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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘desmatamento’

Valmir Assunção rebate ruralistas e critica agronegócio que desmata e usa de trabalho escravo

Durante reunião da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) subiu o tom contra os parlamentares ruralistas. Assunção se referiu às reações de deputados da oposição em relação às declarações de Jorge Viana, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX). Ontem (28/3), em evento realizado na China, Viana disse que o desmatamento é uma realidade do Brasil e que foi ampliado nos últimos quatro anos.

“É fato e concreto que aumentou o desmatamento na região Amazônica, porque tinha um ministro da motosserra que dizia que podia passar a boiada. É concreto que o desmatamento na região Amazônica foi para criar boi e plantar grãos”, disparou Assunção.

De acordo com dados do Imazon, entre 2019 e 2022, durante o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a área derrubada na Amazônia atingiu 35.193 km². O tamanho é maior do que os estados de Sergipe e Alagoas juntos. Na comparação com os quatro anos anteriores, o aumento foi de quase 150%.

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Pesquisadores baianos atuam em projeto que revoluciona estudos sobre desmatamento

desmataPor que algumas espécies de animais estão mais sujeitas à extinção, enquanto outras são capazes de se adaptar com mais eficácia? Esta foi a pergunta que norteou Deborah Faria, professora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), que em parceria com Matthew Betts, da Universidade do Oregon, nos EUA, e outros 40 pesquisadores, desenvolveram um estudo para identificar como habitats fragmentados pela ação humana podem ter impacto na capacidade dos animais de sobreviverem às mudanças ambientais. Além de Deborah, outros cinco pesquisadores brasileiros fazem parte da equipe, vinculados a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Universidade Federal da Bahia (Ufba), Universidade Federal de Lavras (Ufla) e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

O artigo é fruto de uma cooperação internacional (BioFrag), que se trata de um banco de dados feito a partir de estudos no mundo todo, abordando questões ligadas a perda da floresta e sua fragmentação, lançado em 2012 por pesquisadores da Imperial College de Londres. A degradação de ambientes naturais prejudica a fauna local, entretanto a resposta para esta perda de espaço pode variar de espécie para espécie. “Existem espécies que lidam bem com esta nova situação, conseguindo encontrar alimento e abrigo em cidades e áreas de agricultura, já outras são bem vulneráveis, sendo negativamente afetadas quando a paisagem é fragmentada”, explicou Deborah.

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Bahia tem força-tarefa em defesa da Mata Atlântica

mata atlanticaA Secretaria do Meio Ambiente do Estado (Sema) deu início, em Porto Seguro, no Sul da Bahia, a uma força-tarefa em defesa da Mata Atlântica. O secretário do Meio Ambiente, Geraldo Reis, técnicos da Sema e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) realizaram, na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB),  reunião de articulação institucional, mobilização e discussão de ações para proteção do bioma, apontado pela Fundação SOS Mata Atlântica como um dos principais alvos de desmatamento no país entre 2015 e 2016.

Em resposta ao relatório da SOS Mata Atlântica, que sinaliza a perda de 7 mil hectares de florestas na região, as instituições presentes formaram uma comitê gestor para planejar e executar em conjunto ações de monitoramento, fiscalização e ações estruturadas. “Assim que as informações foram divulgadas, tivemos a preocupação de convocar imediatamente a reunião, aglutinando todas essas instituições aqui, porque todos nós temos algum nível de responsabilidade com o problema e reconhecemos sua gravidade e urgência”, disse o Geraldo Reis. “Não podemos deixar de ressaltar que a questão ambiental é de responsabilidade dos três poderes e de toda a sociedade”.

O secretário sinalizou ainda que, segundo dados do Sistema Estadual de Informações Ambientais (SEIA), a grande maioria das áreas desmatadas não tem autorização de supressão do Inema. “A Sema e o Inema devem concluir nas próximas três semanas os estudos com base nas imagens do relatório da SOS Mata Atlântica para identificar com mais segurança as causas e o histórico dessas áreas, documento que servirá para apoiar as ações de fiscalização em campo”.

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Sema articula força-tarefa de combate ao desmatamento ilegal na Mata Atlântica

semaA Secretaria do Meio Ambiente (Sema) inicia, na próxima terça-feira (6), em Porto Seguro, uma força-tarefa de combate ao desmatamento ilegal da Mata Atlântica, no Sul e Extremo Sul da Bahia. Na oportunidade, serão alinhadas as primeiras ações da operação planejada da Sema e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) na região, com a participação de gestores e técnicos dos órgãos ambientais, incluindo as Unidades Regionais do Sul e Extremo Sul e os setores de fiscalização.

Também participam representantes do Ministério Público, da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa), das Delegacias de Proteção Ambiental da região e secretarias municipais de Meio Ambiente. “Esta é uma ação emergencial que será acompanhada de um planejamento estratégico que a Sema e o Inema estão definindo para o combate ao desmatamento ilegal na área. Nos próximos dias, estaremos avaliando uma solução tecnológica para o monitoramento florestal, primeiro passo para dar mais eficácia às ações de fiscalização”, disse o secretário do Meio Ambiente, Geraldo Reis, durante reunião realizada com as equipes da Sema e Inema na quarta-feira (31).

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DESMATADOS 200 HECTARES EM CANAVIEIRAS

madeira retirada ilegalmente (reprodução TV Santa Cruz)

A polícia descobriu uma área de 200 hectares de Mata Atlântica desmatada em uma fazenda de Canavieiras, no sul baiano, durante operação realizada nestas quinta e sexta-feira (27). Na ação, quatros pessoas foram presas e vão responder por ter destruído uma área de preservação permanente. À TV Santa Cruz, a delegada Márcia Cristina Rezende explicou que se trata de um “crime afiançável”.

A polícia chegou ao local após dois meses de investigações e monitoramento de caminhões que seguiam para a fazenda. Pelo caminho, os agentes encontraram troncos e pedaços de madeira prontos para a venda, todos retirados de espécies nobres da Mata Atlântica, como maçaranduba, sucupira e pau óleo. A área de proteção permanente tem nascente de rio e árvores nativas da Mata Atlântica.

INCRA REALIZA PREVENÇÃO CONTRA DESMATAMENTO NO SUL DA BAHIA

assentados recebem orientação sobre desmatamento

Uma experiência piloto de prevenção ao desmatamento em áreas de reforma agrária está sendo implantada pelo Incra na Bahia. A Superintendência Regional do  Incra no estado – juntamente com a Polícia Ambiental, técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) – vem realizando visitas para verificar a condição ambiental de assentamentos, promover palestras sobre o tema aos moradores e coibir o comércio ilegal de madeira.

Entre os dias 5 e 10 de agosto, a força-tarefa esteve nos assentamentos Coroa Verde (em Barra do Rocha), Cosme Muniz (em Ilhéus) e Sossego I (em Camacan), onde vivem 104 famílias. A próxima visita será no mês de setembro, em assentamento ainda não definido. A meta é, até o fim do ano, percorrer 25 áreas de reforma agrária, a serem escolhidas de acordo com as demandas apresentadas pela Assessoria Técnica, Social e Ambiental do Incra.

Os assentados são orientados quanto às penalidades sofridas nos casos de comercialização ilegal de madeira. Nas situações mais graves, de acordo com o perito federal agrário do Incra Victor Fernandes, que participou das ações, a autarquia exclui a família do Programa Nacional de Reforma  Agrária. “Já o Ibama lavra o auto de infração e encaminha processo para a Polícia Civil abrir inquérito”, acrescenta.





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