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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘brasil’

Lula no NY Times: “eu quero Democracia, não impunidade”

lula nyt

Lula é destaque nesta terça (14) no mais importante jornal do planeta, o The New York Times. O jornal publicou artigo de Lula com a a seguinte advertência aos leitores: “O ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva escreveu este artigo de opinião da prisão”. O NYT deu como título: “Lula: Eu quero democracia, não impunidade” e destacou: “Há um golpe de direita em andamento no Brasil, mas a justiça prevalecerá”

A íntegra do artigo:

Lula: Eu quero democracia, não impunidade

Há um golpe de direita em andamento no Brasil, mas a justiça prevalecerá

By Luiz Inácio Lula da Silva

O ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva escreveu este artigo de opinião da prisão.

CURITIBA, Brasil – Dezesseis anos atrás, o Brasil estava em crise; seu futuro incerto. Nossos sonhos de nos transformarmos em um dos países mais prósperos e democráticos do mundo pareciam ameaçados. A ideia de que um dia nossos cidadãos poderiam desfrutar dos padrões de vida confortáveis de nossos colegas na Europa ou em outras democracias ocidentais parecia estar desaparecendo. Menos de duas décadas após o fim da ditadura, algumas feridas daquele período ainda estavam cruas.

O Partido dos Trabalhadores ofereceu esperança, uma alternativa que poderia mudar essas tendências. Por essa razão, mais que qualquer outra, vencemos nas urnas em 2002. Tornei-me o primeiro líder trabalhista a ser eleito presidente do Brasil. Inicialmente, o mercado financeiro se abalou; mas o crescimento econômico que seguiu tranquilizou o mercado. Nos anos seguintes, os governos do Partido dos Trabalhadores que chefiei reduziram a pobreza em mais da metade em apenas oito anos. Nos meus dois mandatos, o salário mínimo aumentou 50%. Nosso programa Bolsa Família, que auxiliou famílias pobres ao mesmo tempo em que garantiu que as crianças recebessem educação de qualidade, ganhou renome internacional. Nós provamos que combater a pobreza era uma boa política econômica.

Então este progresso foi interrompido. Não através das urnas, embora o Brasil tenha eleições livres e justas. Em vez disso, a presidente Dilma Rousseff sofreu impeachment e foi destituída do cargo por uma ação que até mesmo seus oponentes admitiram não ser uma ofensa imputável. Depois, eu fui mandado para a prisão, por um julgamento questionável de acusações de corrupção e lavagem de dinheiro.

Games para toda a família

familia 2

O mercado de Games está começando no Brasil, já no exterior onde a indústria de jogos eletrônico é mais aquecida, e ainda tem muito a crescer e se desenvolver. Com mais de 66,3 milhões de games, correspondência superior a R$ 5 bilhões em 2017, o Brasil é o principal mercado de jogos eletrônicos da América Latina, conforme levantamento Newzoo. O mercado mostra um setor crescente e o faz ainda mais precisamente, levando em conta dados relacionados ao mercado físico, digital e móvel. Observamos o público para uma amostra representativa da população de 13 a 64 anos, que considera “jogador” qualquer pessoa que tenha usado videogame nos últimos 12 meses.

familia 1FREQUÊNCIA DO JOGO E SUAS PLATAFORMAS – Vamos agora para a população: 57% dos brasileiros entre 13 e 64 já jogaram pelo menos uma vez em videogames nos últimos 12 meses, estamos falando de 66,3 milhões de pessoas que 59% dos casos são homens. A faixa etária principal concentra-se entre 25 e 34 anos, seguido por aquela entre 35 e 44. Curiosamente, a diferença entre homens e mulheres aumenta com a idade, permanecendo a grande maioria masculina. 45% dos entrevistados dizem que jogam todas as semanas, mas há também 43% que nunca jogam.

No que diz respeito aos sistema mais difundidos, os dados se cruzam, em alguns casos, temos mais sistemas de jogos para uma pessoa, de modo que 48% possuem um console, 46% um PC e 52% um dispositivo móvel. Obviamente, no mundo dos consoles, o PlayStation 4 é rei, mas há uma porcentagem muito alta de usuários ainda ligados ao Xbox One. A grande japonesa Nintendo, encerrou suas lojas em São Paulo há mais de 5 anos, mas  atualmente está se preparando para novas possibilidades de retorno e resgate, com vendas oficiais no Brasil, a empresa anuncia a criação da Loja online, em busca do tempo perdido, a Nintendo Switch ( https://store.nintendo.com.br), no site será possível adquirir códigos para ter acesso aos jogos, com pagamento em reais e cartões de crédito nacional.

familia 4De todos os proprietários de um console, apenas 36% jogam online, enquanto não temos os mesmo dados no mundo PC. Obviamente, tablets e celulares são os mais utilizados em geral, especialmente nas faixas etárias mais baixas, mas após os 55 anos os jogadores brasileiros preferem o PC, talvez porque as reflexões sejam a preferência de jogos estratégicos.

DESENVOLVER JOGOS – Questões Jurídicas e a Capacitação de Recursos – Para se fazer um game, tem que ter uma equipe, pequena ou grande, todos os técnicos envolvidos possuem direitos autorais sobre suas contribuições no desenvolvimento do jogo. O Contrato é indispensável para se desenvolver um videogame, precisa ser muito bem-feito para evitar problemas no futuro, desde o planejamento á execução. Tudo deve estar em acordo escrito, mesmo quando se trabalhe com amigos.

Necessidades econômicas de criação e execução, existem varias formas de Captação de Recursos para o desenvolvimento de games independentes ou não, todas as fontes de recursos exige cuidados jurídicos próprios, e normas a serem respeitadas. Deve-se entender e ponderar com a equipe de desenvolvimento, as vantagens e desvantagens de cada fonte, quais os custos  (financeiros e não financeiros) envolvidos. A forma mais fácil e inovadora de captação de recurso, que se apresenta na atualidade e nas condições econômica do nosso mercado, é o Financiamento Coletivo online ( ou Crowdfunding) popularmente conhecido como “Vaquinha Online, Eletrônica ou Virtual”, é o meio pelo qual se pode arrecadar fundos para alavancar um projeto de jogos eletrônicos e/ou outros projetos… e torná-lo realidade!

FONTE DE INFORMAÇÃO SOBRE VIDEOGAMES – Mas como nos informamos sobre videogames? Youtuber, Podcast, e redes sociais são as principais formas de acesso a notícias, resenhas, rumores e opiniões sobre videogames, seguir sites especializados, lojas de aplicativos e imprensa em geral. Deve-se dizer que a porcentagem de mídias sociais provavelmente também inclui notícias dos sites de informação transmitidos através das páginas ou usuários, de modo que os dados nos chegam com alguns sentidos.

familia 3INTERESSE NOS VIDEOGAMES. Com o crescimento das novas tecnologias, os videogames se reinventam constantemente, existindo sempre algo a ser feito e descoberto. Avanços, interesses e aumento de possibilidades internacionais, perante um mercado milionário e sempre crescente dos jogos eletrônicos, fazem que os pais, tenham um novo olhar, como grande oportunidade profissional para os seus filhos aficionados em videogames, além de os auxiliar na construção da personalidade e no desenvolvimento do raciocínio lógico –

MOTIVOS PELOS QUAIS OS PAIS TEM JOGADO COM SEUS FILHOS. Uma percentagem significativa é a dos país que brincam com os filhos, são 67% e o fazem pelos motivos mais dispares. O mais comum é que é uma atividade divertida ou para passa tempo com eles. Mas de um terço dos país dizem que são os próprios filhos que querem jogar com os pais. De certa forma, um fato reconfortante e que lentamente corrói os pensamentos ultrapassado, que as crianças se isolavam através de videogames ou que os pais não são conscientes e intoleráveis. É claro que quanto mais continuarmos, os jogadores mais velhos se tornarem pais e mães com mais conhecimento sobre o assunto do que as gerações anteriores.

 

Inadimplência atinge 63,6 milhões de brasileiros

calote(da Agência Brasil)- A inadimplência em todo o país atingiu 63,6 milhões de consumidores – 42% da população adulta brasileira -, ao final do primeiro semestre deste ano, de acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O dado leva em conta brasileiros com o CPF restrito pelo atraso no pagamento de contas.

Em junho, houve crescimento de 4,07% na comparação com o mesmo período do ano passado – o último recuo da inadimplência foi registrado em novembro de 2017 (0,89%). Na comparação entre maio e junho, houve alta de 0,61%, a maior variação positiva desde março deste ano.

Por região, a Sudeste teve crescimento de 9,88% em junho frente ao mesmo período do ano passado. O Nordeste apresentou alta de 4,81% na quantidade de devedores. As variações também foram positivas no Centro-Oeste (2,82%), Sul (2,13%) e Norte (2,02%).

Os estados do Norte concentram, de forma proporcional, o maior número de brasileiros inadimplentes no país, 5,79 milhões de consumidores, que, juntos, somam 48% da população adulta residente. A segunda região com maior número relativo de devedores é o Nordeste, que conta com 17,61 milhões de negativados, ou 44% da população.

Vai Croácia!

croacia

Veka Mehmere

 

veka croaA Croácia é um país pequeno, mas com inúmeras belezas naturais e um patrimônio artístico e cultural que remonta séculos de histórias.

Estive em cidades como Zagreb, que é a capital do país, Dubrovic, Split, a Riviera Croata e Ilha de Hvar, pela qual me apaixonei e ainda pretendo morar um dia. São lugares maravilhosos, que encantam turistas de todas as partes do mundo.

O croata é um povo guerreiro, sofrido, que enfrentou uma guerra terrível nos Balcãs, mas ainda assim está sempre sorrindo. Eles conseguiram extrair felicidade de todo o sofrimento.

O futebol lá é uma paixão tão ou mais intensa do que no Brasil e eles devem estar vibrando com o sucesso da Seleção.

Sou brasileira, mas estou torcendo pela Croácia desde o início da Copa.

A França têm um ótimo time, mas acredito no título.

Vai, Croácia!

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Veka Mehmere é baiana de Salvador e viajou para a Croácia a turismo

 

Pesquisa mostra que extrema pobreza no Brasil voltou a patamares de 12 anos atrás

do Instituto Humanitas Unisinos

pobrezaAo deixar em 2014 a relação de países que têm mais de 5% da população ingerindo menos calorias do que o recomendável, o Brasil atingiu um feito inédito: saiu do Mapa da Fome da ONU. Mas, após três anos do feito, um relatório de 20 entidades da sociedade civil, publicado em julho do ano passado, alertava sobre os riscos de o país retornar ao mapa indesejado.

O economista Francisco Menezes, pesquisador do Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas) e da ActionAid Brasil, fez parte da equipe que elaborou o relatório.

Menezes também especialista em segurança alimentar conta que no final deste mês um novo documento atualizado da sociedade civil será lançado. E alerta: “A nossa nova advertência já leva a quase uma certeza”. Essa quase certeza, ele diz, é de que o Brasil voltará ao Mapa da Fome. “Toda a experiência sempre mostrou que os números da extrema pobreza com os números da fome são muito próximos.”

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A hora de Neymar

Consumo de chocolate ainda é tímido no Brasil

chocolate 2O chocolate é um produto consumido em todo o mundo. No Brasil, não é diferente, o país é hoje o 6º mercado em volume de vendas de chocolates no varejo, atrás apenas de Estados Unidos, Rússia, Alemanha, Reino Unido e França. Para atender a demanda, a setor brasileiro de chocolates fechou 2017 com uma produção de 491 mil toneladas, volume praticamente estável se comparado ao ano anterior, com um crescimento de 0,3%, registrado no período.

“Desde 2011 o setor vinha registrando quedas constantes no volume produzido, por conta do cenário econômico do Brasil. No último ano, seguindo a tendência de recuperação de diversos segmentos, a indústria de chocolates registrou um desempenho melhor. O chocolate, apesar de paixão nacional, não é considerado prioridade na cesta do brasileiro, por isso seu consumo é fortemente influenciado pelo poder de compra do brasileiro”, afirma Ubiracy Fonsêca, presidente da  Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados- ABICAB.

O consumo de chocolate no Brasil ainda é tímido se comparado com outras regiões da Europa, como a Suíça, Áustria e Alemanha, por exemplo. Ainda assim, considerando os hábitos dos brasileiros e, principalmente, o clima do País, o mercado nacional merece atenção.

De acordo com pesquisa CONECTA encomendada pela ABICAB, os tipos de chocolate mais consumidos pelos brasileiros são tablete (43%), bombons (40%) e wafers com chocolate (34%). Segundo o estudo, o chocolate ao leite é o preferido dos brasileiros (42%), seguido pelo meio amargo (31%) e pelo chocolate branco (18%).

Corte internacional condena Brasil por não investigar morte de Herzog

herozig(Agência Brasil) Mais de quatro décadas depois da morte de Vladimir Herzog, em 24 de outubro de 1975, a Corte Interamericana de Direitos Humanos (CorteIDH) condenou hoje (4) o Estado brasileiro pela falta de investigação, julgamento e sanção dos responsáveis pela tortura e assassinato do jornalista. O Brasil terá de seguir uma série de determinações do tribunal.

Para a Corte, o Estado é responsável pela violação ao direito de “conhecer a verdade e a integridade pessoal” em prejuízo dos parentes de Herzog. O documento menciona a mãe, Zora; a mulher, Clarice; e os filhos, André e Ivo Herzog.

A Corte ordenou o Estado a reiniciar, com a devida diligência, a investigação e o processo penal cabíveis pelos fatos ocorridos em 1975 para identificar, processar e, se necessário, punir os responsáveis pela tortura e morte de Herzog.

Também determinou reconhecer, sem exceção, que não haverá prescrição, por se tratar de crimes contra a humanidade e internacionais.

A Corte exige ainda que se promova um ato público de reconhecimento de responsabilidade internacional em desagravo à memória de Herzog, que se publique a sentença e que sejam pagas as despesas do processo.

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Vai Brasil!

gol do Brasil

O encontro de duas vergonhas políticas: o sub americano com o ocupante do Planalto

Por Luiz Inácio Lula da Silva, no Brasil247

lulaO governo Trump já não surpreende mais pela repetição de suas medidas autoritárias truculentas.  Nem pelos recuos a que se vê obrigado pelo clamor dos protestos.

As autoridades que ocuparam o poder em Brasília já não surpreendem mais pelo grau de subserviência a que se prestam tentando garantir os míseros meses que lhes restam.

Nos últimos dias, o encontro dessas duas vergonhas políticas produziu um espetáculo grotesco nos dois países.  Nos Estados Unidos, a comoção das imagens e gravações de crianças migrantes chorando por serem isoladas de suas mães.  Em Brasília, um vice oriundo da extrema direita norte-americana, passa um pito no atual ocupante da cadeira presidencial brasileira em termos inaceitáveis: “Cuidem de suas crianças”; “Chegou a hora de vocês fazerem mais”.

Durante os oito anos em que fui Presidente da República, busquei conviver bem com dois colegas norte-americanos. Seis anos com um membro do Partido Republicano, George Bush, outros dois com o sucessor eleito pelo Partido Democrata, Barack Obama.

Sem distinção, a conduta brasileira se pautou sempre pelos princípios de uma diplomacia ativa e altiva, como gosta de repetir Celso Amorim. Nunca empreguei qualquer retórica agressiva contra os Estados Unidos. Manifestei e reiterei nosso interesse em desenvolver com aquele país as melhores relações econômicas, políticas e culturais que fossem possíveis.  Mas nunca abrimos mão de sermos tratados como iguais, princípio central da democracia e da relação entre países soberanos.

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