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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Davidson Magalhães’

Geraldo discute geração de emprego e renda com secretário estadual Davidson Magalhães

IMG-20201007-WA0215O candidato a prefeito de Itabuna, eeito Geraldo Simões já está em campo, junto com o secretário estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETTRE), Davidson Magalhães, discutindo propostas para geração de empregos e renda para os itabunenses.

Davidson, Geraldo e Jairo participaram de uma live, na noite dessa quarta-feira (7), para discutir como os projetos do governo do Estado vão se integrar ao Programa de Governo Participativo que vai dar a volta por cima e recolocar Itabuna no trilho do desenvolvimento e melhorar a qualidade vida dos itabunenses.

Geraldo defendeu o apoio à economia solidária, ao micro empreendedor individual e os pequenos negócios como vetores para a geração de renda. “Mas também tratamos da necessidade de mostrar ao governador Rui Costa sobre a necessidade estratégica, para a geração de empregos, renda e desenvolvimento, que é a instalação do porto seco em Itabuna”.

Ele explica que esse equipamento será um complemento do Porto Sul, que será instalado em Ilhéus. Nesse sentido, Geraldo defende que os investimentos sejam compartilhados com Itabuna. “Do ponto de vista político, sei que Rui quer ajudar o desenvolvimento de Itabuna. E, para Rui, ter um itabunense, que é Davidson, na secretaria do Emprego e Renda, é a sopa no mel. Tenho uma grande expectativa nessa parceria”.

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Fonset e centrais sindicais discutem reconversão das indústrias para enfrentamento da Covid-19

A reconversão produtiva, que é a possibilidade de transformação das atividades de algumas plantas industriais, nesse caso específico para a produção de bens e insumos necessários para o enfrentamento do coronavírus, foi o principal ponto da reunião, realizada nesta sexta-feira (3), por videoconferência, entre o Fórum Nacional de Secretarias do Trabalho (Fonset) e Centrais Sindicais.

A criação de comitês estaduais para o mapeamento das indústrias que possam fazer essa conversão para a produção de respiradores mecânicos, álcool gel e equipamentos de proteção individual é o primeiro passo da ação.

A possibilidade da requalificação dos trabalhadores para novas atividades na implementação da reconversão produtiva foi apontada pelo presidente do Fonset e secretário do Trabalho da Bahia, Davidson Magalhães.

“Além de atender uma necessidade iminente, a medida garante a manutenção dos empregos dos trabalhadores desse segmento. O próximo passo é articularmos com as federações das indústrias e outros setores que devem ser envolvidos nessa ação”, explica Magalhães.

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Barrar o fascismo, já!

Davidson Magalhães

DAVIDSONAs quatro vitórias eleitorais consecutivas para a presidência da República do campo democrático e popular no Brasil, as nossas limitações e erros, a ofensividade e agilidade da direita e do grande capital contra o nosso Projeto Político, não nos permitiram fazer com a urgência necessária uma análise mais ampla e densa das mudanças ocorridas no mundo e suas consequências no Brasil.

Em 2013, nas manifestações contra o aumento das passagens, em 2014 contra a realização da Copa, a espionagem na Petrobras e da presidenta Dilma, e finalmente a operação Lava Jato e todas as suas implicações faziam parte de táticas e ações de Guerras Híbridas, já implementadas com sucesso em outras partes do mundo.

A alteração na correlação de forças políticas com ascensão de grupos fascistas ao poder é um fenômeno mundial, resultante de um período de instabilidade iniciado em 2008. A crise financeira de 2008 foi mais que um episódio de desequilíbrio cíclico do processo de produção capitalista. Sua amplitude demonstrou os desajustes e contradições sistêmicas de um regime de acumulação, que sob a hegemonia do capital rentista e num contexto de novos paradigmas científicos e tecnológicos e de grande interrelação das economias no mercado global, tem ampliado as desigualdades sociais e as disparidades entre as nações.

Paralelo a esta crise na geopolítica, um novo confronto pela hegemonia mundial entre EUA x China e a retomada do protagonismo russo romperam a configuração unipolar do final do século XX. As medidas adotadas de enfrentamento da crise econômica-financeira nos EUA e na Europa e as ações militares e econômicas decorrentes desta disputa pela hegemonia

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Alessandro Santana anuncia ´choque de gestão` na Uesc e defende união pelo desenvolvimento regional

O professor Alessandro Santana tomou posse ontem (4), como novo reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz-Uesc, em solenidade que contou com as presenças de quatro secretários estaduais, Jeronimo Rodrigues (Educação), Adélia Pinheiro (Ciência, Tecnologia e Inovação) e ex-reitora, João Carlos Oliveira (Meio Ambiente) e Davidson Magalhães (Trabalho, Renda e Emprego) e dos ex-reitores Aurélio Macedo, Renée Albagli e Joaquim Bastos; a reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia, Joana Angélica Guimarães, além da comunidade acadêmica, prefeitos e lideranças regionais.

Ex-reitores com Alessandro Santana: fortalecimento da Uesc

Ex-reitores com Alessandro Santana: fortalecimento da Uesc

Antes da posse, Alessandro Santana conversou com o Blog do Thame e falou de seus projetos para a Uesc, uma das mais importantes instituições de ensino superior do pois.

Assista:

Bolsonaro entrega o Brasil a Trump

Davidson Magalhães

davidson magalhaesA manchete da imprensa diz que o Brasil é o país em que os Estados Unidos têm o maior avanço no superávit comercial. No primeiro ano do nefasto namoro de Bolsonaro e Trump, somos a nação que mais contribuiu positivamente para a balança comercial americana. Os EUA tiveram saldo de US$ 11,3 bilhões (Nov/2029), contra US$ 7,7 bi em igual período de 2018. A conta positiva para Washington cresceu em US$ 3,6 bilhões em apenas um ano.

O resultado é que Tio Sam hoje importa menos produtos brasileiros e exporta mais produtos para o Brasil. Os produtos que mais cresceram em importação foram os combustíveis, com destaque para a gasolina. Até novembro de 2019 houve um crescimento de 35% nesta importação, o que representou 7,7 bilhões de dólares em despesas para nosso país.

O foco acelerado da Petrobras sob direção do atual desgoverno é exportar apenas o óleo cru, de baixo valor agregado, e deixar de refiná-lo, cessando a produção do combustível, que é onde está o maior valor agregado. Ou seja, estamos deixando de gerar empregos aqui para gerarmos mais empregos nos Estados Unidos.

Aqui, cabe a pergunta: por que passamos a importar tanto combustível, se o Brasil descobriu tanto petróleo nas últimas décadas e some-se a isso a fertilidade do pré-sal?

De 2009 a 2014 a Petrobras fez os maiores investimentos de sua história, superando US$ 250 bilhões. O PIB crescia e o país apresentava superávits primários e não déficits, como ocorre hoje. O pré-sal começava a injetar recursos em áreas sociais, como a Educação e Saúde.

Mas tudo mudou a partir do golpe do impeachment de Dilma e a entrada em cena do temeroso Temer. A estatal começou a vender suas subsidiárias. Com Pedro Parente na presidência da Petrobras iniciou-se um plano que segue em curso, de abertura ao capital estrangeiro.

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Bahia qualifica mais 3,5 mil trabalhadores para o mercado profissional

Certificação Qualificação Profissional Governo certifica 540 trabalhadores em curso de qualificação profissinal. Foto: Elói Corrêa/GOVBA


Governo certifica 540 trabalhadores em curso de qualificação profissinal.
(Fotos: Elói Corrêa/GOVBA)

Mais 3,5 mil baianos de 96 municípios estão prontos para ingressar ou crescer no mercado de trabalho, após concluírem os cursos oferecidos pelo Programa Qualifica Bahia. Nesta segunda-feira (25), 540 alunos de Salvador foram os primeiros a receber, do secretário estadual do Trabalho, Emprego e Renda, Davidson Magalhães, os certificados do programa. O Qualifica Bahia é uma ação do Governo do Estado, desenvolvida pela Secretaria do Trabalho, Emprego e Renda (Setre), com o objetivo de promover a qualificação social e profissional e preparar pessoas para serem inseridas no mercado de trabalho.

quali 1O secretário Davidson Magalhães destacou o fortalecimento dos programas de qualificação profissional na Bahia. “Estamos vivendo um momento difícil no Brasil, com um aumento considerável do desemprego, e onde os Estados tiveram recursos cortados pelo governo federal. No entanto, a Bahia segue dando continuidade às ações nesta área, porque entende que a melhor forma de enfrentar o desemprego é qualificar a nossa juventude. Existe uma defasagem de qualificação para um conjunto de empregos e atividades no mercado e este é um esforço do Governo do Estado, que também promove a intermediação de mão de obra”, explicou.

Com um investimento de R$ 832 mil do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Funcep), os cursos contemplaram as seguintes áreas: Manicure e Pedicure, Cabeleireiro, Corte e Costura, Cuidador de Idosos, Cooperativismo, Culinária, Doces e Salgados, Doces e Compotas, Eletricista de Instalações Prediais, Pedreiro Polivalente, Informática Básica, Informática Avançada, e Web Design.

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Revitalizar a Ceplac é investir na cacauicultura do Sul da Bahia

Davidson Magalhães

davidson magalhaesA cada dia mais se comprova como este desgoverno federal não dispõe de nenhum projeto de desenvolvimento para o país, ao contrário.

Uma grande ameaça agora ronda o futuro da cacauicultura brasileira. Em sua clara intenção destrutiva da pesquisa e da ciência no país, Bolsonaro decidiu atacar a Ceplac – Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, instituição imprescindível para o crescimento da cacauicultura no sul da Bahia.

Vejam só: o Ministério da Agricultura determinou a transferência de 611 funcionários da instituição para a Secretaria de Defesa Agropecuária.  Considerando que há 32 anos a Ceplac não promove concurso de admissão e que o seu quadro atual é insuficiente, esta decisão certamente provocará um vazio funcional capaz de levá-la à extinção.

Não vamos permitir que mais uma aberração oriunda do desgoverno federal siga em curso incólume.  É preciso alertar e convocar a sociedade, as lideranças políticas de todos os matizes partidários e os produtores de cacau, para esta união em defesa da Ceplac.

Os funcionários e pesquisadores já divulgaram documento de repúdio total à tramóia federal de minar suas ações, transferindo seus funcionários para outro órgão.

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Governo investe R$ 5 milhões para fortalecer o artesanato baiano

artesaniaNesta terça-feira (8), às 10h30, no Museu de Arte da Bahia, em Salvador, acontece o ato de assinatura do contrato de gestão do Edital de Publicização dos Serviços de Qualificação, Promoção e Comercialização do Artesanato Baiano.

O convênio, que será assinado entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), e Associação Fábrica Cultural, organização vencedora da chamada pública, vai impulsionar o escoamento da produção artesanal baiana, por meio da aproximação entre artesãos, turistas, lojistas e público em geral. O investimento é de R$ 5 milhões para o desenvolvimento de ações nos próximos dois anos.

“A celebração desse contrato é a concretização de um dos compromissos assumidos pelo Governo do Estado com os artesãos baianos, contribuindo para a qualificação e, principalmente, para a profissionalização do ofício, a partir do apoio para vendas, exposições e rodadas de negócios”, destaca o titular da Setre, Davidson Magalhães.

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Dia D emprego para pessoas com deficiência

Davidson Magalhães

davidson magalhaesA taxa de desemprego no país cresce a cada dia. Em julho de 2019 chegou a 11,8% da população (IBGE), considerando o universo de pessoas sem qualquer deficiência e geralmente qualificadas.

Se já é tão difícil empregar-se no país em crise e sem projeto de combate ao desemprego, que dirá uma pessoa com alguma limitação permanente, seja visual, auditiva, física ou intelectual.

O Brasil possuía em 2010 cerca de 45 milhões de Pessoas com Deficiência (PcD), quase 24 % da população. Deste contingente, apenas 0,9% ou 418 mil estavam empregados.

Além das adversidades oriundas de sua deficiência, esta pessoa também enfrenta os obstáculos do mercado de trabalho factual que, desde o governo Temer, perde vagas e direitos trabalhistas.

Bolsonaro fechou o Ministério do Trabalho, esvaziou os sindicatos e deixou o trabalhador sem férias nem 13º, sem crachá ou fundo de garantia. Acabou com todos os conselhos da Política Nacional de Participação Social (PNPS), entre eles, o Conselho dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade). Ou seja, a sociedade não mais participa ou fiscaliza as políticas trabalhistas do governo.

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Trabalho infantil é crime, presidente!

Davidson Magalhães

davidson magalhaesO presidente do Brasil defende o trabalho infantil. Por ignorância ou má fé. Ou por ambos. A exploração de mão de obra infantojuvenil é uma clara e cruel violação dos direitos humanos.

Parece também desconhecer os graves perigos da criança exposta ao trabalho; sejam riscos ergonômicos ou psicológicos, traumas que ela pode levar para toda sua vida adulta. Ao proferir a frase, compactua também com o empregador criminoso.

Vamos aos números, presidente?

Em 2016, havia no Brasil 2,4 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos no trabalho (IBGE). Deste total, 1,8 milhão são de famílias com renda de até um salário mínimo. São mais meninos (1,6 milhões) do que meninas (840 mil); mais negros (1,4 milhão) do que brancos (1,1 milhão).

A falta de escolarização amplia e perpetua o círculo da pobreza. Entre 1,9 milhão de adolescentes de 14 a 17 anos que trabalham, 370 mil estão fora da escola e não sabem ler nem escrever. No país onde se explora a mão de obra infantil grassa a pobreza, aumenta a evasão escolar, cresce a baixa escolaridade, expande-se a exploração sexual.

A declaração presidencial, além de ser um palpite infeliz, é um desrespeito à legislação de todo o mundo e à nossa própria Constituição.  Bate de frente com os tratados internacionais compactuados pelo Brasil, como a ONU, através da sua Organização Internacional do Trabalho- OIT.

Alguém, por favor, esclareça ao presidente, o que reza a Constituição e o Estatuto da Criança e do Adolescente-ECA: o governo deve assegurar à criança e ao adolescente, os direitos à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

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