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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Hospital Materno Infantil Dr. Joaquim Sampaio’

Secretária de Saúde anuncia projeto de ampliação do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus

 

O Governo do Estado vai investir mais de R$ 4,9 milhões para a ampliação do Centro Cirúrgico e a construção do Centro de Ensino e Pesquisa do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus. O anúncio foi feito pela secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, durante vistoria feita na unidade. A titular da saúde estadual também adiantou que, a pedido da direção do HMIJS, a equipe técnica da Sesab já iniciou os estudos para a ampliação dos ambulatórios do HMIJS com a perspectiva de atender um maior número de pessoas das comunidades trans, indígenas e todos os sulbaianos que precisem ter acesso a um Sistema Único de Saúde (SUS) de forma universal.

Na vistoria, a secretária foi acompanhada pela diretora-geral do HMIJS, a enfermeira Domilene Borges; pelos diretores Luís Otávio da Silva Borges (Diretor Adjunto) e Sinthia Carneiro Almeida Pacheco (Gestora do Núcleo Administrativo), da Fundação Estatal Saúde da Família, entidade que administra do hospital; além de funcionários da instituição. Essa foi a primeira ida de Roberta Santana ao HMIJS após o Ministério da Saúde, a partir de um projeto do Governo da Bahia com o apoio da Sesab, habilitar o materno-infantil como a única unidade no estado especializada no atendimento à População Indígena.

 

Encontro com Tupinambá

A secretária se encontrou com a indígena e professora na Aldeia Itapoan, Laís Eduarda Tupinambá, que veio realizar exames de ultrassonografia. Ela está na sexta semana de gestação. “Ter uma maternidade com esse olhar para o nosso povo é de grande importância”, revelou Laís. “A gente sabe a dificuldade que é chegar até aqui: transporte, distâncias. Então chegar aqui e ter esse atendimento tão afetuoso, especializado, com um olhar diferente, a gente se sente bem acolhido mesmo”, revelou.

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Profissionais do Materno-Infantil visitam aldeias tupinambás para novas rodas de conversa e avaliação do atendimento

Profissionais médicos, psicólogos, enfermeiros, representação da Educação Permanente e diretores do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, estiveram ontem (06) reunidos com mulheres indígenas das aldeias Itapoan e Igalha, no Território Tupinambá de Olivença e, juntos, debateram aspectos relacionados ao processo de gestação. A iniciativa faz parte de mais uma das etapas do cumprimento das metas do Plano de Atenção Especializada aos Povos Originários (IAE-PI) que habilitou o Materno-Infantil de Ilhéus como a única unidade da Bahia especializada no atendimento à população indígena do estado. O hospital é do Governo da Bahia, administrado pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS).

“A proposta é ensinarmos e aprendermos”, destaca a diretora-geral do HMIJS, enfermeira Domilene Borges. “É um momento rico de contribuições, quando debatemos o processo do parir no passado, suas expectativas, anseios e medos, numa objetiva troca de interculturalidade dentro do processo do IAE-PI”, completa. Esta não é a primeira visita às aldeias feita pela equipe multiprofissional. Mas sempre há uma renovação na equipe visitante para ampliar cada vez mais o leque de conhecimento dos colaboradores do hospital.

Caminho de novas descobertas

 

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Após resistência da família, Justiça autoriza transfusão de sangue para criança em hospital de Ilhéus

A equipe médica do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, pode fazer transfusão de sangue para criança recém-nascida internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), se houver necessidade, independentemente do consentimento dos pais. A decisão é da Justiça da Bahia, ao acatar ação do promotor de Justiça Pedro Nogueira Coelho, do Ministério Público Estadual.

Conforme o promotor, apesar de informados sobre o risco de morte da criança, os pais alegaram motivos religiosos e não permitiram a transfusão sanguínea. Na decisão da última sexta-feira (24), a Justiça autorizou esse e qualquer outro procedimento necessário à preservação da vida e da saúde da criança.

A recém-nascida tem compleição física frágil e apresentou insuficiência respiratória, sendo mantida em ventilação mecânica, com problemas cardiológicos e hemorragia digestiva.

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Inserção de Diu ofertado na Feira “Saúde Mais Perto” em Ilhéus será realizada no Hospital Materno-Infantil

O Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus – obra do Governo da Bahia administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS) -, se une às Voluntárias Sociais e a Secretaria Estadual da Saúde e oferece os serviços de massoterapia, aromaterapia e o cadastramento para inserção de DIU, durante a Feira ‘Saúde Mais Perto’ que acontece até hoje (17) no estacionamento do Centro de Convenções do município. As cirurgias oftalmológicas agendadas nesta feira também vão acontecer nas dependências do hospital, no período de 4 a 6 de maio.

A feira é um projeto do Governo da Bahia e tem como objetivo a regionalização da saúde levando atendimento de qualidade para todo o estado. Mais de 280 mil atendimentos já foram realizados este ano em mais de 19 municípios do estado. Para participar da feira, basta levar carteirinha do SUS e um documento com foto.

Projeto-piloto de atendimento ambulatorial à comunidade trans será implantado no Hospital Materno-Infantil de Ilhéus

Duas semanas após ter sido habilitada como a primeira unidade da Bahia no atendimento especializado aos Povos Originários do estado, o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, uma obra do governo da Bahia administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS) anunciou ontem (25) à tarde que, a partir da segunda quinzena de abril, inicia os primeiros atendimentos ambulatoriais à comunidade trans da região.

O projeto-piloto vai, inicialmente, permitir a realização de exames de rotina e hormonais e consultas nas especialidades de endocrinologia e ginecologia. Mas a direção do hospital trabalha para oferecer, ainda neste primeiro semestre, serviços nas especialidades de psicologia, psiquiatria e urologia.

O anúncio foi feito pela diretora-geral, Domilene Borges e pelo diretor-médico, Samuel Branco, para um grupo de homens e mulheres trans que desde o ano passado dialoga com o hospital sobre o modelo de implantação do serviço, que inclui, além das especialidades, treinamento dos colaboradores para a condução de uma realidade que é vista pelo próprio grupo, como “sujeita a muitos preconceitos”.

Momentos históricos

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Materno-Infantil de Ilhéus passa a ser o primeiro hospital especializado aos Povos Indígenas da Bahia

O Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, é a primeira unidade no estado habilitada a prestar atendimento especializado aos Povos Indígenas de toda a Bahia. A portaria que concede o incentivo ao HMIJS – que é uma unidade da Secretaria Estadual da Saúde, administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família – foi assinada pela ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima, na última segunda-feira (11) e publicada hoje (13) no Diário Oficial da União.

Com a aprovação do Ministério da Saúde, o Hospital Materno-Infantil iniciará, de imediato, a implantação das diretrizes gerais que norteiam o programa, que vão desde a melhoria no acesso das populações indígenas ao serviço especializado; adequação da ambiência de acordo com as especificidades culturais; e ajuste de dietas hospitalares considerando os hábitos alimentares de cada etnia. A iniciativa conta ainda com o acolhimento e humanização das práticas e processos de trabalho dos profissionais em relação aos indígenas e demais usuários do SUS, considerando a vulnerabilidade sociocultural e epidemiológica de alguns grupos.

De acordo com o projeto, também estão previstos o estabelecimento de fluxo de comunicação entre o serviço especializado e a Equipe Multidisciplinar de Saúde Indígena, por meio das Casas de Saúde Indígena (CASAI) e a qualificação dos profissionais que atuam nos estabelecimentos que prestam assistência aos povos indígenas quanto a temas como interculturalidade.

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Secretária da Saúde da Bahia anuncia novos serviços para o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio em 2024

 

Ao comemorar os seus dois primeiros anos de funcionamento, o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, recebeu  da secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, excelentes notícias sobre ações do governo para a ampliação dos seus serviços. A secretária parabenizou a unidade pelo processo de habilitação junto ao Ministério da Saúde para recebimento de incentivo financeiro com o objetivo de realizar a atenção especializada à população indígena da Bahia.

A unidade – administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS) -passará por modificações físicas e por mudanças no processo de acolhimento para a prestação de serviços de saúde às mulheres e crianças indígenas. O Materno-Infantil será o primeiro hospital especializado a este perfil de atendimento. Mas não fica por aí. Em parceria com a Sesab, se comprometeu a liderar o processo de implantação do mesmo serviço em outros hospitais do estado. Na reunião estiveram presentes os secretários municipais da Saúde de Ilhéus e Itabuna, respectivamente, Eduardo Nora e Lívia Mendes, sendo iniciadas tratativas junto ao Hospital Regional Costa do Cacau (Ilhéus) e o Hospital de Base (Itabuna), que também se interessam pela implantação da especialidade.

 

Fazer com excelência

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Três profissionais do Materno-Infantil de Ilhéus recebem maior prêmio da enfermagem baiana

Danielle Patrocínio

Três enfermeiras da Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS) que atuam no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, vão receber nesta terça-feira (28), em Salvador, o Prêmio Anna Nery, como destaques pelo exercício profissional exemplar e pelo desempenho da profissão nas dimensões ética, técnica, política, social, científica, cultural e humana, contribuindo para o desenvolvimento da atividade na esfera de sua região.

Brenda Valles

Brenda Valles, coordenadora das UTIs Neonatal e Intermediária do HMIJS, será agraciada na categoria “Saúde da Criança e do Adolescente”. Danielle Patrocínio, coordenadora do Centro de Parto Normal (CPN) e do Centro Obstétrico do Materno, e Carla Gonzaga Vecchier, colaboradora do Centro Obstétrico da unidade, serão agraciadas com o prêmio, na categoria “Urgência e Emergência”.

Carla Vecchier

O Prêmio Anna Nery é uma iniciativa do Conselho Regional de Enfermagem da Bahia e tem por objetivo promover a valorização e reconhecimento da profissão. O seu protagonismo vem sendo pautas de muitos debates e ações nos últimos anos e a iniciativa também contribui com a reflexão da categoria sobre sua atuação profissional. A cerimônia de entrega da premiação acontece amanhã (28), às 18 horas, na Casa Salvatore, situada na Rua dos Rodoviários, no Cabula, em Salvador.

Importância do reconhecimento

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Puérperas com RNs internados na UTI do HMIJS ganham piquenique em espaço verde

O piquenique é, na verdade, um chamariz para convencer, por algumas horas, as puérperas que acompanham seus recém-nascidos a saírem da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, onde vivem um turbilhão de sentimentos, incertezas e expectativas. São mulheres residentes em Ilhéus, Valença, Itacaré, Una, Wenceslau Guimarães, algumas muito longe da família – e até de outros filhos -, que passam a viver dentro do hospital aguardando, ansiosas, por uma alta médica para poder voltar pra casa.

Na área verde do hospital elas se encontram, respiram o ar puro que renovam a esperança da vitória e trocam experiências com relatos que dão força uma à outra sob os olhares atentos e da intervenção da equipe de psicologia e de terapia ocupacional do HMIJS. Ontem à tarde elas também passaram pelo processo de sensibilização sobre o cuidado do Câncer de Mama e por momentos de relaxamento, contribuindo para facilitar as expressões de sentimentos e emoções vivenciadas na unidade.

Nátila Natália, de 24 anos, residente em Una, sul do estado, está há um mês acompanhando a prematura Maya Vitória, na UTI Neo. Desde o dia 17 de setembro não vai em casa. “No começo foi muito desesperador”, confessa. “A gente quando está fora de um problema, não imagina o que é vivenciar este problema. Sempre ouvia falar de UTI e aqui quando cheguei pude ver muitos aparelhos, minha filha naquela situação toda. Naquele momento a gente acha que aquilo ali é o fim. Na verdade, é a solução”, relata.

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Mutirão do Hospital Materno-Infantil para os Tupinambá teve recorde de atendimentos

 

O Porancy, o ritual com danças e orações, homenagem típica dos Tupinambá para pedir proteção aos deuses, deu boas-vindas, no início da manhã de ontem (8), aos mais de 100 voluntários do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, na Escola Tupinambá de Olivença, zona rural de Sapucaeira, em Ilhéus. Foi neste ambiente acolhedor, cheio de tradição, cultura e de história, que profissionais do hospital, estudantes de medicina da Faculdade Afya – que fazem internato do HMIJS – equipes do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), com apoio da Secretaria Estadual da Saúde, realizaram o 1º Mutirão voltado para Mulheres e Crianças das Comunidades Tupinambá.

Foram mais de oito horas de atendimentos nas especialidades de pediatria, obstetrícia, ginecologia e triagem para marcação de cirurgias eletivas pediátricas. Exames de ultrassonografia foram disponibilizados e os laudos emitidos logo após a consulta. O mutirão também ofereceu vacinas, testes de glicemia, inserção de DIU, exames preventivos e aferição de pressão arterial. “Pela primeira vez um hospital se propõe a vir onde vivemos para atender o nosso povo”, elogiou o Cacique Akuã, presidente do Conselho local de Saúde. “O que estamos vendo aqui são as pessoas sorrindo, com saúde e atendimento”, destacou o Cacique Gildo. A escolha da direção do hospital pela Escola Tupinambá é que ela fica em uma área central de diversas comunidades indígenas. Levantamento parcial aponta que, durante o mutirão, foram realizados cerca de 500 consultas e procedimentos.

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