:: 12/jun/2021 . 15:57
Habemus, Silmara Oliveira! Uma educadora e estudiosa da literatura sulbaiana
Efson Lima
No dia 12 de junho nascia Silmara Oliveira. Ano? Não é bom anunciar idade de dama. Nasceu itajuipense, mas suas contribuições ultrapassam os limites daquela cidade de lago, alcança todo o sul da Bahia e possui reflexos no Estado. Há pessoas que nascem com brilho, a criatividade é esteio e aquilo que o mundo das organizações chama de “iniciativa” é latente em algumas figuras. No ano passado, 2020, perguntei a Celina Santos para saber quem estava na presidência da Academia de Letras de Itabuna ( ALITA) e se poderia construir o Festival Literário Sul-Bahia (FLISBA), na sequência, eu recebia uma ligação da professora Silmara Oliveira. Desde então, a professora Silmara sempre presente nas reuniões, sugerindo e fazendo proposições. O espírito colaborativo foi norteador dessas ações. O Flisba jamais foi o mesmo. Ela sempre compondo, juntando e somando. Características raras em uma sociedade cada vez mais incendiária.
Há pessoas que nascem e cumprem com suas missões, desígnios… Outras recebem desafios. São testadas e experimentadas na luta. Sabemos que nem sempre por mérito aos homens são reservados espaços distintos, cujas circunstâncias sociais conhecemos muito bem. Já as mulheres, “elas que corram, elas que sonhem e lutem para ocupar algum lugar na sociedade”. Não quero aqui legitimar essa prática, pois, dela quero distância. Entretanto, não podemos deixar de situar a construção do fenômeno Silmara Oliveira, visto que, certamente, ela teve que superar esses obstáculos para ser esse farol. Assim, temos a ensaísta, professora, escritora, poeta e gestora cultural, cujo espírito empreendedor a fez liderar um cineclube em Itajuípe, aproximadamente, por 10 anos; prospectou e implementou o Memorial Adonias Filho na cidade. Não obstante, atualmente, exerce a função de Diretora Cultural no Município de Itajuípe e a presidência da Academia de Letras de Itabuna pela terceira vez consecutiva. Fico aqui para não falar da vida doméstica, assim evito confusão com Ulisses, Júlia e seu companheiro Marcos Luedy, nosso poeta – ambientalista.
A arte de Carmem Moreira, com amor…
Carmem Silva Moreira, de Ribeirão Preto-SP é uma talentosa artista que decidiu pintar para ocupar o tempo, se aperfeiçoou em aulas de pinturas e estudos que a levaram a dominar o estilo acadêmico e espatulado comuns em suas criações. Participou de várias exposições e projetos artísticos entre eles de minha autoria como a exposição “AMOR MANIFESTADO” onde cada artista pode expressar o amor em forma de arte.
Conheça algumas de suas obras e no término, estará o link de suas redes para conhecerem outros trabalhos de Carmem Moreira:
“AMOR” OST – Obra selecionada para a exposição virtual coletiva Amor Manifestado confira em www.exposicoesllima.com
“CIDADE” OST Técnica mista.
Um lindo trabalho em que a artista foi muito feliz na escolha dos tons e traços
“CAMPO DE FLORES” OST
Mais uma perfeita combinação de cores, que traz uma obra de arte
harmoniosa, caracterizando o infinito.
Perguntado a artista o que é arte em sua concepção, ela respondeu: AMOR INTENSO, explicando que a pintura é o amor intenso vestido de sentidos.
Segundo Carmem Moreira, a arte é um luxo não porque precise necessariamente de riquezas para ser executada, ela é um luxo por que precisa de mãos descansadas.
Praticar é necessário, não importa se a obra finalizada esteja perfeita ou não. E conclui dizendo que a arte é uma das maneiras de fazer o Amor dentro de nós crescer.
“MEU PRIMO” 0ST Uma obra criada a partir de uma foto, a pedido de um primo.
https://www.facebook.com/
https://instagram.com/carmem_
Comunicação não violenta, a base para um relacionamento saudável
Cleide Léria Rodrigues
Você sabia que para um relacionamento dar certo é necsário saber se comunicar?
É importante expor sua opinião sem que afete a comunicação do casal e para dar certo tem que ser respeitosa.
Dependendo da forma que você expõe a sua opinião na relação, você está dando margem para que a relação seja abusiva, sem que haja uma comunicação assertiva e respeitosa do casal.
Quando o casal caminha numa só direção, onde os dois crescem juntos e respeitam a individualidade de cada um, não fazem acordos, essa relação está fadada ao fracasso.
É importante atentar para uma conunicação funcional na relação. Dessa forma, quero falar de como ter uma relação mais saudável nos relacionamentos com base nos princípios da comunicação não violenta. :: LEIA MAIS »
Série “21 obras do século 21” (16): “Floating Piers” (2016), de Christo e Jeanne-Claude
Oscar D’Ambrosio
O calendário cristão teve início no ano 1 depois de Cristo porque não houve o ano zero. Portanto, o século 21 não começou em 2000, mas em 2001. As décadas, em consequência, começam no ano 1 de cada uma delas. Esta série vai enfocar brevemente 21 obras de arte do século 21, de 2001 a 2021.
Considerado por muitos o projeto mais ambicioso do casal de artistas formado pelo búlgaro Christo (1935 – 2020) e pela marroquina Jeanne-Claude (1935 – 2009), “Floating Piers foi uma instalação que aconteceu no lago Iseo, na Itália. Planejada por ambos nos anos 1970, foi executado por ele, após o falecimento da companheira, em 2016.
A obra, montada por 16 dias, consistiu em uma passarela enorme flutuando sobre a água. As pessoas podiam andar livremente sobre seus 3 km de extensão, 16 m de largura e 35 cm de altura. Foi construída com 100 mil m2 de tecido amarelo reluzente, sustentados por um sistema modular flutuante composto por 200 mil cubos de polietileno de alta densidade.
A passarela se prolongava ainda por mais 2 km dentro das cidades de Sulzano e Peschiera Maraglio. As pessoas podiam assim caminhar e contornar a ilha de San Paolo. O acesso era gratuito e acessível 24 horas por dia, sem ingressos, entrada, reservas ou proprietários, dentro do conceito da dupla de que “a obra é uma extensão da rua e pertence a todos”.
Oscar D’Ambrosio é graduado em Jornalismo pela USP, mestre em Artes Visuais pela UNESP e doutor e pós-doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie
O que saber na hora de escolher a ração do seu pet
Hannah Thame
Você sabe qual o tipo de ração adequada para seu cão ou gato ou tem dúvidas na hora de escolher? Então, veja aqui algumas informações sobre os tipos de rações existentes no mercado e quais as diferenças entre eles. Informações sobre a alimentação adequada interferem diretamente no desenvolvimento, crescimento, energia e disposição do seu animal, por isso, saber escolher a alimentação adequada é fundamental.
Atualmente, no mercado, existem diferentes tipos de ração, que incluem a ração comum, Premium e Super Premium, as quais diferem, principalmente, pelo tipo de composição. Muitas vezes, o consumidor fica confuso e tem dificuldade em entender os termos da embalagem e escolher a ração ideal, mas, vendo essas informações, você poderá escolher qual a que mais se adequa às necessidades do seu animal de estimação.
A ração comum normalmente é o tipo de ração mais barata que se encontra no mercado. É balanceada, porém, a quantidade de proteína utilizada é inferior. Os cães e gatos são carnívoros, portanto, precisam se alimentar de fontes de origem animal e nesse caso, as fontes utilizadas são, em sua maioria, de origem natural, como farelo de milho e de soja, ou seja, apesar do animal viver bem com esse tipo de ração, ele tem que ingerir um volume muito maior para adquirir os nutrientes na quantidade necessária. Essas rações também possuem uma quantidade de palatabilizantes muito grande, além de conservantes e corantes, que são prejudiciais ao organismo.
As rações Premium são produtos de primeira qualidade, sendo então mais caras. Nesse caso, a fonte de composição da ração é de origem animal, baseada em carne de frango, ovelha, dentre outros. Além de ser rica em proteínas, também é mais digestível para seu animal, melhorando assim o funcionamento do organismo. Como o animal digere melhor, o consumo de ração é menor, pois com pouca quantidade de alimento já ocorre a saciedade, o que torna uma boa relação custo x benefício. :: LEIA MAIS »
Reescrevendo o futuro
Laís Simões Cavalcante
Imagine um bairro criado em 1982. Os primeiros moradores, vieram da Bahia e de Minas Gerais buscando oportunidades de emprego. A história do bairro é marcada pela luta por direito a terras que não eram ocupadas, onde tiveram suas primeiras casas construídas, seguidas de ordens de despejo e demolição. E foi a partir deste momento que os moradores que queriam residir ali travaram uma luta incansável para ganhar o direito à ocupação regularizada das terras. Mas não para por aí, eles também lutaram para ter acesso a água, luz, saneamento básico e entrega de correspondências. Eu estou falando do surgimento do maior bairro de Cariacica: Nova Rosa da Penha.
Talvez você nunca tenha ido até lá ou sequer ouviu falar sobre e, se ouviu, certamente se deparou com notícias negativas nos jornais sobre tráfico ou assassinatos. Eu poderia escolher falar sobre qualquer assunto neste artigo. Mas hoje escolhi escrever sobre a realidade que eu vivo cotidianamente.
Toda vez que eu tenho a oportunidade de ir a Nova Rosa da Penha, eu me sensibilizo. Não, não é porque é um bairro periférico com alto índice de vulnerabilidade social. Não. Não é pelo fato do noticiário evidenciar tantos problemas existentes ali. Não. Não é sobre dar voz a quem não tem voz, mas sim de ouvir as vozes que já existem naquele local. E eu tenho o privilégio de ouvir essas vozes todos os dias e talvez o que mais me sensibilize – estas vozes não se queixam, nem se colocam como vítimas de suas próprias histórias. Estas vozes tem muito a dizer.
As vozes que ali existem conseguem ecoar o sentimento de mudança. E elas não permitem que suas histórias sejam limitadas apenas pela visão negativa vista de fora. Muito pelo contrário, os moradores utilizam da cruel realidade como um combustível diário para modificar o meio que estão inseridos, lutando em prol de novas oportunidades. E o combustível que eles utilizam e apostam todas as suas energias e esperança se dá através do esporte e da cultura.
A Copa do Brasil é Nordeste
Marcus Carneiro
Puxa o fole, sanfoneiro! O mês de junho é, tradicionalmente, uma época de festejos juninos para os nordestinos. Com a pandemia, e sem poder arrasta-pé, os times da região trataram de achar uma solução e colocaram os adversários para dançar um forró do “bão”. Pela primeira vez na história, três equipes baianas vão disputar as oitavas de finais da Copa do Brasil de futebol: Bahia, Juazeirense e Vitória. Mais que isso, Fortaleza (CE); ABC (RN) e CRB completam a lista de representantes da região entre os 16 melhores da competição.
Até então, o recorde era de cinco nas oitavas, fato ocorrido em 1992 e 2009. As equipes esperam, agora, a definição dos confrontos, que serão conhecidos após sorteio a ser realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ainda sem data divulgada.
“A classificação do Juazeirense, por exemplo, é uma demonstração que as equipes do interior têm se organizado para que surjam mais forças do nosso futebol. Estamos muito felizes com essa grande participação dos times nordestinos nesta fase do torneio”, destacou Vicente Neto, diretor geral da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte.
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