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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Jair Bolsonaro’

Jorge Solla: “recompra da Refinaria de Mataripe corrige erro do governo Jair Bolsonaro e protege a Bahia”

O deputado federal Jorge Solla afirma que a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de anunciar a recompra da Refinaria de Mataripe é uma medida estratégica para a Bahia e para a soberania energética do país. Segundo ele, a iniciativa corrige um erro grave cometido durante o governo de Jair Bolsonaro, responsável pela privatização da antiga RLAM em 2021, que contou com a conivência e apoio entusiasmado de ACM Neto e seu grupo político.

Para Solla, a refinaria é fundamental para o abastecimento do Nordeste e para a economia baiana. Ele lembra que a unidade foi vendida junto com toda a sua estrutura logística e passou ao controle da Acelen, ligada ao fundo Mubadala. Desde então, afirma o deputado, a Bahia passou a sofrer com preços mais altos de combustíveis, já que a empresa adota a política de paridade com o mercado internacional, diferente da Petrobras.

O parlamentar critica o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, que, segundo ele, evita mencionar que a venda da refinaria foi feita por seu aliado político. “A Bahia virou o estado onde se paga o combustível mais caro do país, mas Neto prefere esconder essa realidade e fazer ataques demagógicos ao governador Jerônimo Rodrigues”, afirma.

Solla diz que a recompra representa a defesa do interesse público e a retomada do controle de um ativo estratégico. Para ele, não se trata apenas de uma decisão econômica, mas de

Deputado diz que ACM despreza prefeitos mas paparica Flavio Bolsonaro

“O descaso é total com os prefeitos do próprio partido (UB), mas a bajulação de ACM Neto é ilimitada ao pré-candidato bolsonarista à presidência da República”. A afirmação é do deputado estadual Marcelino Galo.

Segundo Galo, o prefeito de Várzea do Poço, Everson Marcos, da mesma legenda, é uma das vítimas do menosprezo do vice-presidente do União Brasil. “Além de não atendê-lo, ACM Neto o excluiu sem justificativa do grupo de WhatsApp do partido”.

O líder do PT na Assembleia observa que, enquanto despreza os prefeitos baianos, dizendo que não precisa deles para se eleger, ACM Neto se reúne com a cúpula do PL para reafirmar seu apoio a Flávio Bolsonaro.

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“ACM Neto vai apoiar Bolsonaro, não tem mais como disfarçar”, dispara Robinson Almeida, ao defender Lula e Jerônimo

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) afirmou nesta segunda-feira (2) que o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (UB) não pode mais negar aliança com a família do ex-presidente Jair Bolsonaro, diante da aproximação com o PL na Bahia e da pré-candidatura de João Roma ao Senado. “ACM Neto vai apoiar Bolsonaro, não tem mais como disfarçar”, cravou. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Antena 1, no programa Linha de Frente. Na ocasião, o petista também rebateu fala do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, sobre um suposto favoritismo do vice-presidente do União Brasil na disputa pelo Governo da Bahia. “Ele está vivendo em outro estado, em outra realidade”, afirmou ao jornalista Pablo Reis.

Robinson considerou que será difícil derrotar o governador Jerônimo Rodrigues (PT) na disputa de outubro pelo trabalho e conjunto de entregas que tem sido feito em todo estado em áreas como saúde, educação, segurança e infraestrutura. “Eu creio que será muito difícil tirar a eleição do governador Jerônimo, que está sentado na cadeira, fazendo um bom governo e ao lado do presidente Lula”, analisou.

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Deputado diz que ACM Neto saiu do armário ao se assumir bolsonarista com apoio a filho de ex-presidente

“ACM Neto, enfim, saiu do armário e se assumiu bolsonarista durante a Lavagem do Bonfim”, diz o deputado estadual Marcelino Galo ao ficar sabendo da pretensão do vice-presidente do União Brasil em apoiar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à presidência da República.

“ É verdade este bilhete? Será que não vai ter ‘tanto faz’ nas eleições deste ano?”. As indagações do líder do PT na Assembleia são motivadas pelo caráter gelatinoso do ex-prefeito de Salvador. “São os próprios aliados dele que dizem que o que ACM Neto fala não se escreve. Não seria cumpridor de acordos”.

Para o parlamentar petista, o que não é admissível é ACM Neto repetir o comportamento vergonhoso das eleições de 2022, quando distribuiu “santinhos” dele com Lula, numa repugnante ação de ludibrio na tentativa de enganar o eleitorado.

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“Ninguém está acima da lei”, afirma Robinson Almeida sobre prisão de Jair Bolsonaro

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) afirmou, neste sábado (22), que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reforça o princípio de que “ninguém está acima a lei” no país. Bolsonaro foi detido após determinação judicial no âmbito das investigações sobre os atos golpistas que culminaram nos ataques às instituições brasileiras.

Para Robinson, a medida representa um marco importante na proteção do Estado Democrático de Direito. “Jair Bolsonaro já foi condenado e está preso, e isso reforça que ninguém está acima da lei. A prisão dele e de outros envolvidos nos atos golpistas é justa e necessária para defender a democracia”, declarou.

O parlamentar enfatizou que não cabe anistia para quem atentou contra a ordem constitucional. Segundo ele, qualquer tentativa de perdão institucional representaria um risco à estabilidade democrática.

“Não pode haver anistia para golpistas — perdoar ataques contra o Estado de Direito significaria fraqueza institucional. A lei precisa ser aplicada com rigor, sem privilégios. A democracia só se fortalece quando quem ataca as instituições é responsabilizado”, concluiu.

Vivi para ver

Frei Betto (foto redes sociais)

Frei Betto

        Eu tinha 19 anos em junho de 1964. Morava no Rio, em uma “república” de estudantes dirigentes da Ação Católica. Na madrugada de 5 para 6 daquele mês, agentes do serviço secreto da Marinha, o Cenimar, invadiram nosso apartamento armados de metralhadoras. Fomos todos levados para o Arsenal da Marinha. Aos socos e pontapés me torturaram, convencidos de que eu era Betinho, líder da Ação Popular, uma organização de esquerda,  e anos depois da Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida.

Entre o cárcere militar e a prisão domiciliar, fiquei retido um mês. Não houve processo ou reparação. Nem sequer o direito a um advogado. Dei-me conta do que é uma ditadura.

Cinco anos depois fui novamente preso em Porto Alegre por favorecer a fuga do Brasil de perseguidos pelo regime militar. Trazido para São Paulo, presenciei torturas, perdi companheiros e companheiras assassinados por militares e policiais civis. Ao longo de quatro anos, transitei entre oito cárceres diferentes. Fiquei dois anos entre presos políticos e mais dois na condição de preso comum com narcotraficantes, assaltantes de bancos, assassinos contumazes, estelionatários e

estupradores.
Ao completar quatro anos de cárcere, o STF reduziu minha pena para dois anos… Manteve, porém, a cassação de meus direitos políticos por 10 anos. Nenhum de meus torturadores, juízes ou carcereiros jamais respondeu à Justiça pelos crimes e abusos praticados. Foram todos beneficiados pela aberração da “anistia recíproca” decretada pelo general Figueiredo.

Tudo que vivi e sofri sob a ditadura está contido em meus livros “Cartas da Prisão” (Companhia das Letras); “Batismo de Sangue” e “Diário de Fernando” (ambos da Rocco).

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A trama dos golpistas

Maryna Trindade

Hoje, o Brasil vive um daqueles momentos que ficarão gravados na história: a prisão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. Um nome que, durante anos, dividiu o país, alimentou o ódio, espalhou mentiras e tentou sufocar os valores democráticos que sustentam nossa nação.

Não se trata apenas de ver um ex-presidente atrás das grades. Trata-se de ver a justiça finalmente sendo feita, diante de tantos ataques à dignidade humana e às instituições. Bolsonaro, que durante seu governo e sua trajetória política se notabilizou por falas racistas, homofóbicas e misóginas, agora enfrenta as consequências de suas ações — não como mártir, mas como criminoso.

Quantas vezes escutamos palavras de desprezo à população negra, LGBTQIA+ e às mulheres?

Quantas vezes o vimos zombar da dor alheia, minimizar a violência, atacar a imprensa livre e fomentar o caos institucional? Bolsonaro não foi apenas um presidente com ideias diferentes — foi um agente do retrocesso, que tentou transformar preconceito em política de Estado e autoritarismo em método de governo.

Sua prisão também é um marco simbólico: ela envia um recado claro de que ninguém está acima da lei, nem mesmo aqueles que ocupam o mais alto cargo da República. Ela nos convida à reflexão:

Quantos pactos com o inaceitável foram feitos em nome do “politicamente incorreto”? Quantas vezes ignoramos os sinais de que a democracia estava sendo corroída por dentro?

Lembremos dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, uma tentativa clara de golpe de Estado, alimentada por discursos irresponsáveis e pela recusa em aceitar os resultados legítimos das urnas.

Lembremos das mentiras sistemáticas sobre vacinas, da omissão durante a pandemia, dos ataques às urnas eletrônicas, da idolatria às armas, da negação da ciência e do descaso com o meio ambiente e com os povos originários.

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Deputado Robinson Almeida repercute condenação de Bolsonaro e militares no STF: “Vitória da democracia”

Robinson Almeiida

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) repercutiu, nesta quinta-feira (11), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e militares de alta patente pela articulação e tentativa de golpe de Estado no Brasil. A decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) é inédita na história do país. Ainda resta definir a pena de cada condenado. O placar final foi de 4 votos a 1, com o ministro Luiz Fux sendo o único a divergir da maioria das Suprema Corte.

Para o parlamentar, o julgamento da trama golpista representa um marco histórico na defesa do Estado Democrático de Direito.

“A condenação de Bolsonaro é uma vitória da democracia. As instituições democráticas do nosso país saem mais fortalecidas desse julgamento histórico”, afirmou Robinson.

O deputado destacou ainda o ineditismo da decisão em relação às Forças Armadas.

“Pela primeira vez, militares de alta patente são condenados por tentativa de golpe de Estado. O STF atuou como garantidor da nossa democracia”, ressaltou. :: LEIA MAIS »

Robinson Almeida critica tarifa de Trump contra o Brasil e responsabiliza Bolsonaro: “Bolsonarismo comete crime de lesa-pátri

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) criticou duramente a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. Trump justificou a medida como uma retaliação ao Supremo Tribunal Federal (STF), que, segundo ele, estaria “perseguindo” o ex-presidente Jair Bolsonaro e criminalizando aliados políticos em razão da tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023. Para Robinson, a justificativa é “absurda e inaceitável” e representa um ataque direto à soberania e à democracia brasileira. O parlamentar também responsabilizou Bolsonaro pela medida, acusando a extrema-direita de agir contra os interesses nacionais.

“Enquanto o presidente Lula trabalha por justiça tributária, pra taxar os super-ricos, Bolsonaro se articula para taxar o Brasil, prejudicar o setor produtivo e gerar desemprego entre os brasileiros. O bolsonarismo é antinacional, antipatriota e essa articulação para prejudicar o comércio internacional brasileiro não deixa dúvidas”, afirmou Robinson.

A imposição tarifária por parte de Trump reacendeu críticas à postura submissa de Bolsonaro diante dos interesses norte-americanos. Para o parlamentar baiano, a aliança entre o presidente dos EUA e a extrema-direita brasileira representa uma ameaça concreta à independência institucional do país.

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Rosemberg: “Bolsonaro não tem legitimidade para contestar fala de ninguém”

O líder do Governo Jerônimo Rodrigues na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado Rosemberg Pinto (PT), afirmou, nesta segunda-feira (5), que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) reconheceu o “uso excessivo de uma palavra” em uma parte do seu discurso na última sexta-feira (2), em América Dourada, e afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro “não tem legitimidade para contestar fala de ninguém”.

“Quem ensinou quando presidente [da República] e estimulou uma criança a atirar foi ele [Bolsonaro]. Na época das enchentes aqui na Bahia, ele enquanto presidente estava passeando de motocicleta”, lembrou o líder governista.

Rosemberg criticou ainda a tentativa do deputado estadual bolsonarista, Leandro de Jesus (PL), em propor o impeachment do chefe do Executivo baiano e solicitou ao aliado do ex-presidente para rever os seus discursos no Parlamento baiano antes de propor qualquer coisa.

“Quem adjetivou e adjetiva o governador, como ele faz, que legitimidade tem para pedir impeachment de ninguém, muito menos do governador Jerônimo?”, questionou o parlamentar petista.





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