:: ‘laboratório de Biotecnologia de Microrganismos’
Pesquisadores da Uesc utilizam microrganismos que degradam petróleo

Há 17 anos, desde 2002, microrganismos degradadores são alimentados com borra oleosa de petróleo em um sistema denominado de biorreator de batelada alimentada de escala laboratorial por pesquisadores da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). As pesquisas se desenvolvem no laboratório de Biotecnologia de Microrganismos da instituição.
A pesquisa foi iniciada em 2002 e tinha por objetivo recuperar áreas degradadas do solo contaminadas por resíduos oleosos, tais como rejeitos de petróleo, resultantes principalmente de acidentes.

Professora Rachel Resende
Os microrganismos, coletados em uma amostra de solo da Landfarm da Refinaria Landulfo Alves, foram isolados e cultivados em petróleo como única fonte de carbono. Dos 60 isolados e selecionados para crescimento à base de petróleo, sete demonstraram atividades de surfactantes pela metodologia de colapso de gotas sobre vários tipos de óleos. (Surfactantes, também chamados de tensoativos ou emulsificantes, são substâncias que atuam diminuindo a tensão superficial entre dois líquidos).
“O monstro” como é chamado pelos professores/pesquisadores Rachel Passos Rezende; Bianca Mendes Maciel, João Carlos Dias e Leandro Lopes Loguercio que iniciaram a pesquisa há 17 anos, está mantido em um biorreator de batelada alimentada. Hoje as pesquisas continuam, no mesmo laboratório por uma equipe multidisciplinar, formada além dos primeiros, com os professores Carla Cristina Romano, Eric de Lima Silva Marques e Ivon P. Lobo, juntamente como os estudantes: João Torquato, Augusto Lazaro e Maria Clara Bessa.
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