:: ‘Uesb’
Inscrições para o Mais Futuro terminam amanhã
Nesta sexta-feira (31) encerra o prazo limite do período de inscrição no Programa Mais Futuro, do Governo do Estado. Estudantes das quatro universidades estaduais devem ficar atentos para não perderem a oportunidade de receber bolsa auxílio permanência e ter prioridade em vagas de estágio na área dos cursos que escolheram. O programa de assistência estudantil – o primeiro desenvolvido pelo Governo do Estado na história da Bahia – atende somente quem está com dados atualizados no CadÚnico, e que tenha renda familiar mensal de até três salários mínimos. Para participar, o interessado também não pode possuir vínculo empregatício e não deve ter concluído qualquer outro curso de nível superior.
“Não se trata de uma seleção. Basta o estudante preencher os requisitos que poderá realizar as inscrições para receber os benefícios. A meta do programa é atender cerca de nove mil estudantes, independente da idade e do curso escolhido. Esta é uma maneira de incentivar o estudo superior e evitar a evasão”, explica o pró-reitor de Assistência Estudantil da Uneb, Ubiratan Azevedo de Menezes.
Natural da região de Irecê, a estudante de fonoaudiologia da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Vitória Sarmento (foto), já está inscrita no programa. Para a garota de 18 anos, de família humilde, e que mora em Salvador de aluguel, a ajuda chegou em boa hora. “As vezes é mais fácil entrar na faculdade do que continuar. Aqui em Salvador o custo de vida é alto. São muitas as despesas. Esse programa veio ajudar quem tem vontade de estudar e crescer profissionalmente. Isso é muito importante”, afirma.
Para realizar a inscrição, o estudante deverá manifestar formalmente o interesse de participar do programa por meio da página na internet (www.maisfuturo.educacao.ba. gov.br). O próximo passo é se cadastrar na unidade de ensino, apresentando documentos como RG, CPF, comprovante de residência, folha de resumo do CadÚnico e termo de aceite e compromisso do aluno, encontrado no edital. O pagamento das bolsas será feito diretamente ao próprio estudante, através de cartão, em conta bancária criada exclusivamente para esta finalidade.
O Mais Futuro é um programa de assistência estudantil criado pelo Governo do Estado para garantir a permanência dos estudantes em condições de vulnerabilidade socioeconômica, nas universidades públicas estaduais (Uneb, Uefs, Uesb e Uesc). A iniciativa, que terá investimento de R$ 50 milhões até o final de 2018, integra o Programa Educar para Transformar.
Benefícios
O auxílio permanência tem valor de R$ 300 ou R$ 600 mensais. O primeiro valor é destinado a universitários que estudam a até 100 quilômetrosda sua cidade de origem. Já o segundo é para aqueles que moram em cidades a mais de 100 quilômetros de distância do campus onde estão matriculados. Estando dentro do perfil do programa, o estudante poderá receber o auxílio desde o primeiro semestre até completar dois terços do curso.
No terço final da graduação, os beneficiários terão a opção e prioridade para ingressar em vagas de estágio de nível superior ofertadas por órgãos e secretarias do Governo do Estado. Os estudantes que já estão na fase final do curso e atendem os critérios também podem ingressar no programa, já na fase do estágio.
Cursos de universidades estaduais da Bahia estão entre os melhores do País
De acordo com o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) de 2015, as universidades estaduais do Estado (Uneb), Campus de Salvador, de Vitória da Conquista (Uesb) e de Itabuna/Ilhéus (Uesc), ficaram entre as melhoras do Brasil, superando a médica nacional em algumas disciplinas, ao conseguir Conceito Preliminar de Curso (CPC) mais alto que instituições particulares e outras públicas. Os resultados foram divulgados este mês pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anízio Teixeira (Inep).
Alguns cursos se aproximaram da nota máxima (5), como é o caso de Psicologia da Uneb (campus de Salvador), avaliado com 4,7422, ficando, em terceiro lugar – seguido da Universidade Federal do Recôncavo –UFRB (7º) e Universidade Federal da Bahia – Ufba (10º) – entre as graduações da disciplina no País. A explicação para o desempenho é o enquadramento às diretrizes curriculares.
A Uneb, em Salvador e Juazeiro, também foi bem avaliada pelo Enade – exame que todo estudante concluinte precisa fazer para obter o diploma – no curso de Direito, com notas 4,3391 e 4,0616, respectivamente. A Uesb (Conquista) teve destaque nos cursos de Administração (4,0915) e Direito (4,0886). Na Uesc, o curso mais bem avaliado foi o de Direito, com a nota 4,0278.
O secretário estadual da Educação, Walter Pinheiro, destacou que este resultado comprova a qualidade das universidades públicas da Bahia. “Temos dialogado muito com os reitores, buscando ampliar cada vez mais a participação das universidades na melhoria da educação básica, aproveitando toda a expertize que possuem. Já temos parcerias importantes na implantação dos Complexos Integrados de Educação, junto com a Uneb e UFSB [Universidade Federal do Sul da Bahia]”.
Segundo ainda Pinheiro, o Governo também está ampliando o perfil da participação das universidades públicas da Bahia na formação de professores e formatando junto com elas o projeto para as licenciaturas interdisciplinares”. O secretário também destacou “o projeto Mais Futuro, que está contribuindo para a garantia de permanência daqueles estudantes com maior vulnerabilidade social”.
Abertas inscrições para auxílio permanência e estágios destinados a estudantes das universidades estaduais

Estudantes das universidades estaduais da Bahia têm até o dia 31 de março para se inscrever no Programa Mais Futuro pelo endereço maisfuturo.educacao.ba.gov.br/permanencia. A iniciativa promove o Projeto Estadual de Auxílio Permanência, do Governo do Estado, que é destinado a alunos em condições de vulnerabilidade socioeconômica das quatro universidades estaduais da Bahia (UESC, UESB, UEFS e UNEB). O objetivo é apoiar os estudantes na continuidade dos estudos, evitando o abandono do curso e contribuindo para que concluam suas graduações.
“A meta é beneficiar nove mil estudantes universitários com auxílio permanência e estágio, em investimentos que chegarão a R$ 50 milhões até o fim de 2018”, afirma o secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro. O secretário explica que para ter acesso ao benefício, o estudante deve estar inserido em alguns critérios, como possuir registro, individual ou familiar no Cadastro Centralizado de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); possuir renda familiar per capita mensal não superior a meio salário mínimo; possuir renda familiar total mensal de até três salários mínimos e não ter nenhum vínculo empregatício.
Os estudantes beneficiados receberão o Auxílio Permanência nos primeiros 2/3 do período de duração total do curso, tendo a opção e a prioridade para ingressar na segunda parte do projeto vinculado a um estágio de nível superior no último 1/3 de duração de curso. Os auxílios serão divididos em três tipos: Básico – valor mensal de R$ 300 para estudantes que residem no município sede do campus ou até 100 Km de distância; Moradia – valor mensal de R$ 600 para estudantes que residam a mais de 100 Km do município sede do campus e Complementar – valor mensal para estudante que já tenha benefício de outra bolsa, mas esteja abaixo do teto máximo estabelecido.
Abertas inscrições do Mais Futuro para estudantes de universidades estaduais
No terço final da graduação, os beneficiários terão a opção e prioridade para ingressar em vagas de estágio de nível superior ofertadas por órgãos e secretarias do Governo do Estado. Os estudantes que já estão na fase final do curso e atendem os critérios também podem ingressar no programa, já na fase do Estágio.
Os alunos podem obter mais informações e tirar dúvidas sobre o programa através dos telefones:
Secretaria da Educação do Estado – 0800 071 8956
Uneb – (71) 3117-2418
Uefs – (75) 3161-8110
Uesb – Campus Vitória da Conquista (77) 3424-8795; Campus Itapetinga (77) 3261-8664; Campus Jequié (73) 3528-9716
Uesc – (73) 3680-5452
Estudante da rede estadual se destaca na Redação do Enem
O estudante Gustavo Medrado Santos, 18, concluinte do Ensino Médio no Colégio Estadual Gilda Ramos dos Santos, localizado em Jitaúna, no Centro-Sul Baiano, tem muito o que comemorar neste início de ano. Com uma nota de 920 na Redação e boa classificação nas áreas de Humanas e Exatas nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), ele poderá realizar o seu sonho de entrar para o curso de Direito em uma universidade pública.
Muito interessado por disciplinas como História, Geografia e Ciências, além de um gosto especial pela Constituição Federal, Gustavo revela que não teve dificuldade em produzir a Redação com o tema ‘Meios para se combater a intolerância no Brasil’. “Para escrever usei o artigo 5º da Constituição Federal que trata dos direitos e deveres individuais e coletivos. E na conclusão enfatizei a necessidade de se respeitar a religião de cada um para que possamos combater a intolerância religiosa”, disse.
Filho caçula de uma família de cinco irmãos, Gustavo se orgulha de ser o primeiro a ter condições de entrar em uma universidade. “Fiz a inscrição para o curso de Direito nas Universidades Estaduais do Sudoeste da Bahia (Uesb) e Santa Cruz (Uesc), onde tenho grande chance de passar, além das oportunidades dadas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Com certeza estarei cursando o Ensino Superior este ano e o mais importante em algo que me identifico”, ressaltou.
Ainda segundo Gustavo, o apoio dos pais e dos professores foi fundamental para o seu sucesso. “Meus pais sempre me deram apoio e encontrei professores que me incentivaram bastante, sempre dando dicas e apresentando as disciplinas de forma que eu aprendesse com mais facilidade. E é bom destacar que minha vida foi toda no ensino público, por isso é importante acreditar que somos capazes de conseguir algo mais,” orgulha-se.
Estudo descreve história genética do cacau no Brasil
(Peter Moon | Agência FAPESP) – A saga do cacau no sul da Bahia faz parte da história econômica e cultural do Brasil. Não fosse a bem-sucedida introdução dos cacaueiros na região de Ilhéus no século 18, não haveria o ciclo do cacau da Bahia nem motivos para inspirar Jorge Amado a escrever Gabriela, Cravo e Canela.
Mas o sucesso da cultura do cacau na Bahia é coisa do passado. O Brasil, que já foi o segundo maior produtor mundial de cacau, hoje é apenas o sexto. E foi somente em 2015, após mais de 20 anos excluída do mercado mundial, que a Bahia pôde retomar a exportação do produto.
A culpa do declínio da cacauicultura baiana é o fungo Moniliophtora perniciosa, que transmite a doença da vassoura-de-bruxa. A praga apareceu na região de Ilhéus-Itabuna em 1989 e se alastrou afetando os frutos, os brotos e as flores dos cacaueiros.
As árvores deixaram de dar frutos. A produção brasileira, que era de 320 mil toneladas por ano, despencou para 190 mil toneladas por ano em 1991. Toda a queda corresponde ao tombo da cacauicultura baiana, estado que concentrava 80% da produção.
Nas últimas duas décadas, muitos esforços têm sido feitos para o combate à vassoura-de-bruxa, especialmente na busca de novas variedades de cacau resistentes à praga, pois o fungo continua presente no sul da Bahia.
Uma iniciativa inovadora é o estudo de estrutura genética e da diversidade molecular do assim chamado “cacau da Bahia”, um conjunto de variedades locais desenvolvidas nos últimos dois séculos. O estudo é conduzido pela professora Anete Pereira de Souza, do Instituto de Biologia e do Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética da Universidade Estadual de Campinas, ao lado de pesquisadores de diversas universidades e centros de pesquisa da Bahia, como a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano).
Secretaria da Educação e reitores das universidades estaduais discutem projetos para a educação básica
O secretário da Educação da Bahia, Walter Pinheiro, se reuniu com os reitores das universidades estaduais (UESC, UEFS, UESB e UNEB), nesta quinta-feira (07), na sede da Secretaria, no Centro Administrativo (CAB). O objetivo foi discutir demandas das universidades, bem como apontar avanços nas áreas de ensino, pesquisa e extensão, além de abordar projetos desenvolvidos pelas instituições que possam contribuir com o fortalecimento da educação básica.
“A ideia é colocar as universidades nas salas de aula, aproveitando toda a expertise que possuem. Temos que fazer a educação básica, a Educação Profissional, com o trabalho das nossas estaduais, que são excelentes e podem contribuir muito para que a gente possa aprimorar e dar um salto de qualidade na educação”, afirma Pinheiro.
A reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz, Adélia Pinheiro, fala sobre os desdobramentos deste encontro, que avaliou como positivo. “A nossa expectativa é a de que seja feita uma parceria com o Estado. Nosso desafio é a formação de pessoas e a produção de conhecimento, além da buscarmos alcançar as metas previstas nos Planos Nacional e Estadual de Educação”, afirma.
O reitor Evandro Nascimento, da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), destacou a importância da reunião. “Este diálogo é fundamental para que possamos apresentar as proposições concretas sobre o funcionamento das universidades”, afirma. Já o reitor da Universidade Estadual da Bahia (UNEB), José Bites, considerou “que estas reuniões são estratégicas para que sejam apresentadas as potencialidades das universidades e haja uma articulação mais consistente com a Secretaria”. Também esteve presente à reunião, o reitor Paulo Roberto Pinto, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB).
Universidades estaduais baianas firmam convênio de mobilidade estudantil

As quatro universidades estaduais da Bahia (Ueba) assinaram um convênio que seguramente vai marcar a história da educação superior pública no estado. O acordo vai viabilizar a mobilidade estudantil entre essas instituições, beneficiando os discentes dos cursos de graduação.
A parceria foi firmada em encontro do Fórum de Reitores das Ueba realizado na Reitoria da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus, em abril deste ano. Segundo os termos do convênio, a mobilidade estudantil visa promover o acesso do estudante à diversidade da cultura acadêmica das universidades conveniadas, favorecendo a ampliação de sua vivência sociocultural e oportunizando o acesso a componentes curriculares tendentes à integralização curricular.
Entre os objetivos almejados pelas instituições, estão o de diversificar a aprendizagem e a formação dos discentes, ampliar a percepção e os processos de construção do conhecimento e permitir aos graduandos em trânsito a possibilidade de integralização do currículo.
Na avaliação reitor da UNEB, José Bites, esse convênio foi um passo fundamental dado pelo Fórum de Reitores no sentido de as Ueba avançarem em outros projetos estratégicos em comum. “Podemos desenvolver programas de parceria nas áreas de pós-graduação, de pesquisa, de fortalecimento dos campi e de modernização de gestão”, disse o reitor.
Segundo a reitora da Uesc, Adélia Pinheiro, presidente do Fórum de Reitores, o acordo além de enriquecer o percurso formativo dos estudantes, se configura em um marco de reconhecimento das Ueba como instituições coirmãs, que devem, por isso mesmo, se apoiarem.
Topa planeja formação de professores alfabetizadores
Para discutir sobre as ações de implementação da 9ª etapa do programa Todos pela Educação (Topa), a equipe do programa promoveu, , um encontro com as universidades estaduais Uneb, Uefs, Uesc, além do instituto Imborés e Instituto Educacional do Recôncavo Baiano (Ierb). Estas são instituições parceiras do Topa e responsáveis pela formação dos 5.826 professores alfabetizadores que atuam no programa.
De acordo com a coordenadora geral do Topa, Elenir Alves, essa formação é fundamental. “Estamos fazendo um planejamento com essas cinco instituições responsáveis pela formação dos alfabetizadores bolsistas do programa onde nesta etapa, nós trabalharemos o processo formativo em 232 municípios baianos, que acontecerá em dois momentos, ao longo do ano”, destaca Elenir Alves.
O diretor do Instituto Imborés, Edgard Larry afirma que essa parceria com o programa Topa na Bahia é muito exitosa. “O trabalho realizado está dentro das diretrizes do governo federal pela erradicação do analfabetismo no Estado. Nós temos buscado, enquanto unidade formadora, um trabalho de compromisso efetivo com os alfabetizadores que vai do âmbito pedagógico ao estrutural, de forma que o resultado lá na ponta venha a ser o melhor possível”, ressalta.
Para a coordenadora do Topa na Uneb, Márcia Guena, “a Uneb abraça o Topa porque acredita na importância do programa para a formação de jovens e adultos na Bahia e a universidade tem condições de fazer a formação das pessoas que vão para as áreas mais distantes para dar aula, onde contribuímos para a melhoria dos níveis de alfabetização no Estado”, conclui.
Governo sanciona lei que garante maior autonomia às universidades estaduais
O Governo da Bahia atende a uma reivindicação histórica e garante maior autonomia às universidades estaduais. Depois de aprovada pela Assembleia Legislativa, o governador Rui Costa sancionou a Lei 13.466, nesta quarta-feira (23), que dispõe sobre a organização e funcionamento das universidades estaduais (UESC, UEFS, UESB e UNEB). Com essa medida, fica revogada a Lei 7176/97. Dessa forma, o governo confere maior autonomia às universidade para definirem seus estatutos e regimento próprio, de forma democrática, com a participação de todos os segmentos da comunidade universitária.
O governador Rui Costa destacou que a autonomia concedida às universidades vem atender a um plano maior para a educação no estado, marca do seu governo. “É fundamental que as universidades ajam dentro de um ambiente autônomo para traçar suas estratégias de gestão e garantir, desta forma, uma educação superior de qualidade, direcionada para atender às demandas acadêmicas. A educação é a base do meu governo, e não vejo outro caminho que não o da autonomia”. ´

“Essa é uma conquista histórica para as universidades estaduais, assegurada pelo governo em resposta às reivindicações dos Fóruns das Associações de Docentes, dos funcionários e Fórum de Reitores”, afirmou o secretário da Educação do Estado, Osvaldo Barreto, ressaltando que “agora, as comunidades universitárias têm autonomia para construir seus processos de gestão acadêmica e administrativa, observando os limites da disponibilidade orçamentária dos recursos do Tesouro Estadual”.













