:: ‘Ifbaiano’
Da Emarc ao IFBaiano, os 57 anos do campus Uruçuca
Fundado como Emarc e atualmente IFBaiano, o campus Uruçuca tem um importante papel no desenvolvimento da lavoura cacaueira no Sul da Bahia. A aposta na inovação, diversificação e empreendedorismo são as marcas da instituição que está completando 57 anos.
Veja a reportagem com Caliana Mesquita na TV Cacau:
Norte-Nordeste ganha novo instituto de ciência e tecnologia
No stand Territórios do Brasil, montado pelo IFBaiano, dentro do XII Festival Internacional do Chocolate, em Ilhéus, membros da sociedade civil, professores, empreendedores, imprensa e produtores oriundos dos estados de Sergipe e Bahia se uniram para constituição do INTBIO – Instituto de Inovação, Tecnologia e Bioeconomia, uma iniciativa que tem como missão promover e apoiar ações de popularização da ciência, tecnologia, inovação e de divulgação nos territórios do Brasil e das Comunidades dos Países da Língua Portuguesa ( CPLP).
O INTBIO é um instituto sem fins lucrativos que tem como objetivo contribuir para promoção e aprimoramento do conhecimento cientifico-tecnológico e da cultura de inovação pela população em geral, visando ampliar as oportunidades de inclusão social das camadas mais vulneráveis do território brasileiro e dos demais países da CPLP, criando bases sustentáveis de autonomia e possibilitando a conquista do empoderamento e efetiva participação cidadã para melhoria do ensino de ciência, empreendedorismo e inovação.
De acordo com o que rege as metas e missões do instituto, ratificadas pela diretoria, encabeçada pela presidente eleita, a jornalista Caliana Mesquita (Bahia), e pelo vice presidente eleito, Prof. Universitário Bento Francisco Junior ( Sergipe) há objetivos específicos do instituto que seguem um comprometimento coletivo de todos os membros:
“Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida ; alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas, além de indiretamente contribuir para todos os demais objetivos, ao buscar o estabelecimento de uma cultura cientifica na sociedade que contribua para a disseminação de conhecimentos e soluções”, são objetivos que regem a formação do INTBIO. :: LEIA MAIS »
Instituições da Bahia e Sergipe promovem Nano Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação no Chocolat Festival
Durante o Chocolat Festival, realizado em Ilhéus, foi montado um estande do IF Baiano, com a participação de coordenadores de unidades da Bahia e Sergipe, onde ocorreu uma Nano Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação.
A ação teve o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovaçao- MCTI e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, com a realização de atividades como palestras, resumos, apresentação de trabalhos técnicos, protótipos e negócios inovadores desenvolvidos em 2021 por estudantes e professores do Campus do IFBaiano de Guanambi, de Uruçuca (Bahia) e da Universidade Federal de Sergipe/Campus do Sertão de Nossa Senhora da Glória (Sergipe).
Esses projetos receberam apoio de Programas de Iniciação Científica, Tecnológica, de Extensão e outros, apoiados pelas Pró-reitorias de Pesquisa e Extensão do IF Baiano e UFS, que concederam recurso e bolsas do CNPq e da SETEC/MEC para mais de vinte estudantes e quatro professores de um consórcio que vem envolvendo territórios do Brasil e da CPLP.
“Iniciativas como a participação no Chocolat Festival permitem a popularização e divulgação da ciência, tecnologia, inovação e de valorização da arte e da cultura”, afirma o professor Ivan Pereira do IF Baiano – Campus Uruçuca

O estande também teve a apresentação e degustação de chocolates e outros derivados de cacau produzidos por estudantes do IFBaiano.
Amurc e Ifbaiano fortalecem parceria entre municípios da região
O presidente da Amurc e prefeito de Itajuípe, Marcone Amaral, recebeu o diretor Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano – Ifbaiano, Daniel Carlos Pereira e o professor Joaldo Luz, coordenador de cursos técnicos de Educação a Distância, nesta quinta-feira, 20, na Associação.
Representantes do Instituto apresentaram o projeto de núcleos de capacitação do Ifbaiano que poderão ser implantados nos municípios associados à Amurc. Foi marcada uma visita técnica presencial no Instituto Federal, em Uruçuca, com a intenção de conhecer as instalações que são destinadas para esse tipo de capacitação a distância. “Com isso, a Amurc segue abrindo o diálogo para o fortalecimento dos municípios”, destacou Marcone.
“Inteligência Artificial: A Nova Fronteira da Ciência Brasileira” é tema de evento no IF Baiano-Uruçuca

A IV Semana Nacional de Ciência e Tecnologia do IF Baiano campus Uruçuca, que tem como tema “Inteligência Artificial: A Nova Fronteira da Ciência Brasileira” , acontece de 19 e 24 de outubro, ocorrerão mesas-redondas, palestras e minicursos em áreas como Turismo, Informática, Agropecuária/Agroecologia, Agrimensura e Alimentos. A programação, bastante diversificada, será inteiramente online e gratuita, e já está disponível para inscrições no site do evento. Todas as atividades dão direito a certificado. O evento trata-se da união de atividades interdisciplinares de Ensino, Pesquisa e Extensão dos cursos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano – Campus Uruçuca.
VEJA A PROGRAMAÇÃO
Instituições de ensino superior debatem impactos de corte de verbas em audiência pública
Representantes da Universidade Federal do Sul da Bahia – UFSB, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano – IFBaiano e do Instituto Federal da Bahia – Ifba, participam de uma audiência pública nesta sexta-feira, 5, às 9 horas, na Câmara de Vereadores de Itabuna com o objetivo de apresentar a sociedade os impactos provocados pelo contingenciamento de verbas nas instituições e a importância das mesmas para o desenvolvimento regional.
O evento promovido pela Associação dos Municípios da Região Cacaueira e Câmara de Vereadores, contará ainda com a presença de docentes, discentes e colaboradores das instituições, visando ampliar os debates em prol da defesa das instituições de Ensino Federal no Sul da Bahia. Segundo o presidente da Amurc, Aurelino Cunha, os representantes das instituições vão poder ressaltar o papel das unidades para o desenvolvimento territorial e os impactos provocados pelo contingenciamento das verbas.
A reitora da UFSB, Joana Angélica Guimarães destaca que a audiência será fundamental para que a sociedade conheça os projetos que estão sendo desenvolvidos pela universidade, que atualmente injeta recursos na ordem de R$ 113 milhões na região. “É uma oportunidade de conversar com as pessoas sobre a importância da instituição, não só do ponto de vista de formação de pessoas, de produção de conhecimento, tecnologia, inovação e conhecimento científico, mas também de desenvolvimento econômico da região”.
Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia fortalece cacau e chocolate
Acontecerá no próximo dia 10 de março de 2017, no Auditório Paulo Souto, no Campus da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), às 14 horas, o lançamento do Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia – PCTSul e a inauguração do Centro de Inovação do Cacau, primeira iniciativa do empreendimento, que surge para corroborar com o fortalecimento da região cacaueira.
O PCTSul é uma iniciativa do Comitê de Instituições Públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia, formado em 2013, por cinco instituições: UFSB, UESC, CEPLAC, IFBA e IFBaiano. Seu objetivo principal consiste na concepção, estruturação e gestão sustentável de um ambiente de negócios capaz de integrar o mercado empresarial com o poder público e a comunidade científica, de forma a estimular o desenvolvimento de produtos, processos e serviços tecnológicos e inovadores que proponham ideias e soluções criativas para o mercado nacional e internacional, de forma a estimular o desenvolvimento regional e a valorização da matriz produtiva do Sul da Bahia.
As primeiras operações do PCTSul terão como foco a cadeia produtiva do cacau, através de um Centro Integrado de Inteligência e Inovação que se dedicará a realização de análises físico-químicas, com foco na melhora da produtividade, qualidade e rastreabilidade das amêndoas, viabilizando o fortalecimento da inserção do cacau baiano nos circuitos produtores de chocolates finos e de origem. Segundo Cristiano Villela, Secretário Executivo do PCTSul, está previsto um volume de investimento inicial de R$ 2,6 milhões de reais, que serão distribuídos em três fases de implementação das ações.
A UESC além de sócia-fundadora, colabora com o desenvolvimento organizacional do PCTSul através do Programa de Incubação da Broto Incubadora de Biotecnologia – BROTO, iniciativa bi-institucional da UESC e UEFS, que fornece suporte gerencial, orientação tecnológica e consultoria econômico-financeira a empreendimentos de base tecnológica. A UESC também apoia a iniciativa através do fornecimento da infraestrutura que abrigará o Centro de Inovação do Cacau, que funcionará no Instituto de Análises Físico-Químicas (IPAF) no Campus da Universidade, a ser apresentado à comunidade após o evento de lançamento.
O evento reunirá autoridades políticas, empresários, representantes da comunidade científica e cacauicultores. A programação prevê uma palestra de abertura com Dr. Guilherme Ary Plonki, que abordará “O papel de um parque científico e tecnológico para o desenvolvimento regional”. Na sequência, está prevista a realização de uma mesa redonda com representantes das instituições fundadoras do PCTSul e produtores de cacau, que vão apresentar à comunidade a iniciativa do empreendimento e os seus desafios.
Estudo descreve história genética do cacau no Brasil
(Peter Moon | Agência FAPESP) – A saga do cacau no sul da Bahia faz parte da história econômica e cultural do Brasil. Não fosse a bem-sucedida introdução dos cacaueiros na região de Ilhéus no século 18, não haveria o ciclo do cacau da Bahia nem motivos para inspirar Jorge Amado a escrever Gabriela, Cravo e Canela.
Mas o sucesso da cultura do cacau na Bahia é coisa do passado. O Brasil, que já foi o segundo maior produtor mundial de cacau, hoje é apenas o sexto. E foi somente em 2015, após mais de 20 anos excluída do mercado mundial, que a Bahia pôde retomar a exportação do produto.
A culpa do declínio da cacauicultura baiana é o fungo Moniliophtora perniciosa, que transmite a doença da vassoura-de-bruxa. A praga apareceu na região de Ilhéus-Itabuna em 1989 e se alastrou afetando os frutos, os brotos e as flores dos cacaueiros.
As árvores deixaram de dar frutos. A produção brasileira, que era de 320 mil toneladas por ano, despencou para 190 mil toneladas por ano em 1991. Toda a queda corresponde ao tombo da cacauicultura baiana, estado que concentrava 80% da produção.
Nas últimas duas décadas, muitos esforços têm sido feitos para o combate à vassoura-de-bruxa, especialmente na busca de novas variedades de cacau resistentes à praga, pois o fungo continua presente no sul da Bahia.
Uma iniciativa inovadora é o estudo de estrutura genética e da diversidade molecular do assim chamado “cacau da Bahia”, um conjunto de variedades locais desenvolvidas nos últimos dois séculos. O estudo é conduzido pela professora Anete Pereira de Souza, do Instituto de Biologia e do Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética da Universidade Estadual de Campinas, ao lado de pesquisadores de diversas universidades e centros de pesquisa da Bahia, como a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano).
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