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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Chocolat Festival’

Irmãs empreendedoras transformam material reciclável em arte

Elane e Juliana Silva produzem ecojóias inspiradas na magia do cacau e do chocolate

Criatividade, inovação e espírito empreendedor são algumas das características das irmãs Elane Silva e Juliana Silva, empreendedoras de Ilhéus, no Sul da Bahia.

Responsáveis pela  marca Lanjuly Design, elas produzem com a magia e a sensibilidade de verdadeiras artistas ecojóias como brincos, colares, pulseiras e roupas, com o reaproveitamento de materiais recicláveis como papel, papelão, tecido, fibras.

Além de produzir jóias diferenciadas e originais, o trabalho evita  que essas  matérias primas sejam descartadas na natureza. Cada peça é única, sempre marca pelo toque inovador das duas irmãs.

 

Veja o texto completo em:

 

www.cacauechocolate.com.br

 

Marco Lessa: “o chocolate do Sul da Bahia vai conquistar o mundo”

O nome surgiu pomposo: Festival Internacional do Chocolate de Ilhéus. A pompa mal escondia a realidade, porque não havia marcas de chocolates sulbaianos, mas já embutia um sonho que, à custa de muito trabalho e uma filosofia de vida em que parece inexistir o medo de ousar, o empreendedor Marco Lessa transformaria em realidade.

14 anos depois do primeiro festival do chocolate na terra onde não havia chocolate, o evento ilheense se consolidou como o maior do gênero na América Latina e gerou filhotes em Belém PA), Altamira (PA), Linhares (SP), São Paulo (SP), está chegando a outros estados brasileiros, desembarcou em Lisboa (Portugal) e seguramente, a exemplo do hoje admirado chocolate de origem do Sul da Bahia, com mais de 120 marcas, fruto indiscutível daquela ousadia de pouco mais de uma década atrás, vai ganhar o mundo.

Nessa entrevista ao editor do site Cacau&Chocolate, Daniel Thame, feita em parceria com o programa Economia Verde, apresentado por Cléber Issac Ferraz na Band TV Bahia e Sergipe, Marco Lessa fala dessa transformação que quebrou paradigmas e está mudando a imagem (e os sabores) do Sul da Bahia.

Assista a entrevista em

 

www.cacauechocolate.com.br

 

Editora da Uesc marca presença no Chocolat Festival em Ilhéus

O Festival Internacional do Chocolate 2023 foi aberto na noite de quinta-feira, 20 de julho, no Centro de Convenções de Ilhéus, com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, do prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, o organizador do evento, Marco Lessa, a secretária estadual de Educação, Adélia Pinheiro, entre outras autoridades. O reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Alessandro Fernandes, compareceu à abertura do festival e destacou as parcerias da universidade com foco no fortalecimento da cadeia produtiva do cacau.

A Uesc está representada nesta edição do Festival do Chocolate através dos estandes da Editus, editora da Universidade, do Centro de Inovação do Cacau (CIC) e da ChocoSol, primeira fábrica de chocolates da economia solidária do Brasil que se encontra instalada no Campus Professor Soane Nazaré de Andrade. Durante o período de realização do evento, a Universidade recebe a visita de autoridades nacionais e internacional, jornalistas, além de produtores de cacau e de chocolate, que conhecem aspectos de pesquisas realizadas na instituição para fortalecimento da cacauicultura e as unidades de produção de chocolate que funcionam na sede da instituição.

Esta é a 14ª vez que o festival acontece em Ilhéus, cidade onde o evento surgiu. Com entrada aberta ao público, a programação segue até domingo, dia 23, com palestras, cursos, atividades culturais e cerca de 160 expositores, entre marcas de chocolate e outras iniciativas de empreendorismo em torno da cadeia produtiva do cacau.

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Jerônimo Rodrigues participa da abertura do Chocolat Festival em Ilhéus

 

Até domingo (23), a cidade de Ilhéus, no Sul do estado, um dos destinos turísticos mais procurados da Costa do Cacau, vai se tornar a capital do chocolate. É que foi aberta, oficialmente, nesta quinta-feira (20), a edição especial número 30 do Festival Internacional do Chocolate, a 14ª realizada na Bahia. Reconhecido internacionalmente como o maior encontro de chocolate e cacau da América Latina, o evento tem patrocínio do Governo do Estado.

O governador Jerônimo Rodrigues participou do ato e visitou os estandes instalados no Centro de Convenções da cidade. “O festival está a cada ano mais amadurecido, com novas marcas e diversidade dentro das marcas. Aqui tem geração de renda, de emprego e valorização de um produto que no passado era só amêndoa do cacau. Agora, tem toda uma cadeia produtiva envolvida, desde a plantação até a comercialização dos produtos”, apontou o Jerônimo.

De acordo com Marco Lessa, organizador do festival, a expectativa é que 70 mil pessoas visitem a feira até domingo (23), movimentando R$ 20 milhões em negócios. “Temos aqui 200 marcas de chocolate que existem no estado. Temos também outros negócios. Temos o desenvolvimento de tecnologia em cima de uma matéria prima que é o símbolo da sustentabilidade brasileira, que é o cacau”, afirmou.

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Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar estará presente na abertura do Chocolat Festival

 

O Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, estará presente nesta quinta-feira (20),  ao lado do governador Jerônimo Rodrigues, na abertura do Chocolat Bahia- o Festival Internacional do Cacau e do Chocolate, que acontece até domingo no Centro de Convenções de Ilhéus.

Maior evento do gênero na América Latina, o festival coordenado pelo empreendedor Marco Lessa, reúne cerca de 300  expositores e 120 marcas de chocolate de origem, incluindo a produção da agricultura familiar em marcas como Bahia Cacau e Natucoa e a fábrica-escola do CEEP do Chocolate Nelson Schaun em Ilhéus, implantada pela Secretaria de Educação na Bahia e que forma novas gerações de chocolatiers.

 

O evento também terá a exposição de outros produtos da agricultura familiar baiana, através do Centro Público da Economia Solidária-Cesol Litoral Sul.

 

Após recorde de público no Origem Week, CEO da MVU Empreendimentos se diz otimista com relação à estreia do Chocolat Festival em Brasília

Marco Lessa projeta expansão do festival, que surgiu no sul da Bahia e deve chegar a três  novas cidades brasileiras e estrangeiras em 2024

 

Após o recorde de público na segunda edição do “Origem Week — Feira de Origem e Negócios”, em que reuniu 18 mil pessoas em Salvador, o CEO do evento, Marco Lessa, se diz otimista com relação à estreia do carro-chefe da MVU Empreendimentos, o “Chocolat Festival — Festival Internacional de Chocolate e Cacau”, em Brasília, em junho.

“Esse evento tem um significado muito especial, porque a gente vai à capital do Brasil, que tem um consumo alto de chocolate e de produtos de origem e gourmet. Além disso, nós vamos estar no ‘coração político’ do país, então, teremos a oportunidade de conscientizar as pessoas sobre a importância das cadeias produtivas”, refletiu Lessa.

O festival, que surgiu em Ilhéus, no sul da Bahia, durante 2009, já passou por outros três estados brasileiros e, no ano passado, chegou à cidade do Porto, em Portugal. Neste ano, tem edições confirmadas também no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo e Porto, novamente.

Nesse ritmo, o evento cresceu mais de 100% em 2022. E não vai parar por aí, garante o CEO: “A nossa expectativa é a melhor possível nessa ampliação, alçando mais o Brasil e ampliando a nossa missão em Portugal e na Bélgica e França, com o ‘Salon du Chocolat’. Para 2024, nós já estamos planejando mais duas cidades do Brasil e duas do exterior”, revelou.

Outras novidades
Segundo Marco Lessa, outras novidades, relacionadas às atrações do Chocolat Festival, como o Show Cooking, o Kids Cooking e o Atelier, devem ser anunciadas. “Nós vamos trazer mais chefs e fazer espetáculos dentro das cozinhas, além de lançar uma turma de personagens infantis e novos produtos”, antecipou.

Sobre o Chocolat Festival
Realizado desde 2009, o festival é considerado o maior evento de chocolate de origem da América Latina e reúne toda a cadeia produtiva do cacau, desde o fruto até o produto final. Já são mais de 20 edições realizadas entre Bahia, Pará e São Paulo, levando diversas marcas de chocolate de origem, bean to bar, premium e gourmet.

Precioso

Marco Lessa

 

Guanambi, cidade do interior da Bahia onde nasci, sempre será um lugar muito especial na minha vida, pois além dos amigos e da infância com tudo que uma criança tinha direito, costumo dizer que vivi os 14 anos que me forjaram. Em muitos aspectos.

 

 

E foi em Guanambi que vivi histórias divertidas e aventuras inesquecíveis nesse período tão rico da vida de todos, como as farras no bar de Precioso, um ‘cabloco da melhor qualidade’, como diziam, à base de pastéis – muitas vezes frios, mas ainda assim gostosos, farofinhas de carne frita, quando a carne era um achado, moelas cozidas, regados à tubaína, um refrigerante mais, mais barato e quase sem gás, além de alguns doces, pipocas e outras guloseimas industrializadas.

 

 

 

Pelo menos duas vezes por semana, um grupo de colegas do Colégio Padre Manuel da Nóbrega, depois das aulas, ou numas escapadas antes do final, partia para o ‘happy hour’ em Precioso.

 

 

Como éramos conhecidos através das nossas famílias, numa cidade pequena, ainda nas primeiras idas, percebendo o potencial e o consumo abaixo do desejado, já que nem todos tinham ou estavam com dinheiro, o querido proprietário nos facultou pagar as contas ao final do mês, nos apresentando o famoso ‘fiado’.

 

 

Esse empoderamento, sem consentimento e conhecimento dos pais, na fase de crescimento e de viver intensamente, não poderia terminar, digamos assim, tão bem.

 

Chegávamos, pedíamos, bebíamos, comíamos, mentíamos, ríamos, nos divertíamos, nos despedíamos e ouvíamos: tá anotado…até logo mais…vão com Deus…

 

Nos primeiros dois…três meses, se não estiver enganado, ainda juntamos mesadas e economias da cantina e pagamos ou amortizamos o passivo gastronômico.

 

 

Mas, como já diziam, menino tem arte do cão, aprendemos o fiado e o capítulo proibido: vá juntando que depois acerto.

Foram meses de pastéis e moela, tubaína e q-suco, um suco em pó, deliciosamente doce e artificial.

Próximo ao final do ano, sem pressão, o gestor do estabelecimento começou a perguntar quando poderíamos pagar as continhas, pois tinha de fechar o ano, tirando, assim, a fome, sede e o sono dos adolescentes donos do mundo. Cada um do seu jeito, foi atrás de resolver: eu fui aos cofrinhos e gavetas sem muito sucesso, precisando recorrer ao banco central: meu pai, depois de ter ouvido um ‘fale com seu pai’, de mainha.

 

– Pai, sabe Precioso, do bar perto do Nóbrega, a gente faz um lanche depois da escola, como nem sempre tá com dinheiro, ele deixou anotar…mas está cobrando e estou nem ter como pagar.

 

– E quanto é?

 

– ‘tanto’…

 

– Quanto?! o colégio inteiro comeu?!

 

– Não, é que foi um ano…ele nunca cobrou…

 

– Ok, vamos resolver…onde está a sua bicicleta?

 

– Na garagem.. (pensei: deve ser pra eu levar o dinheiro)

 

– Pronto…venda e pague o seu compromisso.

 

– Como?!…minha bicicleta, pai?!

 

– Sim, você comeu e bebeu a bicicleta…então não a tem mais.

 

Com os olhos marejando, fui ao fundo da casa arrumar e me despedir do meu único ativo naquela altura.

 

Quando cheguei no quarto escuro que a guardava, entre umas caixas, notei que tinham outras duas bicicletas bem mais antigas, menores, uma minha e outra da minha irmã, que não usava, e já foi tratada como entulho, trambolho e já deveríamos doar (sempre fizemos isso). Como não tinha ideia do valor das bicicletas, mas como uma nova pagaria a conta e ainda sobraria algum, talvez duas mais antigas também.

 

As retirei do quarto, as limpei, enchi os pneus, mandei remendar uma câmara furada, as lubrifiquei, colei uns adesivos, e, pronto, vamos ao mercado!

 

Percorri ruas e quarteirões com uma e depois com outra, oferecendo cada uma por um valor equivalente a 60% do valor total da conta, para ter uma margem de negociação ou até sobrar alguma coisa.

 

Nada. Nenhum interessado.

 

E lá voltava eu, frustrado – e preocupado, pra casa.

 

Um dia, voltando da escola, passando pelo bar, Precioso me chama e pergunta porque sumimos. Constrangido, expliquei que estávamos – eu, no meu caso, tentando vender umas bicicletas para pagar a minha parte da conta.

 

– Como assim?!, perguntou, onde estão as bicicletas?!, são grandes?

 

Respondi: em casa, são pequenas, não são novas, mas estão boas…por quê?

 

– Traga, traga…é final de ano e quero dar de presente às minhas netas (ou filhas, sobrinhas, não me recordo)…e ainda deixamos um crédito aqui pra você.

 

– Crédito? para consumir?

 

– Sim…traga hoje, se der.

 

Em uma hora, com duas viagens, levei as bicicletas. Ele ficou encantado e muito, mas muito feliz com os presentes que daria.

 

Eu?, nem se fala…não via a hora de contar para painho sobre o problema resolvido, sem perder a bicicleta e assim o fiz. Ele ficou superfeliz, mas não perdeu a chance de dar uma bela lição.

 

Depois de tudo resolvido, voltei ao bar, perguntei a ele quem faltava pagar. Como conhecia todos, sabia quem tinha um pouco mais de condições e outros que deviam estar com maior dificuldade. Pedi que, se possível, descontasse o tal crédito a favor de um dos colegas, que não consumia tanto por medo de não poder honrar e um pouco pra não ficar de fora.

 

Não sei se todos pagaram, se tudo ficou resolvido, mas no ano seguinte, ele voltou a abrir o crédito, sem a menor restrição ou cobrança, porque, assim como nós,

Precioso entendia o quanto eram preciosos aqueles momentos das nossas vidas.

 

E isso não tinha preço.

 

—–

Marco Lessa é empreendedor, publicitário e sente muita saudade de Guanambi.

Após receber 50 mil visitantes em Portugal, o Chocolat Festival se consagra na primeira edição fora do Brasil

O Chocolat Festival Portugal, a primeira edição do evento na Europa, repetiu o sucesso das mais de 20 em solo brasileiro: 50 mil pessoas compareceram ao World of Wine (WOW), com a geração de 500 mil euros em negócios, o equivalente, hoje, a cerca de R$ 2,6 milhões.

 

Distribuído em quatro dias, o maior festival de chocolate e cacau da América Latina estreou no velho continente com 52 expositores de 11 países diferentes. O Chocolat Festival é uma realização da MVU Empreendimentos, detentora da marca para o Brasil e exterior, e do Grupo WOW, e contou com o apoio dos governos da Bahia e do Pará, Fieb e Sebrae, além de parceiros portugueses.

Marco Lessa com Alê Costa da Cacau Show Que fez uma palestra no evento e tem planos de investir na Bahia.

Marco Lessa  CEO do Chocolat Festival, destaca que “o Brasil vem sendo destaque nos principais eventos de chocolate do mundo, graças à visão dos governos da Bahia e do Pará, que contribuíram para mudar a imagem que o exterior tinha do país, visto apenas como produtor de amêndoas”.

Gerson Marques, do Chocolates Yrerê

“Passamos a produzir cacau e chocolate de qualidade e valorizar esse mercado consumidor. Chegar a Portugal é um passo fundamental para chegar o mercado europeu e isso se refletiu nos negócios que estão sendo realizado com redes de comercialização do chocolate do Sul da Bahia”.

Rogério Assunção, dos Chocolates Natucoa

De acordo com Lessa, a meta é internacionalizar o Chocolat Festival, chegando a um novo país a cada ano. “Com isso vamos levar o cacau e o chocolate para o mundo inteiro e ao mesmo tempo gerar um fluxo de turismo de experiência e já temos agendadas visitas dos presidentes das associações francesas de confeiteiros e de agências de viagens. Em 2023 já receberemos turistas  franceses”, afirma.

 

Marco Lessa   fez questão de agradecer o Governo da Bahia, através do governador Rui Costa, das secretarias de Desenvolvimento Econômico, Desenvolvimento Rural, Turismo, fundamental para que o projeto atingisse essa dimensão. Quero parabenizar também o governador eleito Jerônimo Rodrigues, que como secretário da SDR sempre apoiou o processo de  qualificação do cacau e do chocolate da região Sul e que agora com certeza ampliará esse apoio”.

Lessa também agradece à Prefeitura de Ilhéus, através do prefeito Mario Alexandre, que tem sido um apoiador do Chocolat Festival e da participação baiana no Salon em Paris.

 

Vejam o texto completo em

 

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Belém recebe Chocolat Amazônia e Flor

Pela sétima vez em Belém, no Pará, o Chocolat Amazônia e Flor – VII Festival Internacional do Chocolate e Cacau será realizado de 22 a 25 de setembro, no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. Quem for ao evento vai ter à disposição palestras, debates, rodas de conversa, degustação e aulas de culinária, além de 120 expositores de 250 marcas.

Em 2022, o festival já passou por Salvador (BA), Altamira (PA), Ilhéus (BA) e Linhares (ES), onde fez sua estreia. Neste ano, ainda estão previstos um desembarque doméstico, em São Paulo (SP), em dezembro, e um internacional, em Porto (Portugal), em outubro.

Para Marco Lessa, idealizador do projeto e responsável pela organização do Chocolat Festival, o retorno à capital paraense apenas confirma o sucesso que é o evento, que recebe um destaque ainda maior devido ao fato de o estado ser o atual líder nacional na produção de cacau. “O estado do Pará e a capital Belém são fundamentais ao roteiro do Chocolat Festival, pela importância histórica de Belém e pela importância econômica do Pará para a produção de cacau no Brasil, além da gastronomia e da cultura, que só se veem lá [no Pará]”, afirma.

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Perfume Cabruca tem marca da inovação e originalidade

Experiência olfativa faz  imersão nas terras do  cacau do Sul da Bahia

perfume cabruca (1)

A inovação é uma das marcas de Dalila Fernandes,  da As de Lilás, empresa sul baiana de cosméticos e perfumaria que tem como base principal o cacau.

 

Provocada por um grupo de inovadores e empreendedores, Dalila aceitou o desafio e produziu um perfume com aroma da cabruca, um sistema legitimamente grapiúna, que garante a produção de cacau em bases sustentáveis, com respeito ao meio ambiente.

Dalila Fernandes

Dalila Fernandes

Lançado durante o Chocolat Festival em Ilhéus, o perfume chamou a atenção dos visitantes pela originalidade. “A cabruca está associada diretamente ao cultivo do cacau e nossa proposta é proporcionar uma experiência olfativa que remeta uma caminhada pela mata, em que a pessoa pode sentir no perfume o cheiro da terra, o frescor da chuva, o aroma das árvores frutíferas, uma imersão na nossa natureza”, afirma Dalila.

 

Vejam o texto completo em:

 

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