:: 26/jun/2021 . 10:00
Da Índia para o mundo, a arte futurista de Asad Karim
Asad Karim, de Calcutá, Índia, começou sua arte de desenho aos 4 anos, incentivado pela professora entrou na escola de Artes. Aos 15 anos já tinha as noções básicas de arte incluindo técnicas de óleo sob tela, retrato e paisagens.
Ganhou várias premiações na cidade de KOLKATÁ. Seus trabalhos também foram publicados no Birla (Museu de Ciência e Tecnologia) na série O MUNDO FUTURO – Obra de ficção científica.
“Parei minha arte por algum tempo devido aos estudos e questões familiares, porém sem nunca deixar de desenhar no tempo livre”, diz..
“Em 2012 voltei a arte de pintar, principalmente paisagens em aquarela sob a supervisão de pintor premiado nacionalmente que pertence a BENGAL SCHOOL OF ARTS”.
Desde então continua a pintar quase todos os dias. Além de artista, é engenheiro aeronáutico por isso seu gosto por desenhos e pintura associadas ao aeroporto e à sua vida.
“COLDPLAY”
“MICKEY MASK”
Asad tem explorado a técnica aquarela em seus recentes trabalhos, criando um resultado harmonioso no conjunto desenho, cores e aquarela.
Seu amor pela arte é revelado em seus trabalhos, o que tem feito dele um talentoso artista.
Para conhecerem outras obras, ou um pouco mais de sua história acessem os links:
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Saudade de ontem
Efson Lima
Começo com um pleonasmo para na sequência fazer uma das perguntas mais óbvias: quem já sentiu saudade? Foi humano, certamente, todos! Os bebês sentem logo, eles exprimem com o choro. Os animais não – humanos também sentem, os cachorros padecem das ausências de seus tutores A sensação da saudade desafia a nossa caminhada.
A saudade mais óbvia pode ser aquela que sentimos das pessoas, mas sentimos saudade também do lugar que deixamos, dos acontecimentos, dos animais, da sombra da árvore. E daqueles brinquedos de nossa infância? E daquela festa? A saudade é reconstituída de acordo com a carga axiológica de cada pessoa diante do vivido e do experimentado.
Quem não sente saudade do programa de TV, daquele jogo bem jogado e da comida da vovó? E de nossas mães? Ouço lentamente as histórias contadas por minha mãe. Ela lentamente vai destrinchando cada um dos acontecimentos de sua adolescência, da sua fase adulta. Narra pitorescamente os episódios, oferece pitadas. A saudade pode ser uma recordação de um fato positivo, mas também de fatos negativos. A saudade é a forma de reviver o ontem sem filtro. É a possibilidade de desenhar na memória o passado sem precisar de pincel e habilidade artística.
No Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, editado pela Academia Brasileira de Letras, saudade é uma palavra feminina. No Aurélio, substantivo de dicionário, registra que é “ Lembrança nostálgica de pessoas ou coisas distantes ou extintas”.
E no campo da literatura , quis um dos maiores poetas de todos os tempos, Fernando Pessoa, eternizar a saudade na sua poética, por meio de seu heterônimo Álvaro de Campos “(…) Só válida à emoção através da saudade futura,/Da saudade, esquecimento que se lembra,/Da saudade, engano que se deslembra da realidade,/Da saudade, remota sensação do incerto/Vago misterioso antepassado que fomos,/Renovação da vida antenatal,[…]/Absurdamente surgindo, estática e constelada/Do vácuo dinâmico do mundo.” Por sua vez, quem não se lembra do poema “Canção do exílio”, de Gonçalves Dias? Um canto à pátria, a saudade do lugar e de tudo que há nele. A súplica ao sagrado na espera de ser correspondido: “Não permita Deus que eu morra,/ Sem que volte para lá; /Sem que desfrute os primores/ Que não encontro por cá;/ Sem qu’inda aviste as palmeiras, /Onde canta o Sabiá.”
A saudade é tão forte, que no mundo das academias de letras, faz-se a sessão da saudade, para só então declarar vaga a cadeira ocupada pelo imortal que faleceu. Então, é momento de registrar os feitos, as contribuições do acadêmico e imortalizá-lo em definitivo. Surgem as recordações, comentam-se das obras.
Série “21 obras do século 21” (18): “Love is in the Bin” (2018), de Bansky
Oscar D’Ambrosio
O calendário cristão teve início no ano 1 depois de Cristo porque não houve o ano zero. Portanto, o século 21 não começou em 2000, mas em 2001. As décadas, em consequência, começam no ano 1 de cada uma delas. Esta série vai enfocar brevemente 21 obras de arte do século 21, de 2001 a 2021.
Pseudônimo do mais consagrado artista britânico de rua, Bansky tem a sua real identidade envolvida em mistério. Em 5/10/2018, ele criou um novo degrau na arte conceitual durante o leilão, na Sotheby’s, de uma pintura que fez em 2006 reproduzindo “Girl with Balloon”, o seu mais célebre mural (101 x 78 cm), feito com estêncil em 2002, em Londres.
A imagem, que mostra uma menina com um balão vermelho em forma de coração, é considerada uma das mais conhecidas do Reino Unido e foi arrematada por £ 1.042.000 milhão. Para surpresa de todos, tocou então uma sirene e a obra deslizou, sendo cortada em tiras, até cerca de metade, por um triturador de papeis embutido na moldura.
Banksy postou um vídeo com a cena da destruição e a frase “The urge to destroy is also a creative urge”, de Picasso. A compradora ficou com a obra, rebatizada “Love Is in the Bin” (“O Amor está no Lixo”) pelo preço original e a casa de leilões declarou que o trabalho se tornou a “primeira obra de arte da história a ter sido criada ao vivo durante um leilão”.
Oscar D’Ambrosio é graduado em Jornalismo pela USP, mestre em Artes Visuais pela UNESP e doutor e pós-doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie
Como ressignificar a dor do luto diante da COVID-19
Cleide Léria Rodrigues
Estamos atravessando um período repleto de desafios em função da pandemia da COVID-19. E um dos desafios mais recorrentes que temos observado é a dificuldade de lidar com a morte daqueles que tanto amamos , ou o medo de morrer.
Estamos tendo que elaborar o luto não somente dos entes queridos mas também de tudo aquilo que planejamos em 2020/2021,ressignificando nossa forma de viver. Sim , nós sabemos que não está sendo fácil.
Mas nós não estamos sozinhos, estamos todos juntos e precisamos ter esperança que tudo isso vai passar . Talvez demore um pouquinho, mas vai , assim como outros períodos difíceis de nossa história. Mas não sairemos ilesos , mas com certeza precisamos sair melhores ! Rever valores se fez necessário, conectaram o essencial também, tudo um aprendizado, uma mudança de hábitos.
Refletindo sobre as perdas de pessoas queridas por complicações decorrentes da COVID-19 e como pode impactar de formas diversas a maneira de como a humanidade vivência seus rituais de luto. Rituais estes que são tão importantes para nossa saúde mental.
Nunca faça essas coisas com seu pet durante a queima de fogos de artifício
Hannah Thame
A audição dos Pets é bem mais sensível que a nossa. Por isso, o barulho das bombas juninas é extremamente aterrorizante para eles!
Vet, como eu sei que meu pet está sofrendo? O seu pet pode tentar se esconder em algum que ele se sinta seguro, outros comportamentos como inquietação, choro, tremedeira também são comuns.
Tutores, o perigo é ainda maior para o Pet cardiopata!!!
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