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Como tratar e identificar a depressão nos pets
Hannah Thame
Uma das principais causas da depressão em animais é a falta do dono. Por conta do cotidiano corrido, trabalho, faculdade e outros compromissos, muitas vezes o pet é deixado sozinho em casa por bastante tempo.
A chegada de outro animal também pode ser a causa da doenças . Assim como o nascimento de uma criança. Isso porque toda a atenção que era para o único cachorro, a partir de então vai ser dividida.
Outro fatores, como mudança de hábitos na rotina, alteração dos horários de passeios e de alimentação, mudança de casa ou ambiente que o animal já estava acostumado e até perda de algum ente querido também podem levá-los ao quadro depressivo.
Durante, e também pós-quarentena, é importante que os donos ensinem e introduza os novos hábitos com muita calma e paciência, além de ficarem atentos com os sinais. Isso porque o home office, e posteriormente o trabalho fora de casa, mudam completamente a rotina dos pets, que podem vir a apresentar sinais de depressão.
Sintomas
Chocolate e pets não combinam!

Dra. Hannah Thame
Com a Páscoa vindo aí, fique alerta: chocolate e cães não combinam!
O chocolate contém substâncias como teobromina e cafeína, altamente tóxicas para os nossos amigos de quatro patas. Mesmo em pequenas quantidades, o consumo pode ser fatal para os cães, causando desde vômitos e diarreia até problemas cardíacos e convulsões
Se o seu peludo ingeriu chocolate acidentalmente, não hesite: procure ajuda veterinária imediatamente!
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A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária é diretora da HERA- Hennah Espaço de Reabilitação Animal em Vitória da Conquista e autora do e book “Guia Prático para donos responsáveis,“, disponível na Amazon.
Contatos: fone-wathasap (73) 99199-3208.
Natal com pets requer mais cuidado dos tutores
Com a chegada das festas de fim de ano, as casas ganham enfeites especiais, luzes e adereços que ajudam a criar o clima natalino. Porém, para quem convive com pets, a atenção deve ser redobrada. A Neoenergia Coelba alerta que a combinação pode representar riscos de choques, curto-circuitos e até incêndios.
Cães e gatos costumam se interessar por objetos brilhantes ou em movimento, o que inclui pisca-piscas, cabos pendurados e ornamentos que fazem barulho. “Os pets exploram o ambiente com a boca e as patas, então fios expostos podem se tornar um perigo real”, afirma Rosy Menezes, gerente de saúde e segurança.
A recomendação é esconder a fiação com canaletas, fitas próprias ou posicionar a decoração no alto. Outro ponto crítico é a sobrecarga. A concentração de vários equipamentos decorativos em uma única tomada pode causar aquecimento e danificar a rede. Rosy orienta distribuir os itens luminosos por diferentes circuitos.
Seu pet está soltando muito pelo ?

Dra. Hannah Thame
Se a resposta for SIM e estiver acompanhado de outros sintomas, cuidado!
Ossos de couro, não!
Hannah Thame
Os campeões de venda dos pet shops, ossinhos de couro prometem benefícios como limpeza dos dentes, remoção do tártaro e claro, uma distração para o pet.A tendência da alimentação natural para pets

Hannah Thame
A tendência da alimentação natural, sem industrializados e artificiais, chegou ao mundo dos pets. Agora há quem ofereça apenas alimentos frescos, preparados e cozidos especialmente para seus cães. E nada de ração.
Um animal que segue a alimentação natural come basicamente o que nós, humanos, comemos, com algumas adaptações. É uma dieta rica em carnes, verduras, carboidratos e vísceras, preparada de maneira balanceada e própria para cães. As porções variam de acordo com o porte do animal e também podem ser preparadas previamente e congeladas.
Além do porte, várias coisas são analisadas. O cão pratica atividade física? Qual é a sua idade? Tem doenças preexistentes? Por isso, antes de desenvolver uma dieta é importante uma consulta ao veterinário, para que o animal passe por uma bateria de exames e a gente saiba as reais necessidades dele.
Uma refeição balanceada para cães, de acordo com os preceitos da alimentação natural, deve conter apenas carboidratos naturais, como grãos, batata doce ou batata salsa, por exemplo. Não entra no “potinho” nenhum tipo de farinha branca, processados ou macarrão.
Normalmente, o animal também tem que passar por uma complementação, principalmente de cálcio, que é um componente difícil de ser suprido com a alimentação natural. Por isso, o acompanhamento de um veterinário especializado em alimentação, no caso, um nutrólogo, é importante. Na ração, o cálcio é adicionado à fórmula de fabricação.
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A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz e diretora do Centro de Especialidades Veterinários-CEV Vitória da Conquista.





































