:: ‘oposição’
Robinson Almeida rebate oposição, defende Jerônimo e diz que críticas revelam “torcida contra a Bahia”
O deputado estadual Robinson Almeida (PT), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), rebateu as críticas feitas pela oposição ao volume de empréstimos contratados pelo governo Jerônimo Rodrigues (PT) e afirmou que o discurso oposicionista carece de base técnica e compromisso com o desenvolvimento do Estado.
A manifestação ocorre após declarações do líder da oposição, deputado Tiago Correia (PSDB), durante café da manhã com jornalistas na ALBA, nesta quinta-feira (18), quando criticou a contratação de créditos e o envio de projetos em regime de urgência pelo Executivo. Para Robinson, a postura da oposição tem mais viés político-eleitoral do que sustentação nos dados fiscais e econômicos da Bahia.
“A oposição não apresenta dados nem propostas. Quando o governo investe, reclama; quando a Bahia cresce, chora. Torce contra o nosso estado”, afirmou. Segundo o parlamentar, as operações de crédito seguem critérios técnicos, respeitam a capacidade de endividamento e integram uma política fiscal responsável.
Rosemberg: “Oposição tenta barrar empréstimo aplicados na melhoria do povo baiano”
“É lamentável que os colegas da oposição não se prestem a analisar as finanças do governo antes de tomarem medidas extremas e prejudiciais ao povo baiano”. O alerta é do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), líder da maioria na Assembleia, sobre a obstrução feita por oposicionistas à autorização de empréstimo ao governo.
Embora houvesse um acordo para o não interrompimento por verificação de quórum, no pequeno expediente, uma manobra do deputado Sandro Régis, do União Brasil, causou a suspensão da sessão na última quarta-feira (26).
“Na falta de um discurso propositivo, a oposição resolveu partir para ataques infundados, como os que vem desferindo contra os empréstimos contraídos pelo governador Jerônimo Rodrigues, todos lastreados no equilíbrio financeiro das contas estaduais”.
Para o líder do governo, quando a oposição tenta impedir a liberação do crédito financeiro ao governo na falsa crença da defesa de uma suposta responsabilidade fiscal, ela revela, na verdade, o seu descompromisso com a veracidade dos fatos.
“Se tivessem feito alguma consulta à Sefaz, constatariam que a projeção do fisco estadual com base na evolução do estoque da dívida é de que, mesmo com os novos empréstimos, o endividamento seguirá em trajetória de queda nos próximos dez anos”.
Esquerda aposta em ação de governadores do Nordeste e frente ampla na oposição a Bolsonaro

247 – Os governadores da região Nordeste são vistos pela esquerda como o principal núcleo de oposição ao governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro e estão no centro da eleição interna do Partido dos Trabalhadores (PT), que se conclui até novembro com a realização do 7º Congresso da sigla.
Em documento interno, a corrente majoritária do PT, “Constriindo um Novo Brasil – CNB” diz que o recém-criado consórcio dos governadores da região deve ser apoiado “com entusiasmo”.
“São os principais depositários do extraordinário legado de desenvolvimento com justiça social do período em que governamos o país”, diz o texto, segundo informa a coluna Painel da Folha de S.Paulo. O documento defende uma aliança ampla contra o governo Bolsonaro, unindo “todos os que acreditam na democracia”.
A posição foi defendida também pela presidenta petista, Gleisi Hoffmann, nesta segunda-feira (5), em reunião nacional da Frente Brasil Popular, realizada em São Paulo.
Dilma no Congresso da CUT: “a oposição não tem ´pudor e quer o golpe”
A Presidenta Dilma Rousseff fez duras críticas aos opositores do seu governo que, segundo ela, querem dar um Golpe para tirá-la do poder. Para a petista, “querem criar uma onda para encurtar o mandato sem fato jurídico nenhum”.
“Essa tentativa [de Golpe] começou no dia seguinte à nossa vitória. O artificialismo dos argumentos é absoluto. Jogam sem nenhum pudor no quanto pior melhor. Há busca incessante da oposição de encurtar seu caminho ao poder. Querem construir e dar um Golpe”, afirmou Dilma.
Para continuar: “É Golpismo escancarado. Eles votam contra medidas que eles aprovaram no passado. Nessa política [ do quanto pior melhor] não há limite nem pudor. Envenenam a população pelas redes sociais e na mídia. Espalham ódio e intolerância. O que era inconformismo por terem perdido a eleição transformou-se em desejo de retrocesso e ruptura institucional em Golpismo “, reforçou a Presidenta.
Ao lado do Presidente Lula e do ex-presidente do Uruguai, Pepe Mujica, Dilma participou da abertura do 12º Congresso Nacional da CUT (Central Única dos Trabalhadores), que acontece em São Paulo.
“Precisamos de estabilidade política porque hoje nós vivemos uma crise política séria, que nesse extato momento se expressa no terceiro turno dos nossos opositores”, reiterou a petista.
Segundo ela, o discurso da oposição é contra o que a esquerda representa. “Querem chegar ao poder dando um Golpe com impedimento de um governo eleito pelo voto direto de 54 milhões de pessoas. O Golpe dos inconformados é contra o povo”.
E finalizou: “Tenho a legitimidade das urnas, que me protege e a qual tenho o dever de proteger. Sou presidenta porque fui eleita pelo povo, em eleições lícitas. A sociedade brasileira conhece os chamados moralistas sem moral”
Dilma à oposição: “respeitem o resultado das urnas”
(do Brasil247) – Um dia depois de chamar de “versão moderna do golpe” o gesto de usar a crise para tentar chegar o poder, a presidente Dilma Rousseff disse nesta quinta-feira 17 que a sociedade quer um país em que políticos “aceitem o veredicto das urnas” e que busquem o poder por meio do voto.
A declaração foi feita em discurso durante a posse do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em Brasília. Janot cumpre seu segundo mandato à frente da PGR.
A presidente também defendeu que “as duras sanções da lei recaiam sobre todos os que praticaram atos ilícitos, sem exceção (…), com respeito ao princípio do contraditório e de ampla defesa” e apelou para que juízes atuem com imparcialidade, sem “paixões político-partidárias”.
Dilma defendeu a importância das instituições e destacou que “poucos governos se dedicaram de maneira tão enérgica à construção de um ambiente político legal propício ao combate da corrupção”. “Nunca utilizamos o poder governamental, direta ou indiretamente, para bloquear investigações”, ressaltou a presidente.
Rui diz que Brasil não precisa de golpe

A oposição ao governo de Dilma Rousseff tenta jogar o Brasil em uma aventura e levar o país a um abismo social com a proposta de impeachment da presidente da República, na opinião do governador baiano, Rui Costa. Ao responder a um questionamento do Pimenta na Muqueca, Rui disse que o país já viveu um golpe e é necessário respeitar a escolha do eleitor.
– Vivemos um golpe em 64. O povo brasileiro não precisa de golpe, mas de respeito ao voto. Quem está fora do poder e quer chegar lá um dia novamente, terá que ter, acima de tudo, responsabilidade com o Brasil e não jogar o país numa aventura ou abismo – disse ele em uma entrevista logo após entregar trecho de 19 quilômetros pavimentados da BA-654, em Itacaré, no sul da Bahia.
Para Rui, o povo pobre será quem mais sofrerá por uma aventura da oposição, caso ocorraimpeachment. “O Brasil não pode passar por isso, por que quem vai pagar o preço alto de um abismo social e político é o povo mais simples, mais pobre”.
Por fim, o governador baiano recomendou paciência aos opositores da presidente Dilma. “O que eu digo à oposição é que tenha paciência, cative o povo, apresente proposta e respeite o voto. Esperem a próxima eleição, para ganhar [o poder] no voto”, disse ele ao ser questionado se a base aliada teria forças para impedir a cogitada queda da presidente.
Falta governo e falta oposição no país
por Luis Nassif
Tem-se uma quadra complicada na vida do país.
O governo Dilma acabou. Pode ser que renasça mais à frente. Mas, no momento atual, não há comprovação de que os sinais vitais estejam preservados.
Com o esfacelamento do centro de poder, o país tornou-se um salve-se quem puder. Ritos, procedimentos, processos deixam de ser observados, a própria racionalidade é colocada de lado, provocando a ascensão de pequenos tiranetes invadindo todos os poros da vida nacional.
As relações sociais são atropeladas por bandos de trogloditas saindo do baú da inquisição e invadindo as ruas e as instituições.
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Na Câmara Federal, o presidente Eduardo Cunha passou a atropelar os ritos e a impor sua vontade pessoal e a do baixíssimo clero da casa.
No STF (Supremo Tribunal Federal), o Ministro Gilmar Mendes se vale desde o uso da gaveta até procedimentos, que em outras quadras da história, seriam considerados escandalosos: como obter, para eventos do IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público), de sua propriedade, patrocínios de empresas com extensas demandas no Supremo.
Um procurador lotado no TCU (Tribunal de Contas da União), militante de passeatas pró-impeachment, se vê no direito de opinar sobre a viabilidade de empresas-chave na política industrial do pré-sal.
A imprensa ajuda a demolir os financiamentos de serviços do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) duramente construídos nos governos FHC e Lula.
Em Curitiba, um juiz de primeira instância, procuradores e delegados, distribuem prisões preventivas sem a menor preocupação de legitimá-las.
No Banco Central, um grupo de burocratas define a seu talante o nível das taxas de juros da economia, cria um cenário claramente insustentável para a dívida pública, sem que ninguém se interponha no seu caminho.
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O que garante a governabilidade não são apenas as prerrogativas institucionais da presidência da República, mas a existência de um conjunto coerente de ideias, não só econômicas, mas legitimadoras, capazes de juntar setores dos mais diversos em torno da ideia de nação.
A presidência já não consegue mais estruturar nenhum discurso.
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A segunda âncora deveriam ser os partidos políticos. Mas também não existem programaticamente.
O vácuo de poder e de propostas seria a oportunidade da oposição apresentar-se como verdadeira alternativa de poder. Mas consegue ser ainda pior e menos séria do que a situação que combate.
Hoje em dia, o jogo político consiste na fabricação diuturna de factoides para aparecer na mídia.
O jogo de cena armado por Aécio Neves e troupe na visita à Venezuela seria um episódio vergonhoso em qualquer circunstância, uma mera molecagem de praia, não tivesse sido protagonizado por um candidato à presidência da República e por senadores da República.
Transformam um problema de trânsito – registrado inclusive por jornais de oposição na Venezuela – e meras manifestações de rua em incidente diplomático. E ainda conseguem a solidariedade do líder do PT na Câmara. O outro candidato oposicionista, José Serra, aproveita o vácuo de poder para parcerias de negócio com o presidente do Senado Renan Calheiros.
É uma quadra vergonhosa da história, uma comprovação trágica de que falta governo e falta oposição ao país tornando absolutamente incerto o desenho da saída política da crise.
Rosemberg Pinto diz que oposição deveria conhecer melhor a gestão de Rui Costa antes de criticar
“Ao contrário do que a oposição anda bradando aos quatro ventos por aí, os primeiros dois meses do governo de Rui Costa já mostraram a força e a energia que o novo gestor irá adotar em sua gestão”. Essa é a opinião do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), ao rebater as críticas feitas pelo deputado Leur Lomanto Jr, na Assembleia Legislativa, ao governo atual. “Rui assumiu o governo já garantindo a continuidade de obras importantes iniciadas na gestão do seu antecessor. Em apenas dois meses de administração, o governador implementou uma série de avanços nas obras iniciadas”, lembrou Rosemberg.
“O deputado Leur Lomando Jr. deveria se inteirar melhor do que o governo está fazendo antes de criticar a atual gestão, além do mais, ele deve saber que a conjuntura econômica do País está passando por um ajuste tendo em vista o cenário internacional extremamente desfavorável.”
“No início de fevereiro, por exemplo, Rui assinou ordem de serviço para o início da construção da linha 2 do metrô, que vai ligar Salvador a Lauro de Freitas, obra que vai melhorar significativamente a mobilidade urbana da capital e região metropolitana do estado; vai lançar o pacto pela educação, e neste sentido, está visitando escolas e ouvindo alunos, professores e diretores das unidades do interior baiano”, disse.
Rosemberg destacou ainda que o Governo da Bahia vem reforçando a estrutura da segurança pública, dotando de condições adequadas o trabalho das polícias civil e militar, além de intensificar o andamento das obras da ferrovia de Integração Oeste Leste (FIOL) e a ponte Ilhéus Pontal. Na área da saúde, o governo está mapeando, em todo o Estado, os maiores problemas do setor a fim de atuar de forma mais produtiva e objetiva.”
Rui Costa vê desespero da oposição
Rui Costa, candidato a governador da coligação Pra Bahia Mudar Mais, criticou, durante comício em Santo Amaro, na noite da segunda-feira (22), o que chamou de “desespero da oposição” e disse que depois de passar a campanha inteira batendo no governador Jaques Wagner e subestimando a ele, agora, que viram o crescimento do seu nome, passaram a atacá-lo. “A oposição contratou pessoas para mentir e me caluniar. Mas eu vim do bairro pobre e negro da Liberdade e não é dono de TV que vai me intimidar”, afirmou. “Eles não têm moral para falar de mim. Meus pais me ensinaram que a única coisa que o pobre não pode perder é a vergonha na cara. Esse aprendizado eu tive”.
Num discurso que teve um tom mais forte que o habitual, quase um desabafo, Rui lembrou sua história de superação, sempre pautada na honestidade. “O que me empurra para frente é que nessas veias corre sangue de gente que nasceu na encosta, superou todas as dificuldades enfrentadas pelo povo pobre. Povo que eles esqueceram”, destacou, emocionado. “Se acham que me atacar através da televisão vai me esmorecer, estão enganados. Não vai não”, sentenciou. “Vou fazer como tenho feito, vou viajar por toda a Bahia e falar direto com o povo. Não é o dono da emissora de televisão, não é o dono de instituto de pesquisa que manda no voto do cidadão”.
Rui ainda ressaltou a presença no comício de sua esposa Aline e filha Marina, de um ano. “A família é o que o motiva. A única coisa que quero é chegar no fim do governo e olhar para meus três filhos e dizer: vocês podem se orgulhar do pai que têm. É isso que vou levar comigo como patrimônio.”
O governador Jaques Wagner também participou do evento em Santo Amaro e criticou o partido da oposição. “Mudou de nome, era PFL agora é DEM. fizeram isso para ver se o povo esquece, mas não adiantou”. E Otto Alencar, candidato a senador, reforçou: “Não adianta dono de jornal achar que decide eleição, quem decide é o povo da Bahia”.













