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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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:: ‘pets’

Cuidados com os pets quando chega o frio

Hannah Thame

 

htO friozinho está chegando e com ele alguns cuidados especiais que devemos ter com os nossos Pets durante este período!

Vocês sabiam que o próprio pêlo deles tem função termorreguladora, ou seja, são capazes de adequar a essas mudanças de frio/calor?

Mas, apesar disso, assim como nós, eles também sentem a baixa de temperatura, por isso é importante sempre mantê-los aquecidos.

Seguem as dicas da Tia Hannah:

Agora é só receber muito carinho!

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Nunca faça essas coisas com seu pet durante a queima de fogos de artifício

Hannah Thame

A audição dos Pets é bem mais sensível que a nossa. Por isso, o barulho das bombas juninas é extremamente aterrorizante para eles!

Vet, como eu sei que meu pet está sofrendo? O seu pet pode tentar se esconder em algum que ele se sinta seguro, outros comportamentos como inquietação, choro, tremedeira também são comuns.

Tutores, o perigo é ainda maior para o Pet cardiopata!!!

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pets fogos

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Quer um pet diferente? Veja opções de bichinhos para ter em casa

Hannah Thame

htCachorro e gato são pets “normais”. O famoso “quase todo mundo tem”. Mas você já pensou em ter uma iguana? E um furão? É possível criar esses e muitos outros bichinhos legais.

Coelho
Mesmo não sendo da família dos roedores, adora mordiscar por aí. Como tem dentes que nunca param de crescer, só roendo um monte para mantê-los no tamanho certo. Os coelhos não dão muito trabalho como bichinhos de estimação, apesar de adorarem fazer xixi por tudo, para mostrar aos outros que passaram por ali. Para comer, curtem rações especializadas e folhas verde-escuras.

Jabuti
Parente da tartaruga, é muito calmo e convive numa boa com outros animais. No inverno, não quer saber de passar frio e chega a ficar dias escondido dentro do casco. Quando criados em condições adequadas, os jabutis vivem, em média, 80 anos. Como estão ameaçados de extinção, a venda é controlada pelo Ibama.

 

pets opçaoFurão
Curiosidade é a marca registrada desse bichinho, por isso, deixá-lo solto em casa é confusão na certa! Os furões vivem muito bem em gaiolas, mas precisam de um tempo livre todos os dias para brincar. Assim como cães e gatos interagem com o dono, entendem e obedecem ordens. Como não existem furões na fauna brasileira, é preciso seguir as recomendações do Ibama antes de comprar o seu!

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(*) A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz  e diretora do Centro de Especialidades Veterinárias/Vitória da Conquista.

5 dicas para aliviar o calor dos pets em dias quentes

Hannah Thame

htVerão é sinônimo de calorão, não é mesmo? E se nós já passamos por maus bocados quando esta época do ano chega, imagina os nossos bichinhos.

Com os termômetros atingindo fácil os 35ºC, são necessários alguns cuidados para que os pets não sofram tanto neste período que vai do finalzinho de dezembro até março do próximo ano.

Hoje, separamos cinco dicas para amenizar essa sensação nos animais.

dicas pets

A Dra. Hannah Thame é Médica Veterinária e Mestre em Ciência Animal com ênfase em Sanidade Animal pela Universidade Estadual de Santa Cruz e diretora do Centro de Especialidades Veterinárias em Vitória da Conquista

Mais de 95% dos brasileiros consideram a saúde do pet tão importante quanto a da família

ernesto (5)Os animais de companhia vêm ganhando cada vez mais espaço dentro de casa, literalmente. São cada vez mais considerados como membros da família por seus tutores. Além de passarem mais tempo dentro de casa, ganharam também o direito de se alimentarem melhor e terem à disposição tratamentos de saúde de alta qualidade, mesmo que isso possa pesar um pouco mais no orçamento doméstico, ou seja, as pessoas estão dispostas a gastar mais e se tornando mais conscientes das necessidades dos pets, além das básicas, como alimentação e vacinação.

Uma pesquisa realizada pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), que ouviu mais de 3.500 pessoas em 2019, revelou que 96% de tutores de gatos e 95% de cães consideram a saúde do animal tão importante como a saúde de um membro da família.

Grande parte tem o envelhecimento do animal como principal preocupação. “94% dão importância à saúde preventiva dos pets, levando-os a seguirem rigidamente as recomendações de vacina, medicamentos vermífugos e antipulgas e alimentação”, explica Leonardo Brandão, médico veterinário e coordenador da COMAC.

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Pets podem ajudar a combater solidão na quarentena

ernestoNão é de agora que estudos comprovam o quanto a companhia de animais de estimação pode ser benéfica para o ser humano. Levantamento realizado ainda em 2009 pela Universidade de Azabu, no Japão, mostra que quando donos de animais olham nos olhos dos seus pets, eles recebem picos de ocitocina. Considerado o hormônio da felicidade, é responsável por sensações de prazer e bem-estar. Aliás, esse é um dos motivos pelos quais a companhia de cães e gatos têm sido recomendada em meio a um cenário de pandemia, uma vez que especialistas garantem que os pets podem ser verdadeiros aliados no combate à ansiedade, estresse e solidão.

Esse impacto positivo na saúde decorrente do laço emocional com os animais domésticos pode ir muito além ainda. Pesquisa da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, mostra que se uma pessoa acariciar um gato ou cachorro por pelo menos 10 minutos terá redução do nível de cortisol – hormônio ligado ao estresse. “Eles oferecem suporte emocional e psicológico, e esse tipo de vínculo afetivo é terapêutico, tem peso ainda maior nos relacionamentos com pessoas idosas, solteiras, crianças e portadores de necessidades especiais, como autistas ou no caso de quem vive sozinho”, reforça Hugo Villalva Leça Fonseca, CEO da Mon Petit Chéri.

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Pets podem ajudar a combater solidão na quarentena

ernesto 2Não é de agora que estudos comprovam o quanto a companhia de animais de estimação pode ser benéfica para o ser humano. Levantamento realizado ainda em 2009 pela Universidade de Azabu, no Japão, mostra que quando donos de animais olham nos olhos dos seus pets, eles recebem picos de ocitocina. Considerado o hormônio da felicidade, é responsável por sensações de prazer e bem-estar. Aliás, esse é um dos motivos pelos quais a companhia de cães e gatos têm sido recomendada em meio a um cenário de pandemia, uma vez que especialistas garantem que os pets podem ser verdadeiros aliados no combate à ansiedade, estresse e solidão.

Esse impacto positivo na saúde decorrente do laço emocional com os animais domésticos pode ir muito além ainda. Pesquisa da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, mostra que se uma pessoa acariciar um gato ou cachorro por pelo menos 10 minutos terá redução do nível de cortisol – hormônio ligado ao estresse. “Eles oferecem suporte emocional e psicológico, e esse tipo de vínculo afetivo é terapêutico, tem peso ainda maior nos relacionamentos com pessoas idosas, solteiras, crianças e portadores de necessidades especiais, como autistas ou no caso de quem vive sozinho”, reforça Hugo Villalva Leça Fonseca, CEO da Mon Petit Chéri.

No país, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 44% dos domicílios têm cães. Por sua vez, segundo o censo do Instituto Pet Brasil, o país contabiliza mais de 139 milhões de animais domésticos. Quando falamos especificamente no caso da Covid-19, os donos de cães e gatos podem ficar tranquilos porque o vírus não é transmissível de humanos para animais e vice-versa, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Associação Mundial dos Veterinários de Pequenos Animais (WSAVA).

Mas diante da pandemia da COVID-19, é natural que as pessoas tenham dúvidas sobre a possibilidade dos pets serem infectados ou transmitirem esse vírus. “Os ‘coronavírus’ são de uma família que se divide em dois gêneros, o Alphacoronavirus e o BetaCoronavirus. O Alphacoronavirus possui duas espécies, que causam gastroenterite em cães e a peritonite em gatos, sendo que ambas as doenças não afetam humanos. Já os ‘BetaCoronavírus’ possuem três espécies que acometem os humanos, sendo a Mers-Cov, a Sars-Cov e a Sars-Cov 2, esse último justamente a espécie que está afligindo a humanidade atualmente”, afirma Hugo.

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Dicas do CEV Conquista

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Pesquisa da Proteção Animal Mundial expõe os problemas de animais silvestres mantidos como pets

 

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O comércio de animais silvestres como bichos de estimação, seja este ilegal ou não, é uma prática cruel que gera inúmeros sofrimentos a espécies nativas do Brasil. Além disso, é um incentivo ao tráfico de animais, que representa uma das maiores ameaças para a fauna no mundo. As conclusões são do relatório Crueldade à Venda, apresentado pela Proteção Animal Mundial, organização não-governamental que atua em prol do bem-estar animal. De acordo com a pesquisa, atualmente, mais de 37 milhões de aves são criadas em domicílios brasileiros e mais de três milhões de pássaros vivem em gaiolas em mais de 400 mil criadores amadores legalizados.

cativeiroO relatório é parte da campanha “Animal silvestre não é pet”, lançada pela Proteção Animal Mundial para conscientizar a população sobre a importância de conservar os animais silvestres em seu habitat natural. “A população precisa entender que animais silvestres não devem ser mantidos como bichos de estimação. Diferente de cães e gatos, esses animais não passaram pelo processo de domesticação e apresentam características naturais incompatíveis com a vida em cativeiro, o que gera um enorme sofrimento para eles”, explica o gerente de Vida Silvestre da Proteção Animal Mundial, Roberto Vieto.

“Mesmo tendo todo cuidado, carinho e atenção, é impossível satisfazer as necessidades de bem-estar desses animais e permitir a expressão de seus comportamentos naturais quando mantidos como pets”, afirma Vieto, explicando que o objetivo da campanha “Animal silvestre não é pet” é esclarecer essa questão para possíveis compradores de animais silvestres. “Para aquelas pessoas que já possuem um bicho de estimação silvestre legalizado em casa, a orientação é para que não o solte ou abandone este animal, e que procure assistência veterinária especializada para tentar oferecer os melhores cuidados possíveis”, diz o veterinário.

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