WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
D S T Q Q S S
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  


:: ‘brasil’

“O Brasil nasceu aqui e vai renascer aqui na Bahia”, diz Haddad ao lado de Rui, em Feira

IMG-20181006-WA0150“Escolhemos Feira de Santana, que está em meu coração, pra agradecer todo o carinho recebido por onde andei. Foram 144 cidades em sete semanas. E hoje eu tenho o orgulho e a alegria de ter Fernando Haddad ao meu lado, nesta festa da democracia, de quem ama a Bahia e o Nordeste.“ Foram palavras do governador Rui Costa, candidato petista à reeleição, ao encerrar a última caminhada da campanha, para ele e para o candidato petista à Presidência da República, liderando mais de 15 mil pessoas. E é Haddad quem resume a opção de escolher as ruas da Princesinha do Sertão para a última atividade como candidato: “O Brasil nasceu aqui e vai renascer aqui, na Bahia”.

IMG-20181006-WA0278 (1)

Apaixonado confesso pela Bahia, Haddad ressalta que “todas as regiões são importantes, mas o nordestino conheceu, pela primeira vez, o que é ser respeitado. Só foram respeitados nos nossos governos. Hoje, já estão sendo desrespeitados de novo, inclusive nas redes sociais”. E completou: “O Nordeste sentiu na pele o que foram os anos de ouro do governo Lula, e o que foram os anos de chumbo dos governos anteriores. Essa é uma comparação que ninguém mais do que o baiano sabe fazer”.

IMG-20181006-WA0312

A escolha de Rui por Feira é justificada também na alegria pelas realizações dos últimos quatro anos, assim como as propostas para o próximo quadriênio. “Aqui trabalhamos muito, e foi onde estive mais vezes como governador. Feira de Santana merece muito mais, e vamos fazer”. Foram importantes investimentos na saúde, como a Maternidade no Hospital Estadual da Criança (entregue em dezembro/2017), a nova emergência do Hospital Clériston Andrade (entregue em julho) e a nova policlínica regional (entregue em maio). Também obras estruturantes, como o viaduto que interliga a Avenida Nóide Cerqueira à BR-324 em direção a Salvador, entregue há um ano.

Para o próximo quadriênio, Feira de Santana tem o compromisso de Rui em diversos setores no Programa de Governo Participativo (PGP 2018). Investimentos como o novo Clériston Andrade 2, na modernização do transporte, vai promover um estudo de implantação do Trem Rápido Misto Salvador – Feira de Santana e elaborar o Plano de Mobilidade da Macrorregião de Salvador e requalificar o Aeroporto de Feira de Santana, entre outras propostas. Amanhã, o governador Rui Costa votará às 10 horas, no Colégio Estadual Duque de Caxias, no bairro da Liberdade.

O Partido da Justiça entra no jogo eleitoral

Lula: “Só o voto do povo pode salvar o Brasil”

Lula, no Jornal do Brasil

 

lula cuoreO Brasil está muito perto de decidir, mais uma vez, pelo voto soberano do povo, entre dois projetos de país: o que promove o desenvolvimento com inclusão social e aquele em que a visão de desenvolvimento econômico é sempre para tornar os ricos mais ricos e os pobres mais pobres. O primeiro projeto foi aprovado pela maioria nas quatro últimas eleições presidenciais. O segundo foi imposto por um golpe parlamentar e midiático travestido de impeachment.

Esta é a verdadeira disputa nas eleições de 7 de outubro. Foi por essa razão que meu nome cresceu nas pesquisas, pois o povo compreendeu que o modelo imposto pelo golpe está errado e precisa mudar. Cassaram minha candidatura, de forma arbitrária, para impedir a livre expressão popular. Mas é também pela existência de dois projetos em disputa que a candidatura de Fernando Haddad vem crescendo, na medida em que vai sendo identificada com nossas ideias.

Com alguma perplexidade, mas sem grande surpresa, vejo lideranças políticas e analistas da imprensa dizerem que o Brasil estaria dividido entre dois polos ideológicos. E que o país deveria buscar uma opção “de centro”, como se a opção pelo PT fosse “extremista”. Além de falsa e, em certos casos, hipócrita, é uma leitura oportunista, que visa confundir o eleitor e falsear o que está realmente em jogo.

Desde a fundação, em 1980, o PT polarizou, sim: contra a fome, a miséria, a injustiça social, a desigualdade, o atraso, o desemprego, o latifúndio, o preconceito, a discriminação, a submissão do país às oligarquias, ao capital financeiro e aos interesses estrangeiros. Foi lutando nesse campo, ao lado do povo, da democracia e dos interesses nacionais, que nos credenciamos a governar o país pelo voto; jamais pelo golpe.

O povo brasileiro não tem nenhuma dúvida sobre de que lado o PT sempre esteve, seja na oposição ou seja nos anos em que governamos o país. A sociedade não tem nenhuma dúvida quanto ao compromisso do PT com a democracia. Nascemos lutando por ela, quando a ditadura impunha a tortura, o arrocho dos salários e a perseguição aos trabalhadores. Fomos às ruas pelas diretas e fizemos a Constituinte avançar. Governamos com diálogo e participação social, num ambiente de paz.

A força eleitoral do PT está lastreada nessa trajetória de compromisso com o povo, a democracia e o Brasil; nas transformações que realizamos para superar a fome e a miséria, para oferecer oportunidades a quem nunca as teve, para provar que é possível governar para todos e não apenas para uma parcela de privilegiados, promovendo a maior ascensão social de todos os tempos, o maior crescimento econômico em décadas e a soberania do país.

Foi o povo que nos trouxe até aqui, apesar de todas as perseguições, para que se possa reverter o golpe e retomar o caminho da esperança nestas eleições. Se fecharam as portas à minha candidatura, abrimos outra com Fernando Haddad. É o povo que põe em xeque o projeto ultraliberal, e isso não estava no cálculo dos golpistas.

São eles o outro polo nestas eleições, qualquer que seja o nome de seu candidato, inclusive aquele que não ousam dizer. Já atenderam pelo nome de Aécio Neves, esse mesmo que hoje querem esconder. Tentaram um animador de auditório, um justiceiro e um aventureiro; restou-lhes um candidato sem votos. O nome deles poderá vir a ser o da serpente fascista, chocada no ninho do ódio, da violência e da mentira.

Foram eles que criaram essa ameaça à democracia e à civilização. Assumam a responsabilidade pelo que fizeram contra o povo, contra os trabalhadores, a democracia e a soberania nacional. Mas não venham pregar uma alternativa eleitoral “ao centro”, como se não fossem os responsáveis, em conluio com a Rede Globo, pelo despertar da barbárie. Escrevo este artigo para o “Jornal do Brasil” porque é um veículo que vem praticando a democracia e a pluralidade.

Quem flerta com a barbárie cultiva o extremismo. Quem luta contra ela nada tem de extremista. Tem compromisso com o povo, com o país e com a civilização. Na disputa entre civilização e barbárie, deve-se escolher um lado. Não dá pra ficar em cima do muro.

Em outubro teremos a oportunidade de resgatar a democracia outra vez, encerrando um dos períodos mais vergonhosos da história e dos mais sofridos para a nossa gente. Estou seguro de que estaremos juntos a todos os que lutaram pela conquista da democracia a duras penas e com grande sacrifício. E estaremos juntos às mulheres que não aceitam a submissão, aos negros, indígenas e a todos e todas que sofreram ao longo de séculos a discriminação e o preconceito.

Estaremos juntos, todos os que, independentemente de diferenças políticas e trajetórias distintas, têm sensibilidade social e convicções democráticas.

Será uma batalha difícil, como poucas. Mas estou certo de que a democracia será vitoriosa. De minha parte, estarei onde sempre estive: ao lado do povo, sem ilusões nem vacilações. Com amor pelo Brasil e compromisso com o povo, a paz, a democracia e a justiça social.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Ex-presidente da República e presidente de honra do Partido dos Trabalhadores

Democracia, pero no mucho…

De Lula, para os brasileiros, 25/09/2018

lula bilhete

Aqui não, ONU!

lula onu

Modelo do Mutirão do Diabetes de Itabuna é adotado em várias cidades do Brasil

mutirão itabuna azul 1 (1)

O modelo do Mutirão do Diabetes de Itabuna, que terá sua 14ª. edição no dia 10 de novembro,  está sendo replicado em diversos estados brasileiros e já foi apresentado no Congresso Mundial de Diabetes no Canadá, como exemplo a ser seguido em outros países.

O idealizador e coordenador do Mutirão e presidente da ONG Unidos Pelo Diabetes, Dr. Rafael Andrade tem participado de seminários e teleconferências em que expõe o projeto do mutirão, focado principalmente na prevenção da doença. O modelo do evento itabunense já foi adotado por cidades como Curitiba (PR), Belém (PA), Feira de Santana (BA), Petrolina (PE), Ribeirão Preto (SP) e Joinville (SC).

md 20

A partir deste ano, haverá mutirões do diabetes em Blumenau (SC), Florianópolis (SC), Uberlândia (MG), Betim (MG), Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ), Presidente Prudente (SP), Sorocaba (SP), Campo Grande (MS), São José dos Pinhais (PR), todos com o apoio da ONG Unidos Pelo Diabetes de Itabuna.

Criada em 2017 para ampliar as ações do Mutirão, a ONG Unidos pelo Diabetes, vem fornecendo transferência do know how para diversas instituições, além de investir na capacitação de profissionais de saúde e na conscientização da população, para os riscos e cuidados na prevenção e tratamento do diabetes.

mutirão diabetes

O Dr. Rafael Andrade destaca que “a realização de mutirões em várias cidades brasileiras, vai se multiplicando a cada ano, contribuindo para  amenizar a deficiência e desigualdade, combatendo uma das doenças que mais fazem vítimas fatais e deixam sequelas no país”.

Fórum Anual do Cacau no Brasil tem foco na sustentabilidade

cacau fruto

Será realizado nesta terça-feira, dia 21,  o 1º Fórum Anual do Cacau – CocoaAction Brasil. O evento acontece no auditório Olacyr de Moraes, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília, com temas relevantes que dialogam entre produção sustentável, qualidade, produtividade e manejo.
O Fórum tem o objetivo de compartilhar com a cadeia do cacau e chocolate boas experiências e discutir soluções para a construção de um setor cacaueiro mais sustentável.

Veja a programação:

forum cacau

Carta de Lula aos brasileiros

lula carta

“Registrei hoje a minha candidatura à Presidência da República, após meu nome ter sido aprovado na convenção do PT e com a certeza de que posso fazer muito para tirar o Brasil de uma das piores crises da história.

A partir dessa aprovação do meu nome pelas companheiras e companheiros do PT, do PCdoB e do Pros, passei a ter o direito de disputar as eleições.

Há um ano, um mês e três dias, Sérgio Moro usou do seu cargo de juiz para cometer um ato político: ele me condenou pela prática de “atos indeterminados” para tentar me tirar da eleição. Usou de uma “fake News” produzida pelo jornal O Globo sobre um apartamento no Guarujá.

Desde então o povo brasileiro aguarda, em vão, que Moro e os demais juízes que confirmaram a minha condenação em segunda instância apresentem alguma prova material de que sou o proprietário daquele imóvel. Que digam qual foi o ato que eu cometi para justificar uma condenação. Mas o que vemos, dia após dia, é a revelação de fatos que apenas reforçam uma atuação ilegítima de agentes do Sistema de Justiça para me condenar e me manter na prisão.

Chegou-se ao ponto em que uma decisão de um desembargador que restabelecia a minha liberdade não foi cumprida por orientação telefônica dada por Moro, pelo presidente do TRF4 e pela procuradora Geral da República ao Diretor-Geral da Polícia Federal.

Como defender a legitimidade de um processo em que conspiram contra a minha liberdade desde o juiz de primeira instância até a Procuradora-Geral da República?

Sou vítima de uma caçada judicial que já está registrada na história.

Tenho certeza de que se a Constituição Federal e as leis desse país ainda tiverem algum valor serei absolvido pelas Cortes Superiores.

A expectativa de que os recursos apresentados pelos meus advogados resultem na minha absolvição no STJ ou no STF é o que basta, segundo a legislação brasileira, para afastar qualquer impedimento para que eu possa concorrer.

Não estou pedindo nenhum favor. Quero apenas que os direitos que vem sendo reconhecidos pelos tribunais em favor de centenas de outros candidatos há anos também sejam reconhecidos para mim. Não posso admitir casuísmo e o juízo de exceção.

O Comitê de Direitos Humanos da ONU já emitiu uma decisão que impede o Estado brasileiro de causar danos irreversíveis aos meus direitos políticos – o que reforça a impossibilidade de impedirem que eu dispute as eleições de 2018.

Quero que o povo brasileiro possa decidir se me dará a oportunidade de, junto com ele, consertar este país.

A partir de amanhã, vamos nos espalhar pelo Brasil para nas ruas, no trabalho, nas redes sociais, mas principalmente olhando nos olhos das pessoas, lembrar que esse país um dia já foi feliz e que os mais pobres estavam contemplados no orçamento da União como investimento, e não como despesa.

Cada um de vocês terá que ser Lula fazendo campanha pelo Brasil, lembrando ao povo brasileiro que nos governos do PT o povo trabalhador teve mais emprego, maiores salários e melhores condições de vida.

Que um nordestino que mora no Sul podia visitar sua família de avião e não somente de ônibus.

Que um pobre, um negro, ou um índio podia ingressar na universidade.

Que o pobre podia ter casa própria e comer três vezes ao dia.

Que a luz elétrica era acessível a todos.

Que o salário mínimo foi aumentado sem causar inflação.

Que foi posto em prática aquele que a ONU considerou o melhor programa de transferência de renda do mundo, beneficiando 14 milhões de famílias e tirando o Brasil do mapa da fome.

Que foram criadas novas universidades e novos cursos técnicos.

Para recuperar o direito de fazer tudo isso e muito mais é que sou candidato a Presidente da República.

Vamos dialogar com aqueles que viram que o Brasil saiu do rumo, estão sem esperança mas sabem que o país precisa resolver o seu destino nas urnas, não em golpes ou no tapetão.

Lembrar que com democracia, com nosso trabalho, o Brasil vai voltar a ser feliz.

Enquanto eu estiver preso, cada um de vocês será a minha perna e a minha voz. Vamos retomar a esperança, a soberania e a alegria desse nosso grande país.

Companheiras e companheiros, o Moro tinha até hoje para mostrar uma prova contra mim. Não apresentou nenhuma! Fato indeterminado não é prova! Por isso sou candidato.

Repito: com meu nome aprovado na convenção, a Lei Eleitoral garante que só não serei candidato se eu morrer, renunciar ou for arrancado pelo Justiça Eleitoral. Não pretendo morrer, não cogito renunciar e vou brigar pelo meu registro até o final.

Não quero favor, quero Justiça. Não troco minha dignidade por minha liberdade”.

Os homens que não vão à janela não vêem

brasilia

Fernando Brito, no Tijalaço

Vejo as fotos da marcha em favor do registro da candidatura Lula no Facebook – pois os jornais não se dignam a registrar, salvo por alguma desgraça que aconteça por ali.

Gente, muita gente, a serpentear sobre a grama seca de uma Brasília seca, onde esta época anda-se com uma garrafinha d’água que imita os  odres e cantis os da Legião Estrangeira às beiradas do Saara.

Em geral, os saúdam, dizem ter vontade de estar ali com eles, lamentam não poderem ir.

Outros, porém, cheios de ódio, têm um argumento-padrão: é dia de semana, deveriam estar trabalhando e são, portanto, “mortadelas”, “vagabundos”, etc…

Curioso, em pleno horário comercial, dedicam-se a xeretar as publicações alheias e não à dura labuta de serem, como dizem, os que trabalham e carregam o país às costas, com seus impostos.

Volto a quem importa, aos que desfilam sua pobreza e sua esperança diante dos palácios dos senhores bem-postos, que não saem à rua numa cidade sem esquina e cheias de garagens privativas, nos subsolos.

Eles deveriam ser invisíveis – e em parte o são, porque só a outros a TV multiplica a presença, com transmissões “ao vivo” e o tradicional “famílias inteiras enchem a Avenida Paulista”.

Quando aparecem, são ofensivos, são marginais, são desocupados. São tratados nestes dias com a brutalidade com que os tratam todos os dias.

Deveriam estar nas fábricas, nas lavouras, nos escritórios, onde só, há tempos, se demite.

Deveriam estar quietos na calçada, como camelôs e indigentes, aproveitando a tranquilidade dos momentos em que o “rapa” e a “assistência social”, com seus jatos d’água, estão no almoço.

Aliás, eles próprios deveriam estar almoçando e quem sabe o farão, em barracas, com pratos esticados para pegar a gororoba com que, certamente, “os estão corrompendo”, enquanto o filé da Fiesp para o MBL é uma digna “cortesia”.

Os homens do poder não chegam à janela para ver os pobres senão com medo, medo e asco.

Um velho amigo envia-me um texto do escritor moçambicano Mia Couto:

A maior desgraça de uma nação pobre é que, em vez de produzir riqueza, produz ricos. Mas ricos sem riqueza. Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados. Rico é quem possui meios de produção. Rico é quem gera dinheiro e dá emprego. Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro. Ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.

Mas eles têm outras coisas. Têm a lei, que é lida com os olhos dos endinheirados que a aplicam. Têm os políticos, eleitos pelo dinheiro. Têm os sábios homens da imprensa, que querem estar nos mesmos salões, nos mesmos restaurantes, nos mesmos mundos que eles e não serem Emile Zola ou John Reed e partilharem a poeira dos fatos para saber e sentir como os fatos são.

Eles não vão às janelas, mas o mundo, lá fora, continua a existir, quente, empoeirado e seco, embora não o respirem.

Como não respiram o sentimento daquela gente e de milhões de gentes que, por toda a parte, teimam em resistir com Lula, como a vegetação do cerrado resiste à seca e ao ódio.

Não conseguem ver que só existem procissões quando existem mártires, que só existem mártires quando se praticam injustiças e que só existem injustiças quando não nos reconhecemos como iguais.

Algo que jamais admitirão que aquela gente rota, de pele crestada pelo sol e de rosto curtido pela dureza da vida é igual, senão melhor, do que eles próprios.

Afinal, aqueles não têm nada e querem só um pouco. E eles têm, como sempre tiveram, muito, mas não abrem mão de ter tudo para si.





WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia