:: ‘FICC’
Diversidade cultural é a marca da Feira Literária de Itabuna
A diversidade cultural marca a Feira Literária de Itabuna – Felita que até domingo tem uma programação que inclui poesia, oficinas, leitura de contos conversa com os escritores brasileiros Wesley Correia e Roberto Pereyr e com o angolano Ondjaki. A Felita foi aberta na noite de quinta-feira, no auditório da Ação Fraternal de Itabuna, com declamações de trechos do livro “As Velhas”, do escritor itajuipense Adonias Filho, cujo centenário de nascimento transcorre em 2015 e por isso está sendo homenageado.
Neste sábado, a programação prossegue com lançamentos artísticos, oficinas e espaço para as crianças. Às 10 horas está programado o Bate Papo sobre o tema “Literatura Amadiana” contando com a escritora Paloma Jorge Amado, filha do escritor, com participação do jornalista e escritor Daniel Thame. Também são destaques da programação a oficina de Poesia, com João Filho; Espaço Orfeu, com os escritores Aleilton Fonseca, Sérgio Di Ramos, Gluaber Soares, Juvino Alves Filho, Ana Beatriz Brandão, Ondjak, Rita Santana, Daniela Galdino, Nelson Maca e Nivea Maria Vasconcelos.
Hoje, às 11 horas, acontece o lançamento do livro “A Comida Baiana de Jorge Amado”, de Paloma Jorge Amado. Entre as 9 e 12 e 14 e 17 horas a Felita é dedicada às crianças que podem se divertir no Espaço a elas dedicado. Também há mostra das atividades artísticas da “Casas das Artes”, mantida pela FICC, oficina sore História Social da Bahia, dentre outras atividades.
Na noite de abertura a vida e obra de Adonias Filho foi tema do “Palavra por Palavra”, que reuniu os escritores Cyro de Mattos e Tica Simões, sob a mediação da professora Silmara Oliveira. Na cerimônia oficial, o presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), Roberto José da Silva, destacou que a Felita representa a reinserção de Itabuna no cenário literário baiano, principalmente pelo estímulo à produção cultural, à leitura e à promoção do livro. No encerramento houve a apresentação de poesias e música com Lorenza Mucida e a Banda Enttropia, e o espetáculo musical com a atração especial Banda Distinto Blue.
Já o vice-prefeito Wenceslau Junior, que representou o prefeito Claudevane Leite, falou dos investimentos que a Prefeitura de Itabuna vem fazendo na área cultural, inclusive com a destinação de mais recursos orçamentários. “Atualmente, o município destina 1% das receitas próprias anuais de R$ 250 milhões à FICC e a atividades culturais da Secretaria Municipal da Educação e Fundação Marimbeta. Isto representa a valorização da cultura que cria oportunidades aos produtores culturais, artistas e escritores e à juventude”, afirmou.
O presidente da FICC, Roberto José da Silva, afirma que com uma programação eclética, a Felita já se tornou destaque na agenda cultural do estado da Bahia. “Estamos com uma programação intensa nessa primeira edição. Com muitas atividades culturais, além de escritores regionais com destaque nacional participando de debates. Tudo isso sem deixar de valorizar a interação entre artistas e o público,” explicou Roberto José da Silva.
Festa Literária de Itabuna começa hoje
Romance, conto, poesia, histórias infanto-juvenis e os gêneros literários mais diversos vão encantar leitores e outros adeptos de boas histórias e memórias na Feira Literária de Itabuna – Felita, que começa hoje e vai até domingo, na Ação Fraternal de Itabuna (AFI). Na edição que marca a estreia do mais aguardado evento cultural e artístico regional, a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania – FICC presta homenagem antecipada ao centenário do escritor itajuipense Adonias Filho, que transcorre em 2015.
Dentre as atrações está o escritor angolano Ondjaki, um dos principais nomes da literatura africana de Língua Portuguesa. Nascido em Luanda, em 1977, a sua atuação literária engloba romances, contos, poesia e narrativas infanto-juvenis. Outro nome consagrado é José Carlos Capinam, que estará na Felita amanhã. Também são destaques os escritores brasileiros Paloma Jorge Amado, Cyro de Mattos, Daniela Galdino, Daniel Thame, Aleilton Fonseca, Roberval Pereyr, Nelson Maca, Henrique Wagner, João Filho, Jotacê de Freitas, Jorge Araújo, Rita Santana, Wesley Correia e Tica Simões.
Com a Felita, a FICC pretende estimular a leitura e a produção literária regional, além da descoberta de novos talentos, já que o sul da Bahia é a região que projetou prosadores de renome internacional como Jorge Amado, Adonias Filho, Hélio Pólvora e Jorge Araújo e poetas como Firmino Rocha, Cyro de Mattos e Telmo Padilha, dentre outros. O presidente da FICC, Roberto José da Silva acredita que o evento será oportunidade para a interação entre o público e os escritores, através de debates, lançamentos de livros e oficinas de criação.
No encerramento da Felita, a FICC promoverá um encontro poético, performático e musical, trazendo ao público o espetáculo “Inúmera”, apresentado pela banda Manzuá e a poeta Daniela Galdino, com participação da bailarina ucraniana Natalia Iskiv.Trata-se de um encontro entre três linguagens artísticas: a música, a poesia e a dança. Todos os eventos da Felita na AFI têm entrada gratuita.
Felita terá programação infantil
A 1ª edição da Feira Literária de Itabuna (FELITA), realizada pela Prefeitura de Itabuna, através da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), terá uma programação especial voltada para o público infantil. Entre os dias 5 a 7 de dezembro, as crianças poderão participar de atividades diversas, como lançamentos de livros infantis, contação de histórias, teatro, desenhos e manuseio de livros.
A grande novidade da programação infantil será a participação direta das crianças, através de contações de histórias, que estarão pautadas em temas específicos do cotidiano. Obras como “Menina bonita do laço de fita”, de Ana Maria Machado, “Maria vai com as outras”, de Sylvia Orthof, “A galinha xadrez”, de Rogério Trezza e “O grande rabanete”, de Tatiana Belinki, serão exploradas, pelo teor de conscientização em torno de temas transversais, como preconceito e diferenças. As contações estarão sempre sucedidas pelo Varal de Livros, momento especialmente implementado para enriquecer o contato das crianças com as obras literárias.
Para facilitar o envolvimento e o desenvolvimento das crianças, algumas atividades serão divididas por faixa etária. A expectativa é que após o término das atividades, o espaço seja aberto para que o público infanto-juvenil possa opinar sobre a sensação de participar da feira.
Além disso, haverá participação de expositores e escritores lançando obras infantis. Eles apresentarão seus trabalhos de forma direta para o público presente, além de rodas de leitura, e apresentações teatrais. As crianças serão convidadas também a soltarem a imaginação através de desenhos. As atividades infantis da FELITA acontecerão nos horários das 09 às 12h e das 14h às 17h, na sede da Ação Fraternal de Itabuna (AFI). A entrada é gratuita. Informações completas podem ser obtidas no site www.feiraliterariadeitabuna.com.br.
Cine FICC apresenta “Eu sou Cuba”
O filme “Eu Sou Cuba” estará em cartaz no Cine FICC desta terça-feira (18) às 19h30min. O filme tem um tempo de duração de 140 minutos. A entrada é franca A exibição acontece na Sala de Cinema da FICC, na Praça da Catedral, centro de Itabuna.
Quatro histórias ambientadas na Cuba pré-revolucionária. Em Havana, Maria envergonha-se quando o homem de quem gosta descobre como ela ganha a vida. Pedro, um camponês idoso, descobre que a terra que cultiva foi vendida a uma empresa. Um universitário vê seus amigos serem atacados pela polícia quando distribuíam panfletos a favor de Fidel Castro. Por fim, uma família de camponeses é ameaçada pelas forças de Batista.
A atmosfera de um dos países cujo regime político é um dos mais discutidos e questionados do mundo serve como cenário para o filme “Eu Sou Cuba”, lançado em 1964. O filme foi dirigido por Mikhail Kalatozov e traz no elenco nomes como Jean Rouise, Sergio Correiri, Salvador Wodd, Jose Gallardo, Alberrto Morgan, Celia Rodriguez, Fuasto Mirabel e Roberto Garcia York. Trata-se de um dos grandes clássicos do cinema russo, gravado ainda com imagens em preto e branco.
´Entre o fruto e o ouro`, uma saga do cacau
Ex-escravos brigando com seus antigos senhores pelo pagamento do trabalho no pós-abolição, trabalhadores se organizando em sociedades de classe, prostitutas na maior algazarra em pleno centro urbano, mendigos dizendo não à limpeza social dos poderosos, uma Miss Brasil para servir de exemplo de progresso, trabalhadores rurais migrando para as maiores cidades do sul da Bahia, estes são apenas alguns dos fatos históricos narrados pela obra Entre o fruto e ouro: escritos de história social do Sul da Bahia, que a Editora Mondrongo lança em comemoração aos seus três anos de fundação. O livro é organizado pelos historiadores Philipe Murillo Santana de Carvalho e Erahsto Felício de Sousa e será lançado em Itabuna, na sede da FICC, no dia 17, sexta-feira, às 19:30.
Com 368 páginas, a obra reúne os trabalhos de história mais recentes sobre o sul da Bahia – especialmente do eixo Ilhéus-Itabuna – defendidos nas melhores universidades do país. Ao todo, nove historiadores trazem um olhar diferenciado e inédito sobre a região, pois narram as trajetórias de sujeitos históricos marginalizados e ausentes da “memória Grapiúna”. Saltam das páginas homens e mulheres, trabalhadores, negros e pobres, os quais vivenciaram desde o período pós-abolição nas fazendas de cacau até a formação dos maiores bairros periféricos das duas principais cidades da região. A obra também estabelece um olhar crítico sobre as elites ao mostrar como se determinou modelos de feminilidade e de sexualidade em nome de uma cidade moderna e progressista. Em comum, nossos personagens romperam os limites das desigualdades sociais e do preconceito cultural para fazerem sua própria história numa terra afamada pelos frutos e pelo ouro do cacau.
Entre o fruto e o ouro contém nove capítulos, resultados de dissertações de mestrado e de teses de doutorado escritas a partir de árdua pesquisa nos principais arquivos e centro de documentação da Bahia e de outros estados. Neles, surgem atores individuais e coletivos pouco conhecidos, como a Sociedade Montepio dos Artistas de Itabuna, as “mulheres de vida livre” das ruas Rui Barbosa e Duque de Caxias, o mendigo “Papai Noel”, a Miss Brasil Maria Olívia Rebouças; e os moradores dos bairros Maria Pinheiro em Itabuna e Teotônio Vilela em Ilhéus. A obra traz também fotografias inéditas, reportagens de jornais e de revistas antigas, processos judiciais, cartas e telegramas, utilizados como fontes de investigação dos pesquisadores.Por isso, este livro é destinado àqueles que se interessam por conhecer melhor personagens e fatos históricos do sul da Bahia.
Os organizadores desta coletânea são Philipe Murillo Santana de Carvalho, 31 anos, mestre em história pela UNEB e doutorando em História Social pela UFBA, professor do Instituto Federal da Bahia – campus Ilhéus; e Erahsto Felício de Sousa, 27 anos, mestre em História Social pela Universidade Federal da Bahia, professor do Instituto Federal da Bahia – campus Valença. Em comum, estes pesquisadores estudaram o século XX do sul da Bahia e agora apresentam trabalhos que mostram que entre o fruto e o ouro, há histórias diferentes para ser conhecida sobre a sociedade e a cultura de Ilhéus e Itabuna.
Exposição Itabuna Verde Flor festeja a primavera

A chegada da primavera é marcada em Itabuna pela realização de mais uma edição da exposição “Itabuna Verde & Flor – Feira de Flores de Holambra”, que conta com o apoio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC). A exposição seguirá até o próximo domingo (28), na Praça Rio Cachoeira, centro da cidade.
Os produtos expostos são demonstrativos de 25 fornecedores que trouxeram amostras das mais variadas regiões da Bahia e também de outras regiões do Brasil. A expectativa dos organizadores é de que até domingo, pelo menos 40 mil pessoas visitem a feira.
Parte da renda será revertida para ajudar o Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC). A exposição conta também com apresentações musicais e artísticas, sempre a partir das 18h. A entrada é franca.
Daniel Thame lança Manual de Baixo Ajuda
O jornalista e escritor Daniel Thame lança no dia 29 de maio seu mais novo livro, “Manual de Baixo Ajuda, como transformar sua autoestima em anã”. O lançamento acontece na área externa do Teatro Zélia Lessa em Itabuna, recém-reformado pela FICC – Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania.
Editado pela Via Litterarum,“Manual de Baixo Ajuda” faz um contraponto bem humorado aos manuais de autoajuda que dominam o mercado editorial e que segundo o autor “só melhoram mesmo é a vida de quem escreve esses livros”. O Manual traz contos como “De office boy a gerente”, “Juros por Deus”, “O amor é cego”, “O amor não tem idade”, “Todas as mulheres aos seus pés”, “O caminho mais curto para o céu”, “Medalha de ouro no amor”, além de gotas ácidas de sabedoria e algumas fábulas fabulosas de hoje em dia.
O livro tem posfácio (ou post mortem!) de Ernesto Che Guevara, Raul Seixas e John Lennon, em depoimentos que revelam como o “Manual de Baixo Ajuda” poderia ter mudado suas vidas. Isso se, obviamente, eles não tivessem morrido antes, embora, a exemplo de Elvis Presley e de Michael Jackson, haja controvérsias
Daniel Thame também é autor dos livros “Vassoura”, uma série de contos sobre os impactos da vassoura de bruxa, doença que devastou a lavoura cacaueira, na vida da população sul-baiana, “A Mulher do Lobisomen”, contos que abordam o universo feminino, e “Jorge100anosAmado – Tributo a um eterno Menino Grapiuna”, releitura contextualizada das principais outras do escritor baiano.
O lançamento do Manual de Baixo Ajuda tem o apoio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) e da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc. (Alambique)
Nem a Paixão de Cristo escapa da greve da PM
A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania anunciou agora a pouco o adiamento do espetáculo A Paixão de Cristo, que seria apresentado nesta sexta-feira no Estádio Luiz Viana Filho.
O adiamento foi provocado pela greve da PM na Bahia e a consequente redução do horário de funcionamento do transporte coletivo em Itabuna.
Recuperada após vandalismo, estátua de Jorge Amado vai para campus da Ufesba
Recuperada pela Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania, após sofrer atos de vandalismo (tiros ou pedradas, a depender das versões), a estátua de Jorge Amado não voltará ao seu local original, na entrada de Ferradas, bairro de Itabuna onde o escritor nasceu em 1910..
Diante da fragilidade com que a estátua foi produzida, uma resina sintética, A FICC decidiu que a estátua será colocada na sede do campus e da reitoria da Universidade Federal do Sul da Bahia, onde, acredita-se, estará à salvo do vandalismo. A Ufesba está localizada também em Ferradas e o campus leva o nome de Jorge Amado.
O presidente da FICC, Roberto José da Silva, revelou o ideal seria que a estátua fosse feita com um material mais resistente, como bronze e que a recuperação obedeceu ao projeto original, do escultor Lavrud Durval.
A história da construção dessa esttátua daria um folhetim digno de Jorge Amado. Ou daria cadeia, tamanha foi rapinagem por conta das “comemorações” do Centenário de Jorge Amado em Itabuna.
Os parabéns ao Rei do Beco do Fuxico…
A festa dos 83 anos do Caboco Alencar teve show com a Banda Charanga Elétrica e lotou o Beco do Fuxico, com uma grande concentração de amigos em frente ao ABC da Noite. Na hora do ´parabéns pra você´, Alencar, abraçado à esposa dona Neusa exibia um pique de menino.
Confira o vídeo feito por Ari Rodrigues, da ACATE, que organizou a festa juntamente com a FICC e a ALAMBIQUE.















