:: ‘Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC’
Uesc oferece mestrado em Enfermagem
Estão abertas, até o dia 24, inscrições para a seleção de candidatos ao Programa de Pós-graduação em Enfermagem (PPGEnf), nível Mestrado Profissional, na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). As inscrições podem ser feitas diretamente no Protocolo Geral da UESC, no térreo do Pavilhão Adonias Filho, pelo candidato ou por procurador constituído para este fim, ou no serviço dos Correios, via SEDEX, tendo como data limite para postagem o último dia do período de inscrição fixado no Edital UESC n° 200/2019, ( www.uesc.br).

O objetivo é propiciar a formac?a?o de enfermeiros altamente especializados, a cooperação te?cnico-cienti?fica e o desenvolvimento de pesquisa cienti?fica e tecnolo?gica. Deve ser portador de diploma ou certificado de conclusão de graduação em Enfermagem, reconhecida pelo MEC.
Uesc sedia Primeiro Encontro de Gestão Cultural
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A Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) recebe, no dia 18 de janeiro, das 8h30 às 17h, o primeiro Encontro de Gestão Cultural, com mesa redonda sobre políticas públicas culturais no Brasil, oficina de teatro e expressão corporal, feirinha criativa e diversas intervenções culturais.
A programação é gratuita e as inscrições podem ser realizadas através do link https://is.gd/ encontrogestaoculturaluesc. Das 9h às 12h, será realizada a oficina de teatro e expressão corporal, ministrada por Victor Alves, graduado em Artes Cênicas pela Faculdade Social da Bahia (FSBA) e Vicente di Paulo, graduado em Teatro pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Ambos possuem vasta experiência em direção e produção de espetáculos na Bahia.
Pesquisadores baianos atuam em projeto que revoluciona estudos sobre desmatamento
Por que algumas espécies de animais estão mais sujeitas à extinção, enquanto outras são capazes de se adaptar com mais eficácia? Esta foi a pergunta que norteou Deborah Faria, professora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), que em parceria com Matthew Betts, da Universidade do Oregon, nos EUA, e outros 40 pesquisadores, desenvolveram um estudo para identificar como habitats fragmentados pela ação humana podem ter impacto na capacidade dos animais de sobreviverem às mudanças ambientais. Além de Deborah, outros cinco pesquisadores brasileiros fazem parte da equipe, vinculados a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Universidade Federal da Bahia (Ufba), Universidade Federal de Lavras (Ufla) e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
O artigo é fruto de uma cooperação internacional (BioFrag), que se trata de um banco de dados feito a partir de estudos no mundo todo, abordando questões ligadas a perda da floresta e sua fragmentação, lançado em 2012 por pesquisadores da Imperial College de Londres. A degradação de ambientes naturais prejudica a fauna local, entretanto a resposta para esta perda de espaço pode variar de espécie para espécie. “Existem espécies que lidam bem com esta nova situação, conseguindo encontrar alimento e abrigo em cidades e áreas de agricultura, já outras são bem vulneráveis, sendo negativamente afetadas quando a paisagem é fragmentada”, explicou Deborah.
UESC conquista nota máxima em índice de qualidade do MEC
Dados relativos a 2018, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ligado ao Ministério da Educação (MEC), apontaram que a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) alcançou nota máxima (5) no Índice Geral de Cursos (IGC), que avalia a qualidade das instituições de ensino superior do país.
Todos os indicadores de qualidade do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior (Sinaes) são expressos na escala de 1 a 5, sendo 5 a nota máxima e as notas 1 e 2 consideradas “insuficientes”. Na Bahia, além da UESC, a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) também teve a mesma nota.
Para o reitor da UESC, Evandro Sena Freire, “o resultado geral é considerado muito bom. Demonstra que a instituição está compromissada com a sociedade e mantém a qualidade da educação. Os dados também reforçam a importância das universidades públicas estaduais no contexto da educação superior no estado e no país.”
Professora da UESC revela em estudo em que filtros de extinção mediam os efeitos globais da fragmentação de habitat em animais

Parque Boa Esperança, fragmento da Mata Atlântica na área urbana de Ilhéus (Foto José Nazal)
De acordo com último relatório “SOS Mata Atlântica” o Sul da Bahia é o campeão no desmatamento do bioma, mas as florestas que restam, mesmo dentro da Mata Atlântica, são consideradas grande centro de espécies endêmicas e ameaçadas. As informações constam no trabalho Extinction filters mediate the global effects of habitat fragmentation on animals (Filtros de extinção mediam os efeitos globais da fragmentação de habitat em animais) do qual participa a profa/Dra Deborah Faria, do Laboratório de Ecologia de Conservação Aplicada, Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Biodiversidade da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC).

Deborah Faria
O artigo, publicado na revista Science, foi repercutido pelo jornal Folha de São Paulo, em seu caderno Ambiente de 8/12/2019, com o título “Florestas como as do Brasil têm mais animais vulneráveis à ação humana.” A professora Deborah Faria (UESC) e o Dr. José Carlos Morante-Filho, do Departamento de Ciências Biológicas, da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) analisaram se a resposta das espécies à fragmentação do habitat poderia ser influenciada pela exposição histórica destas comunidades a distúrbios frequentes.
“Usando um conjunto de dados global de 4489 espécies animais, mostramos que regiões com baixo histórico de incêndios, desmatamento, glaciação e furacões abrigam cerca de três vezes mais espécies sensíveis à fragmentação do que aquelas regiões que evoluíram sob tais distúrbios. Em particular, o número de espécies sensíveis aumentou seis vezes em direção a baixas latitudes. Portanto, as ações para evitar a fragmentação do habitat, como a formação de bordas, são particularmente importante nas florestas tropicais,” explica a professora.
UESC realiza Projeto Manhã de Lazer para pessoas com deficiência motora

Nesta quarta-feira (4), a turma do 6º semestre do curso de Educação Física da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) realiza o “Projeto Manhã de Lazer para pessoas com deficiência motora”. O evento começa às 8 horas com encerramento previsto para meio-dia.
O Projeto foi idealizado pelas professoras Joslei Viana e Camila Squarcini com a proposta de promover a inclusão social, através de diversas modalidades esportivas. Esse ano vai utilizar a infra-estrutura do curso, no Parque Desportivo da UESC.
A programação do evento inclui a participação de profissionais da área, os quais ministram atividades como Kaiak, Stand up, Surf, Vôlei sentado e Bocha adaptada. Os participantes vão contar com os alunos como instrutores supervisionados pelos professores.
Os coordenadores recomendam aos participantes que levem para UESC, os seus lanches de preferência, itens leves, como: Frutas, barrinhas de cereal, sucos e água. Assim como, recomendam o uso de roupas leves e roupas de banho para as atividades aquáticas, bem como, protetor solar, camisas de proteção UV e boné. Pode participar qualquer pessoa com deficiência motora.
Capítulo de livro estimula o conhecimento sobre as Plantas Alimentícias Não-convencionais
Heleno Nazário
Talvez o fato das Plantas Alimentícias Não-Convencionais (PANC) serem em geral desconhecidas pela população brasileira seja um bom exemplo de riqueza não aproveitada. O consumo predominante de alimentos industrializados e o efeito disso na saúde humana, a grande quantidade de pessoas em situação de insegurança alimentar e a imensa diversidade de flora no país, dentre outros fatores, podem ajudar a explicar a importância de fazer renascer o interesse em cultivar e consumir essas plantas que são tão nutritivas e ao mesmo tempo tão ausentes das nossas mesas.
Quando os dados científicos vêm alinhados com experiências de cultivo e de consumo desses alimentos, a atenção para com aqueles motivos se faz acompanhar da água na boca. É o efeito do capítulo Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) associadas ao agrossistema cacau-cabruca no sul da Bahia, publicado no livro Guia de Manejo do Agroecossistema Cacau Cabruca vol.2, editado pelo Instituto Cabruca e assinado pelos pesquisadores Alessandra Quirino Bertoso dos Santos Jardim, Jomar Gomes Jardim, José Lima Paixão e Larissa Corrêa do Bomfim Costa. O capítulo apresenta uma pequena amostra de espécies alimentícias pouco conhecidas, como o cansanção-vermelho, e de partes em geral descartadas de alimentos bem presentes, como a banana e o aipim, e completa o texto com uma série de receitas com as PANC.
Outro ponto relevante é que o capítulo descreve como o agrossistema cacau-cabruca favorece o cultivo desses alimentos pouco usuais, ampliando os argumentos a favor de ecossistemas agroflorestais como provedores de espécies vegetais alimentícias e medicinais. É o ciclo completo da sustentabilidade, abrindo possibilidade de conseguir lucro econômico sem prejudicar o ambiente e de aumentar a oferta de alimento saudável e acessível para a população.
Pesquisadores da Uesc desenvolvem borreador capaz de diluir petróleo

João Carlos Dias e Rachel Rezende
Os pesquisadores João Carlos Dias e Rachel Rezende, professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), há quase duas décadas desenvolvem um biorreator que possui potencial para degradar o óleo encontrado nas praias nordestinas e que começa a chegar no Sudeste do País. A pesquisa é desenvolvida com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb).
Rachel conta que este trabalho teve início há 17 anos, em um laboratório da universidade, com o intuito de investigar micro-organismos da Refinaria Landulfo Alves, para orientar o projeto de pesquisa de suas então alunas Bianca Maciel e Ana Santos. “Isolamos e refrigeramos micro-organismos com potencial de degradação. O objetivo era recuperar compostos do petróleo para se tornarem reutilizáveis”, explicou.

A professora relata que até hoje eles alimentam o biorreator capaz de diluir o material contaminado e ainda tornar o óleo útil outra vez. “Vale lembrar que tudo isso ainda é realizado a nível laboratorial. Com mais possibilidades de investimento, poderíamos ampliar a produção para, quem sabe, chegar a um nível industrial”, ressaltou.
Devido aos recentes acontecimentos com o óleo que foi encontrado nas praias do Nordeste, o casal decidiu testar se os resíduos poderiam ser degradados neste processo, e eis que em 4 dias o produto se degradou.
Pesquisadores da Uesc utilizam microrganismos que degradam petróleo

Há 17 anos, desde 2002, microrganismos degradadores são alimentados com borra oleosa de petróleo em um sistema denominado de biorreator de batelada alimentada de escala laboratorial por pesquisadores da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). As pesquisas se desenvolvem no laboratório de Biotecnologia de Microrganismos da instituição.
A pesquisa foi iniciada em 2002 e tinha por objetivo recuperar áreas degradadas do solo contaminadas por resíduos oleosos, tais como rejeitos de petróleo, resultantes principalmente de acidentes.

Professora Rachel Resende
Os microrganismos, coletados em uma amostra de solo da Landfarm da Refinaria Landulfo Alves, foram isolados e cultivados em petróleo como única fonte de carbono. Dos 60 isolados e selecionados para crescimento à base de petróleo, sete demonstraram atividades de surfactantes pela metodologia de colapso de gotas sobre vários tipos de óleos. (Surfactantes, também chamados de tensoativos ou emulsificantes, são substâncias que atuam diminuindo a tensão superficial entre dois líquidos).
“O monstro” como é chamado pelos professores/pesquisadores Rachel Passos Rezende; Bianca Mendes Maciel, João Carlos Dias e Leandro Lopes Loguercio que iniciaram a pesquisa há 17 anos, está mantido em um biorreator de batelada alimentada. Hoje as pesquisas continuam, no mesmo laboratório por uma equipe multidisciplinar, formada além dos primeiros, com os professores Carla Cristina Romano, Eric de Lima Silva Marques e Ivon P. Lobo, juntamente como os estudantes: João Torquato, Augusto Lazaro e Maria Clara Bessa.
SOS Óleo: UESC disponibiliza telefone/WhatsApp para população

A Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), através do Programa de Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente (Prodema), está colocando a disposição da população em geral um canal de comunicação oficial para informação sobre o desastre ambiental do derramamento de óleo bruto no litoral de sua territorialidade.
SOS-ÓLEO-UESC-73-3680-5624 é o número que também é WhatsApp. Através dele, a população pode solicitar informações e tirar dúvidas, informar os locais onde as manchas de óleo estão chegando, encaminhar fotos com a dimensão da ocorrência.
Desde quarta-feira (30/10), pesquisadores, professores, diretores de departamentos juntamente com o reitor e vice-reitor, além de segmentos discentes estão reunidos em busca de meios para o enfrentamento da catástrofe ambiental.












