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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Assembléia Legislativa’

Sessão especial na AL comemora os 58 anos de Petrobras

Será realizada no próximo dia 3 de Outubro (segunda-feira), a sessão especial “58 Anos de Petrobras”. O evento, proposto pelo deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) vai discutir as alternativas para erradicar a miséria no País a partir das descobertas do Pré-Sal e criação do Fundo Social.

A sessão especial acontece no Plenário da Assembléia Legislativa da Bahia, às 9h30, e vai contar com as presenças dos deputados Rosemberg Pinto (estadual) e Luiz Alberto (federal), ambos funcionários da Petrobras; Maria Roma Freitas, Darcles Andrade, gerente de Comunicação Nordeste e convidados.

Baianas de acarajé denunciam perseguição

existe algo mais baiano do que a baiana do acarajé?

A ameaça à preservação da cultura das baianas de acarajé e perseguição da Secretaria de Serviços Públicos de Salvador (SESP) às quituteiras que comercializam seus produtos nos pontos da cidade marcaram o encontro na Assembléia Legislativa, que reuniu representantes da Secretaria de Patrimônio da União (SPU), das secretarias estaduais de Promoção da Igualdade (Sepromi) e de Políticas para a Mulher (SPM) e a Associação estadual das Baianas de Acarajé e Mingau (Abam).

 Segundo vários depoimentos, a atividade das baianas de acarajé nas praias tem sido colocada em suspeição pela SESP, que é acusada de impedir a instalação dos tabuleiros sob alegação de infringir a mesma norma federal que proibiu e retirou as barracas de praia na capital. “O verão vai chegar e não temos uma solução. Porque a Sesp persegue tanto as baianas?”, questionou Jacilene dos Santos, uma das diretoras da Abam.

 Rita Santos, presidente da entidade que reúne quase 4 mil baianas de acarajé, revelou que conflitou argumento do órgão municipal com ofício resposta da Superintendência de Patrimônio da União na Bahia à associação. “Temos um documento da SPU afirmando que não é da sua competência a questão; mas eles alegam que não possuem tal documento”, afirmou Rita.

 Para encaminhar uma solução, o presidente da Comissão de Igualdade, deputado Bira Corôa (PT), solicitou a Artur Chagas que forneça à Prefeitura de Salvador os esclarecimentos necessários sobre competência do órgão e reitere o que foi discutido em audiência pública na Casa. O deputado Sidelvan Nóbrega (PRB), proponente da audiência, requereu a mesma documentação para que o colegiado publicize a informação para outros municípios e quer envolver a categoria nas discussões sobre a Copa 2014.

 Bolinho de Jesus – Tombado como patrimônio nacional em 2004 pelo Conselho Consultivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o acarajé também estaria sendo ameaçado enquanto bem imaterial. “Além de desrespeito em relação ao que trata o decreto municipal 12.175/1998, como a padronização da indumentária e do tabuleiro, temos assistido uma descaracterização no aspecto religioso e cultural”, afirmou Rita.

 A fala da presidente da Abam foi acompanhada de diversos pronunciamentos em tom de protesto. “Não tem como separar o acarajé do candomblé. Esse bolinho de Jesus merece repúdio!”, disse uma das baianas sobre a venda do acarajé por evangélicos, que mudaram o nome da mais famosa iguaria baiana para ‘bolinho de Jesus’.

 Para muitos presentes, esse é mais um caso de manifestação de intolerância religiosa e preconceito. “Vender acarajé é profissão do povo de candomblé”, afirmou Ieda Ferreira, que é serventuária do Detran e religiosa do candomblé.

 

 

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DA BAHIA APROVA ADEQUAÇÃO DO PLANSERV

O plenário da Assembléia Legislativa da Bahia aprovou o projeto de lei encaminhado pelo Governo do Estado que promove adequações no plano de saúde dos sevidores públicos estaduais (Planserv). A votação foi concluída pouco antes da meia-noite.

A competência para o reajuste do Planserv continua com o conselho do plano, que foi ampliado de seis para dez integrantes, mantida a composição paritária entre governo e servidores.

Os servidores terão direito a 12 consultas anuais, dez atendimentos de emergência (os procedimentos realizados durante este período não entram na cota), 30 exames e, para criança de até 12 anos, o plano prevê 24 franquias. Quem sofre de doença crônica não terá o fator de moderação.

Também será feito o levantamento do patrimônio do antigo Instituto de Assistência e Previdência dos Serviços da Bahia (Iapseb) e estes bens passarão a constituir o patrimônio do Planserv.

Atualmente, o plano possui 465 mil usuários e 1.480 prestadores de serviço. Foi identificado que 95% dos usuários recorrem à emergência menos de cinco vezes ao ano e que 85% fazem menos de seis consultas anuais. “Com o novo formato, estamos garantindo a sustentabilidade do plano, transformando cada beneficiário do Planserv em fiscal”, afirma o líder do governo na Assembleia, deputado Zé Neto.

Co-participação – O modelo de co-participação previsto no projeto de lei aprovado por 39 votos a 20 estipula que quando o usuário ultrapassar o número previsto de consultas por ano, pagará 20% do valor da consulta, que hoje corresponde a R$ 6,00. A regra não se aplica a acompanhamentos pré-natal, pediátrico e programas de prevenção promovidos pelo Planserv.

Para exames e procedimentos haverá também um fator de co-participação – uma cobrança de 20% sobre exames e outros serviços de apoio diagnóstico, limitando esse valor a R$ 10,00 por procedimento e R$ 30,00 por pessoa por mês.

A regra exclui pagamento adicional para internamentos hospitalares, hemodiálise, quimioterapia, radioterapia, hemoterapia e oxigenoterapia hiperbárica.

 

Wagner pede ao servidor que seja fiscal do Planserv

Jaques Wagner

Em seu programa de rádio desta semana, o governador Jaques Wagner reitera a intenção de fazer com que o plano de saúde dos servidores públicos estaduais – o Planserv – seja “bom e continue tendo vida longa”. Por isso, defende “justiça social nas parcelas de contribuição”, e pede que usuário seja um fiscal do serviço. Nesta  quarta (31), o projeto de lei de adequação do Planserv, no qual o Executivo propõe um plano de co-participação, será votado na Assembleia Legislativa da Bahia.

Sobre o Planserv, o governador esclarece que a melhoria da eficiência do plano pretendida pelo governo não representa uma questão de economia. “Eu quero que o funcionário, cada familiar seja também um fiscal desse plano. Não existe proibição”, enfatiza Wagner, fazendo um apelo aos usuários para que usem, “com parcimônia, o direito à consulta e aos exames”. Diz ainda que as doenças ditas crônicas, que levam o beneficiário a ir constantemente ao médico, não estão incluídas nessa situação.

 

Segundo Wagner, ao ser um fiscal do plano, o beneficiário saberá se alguém está cobrando alguma coisa indevida no nome dele, o que aparecerá no contracheque a partir de uma sétima consulta. “Nós estamos promovendo uma ampliação do número de faixa para fazer justiça social. Eu não acho justo um funcionário que recebe R$ 3,2 mil pagar o mesmo valor de um funcionário que ganha R$ 10 mil, R$ 12 mil. Nós temos pessoas assim. Então, o que eu estou querendo fazer é melhorar o plano. Meu interesse não é economizar. O Governo do Estado já contribui com R$ 250 milhões para exatamente fazer o equilíbrio do plano”.

Jaques Wagner diz que não acredita em aumento maior desse valor porque, se assim acontecesse, comprometeria inclusive o orçamento e o limite de gasto com o pessoal.





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