi a melhor dos últimos 4 na Bahia

aftosa-bahiaA segunda etapa 2016 da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa alcançou o índice de 95,83%, quando foram vacinados bovinos e bubalinos com idade até 24 meses. O resultado oficial da campanha foi fechado no dia 05 de janeiro, pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aqüicultura (Seagri), através da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). Os destaques desta etapa foram as coordenadorias regionais de Irecê (99,55%), Itapetinga (99,31) e Itaberaba (98,24). O impacto negativo de uma doença como a febre aftosa em um país como o Brasil é em torno de US$ 7 bilhões ao ano.

O secretário da Agricultura, Vitor Bonfim, comemorou o índice alcançado, e ponderou que “em 2016, apesar da crise econômica nacional instalada e a longa estiagem que afeta o Nordeste, o setor do agronegócio baiano vem se projetando positivamente, graças ao empreendedorismo do setor produtivo e as ações do Governo do Estado. O bom resultado também é reflexo das ações da Adab, na promoção de medidas de conscientização dos produtores, capacitação de servidores e atividade de vigilância à saúde dos animais, bem como as atividades de educação sanitária realizadas no Estado”.

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Importação de cacau de Gana coloca em risco agricultura do Brasil

cacau-foraDiante da entrada de carga de cacau importado de Gana via Porto de Ilhéus, representando forte ameaça sanitária às lavouras baianas, o secretário da Agricultura da Bahia, Vitor Bonfim, esteve reunido com representantes da Superintendência Federal da Agricultura da Bahia, da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – CEPLAC e da vinculada Agência de Defesa Agropecuária – ADAB, para discutir ações de mitigação dos riscos. A Bahia é o maior produtor de cacau do Brasil, porém, em consequência da escassez de chuvas prolongada, a produção interna foi comprometida, sendo insuficiente para abastecimento da indústria. Das 170 mil arrobas/ano produzidas no Brasil, 110 mil são da Bahia.

A preocupação é com a carga desembarcada recentemente no Porto de Ilhéus, cerca de 15 mil toneladas de cacau vindas de Gana, com previsão de chegada de mais quatro. Entre as principais ameaças de pragas que podem ser trazidas da África estão a Monilíase do Cacaueiro, ainda mais grave que a vassoura de bruxa, da qual a Bahia é Território Livre; a Striga ssp., e a Phythophora megacarya. A Striga spp., também conhecida como “erva de bruxa”, possui grande potencial de disseminação e parasita várias espécies de plantas cultivadas no Brasil como soja, cana-de-açúcar, milho, arroz, trigo, diversas gramíneas utilizadas como pastagens, algumas leguminosas (feijão, caupi), fumo, batata doce, dentre outras. É conhecida como a pior erva daninha do mundo e onde ela ocorre os seus danos são altamente significativos, culminando muitas vezes com o abandono das áreas infestadas, devido à inviabilidade econômica do seu controle.

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Governo apoia ampliação da produção de cacau e chocolate no Sul da Bahia

ceplac 2O apoio do Governo da Bahia à ampliação do cultivo de cacau e produção de chocolate foi destacado pelos secretários estaduais de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, e de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura, Vitor Bonfim, durante a posse do novo diretor geral da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Sérgio Murilo Menezes. A posse aconteceu na sexta-feira (15), na sede regional do órgão, em Ilhéus, e reuniu produtores, empresários, prefeitos, vereadores, sindicalistas e funcionários da Ceplac.

Após mais de duas décadas de crise, provocada pela vassoura-de-bruxa, a lavoura cacaueira do Sul da Bahia atravessa um período de recuperação, com aumento da safra e produção de amêndoas de qualidade. A safra 2014/2015  chegou a 220 mil  toneladas no país. A Ceplac é o principal órgão de fomento desta lavoura, com ações de pesquisa e extensão rural  em mais de 100 municípios sul baianos.

“A Ceplac faz parte da história da Bahia e tem um papel fundamental no desenvolvimento regional. Vamos somar esforços para superar a crise, investindo em toda a cadeia produtiva do cacau, incluindo a ampliação do polo chocolateiro”, disse o secretário Jerônimo Rodrigues. Ele destacou ainda as ações do Governo da Bahia na agricultura familiar, que atualmente responde por cerca de 70% da produção de cacau no sul do estado, através de programas de capacitação profissional, assistência técnica e financiamento de projetos agrícolas.

ceplac 1O secretário de Agricultura, Vitor Bonfim, ressaltou que “investimentos em plantas com maior produtividade e mais resistentes à doenças tem resultado em ganhos para o produtor rural, que se refletem de forma positiva em toda a economia regional”. Vitor Bonfim também, garantiu rigor no processo de fiscalização da importação de cacau, necessária para a manutenção das indústrias, com procedimentos fitossanitários que garantam a qualidade das amêndoas. “Além do cacau e do chocolate, investimos na diversificação da lavoura, com implantação de novos cultivos como banana, cupuaçu, maracujá e outros produtos, que também contribuem para gerar emprego e renda”.

O novo diretor geral da Ceplac, Sérgio Murilo Menezes, destacou que “a instituição deve se colocar a serviço do produtor, ampliando a pesquisa e a extensão rural, capacitando os jovens para que possam assumir novos desafios do mercado e adotando políticas públicas que garantam a retomada do desenvolvimento regional de forma sustentável”. Sérgio Murilo disse ainda “que as parcerias com o Governo do Estado, no incentivo ao agronegócio e à agricultura familiar são fundamentais para superar os imensos desafios que temos pela frente”.

 





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