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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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Em primeira visita ao interior, Jerônimo participa das comemorações pelos 200 anos de Independência da Bahia em Itaparica

 

O governador Jerônimo Rodrigues participou, neste sábado (7), dos festejos pelos 200 anos de Independência da Bahia em Itaparica, sua primeira agenda oficial de visita ao interior do estado e primeiro compromisso público como governador.  Manifestações culturais, shows e celebrações religiosas fazem parte da programação que começou na sexta-feira (6) e segue até segunda-feira (9).

Jerônimo acompanhou a saída da  Puxada do Caboclo na Fonte da Bica junto aos populares e representantes dos povos indígenas Guarani, percorrendo as ruas de Itaparica. Em seguida, o governador participou da solenidade  do Te Deum (celebração em ação de graças), na Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento, e em seguida conduziu a imagem do caboclo ao Panteão.

“A história da Independência do  Brasil em Itaparica nunca foi mostrada para nós. Vamos propor que nos livros de história, o papel dessas pessoas seja valorizado”, declarou Jerônimo, que estava acompanhado do vice-governador Geraldo Júnior e dos secretários do Turismo e da Cultura, Maurício Bacellar e Bruno Monteiro, respectivamente.

Localizado na Ilha de Itaparica, o município homônimo, além de possuir praias reconhecidas pela beleza, é também um sítio histórico e local onde ocorreu umas das principais batalhas pela Independência do Brasil. No mar da Baía de Todos os Santos, destacou-se a batalha de Itaparica, em 7 de janeiro de 1823, em que também foram derrotados navios portugueses. Dentre os personagens a marisqueira, pescadora e escravizada liberta Maria Felipa é uma das heroínas.

 

Fotos: Fernando Vivas/GOVBA

Governador Jerônimo Rodrigues se reúne com ministro Rui Costa para conversar sobre projetos e investimentos na Bahia

 

O governador Jerônimo Rodrigues realizou na manhã deste sábado (7) uma reunião com o ministro da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa, para dialogar sobre obras e investimentos na Bahia. O encontro é parte do trabalho de transição do governo e alinhamento de projetos do governo da Bahia com a esfera federal.

Jerônimo explicou que o diálogo com o ministro e ex-governador do estado, Rui Costa, tem sido constante. “Nós estamos tratando de projetos que estão prontos para serem entregues, ou aqueles em transição ou elaboração para entrar em licitação. Além daqueles que queremos pensar para o período de quatro anos”, relatou.

O ministro Rui Costa também levantou alguns dos projetos da sua gestão ainda como governador que estão em finalização e com datas próximas de entrega e deu uma prévia do diálogo com o governador e outros representantes do estado.

“Esses (projetos) foram apresentados para a Casa Civil do Governo Federal. Também falamos das prioridades do presidente Lula na área do saneamento; do (programa) Minha Casa, Minha Vida; de projetos estruturantes na área da educação, como a escola em tempo integral, e de investimentos na área da saúde. Ou seja, vendo o que ele já está elaborando e buscando esse alinhamento com os projetos federais”, frisou Rui.

Os gestores também conversaram sobre uma futura visita do presidente Lula à Bahia em entregas de obras no estado, como construções do programa Minha Casa, Minha Vida ou de escolas de ensino integral na Bahia.

Também estavam presentes no encontro, o vice-governador Geraldo Júnior; o presidente da Conder, José Trindade; e os secretários a serem nomeados, após desincompatibilização de cargos na Câmara Federal, Afonso Florence (Casa Civil) e Jusmari Oliveira (Sedur).

(Fotos: Antônio Queiros/GOVBA)

Encontro Literário com Natan Barreto e “Aqueles que não nos são estranhos”

O poeta Natan Barreto é o convidado da autora Mazé Torquato Chotil para falar sobre seu novo livro, um romance, “Aqueles que não nos são estranhos”, uma história de vida, de amor, de afetos e desafetos, de paixões, de procuras, de imigração…

Natan Barreto nasceu em Salvador, em 1966. É formado em Interpretação Teatral pela UniRio, Tradutor pelo Institute of Linguists e pedagogo pela London South Bank University. Vive em Londres desde 1992, onde trabalha como professor primário.

É autor de sete livros de poesia: Sob os telhados da noite (1999); Esconderijos em papéis (2007); Movimento imóvel (2016, Menção Honrosa da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro); Bichos: poesias desenhadas (2017); Um quintal e outros cantos (2018, Prêmio Sosígenes Costa de Poesia da Academia de Letras de Ilhéus); O ritmo da roda: poemas fotográficos (2019); e Alma, madeira oca (2021).
Publicou também Quase-sonhos & Traduzido da noite (2009), edição bilíngue (francês/português) – de poemas de Jean-Joseph Rabearivelo, escritor de Madagascar, tradutor, portanto; e a biografia Entre mangueiras: a vida de Eunice Palma (2011).

“Aqueles que não nos são estranhos” é seu primeiro romance

Pelé foi mais

Pelé Eterno(Foto: Jorge Bispo/CBF)

André Maynart Cunha Alves

Pelé foi mais. Pelé foi mais do que foi nos campos; mais do que os 1200 gols que fez; mais do que suas 3 copas do mundo; mais do que suas 2 libertadores e seus 2 mundiais; Pelé foi mais do que seu 6 brasileiros; mais do que seus 144 gols contra europeus.

Pelé foi mais. Pelé foi mais do que inventar uma posição nova no futebol – a do 10 clássico, que passa e orquestra o ataque, dribla e humilha a defesa e chuta de longe ou de perto. Pelé foi mais que completíssimo: não se sabe até hoje qual é a perna forte dele, pois as duas levavam a bola ao gol certo; não se sabe se ele rendia mais como 9 – pois finalizava como os melhores centroavantes – ou como um 8 – pois passava como os melhores meias. Não se sabe qual é a caraterística principal dele: o cabeceio mortal; o chute certeiro ao ângulo; a agilidade e flexibilidade que o permitia driblar toda a zaga; os passes calculados em milímetros; a ousadia que o permitia fazer um chapéu dentro da área e chutar para o gol numa final de Copa do Mundo (numa final de Copa do Mundo!); a inteligência que o fazia tentar sempre a melhor jogada possível; a velocidade comparável a um atleta olímpico – 100 metros em 11 segundos! – e a força para peitar os zagueiros com toda sua altura e sua fisicalidade.

Mas Pelé foi mais que isso. Foi mais que a execução perfeita em qualquer área – se ele tentava, ele acertava mais cedo ou mais tarde. Se ele fosse goleiro, seria um paredão – como foi nas 3 vezes que jogou como goleiro, sem levar um único gol; se fosse zagueiro, pararia qualquer craque; se fosse lateral, seus cruzamentos seriam tão milimétricos quanto os passes que deu como 10; se fosse volante, não deixaria nenhuma bola chegar à área pelo meio; se fosse 9, seria mais letal do que já foi.

Mas Pelé foi mais do que a execução perfeita. Pelé, junto a Garrincha, criou a escola brasileira de futebol: o drible humilhante, o passe elegante, o chute no ângulo, o gol de placa, a ousadia na área, a alegria ao jogar. Zico, Sócrates, Ronaldo, Romário, Ronaldinho, Neymar – todos eles bebem da mesma fonte do jogo bonito. Pelé foi mais do que criar um país do futebol do zero para que este se torne o único pentacampeão, o único país que sempre foi representado por pelo menos um jogador em todo elenco campeão europeu nos últimos 20 anos.

Mas Pelé foi mais do que a tradição brasileira. Antes mesmo de jogar uma Copa do Mundo, aos 17 anos (!) já era chamado de rei. Sua presença gerava feriados e parava a multidão nos centros das cidades. Todo time – europeu, americano, africano, asiático – queria jogar contra o Santos do Rei (mesmo que o resultado fosse medido em dezenas de gols). Todo atleta que teve o desafio de jogar contra Sua Majestade não pode deixá-lo de colocar no topo do pódio. Quem o viu nunca mais viu nada igual – talvez parecido, mas nada igual. Quando foi à uma Nigéria em guerra civil, não houve guerra civil até que ele jogasse uma partida e deixasse o país.

Mas Pelé foi mais que a fama.

Pelé mostrou que um jogador negro podia ser muito mais que força e velocidade – como acreditavam, e ainda acreditam os europeus, mas também técnica e inteligência; logo, que um negro era mais do que seu físico. Mostrou que esses mesmos europeus podiam se render no campo e fora dele ao terceiro mundo; logo, que nós não devemos nada a eles. Mostrou que um negro podia usar a mesma coroa que os reis brancos usam, e ser mais reverenciado que eles; logo, que um negro podia não só ser igual, mas superior a um branco na sua área de atuação.

Pelé foi um símbolo. Pelé foi o brasileiro, o sul americano, o menino do terceiro mundo que dominou o primeiro mundo; o primeiro negro a deixar o anonimato dos suburbios e guetos, das colônias e dos países recém independentes para se tornar o primeiro ídolo negro mundial.

Pelé foi inspiração. Mostrou que um negro, um sul americano poderia estampar a capa de todos os jornais de todo o mundo. Que os negros não precisam competir apenas para jogar de igual pra igual, dignamente com os brancos. Não, um negro pode superá-los. Ganhar de goleada, não só empatar. Podia ser mais que respeitado, mais que admirado, podia ser venerado. Podia ser hors concour: tão superior que não se compara com outros.

Pelé foi mais que futebol. Muito mais.

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André Maynart Cunha Alves, tem 18 anos e é apaixonado por futebol

Rampa dos Invisíveis

Lula recebe a faixa de quem merecia entregá-la: o povo brasileiro (foto Marcelo Camargo-Agência Brasil)

Por Cláudio Renato Passavante

Uma catadora de papel, um jovem com paralisia cerebral, um metalúrgico, um estudante preto de dez anos, um professor, uma cadela e o Cacique Raoni subiram a rampa do Planalto com o presidente Lula e a Janja

Aline, a catadora, vestiu-se com a roupa de domingo, a que ela tem de melhor,, para colocar a faixa presidencial no torso do maior líder popular do século

No fim da cerimônia, com pérolas de lágrimas no olhar, Aline disse que ali estavam representados os invisíveis

Quase ninguém viu quando o Aleijadinho chegou, braços entrelaçados com os de Oscar Niemeyer e Carlos Drummond de Andrade, admirados do mar vermelho, o oceano pacífico das gentes.

O almirante João Cândido e o marechal Rondon perfilaram diante dos Dragões da Independência. Continências devidas.

Abraçados a Raoni estavam Sepé Tiaraju, Chico Mendes, Bruno Pereira e Darcy Ribeiro, que, embriagado de felicidade e êxtase, gritava; “Assim, eu morro!”

Grande Otelo e Joãosinho Trinta caíam numa gostosa gargalhada!

Noel Rosa, Pixinguinha, Ismael Silva, Cartola, Ary Barroso e Dorival Caymmi, em uníssono, proclamavam o que a baiana tem…

Carmen Miranda, por sororidade, preferiu seguir a Janja, ao lado de Chiquinha Gonzaga, Clementina de Jesus, Gal Costa. Ruth de Souza e Leila Diniz. Cantavam Coqueiro Verde, do Erasmo Carlos, na maior animação

Pelé, Garrincha, Vinicius e Aldir Blanc, com a fantasia do Cacique tentavam romper o mau-humor do Graciliano Ramos, que só riu quando Jorge Amado lhe fez cócegas na barriga.

Brizola, Jango e Getúlio preferiram cavaquear perto do Lula, que percebeu a presença dos profetas Gilberto Freyre e do Nelson Rodrigues e lhes soprou nos ouvidos: “Vocês são foda!”

Quando Aline passou a faixa no pescoço do Lula, foi ajudada pela mão invisível de dona Lindu e percebeu que a Marisa lhe ajeitava, carinhosamente, o colarinho.

Olhou para baixo, viu um menino lourinho de sete anos, sorridente e orgulhoso, dizer:

– Parabéns, meu avô!

Governador anuncia novos gestores de órgãos da administração estadual

Jeandro Ribeiro na CAR e Lanns Almeida na Bahiater

O governador Jerônimo Rodrigues anunciou, na tarde desta sexta-feira (6), os novos gestores estaduais de órgãos, departamentos, fundações e outras estruturas ligadas às secretarias estaduais. A relação com os 19 titulares da gestão pública e uma direção de hospital foi anunciada durante live no canal do Governo do Estado no YouTube.   

 

Piti Canella é a nova diretora-geral da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb); Handerson Leite é diretor da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb); Tiago Venâncio assume a direção da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon); entre outros nomes apresentados.   

 

Durante o anúncio, Jerônimo Rodrigues explicou que alguns gestores que já integravam as unidades foram mantidos. “O fato de trazer alguns nomes que estavam na era Rui para se manter em algumas ações é por conta da competência que essas pessoas demonstraram. A expectativa nossa é de que todos esses órgãos dêem continuidade ao que estava sendo feito, mas, também, trabalhar em novos projetos, para que na nossa linha de atuação possamos renovar”, afirma.   

 

O governador explicou, ainda, que outros 20 nomes devem ser anunciados nos  próximos dias, após avaliação dos últimos currículos apresentados para ocupação dos cargos.  

  

Relação completa dos gestores estaduais anunciados 

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Turismo de base comunitária transforma a vida de famílias ribeirinhas em Canavieiras

 

As comunidades de Campinhos, Atalaia, Poxim da Praia e Oiticica, localizadas no município de Canavieiras, que fazem parte da Reserva Extrativista de Canavieiras, unidade de conservação de uso sustentável, integram um projeto de Turismo de Base Comunitária (TBC). Uma iniciativa inovadora do projeto do Governo do Estado, Bahia Produtiva, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR).

Nas comunidades, localizadas em um cenário de inúmeras belezas naturais, a atividade do Turismo de Base Comunitária está sendo fortalecida com o acompanhamento da equipe da Humana Brasil, organização não-governamental que presta o serviço de assistência técnica e extensão rural (ATER), no âmbito do projeto. A ação, que já está em execução, irá reestruturar essas comunidades e potencializar o Turismo de Base Comunitária, gerando renda e movimentando a economia local e regional.

De acordo com a técnica de campo do projeto e engenheira florestal com especialização em Gestão Ambiental, Jéssica Nobre, a elaboração do projeto técnico seguiu as normas legais de preservação e conservação do ecossistema e da biodiversidade da Reserva, e foi elaborado de forma participativa, com a comunidade, após estudo prévio de viabilidade ambiental, social e econômica.

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Prefeitura de Itabuna e Governo do Estado iniciam negociações para municipalizar Colégio Félix Mendonça

A Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal da Educação, iniciou nesta sexta-feira, dia 6, o processo para a municipalização do Colégio Félix Mendonça, no Bairro Sarinha Alcântara, pertencente à Rede Estadual da Educação.  O secretário Josué Júnior Brandão visitou as instalações da unidade, onde foi recebido pela diretora Rose Guerra e servidores.

Com a inauguração da Escola de Tempo Integral Professor Adeum Hilário Sauer, na área do antigo CSU, pelo governador Jerônimo Rodrigues, nos próximos dias, os alunos do 9ª ano e do ensino médio do antigo Colégio Félix Mendonça serão transferidos. Foi o que declarou o secretário Júnior Brandão, que na visita disse que vai tratar do planejamento e reordenamento dos estudantes.

“Fizemos a primeira visita com a direção e servidores da unidade para conhecer o imóvel. A partir disso, faremos o devido planejamento, já que temos os calendários de matrículas do estado e do município. Precisamos deixar os pais  e os alunos tranquilos em relação à oferta de vagas”, explicou o secretário.

“Manteremos os alunos do ensino fundamental do 7º e 8º ano aqui, trataremos das demais séries que são do 6º ano e 9º ano e também definiremos turnos e outras situações nos próximos dias junto ao Núcleo Territorial da Educação”, relatou Júnior Brandão.

Emocionada, a diretora do Colégio Félix Mendonça, professora Rose Guerra, agradeceu ao trabalho de toda sua equipe, ao atual ministro da Casa Civil da Presidência da República, Rui Costa, que fez essa promessa de construção da escola em tempo integral.

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Jerônimo participa dos festejos dos 200 anos de Independência da Bahia em Itaparica

O governador Jerônimo Rodrigues  participa, neste sábado (dia 7), a partir das 16h, da festa dos 200 anos de Independência da Bahia em Itaparica. Iniciadas nesta sexta-feira (dia 6), as festividades acontecem até segunda (dia 9), no Campo Formoso. A programação inclui apresentação de manifestações culturais, atrações musicais, além das celebrações religiosas.
Jerônimo deve acompanhar a Saída da  Puxada do Caboclo, a celebração do Te Deum e a apresentação do auto Roubada da Rainha.

Índice de vacinação contra a Covid-19 em Itabuna ainda está abaixo do ideal

Até o final de dezembro, foram aplicadas 449.714 doses de vacinas contra a Covid-19 em Itabuna no acumulado do ano. A informação é da Rede de Frio, da Secretaria Municipal de Saúde, tendo como base o Vacinômetro. Somente naquele mês, entre 12 e 29, foram aplicadas 3.443 doses.

No mês, crianças de seis meses a 2 anos com cobertura de 1ª dose foram 160 enquanto 2ª dose, 20, o equivalente a 2,6% e 0,3%, respectivamente.

No ano, pessoas maiores de 3 anos foram 174,537 na primeira dose (83,5%) e 2ª dose, 155.179 (71,8%). No público-alvo de maiores de 12 anos  a 3ª dose atingiu 90.472 pessoas (49,1%). Já em referência a maiores de 18 anos a 4ª dose alcançou 34.179 pessoas (20,9%). A 5ª atendeu 113 pessoas (0%).

A vacinação contra a Covid-19 no município tem como objetivo atender 6.015 crianças de seis meses a 2 anos; 208.889, maiores de 3 anos; 20.954; e 163.208 pessoas maiores de 18 anos. O público-alvo é definido com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

A coordenadora de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Camila Brito, alerta para a necessidade de as pessoas completarem o esquema  vacinal, diante dos baixos índices de adesão.
“ Por mais que exista um controle sanitário, muitas pessoas, dentre elas as crianças, estão expostas. Isso é um indicador de saúde pública”, ressaltou.

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