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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘ilheus’

Cacau Valley IFestival 2023 abre as portas para inovação e empreendedorismo em Ilhéus

 

Com o tema voltado para a transformação digital e o futuro dos negócios, o Cacau Valley IFestival 2023 iniciou oficialmente na noite de terça-feira (22), no Hotel Praia do Sol, em Ilhéus. O evento reúne mentes criativas, empreendedores visionários e especialistas em inovação.

No auditório lotado, dois renomados palestrantes protagonizaram a abertura do festival, compartilhando insights e perspectivas valiosas sobre o futuro dos negócios e da tecnologia. O cientista cognitivo, escritor, professor e coordenador da PUC-SP, Diogo Cortiz, trouxe à plateia o tema “Inteligência Artificial na Veia: Prepare-se para o Futuro”.

Seguindo os passos de Cortiz, a CEO da @spaceterraofc, local lead da NASA Space, astronauta análoga, TEDx speaker, Leka Hattori, cativou a todos com sua palestra intitulada “Somos todos astronautas”. Em suas falas, Diogo Cortiz e Leka Hattori ecoaram a importância da adaptação contínua e da busca pelo conhecimento como impulsionadores do sucesso nos negócios. A plateia se viu inspirada por suas trajetórias e conselhos práticos.

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BAMIN incentiva empreendedorismo feminino com ação “Elas Podem Mais”

 

A BAMIN realizou assessorias técnicas com empreendedoras atendidas através do projeto “Elas Podem Mais”, nas comunidades de Sambaituba e Castelo Novo, localidades da cidade de Ilhéus, na primeira quinzena de agosto.

A ação “Elas Podem Mais” é desenvolvida pela BAMIN, em parceria com o Instituto Superior de Sustentabilidade (ISUS), teve início em outubro de 2021 e visa impulsionar o espírito empreendedor das mulheres na região do entorno do Porto Sul, conectando-as às oportunidades de negócios que surgem com a instalação do empreendimento. Através de assessoria técnica personalizada, o programa busca capacitar essas mulheres na gestão e operação de seus negócios, promovendo o desenvolvimento local e a geração de renda.

Iniciada em março de 2023, a Turma 2 do programa atualmente atende 19 mulheres residentes em 10 diferentes comunidades próximas ao Porto Sul. Essas empreendedoras recebem assessoria técnica contínua, priorizando encontros presenciais em seus próprios estabelecimentos. As atividades são projetadas para desenvolver e fortalecer diversas dimensões do empreendedorismo, tais como: atendimento ao público, parcerias com empresas, ações promocionais e presença em redes sociais, entre outros. “Além de qualificar as empreendedoras e promover a geração de renda nas comunidades, o Elas Podem Mais fomenta o empoderamento feminino, transformando donas de casa em gestoras de negócios” , analisa o coordenador de relacionamento com comunidades da BAMIN, Ramon Chalhoub.

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Trabalho de estudantes de antropologia do Canadá elogia estrutura e a qualidade dos serviços prestados no Hospital Materno-Infantil

 

Mia cursa Antropologia. Tikuisis faz mestrado na mesma área. Mirana se dedica ao quarto semestre de Psicologia. Todas elas são estudantes da Universidade de Ottawa, no Canadá. Elas integram um subgrupo de estudantes canadenses que realizaram um trabalho de campo no sul da Bahia. Com a temática “Saúde da Mulher”, as três se aprofundaram no modelo de funcionamento do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio (HMIJS), em Ilhéus. A escolha levou em consideração a região escolhida como base para a pesquisa: Serra Grande, localidade do município de Uruçuca. O hospital é referência no atendimento à gestantes e puérperas da comunidade. “A ideia é conectar pessoas”, resume a professora Meg Skalcut. Ela explica que já há algum tempo realiza estas excursões pelo Brasil. Mas até aqui era mais focado no aspecto turístico. “No entanto vimos que era possível fazer uma coisa mais aprofundada, um engajamento verdadeiro com as pessoas”, completa.

Hoje o trabalho é desenvolvido por cinco subgrupos e temáticas diferentes, mas que, segundo a professora, se completam e, em algum momento, se encontram: saúde da mulher, agroecologia, educação e conhecimentos gerais, raça e gênero, migração e turismo foram os temas escolhidos desta vez. Durante três semanas cada grupo trabalhou as temáticas e nos últimos 10 dias promoveram reuniões e conversas sobre o olhar que tiveram, do que aconteceu. “O Materno-Infantil a gente sabe que é um hospital. Mas parece ser um pouco mais acolhedor, aconchegante que a maioria”, concluiu Mia Burdeau, em seu trabalho. “O que mais gostei foram as luzes e como elas têm uma cobertura, um tipo de cor que deixa um pouco mais amena. Dá uma impressão de como estivesse entrando a luz do sol naquele ambiente”, destaca.

 

Espaço privilegiado, atendimento humanizado

 

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Cabaré Ploc revive os Anos 80 com festa em Ilhéus

Preparem as ombreiras, o new wave, muito metal e cores vibrantes. Toda extravagância dos anos 1980 estarão afloradas neste sábado (19), durante a quinta edição do Cabaré Maktub, em Ilhéus. O evento começa às 21h30, na sede do Grupo Teatro/ Circo Maktub, localizada no bairro Nossa Senhora da Vitória. O preço da entrada será na modalidade “pague quanto quiser”, com valor mínimo de R$10.

Circo, dança, poesia, teatro, música, manifesto estarão presentes nas apresentações comandadas pelo coletivo ArtDrag Sul Bahia. Uma vez por mês, é realizado um encontro temático com produções inéditas, que desafiam a criatividade e o talento dos artistas. “Promovemos essa investigação cênica, reunindo vários projetos e artistas convidados”, afirma o diretor artístico Fábio Nascimento, que há 21 anos comanda o Grupo Teatro/ Circo Maktub.

O Cabaré Ploc 80 será em um ambiente democrático e friendly com direito a pista de dança, fumaça, globo espelhado, além da venda de drinks e salgados. Serão mais de quatro horas de performances, em um misto de festa e espetáculo. As vagas são limitadas e podem ser garantidas através da chave pix 73 98819-7363 (Matheus Geovane Lima Marques).

 

Laboratório Controle alerta sobre distúrbios hormonais

Os sinais de distúrbios hormonais podem variar dependendo do tipo específico de desequilíbrio. De acordo com especialistas alguns desses sinais podem incluir mudanças de peso inexplicáveis, alterações de humor, problemas de pele, fadiga excessiva, alterações do apetite e, no caso das mulheres, irregularidades menstruais.

 

Em Ilhéus, o Laboratório Controle oferece exames para avaliar o nível hormonal, mas em caso de sinais de alterações, é indispensável consultar um médico.

 

Entre os exames realizados pelo laboratório   com a eficiência e qualidade, que permitem um diagnóstico seguro estão Hemograma, VHS, Glicemia, Colesterol, Triglicerides, Uréia, Creatina, PCR, Látex, VDRL, Covid, Sumário de Urina, Beta HCC quantitativo e qualitativo, Troponina, D dímero, Coagulograma, Sódio, Potássio, Cálcio, Cloro, TGO, TGP e ASLO.

 

O Laboratório fica localizado na rua Wenceslau Guimarães 130, bairro Cidade Nova, Ilhéus. O agendamento de exames pode ser feito pelos telefones (73) 98853-0019 (waths app) e (73) 3223-2201.

Representações dos Povos Originários e direção do Materno-Infantil assinam Plano de Metas e Ações

Mais um importante passo foi dado hoje (16) pela manhã para que o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, se torne, em breve, a primeira unidade hospitalar da Bahia e a segunda do Brasil a oferecer serviços do programa de atenção especializada para os povos originários. O Plano de Metas e Ações deste programa (IAE-PI) foi assinado pela diretora-geral do HMIJS, enfermeira Domilene Borges, pelo coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena da Bahia (DSEI Bahia), Flávio de Jesus Dias e pelo Presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena da Bahia (Condisi), Sérgio Utiarite Bute. Também participou do ato, a enfermeira Jeane Oliveira, diretora do Núcleo de Integração ao Cuidado do HMIJS. Agora o documento segue para análise final da Secretaria Estadual da Saúde e do Ministério da Saúde.

A iniciativa visa avançar na qualificação da prestação do serviço aos Povos Originários da Bahia, respeitando contextos interculturais, cuidados tradicionais e a presença de atividades de educação permanente nas aldeias, dentre outros importantes eixos, conforme previsto em Portaria do Ministério da Saúde. O IAE-PI também vai incrementar acessos a serviços de saúde de média e alta complexidade na rede SUS, garantindo a complementariedade da atenção.

Conforto e tradição

Segundo o documento assinado hoje, as diretrizes gerais que norteiam os objetivos vão desde a melhoria no acesso das populações indígenas ao serviço especializado; adequação da ambiência de acordo com as especificidades culturais; ajuste de dietas hospitalares considerando os hábitos alimentares de cada etnia; acolhimento e humanização das práticas e processos de trabalho dos profissionais em relação aos indígenas e demais usuários do SUS, considerando a vulnerabilidade sociocultural e epidemiológica de alguns grupos. Estão previstos ainda o estabelecimento de fluxo de comunicação entre o serviço especializado e a Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena, por meio das Casas de Saúde Indígena (CASAI) e a qualificação dos profissionais que atuam nos estabelecimentos que prestam assistência aos povos indígenas quanto a temas como interculturalidade.

Tanto Sérgio Bute, que representa o controle social, quanto o cacique Flávio Dias, que é vereador licenciado no município de Euclides da Cunha e representa a gestão do DSEI, elogiaram a estrutura do hospital. Eles visitaram as instalações e asseguraram que o modelo a ser implantado em Ilhéus deve servir como referência e exemplo para todo o Brasil. “Vamos levar o que vocês estão propondo executar para debate em todo o Brasil. É um modelo inovador”, assegurou o cacique.

Atenção e cuidado

Nas últimas semanas a direção do HMIJS tem intensificado ações nas comunidades dos Povos Originários. Direção e técnicos já visitaram as aldeias Itapoã e Acuípe do Meio, dialogaram com os técnicos e enfermeiros do Distrito Sanitário Especial Indígena da Bahia e convidaram lideranças indígenas para uma visita-guiada ao hospital. Esta última ação deve ocorrer nos próximos dias.

O Brasil tem quase 1,7 milhão de indígenas, segundo os dados de 2022 divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Com 229.103, a Bahia conta com a segunda maior população indígena no país, o que representa 1,62% dos habitantes do estado. No ranking das 50 cidades do Brasil com maior comunidade do grupo étnico, a Bahia ainda conta com Porto Seguro, em 14°, e Ilhéus, 21°, com pouco mais de 12 mil pessoas que vivem tantop na zona urbana quanto na zona rural.

Representatividade

Os Tupinambá estão situados em uma área de 47 mil quilômetros quadrados entre os municípios de Ilhéus, Buerarema e Una, no Território Litoral Sul da Bahia. São 23 aldeias tradicionais e pelo menos 90 por cento desta área ficam localizados no município de Ilhéus. De uma população de 8 mil pessoas aldeiadas, aproximadamente 5 mil são mulheres.

Ilheense precisa de apoio para realizar tratamento em São Paulo

Allison Axel, morador de Ilhéus  e ex- aluno do Curso Técnico em Guia de Turismo do CEEP Nelson Schaun, está precisando de apoio para tratar um tumor raro em São Paulo. Em 2019 ele fez radioterapia em Salvador, cumpriu todo o tratamento, no entanto agora ele foi diagnosticado com esse tumor, cujo tratamento é feito pelo Dr. Pedro Paulo Mariani, um dos maiores especialistas do Pais.

 

Sem recursos, a  família precisa de apoio financeiro para conseguir realizar o tratamento na capital paulista.

 

As contribuições podem ser feitas através do PIX 3925983@vaquinha.com.br

Inauguração da 1ª loja do McDonald’s de Ilhéus está prevista para setembro

O prefeito Mário Alexandre utilizou as suas redes sociais para anunciar a data de inauguração da 1ª loja do McDonald’s de Ilhéus. A informação foi passada após reunião com o empresário e presidente do Grupo Chaves, Manoel Chaves Neto, em Salvador. O Neto  Chaves é um dos responsáveis pela construção do Ipê Boulervard, empreendimento que abriga a franquia da rede de fast-food.

Marâo e Neto Chaves

A unidade está sendo construída no bairro Cidade Nova e a previsão é que seja entregue até o final de setembro. A 1ª loja chega à cidade com a proposta defendida pela atual gestão, pautada na geração de emprego, renda e oportunidades para ingresso de jovens no mercado de trabalho.

 

Ilhéus volta ao cenário nacional – Na oportunidade, o gestor discutiu sobre o lançamento do remake da Novela Renascer, um clássico da teledramaturgia brasileira.

A nova história será escrita por Bruno Luperi, neto de Benedito Ruy Barbosa, autor da primeira versão exibida pela emissora nos anos 1990. A gravação da trama global vai impulsionar a rede hoteleira e movimentar toda a cadeia produtiva da região.

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Hospital Regional Costa do Cacau realiza segunda captação de múltiplos órgãos de 2023

A  Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, realizou a segunda captação de múltiplos órgãos de 2023. O procedimento contou com equipe multidisciplinar de profissionais da unidade e da Coordenação do Sistema Estadual de Transplantes da Bahia (COSET – BA).

A enfermeira Naama Ramos e Silva, integrante do CIHDOTT do HRCC, destacou o trabalho realizado para que a captação reunisse condições adequadas na manutenção do doador.

 

“Um trabalho importante, como sempre, de toda nossa equipe. Ressalto o apoio e a dedicação que recebemos do médico intensivista Allan Siqueira, que desde a abertura do protocolo de Morte Encefálica (ME) até a sua confirmação, onde foram realizados exames criteriosos e um trabalho fundamental de acompanhamento e esclarecimento junto a família do doador”, disse.

O médico Allan Siqueira, intensivista do HRCC, explica que o protocolo de ME passa por várias etapas, amparado pela resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM). “A resolução mais atual é a 2.173 de 23 de novembro 2017, que rege quais são as etapas e quais os preceitos para o diagnóstico da morte cerebral”, informou.

O especialista ainda ressaltou que deve ser respeitada a vontade dos familiares, caso optem pela doação. “Diante disso, é mantida a viabilidade dos órgãos e com medidas para a manutenção do potencial doador”, relatou.

Naama Ramos e Silva, enfermeira da CIHDOTT, enfatiza que o sucesso de cada doação de órgãos é resultado de uma complexa rede de colaboração e cooperação, envolvendo diversos profissionais, como médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, equipe técnica de enfermagem, condutores.

“Também é importante destacar a essencial participação da família doadora. A generosidade dessa família foi verdadeiramente inspiradora, nos lembrando da importância de solidariedade e compaixão. O sim desta família, mesmo no momento de dor, teve a sensibilidade com os outros pacientes que estão aguardando um órgão na fila de transplante. Esse ‘sim’ vai ajudar a salvar outras vidas. É uma atitude muito nobre que sempre fazemos questão de agradecer”, concluiu.

Jorge Amado, Menino Sergipano?

Daniel Thame

livro DT 1A seca de 1909 dizimou a pequena cidade de Estância, no sertão sergipano. A seca e suas consequências – fome, miséria e morte – não eram novidade para os sertanejos, conformados com os desígnios de Deus naquela natureza morta que sugava gente viva, ano a ano, como se castigo divino fosse.

E era castigo mesmo, não necessariamente divino, mas os homens e mulheres humildes se apegavam à fé, à crença inabalável de um mundo melhor, depois da morte, lá bem acima do céu.

E, no céu, o que eles enxergavam a olhar para o alto não eram os santos, anjos, arcanjos e querubins da fé cega, mas o sol a queimar como chama do inferno. Ironia e heresia.

O sertanejo sempre foi, antes de tudo, um forte, diz o adágio popular.

Mas como não fraquejar vendo a plantação minguar, o gado mirrar, o solo se transformar numa massa disforme e sem vida?

Como não entrar em desespero vendo a fome se aproximar, os filhos pequenos a clamar por um pouco de farinha, um feijão ralo, um copo de água?

Jorge.Amado_Como não sentir uma dor no peito vendo a mulher, antes formosa, se transformar num fiapo de gente, agarrada à Bíblia e à devoção aos santos que, apesar de tantas orações, tanta penitência, não mandavam uma mísera gota de água do céu? Ao contrário, empurravam as nuvens e a chuva para bem longe, lá pro mar distante, onde uma água a mais, uma água a menos não faria falta.

-Não dá mais, a gente vai morrer aqui, vendo tudo se acabar, disse o marido à esposa…

-Deus vai prover na hora certa. Temos que ter fé, respondeu a esposa, como se nascer, sofrer e morrer fosse a ordem natural das coisas.

No colo da mulher, o filho do casal, de um ano de idade, mais um na loteria de vida e morte, com imensas chances de morrer antes de dar os primeiros passos na terra arrasada.

-Não adianta esperar por Deus. A gente tem que ir embora daqui. Chega de tanto sofrimento. A fala do marido agora era de resolução.

-E a gente vai pra onde? Pobre é pobre aqui ou em qualquer lugar do mundo, a mulher era pura resignação.

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