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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Walmir Rosário’

A América se rende ao Botafogo

Botafogo Campeão da Libertadores 24 (Foto Vitor Silva Botafogo)

Walmir Rosário

É sempre assim, “tem coisas que só acontecem com o Botafogo”. Esse velho chavão, ou melhor, mantra, sempre foi utilizado para marcar, ressaltar, os fatos negativos do Glorioso de General Severiano. Agora, com a conquista da taça do Campeonato Libertadores da América, definitivamente, também passará a definir os atos e fatos positivos.

Asseguro que nunca nos faltou conquistar taças, torneios e campeonatos por todo o mundo, inclusive os que valiam em nível mundial, apesar de refutados pelos eternos rivais. Por muitos anos o Botafogo “papava” os títulos contra os rivais europeus, como Barcelona, Real Madri, e outras equipes da prateleira de cima do continente europeu. Tudo anotado na imprensa da época.

Os campeonatos da América do Sul, alguns com estofo de mundial, fazem parte dos troféus exibidos na sede do clube, expostos com o destaque que sempre mereceu. Apenas os rivais brasileiros não querem reconhecer, atitude mesquinha e ranzinza dos eternos sofredores, que não esquecem as memoráveis surras em campo.

Faz parte da história do futebol brasileiro os tempos de crise vividos pelo Botafogo, fruto de más administrações das pessoas que somente buscaram tirar proveito do Glorioso. Mesmo assim, conseguia reunir os pedaços e realizar memoráveis feitos no futebol brasileiro e internacional. Alguns até pregavam o fim do clube, que seria considerada a falência do futebol brasileiro.

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Ser gentleman no boteco é essencial

 

O bom relacionamento entre os clientes d’O Berimbau

Walmir Rosário

Não há nada melhor do que acordar de bem com a vida. Numa sexta-feira, então é essencial, e afirmo isso por experiência própria e tenho me dado muito bem com esse costume. A sexta-feira, apesar de ser malvista por alguns, é o dia “ponto de corte” para iniciar um final de semana relaxando, recompondo as energias para enfrentar o batente na semana seguinte.

E é justamente às sextas-feiras que todos os órgãos do corpo humano pedem uma mudança de comportamento, o que é prenúncio de bem estar. A depender da atividade exercida, a partir do meio-dia o cidadão já pode desfrutar tranquilamente dos prazeres do fim de semana. Um almoço com amigos é um ótimo antídoto para expulsar o mal-estar e o estresse acumulado na semana.

Mas é preciso ter em mente que nem todos os locais são apropriados para o relaxamento das tensões. Também não é preciso recorrer à harmonização de ambientes com decorações milenares, o que não vem ao caso. Deve ser tudo muito simples, bastando apenas os bons fluidos emanados pelos amigos que lhe rodeiam. O chamado bom astral é tiro e queda. Soluciona todos os problemas.

E nada melhor do que um boteco onde o bate-papo corra solto, livre entre seus parceiros de mesa e os vizinhos de outras mesas. É o sinal de que você está num lugar seguro e rodeado de pessoas bem chegadas. Para completar, faça uma pesquisa anterior e se certifique se o dono do estabelecimento é um verdadeiro personal boteco.

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Só o Botafogo salva a seleção brasileira

Walmir Rosário

“De repente é aquela corrente pra frente, parece que todo o Brasil deu a mão”. Esse trecho do hino da Seleção Brasileira tricampeã de 1970, composto por Raul de Souza e Miguel Gustavo, dormiu eternamente em berço esplêndido por muitos anos. E sabe o motivo: a falta de jogadores do Botafogo na Seleção Brasileira. Isto fez com que ela se tornasse um azarão.

Mas agora – quem sabe? –, voltaremos a cantar: “Todos unidos na mesma emoção, tudo é um só coração. Todos juntos vamos, pra frente Brasil, salve a seleção”. Essa é uma pequena amostra da volta de jogadores da Estrela Solitária à seleção canarinho, decretada pelo técnico Dorival Júnior. No primeiro jogo, 2X1 aplicados contra a seleção chilena, sem dó nem piedade por Igor Jesus e Luiz Henrique.

Realmente, têm coisas que somente acontecem com o Botafogo, seja de forma positiva ou negativa. Eu até entendo esse boicote contra o Glorioso de General Severiano, liderados, principalmente, pelos rivais cansados de apanhar. Diria até desmoralizados em campo com goleadas acachapantes. Não são obrigados a reconhecer a grandeza do Botafogo, mas pelo menos respeitem.

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Lourival Ferreira, seus pesos e medidas

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Walmir Rosário

Lourival de Jesus Ferreira era um técnico em eletricidade e eletrônica que montou as três emissoras de rádio AM de Itabuna – Clube, Difusora e Jornal, nas décadas de 1950 e 60. Também foi redator, apresentador de programas e diretor de emissoras, um faz tudo conceituado e suas criações e produções eram respeitadas. Todas campeãs de audiência.

Apesar de pessoa de bom trato, educado, Lourival era muito exigente e cobrava qualidade dos colegas que dirigia. Na Rádio Difusora Sul da Bahia, do empresário e deputado estadual Paulo Nunes, tinha o aval dos filhos do parlamentar, sobretudo Paulo Nunes Filho e Hercílio Nunes, este o administrador da emissora.

Lourival Ferreira era o “homem de sete instrumentos” e suas recomendações deveriam ser cumpridas à risca, sob pena de um olhar mais duro, reclamação, suspensão e até demissão. Com o passar do tempo, Lourival estudou direito, advogou em Itabuna, prestou concurso para a magistratura, foi juiz em Una, Itabuna, Salvador e chegou ao cargo de desembargador.

Assim que foi trabalhar no setor esportivo na Rádio Difusora, o “olhar clínico” de Lourival Ferreira identificou outras qualidades no narrador Orlando Cardoso, como apresentador de programas e noticiarista. De início, passou a trabalhar em parceria com Romilton (Teles dos) Santos, já “cascudo” no microfone e que encarnava o personagem “Martelo”, no programa Martelo e Martelinho (Eurípedes).

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Clube dos Rolas Cansadas analisa candidatos

Walmir Rosário

Com a eleição na reta final, muita gente ainda não escolheu seu candidato, na maioria das vezes por falta de informações. É que eles ficam entocados durante quatro anos, aguardando apenas a largada para uma boa colocação numa câmara municipal qualquer, também chamada de câmara de vereadores. E aí falta tempo suficiente ao eleitor conhecê-los de perto.

Confesso que pensei em analisar esses candidatos, mas com o passar do tempo esqueci completamente da minha promessa. Ainda bem que tenho amigos que sabem cuidar das questões dos amigos, reparando algumas falhas cometidas ao longo do tempo. E foi providencial o convite de Valdemar Broxinha para nos dedicarmos à análise dos candidatos durante um dia inteiro.

E o local escolhido foi o Bar Laranjeiras, de Bené, no centro da cidade, perto de todos os interessados. Imediatamente surgiu outro pretexto: reeditar uma das reuniões do Clube dos Rolas Cansadas, no local mais apropriado. Bastou uma ligação de Valdemar Broxinha, Bené cuidou de gelar cerveja, preparar uma boa quantidade de almôndegas caseiras para saciar a sede e fomes dos associados.

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Ilheenses devolvem Jorge Amado a Itabuna

Walmir Rosário

Há dias passados me encontrava em Itabuna visitando amigos nos bares mais frequentados da cidade, oportunidade que tive de rever o amigo e vereador Ronaldo Geraldo dos Santos, o Ronaldão. Após os cumprimentos de praxe, me prometeu um presente: a garantia de que Jorge Amado nasceu em Itabuna, mimo esse de papel passado, assinado em cartório.

Por si só, a notícia não teria nada de interessante, pois o próprio Jorge Amado garantiu e jurou de pés juntos que era itabunense, declarando em todas as entrevistas ser um Papa-jaca autêntico. Mas isso aconteceu muitos anos após Ilhéus ter se apropriado, não só do escritor, como também da figura humana e seus personagens, sem qualquer documento comprobatório.

Para os ilheenses, o que importava era o tempo em que Jorge Amado morou em Ilhéus, escreveu sobre a cidade, suas figuras humanas, muitas das quais estereotipadas, a exemplo dos cacauicultores, tudo registrado em livros. Foi uma expropriação violenta, sem respeitar os documentos oficiais, a exemplo da certidão de nascimento guardada em livro apropriado em cartório.

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Comer bem com os olhos e encher a barriga

Walmir Rosário

Uma recomendação que sempre dou a um amigo é que procure comer bem, se a comida for gostosa, não perca tempo, coma muito. Essa é uma receita que deve ser repetida pelo mundo afora pelo que apreciam uma boa mesa, se acompanhada de uma boa bebida ainda melhor. Aconselho aos que por acaso assim nunca procederam, que o faça, pois é pro seu bem.

Sem mais delongas passo a descrever uma pequena aventura que vivi neste último fim de semana, durante uma pequena estadia em Campo Formoso (BA), visitando parentes. E tudo começou ao passar num supermercado, ao me deparar com uma carne de jabá bem vistosa, daquelas de encher os olhos e encher a boca d’água, com o perdão dos leitores.

Não deu outra, pedi ao funcionário do mercado para descer a faca de cima a baixo e acrescentei às compras, um quilo de linguiça levemente apimentada, bacon, arroz, além de alguns temperos. Na minha mente já aparecia uma panelada de arroz carreteiro, prato de substância para o movimentado fim de semana. Foi só passar na gôndola de cerveja e me encaminhar para o caixa.

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Alunos colocados à prova às 3 horas da manhã

Walmir Rosário

O sugestivo título não é apenas uma apelação de editores de publicações sensacionalistas. É verdade e dou que fé que o que passarei a contar nas próximas linhas é por demais verdadeiro, embora manterei oculto o nome de um dos personagens: o autor de tal proposta, o professor que marcou o tal e absurdo horário para uma prova.

O fato aconteceu na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), no início dos da década de 1990, portanto, no século passado, e continua gravado em minha carcomida memória, por ser esdrúxula até onde não pode mais. Não me lembro com riqueza de detalhes, pois não fui uma das pessoas atingidas, embora tenha sido abastecido com robustas informações.

Numa tarde fui procurado no jornal A Região, de Itabuna, do qual era editor, por alguns estudantes do curso de Direito, que pretendiam fazer uma séria denúncia. Uma verdadeira bomba, diziam. Eles queriam, de uma só vez, lavar a honra e a alma, além de conseguirem provas e subsídios para ingressar com uma ação contra o dito professor e a Uesc.

A Redação inteira parou para ouvir a história, inclusive Daniel Thame, com quem eu dividia as responsabilidades, as artes e manhas do semanário de maior circulação de Itabuna, à época. Ouvimos toda a história, contada e recontada por cada um dos alunos, sempre com um detalhe a mais, enquanto nós, de início não os levássemos a sério.

E não era pra menos a nossa desconfiança, embora não estivéssemos cara a cara com alunos dos cursos fundamentais e sim com homens e mulheres, muitos deles casados, pais e avôs. Por certo não teriam deixado seus afazeres de família e trabalho e se deslocados ao jornal para promover uma pegadinha em nós e nos leitores.

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A estréia do Itabuna no Campeonato de Profissionais

Walmir Rosário

No início do ano de 1967 os homens que comandavam o futebol amador de Itabuna são convencidos pelos dirigentes da Federação Bahiana de Futebol e dos clubes de Salvador e Feira de Santana a disputar o futebol profissional. Após dezenas de reuniões, em que a tônica era elevar o nome de Itabuna ao cenário nacional esportivo com o que existia de craques na cidade, aceitaram o desafio.

Em 23 de maio de 1967, finalmente, o Itabuna Esporte Clube é fundado e estava pronto para disputar o Campeonato Baiano daquele ano como um dos 14 participantes. Agora se encontrava de igual para igual com o Bahia, Vitória, Botafogo, São Cristóvão, Leônico, Ypiranga e Galícia (Salvador), além do Fluminense, Bahia (Feira de Santana), Conquista Esporte Clube (V. da Conquista), Flamengo, Colo-Colo e Vitória (Ilhéus).

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Na Confraria d`O Berimbau era assim

Walmir Rosário

 

Reafirmo que muito já foi dito, contado e recontado sobre a Confraria d’O Berimbau, instituição recreativa, etílica e cultura da vida mundana de Canavieiras. Porém, consta dos anais que os frequentadores jamais abandonam o recinto, a não ser por causa mortis, embora digam alguns dos mais exaltados confrades, que eles continuam a povoar o local, agora meramente em espírito.

Mas esse é um assunto que não costumo discutir por não ter habilidade, competência, especialização ou comprometimento com temas que envolvam o plano espiritual. Reconheço que me faltam essas e outras características, mas não deixo de meter minha colher em temas quase tão relevantes como esses, e jamais me furtarei em discorrer sobre frequentadores ainda lépidos e faceiros, mas reconhecidamente fora das atividades etílicas.

E posso falar de cátedra, pois tenho amigos tantos que após muita labuta na parte de fora dos balcões dos botequins, hoje se encontram ausente das pelejas, afastados pelos mais diversos motivos. Posso até comparar com o futebol, em que alguns pedem para sair, enquanto outros são retirados pelos técnicos, por não se comportarem bem em campo.

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