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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Hospital Materno Infantil’

Estudantes da Universidade de Otawa destacam modelo vitorioso do Hospital Materno-Infantil

Estudantes de Sociologia, Ciências Políticas e de Antropologia da Universidade de Otawa (Canadá) visitaram o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, para conhecer de perto o modelo vitorioso de gestão da unidade hospitalar, que pertence ao Governo da Bahia e é administrado pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS). Os universitários fazem parte de um projeto que, anualmente, traz uma comitiva de 15 estudantes da universidade pública do Canadá para a localidade de Serra Grande, município de Uruçuca, onde promovem um intercâmbio regional sobre experiências positivas nos dois países. “É uma troca”, resume a tutora do grupo de saúde, a doutora em Antropologia Iaci Pisolato. “Essa troca inspira os dois lados, mostrando ações positivas do Brasil para conseguir ainda mais valorizações em áreas que já melhoraram muito”, completa.

Camila Ouellette, mestranda em sociologia, trabalha com indígenas no Canadá e se interessou em conhecer Ilhéus, por o município sediar a única maternidade da Bahia habilitada para atendimento aos Povos Indígenas do estado. “Tudo o que vi foi impressionante e emocionante. Eu acho que o sistema de saúde do Canadá pode aprender muito com esse modelo aqui”, revelou. No Canadá, a saúde é pública, mas não tem um sistema universal. Cada estado recebe recursos e decide como vai usá-lo. Ao comparar o atendimento feito pelo HMIJS à comunidade indígena, Camila revelou que a saúde indígena no Canadá “tem muito caminho ainda que fazer para chegar a esse modelo aqui”.

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Hospital Materno-Infantil quer levar ao território de Valença rede compartilhada de atendimento a gestantes de alto risco

Um projeto-piloto criado através de uma parceria estabelecida pelo Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, com a Prefeitura de Itacaré, no sul do estado, está permitindo a construção de uma rede compartilhada visando conhecer, acompanhar e preparar as gestantes de alto risco do município para um parto acompanhado, de qualidade e com segurança.

A construção deste projeto surgiu a partir de um diagnóstico do HMIJS de que situações preveníveis que colocavam algumas pacientes em risco, poderiam ser detectadas na origem do município e que era preciso estabelecer um protocolo único de acompanhamento da gestação. “A iniciativa passou a nos oferecer uma rede do cuidado. Quando voltar para parir a gente vai saber que ela estava no domicílio tratando da mesma forma como estivesse internada com a gente”, explica o diretor-médico do Materno-Infantil, Samuel Branco.

Primeiro passo

Em Itacaré, o primeiro passo para a execução do projeto-piloto foi disponibilizar uma enfermeira obstetra exclusiva para a Atenção Básica. Até então, Carla Vecher trabalhava apenas nos plantões do hospital do município. Ela passou a atuar na estruturação da rede de obstetrícia, ofertando atendimento no pré-natal e estabelecendo um contato permanente com a equipe do hospital, onde ela também atua. A ideia passou a ser trabalhar essa gestante no município para quando ela chegar ao hospital já ter uma via estabelecida, desde a qualidade de pré-natal ao processo do parto.

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Superintendente de Políticas para os Povos Indígenas da Bahia visita o Hospital Materno-Infantil: “um exemplo para o Brasil”

Primeiro hospital da Bahia habilitado para o atendimento aos Povos Originários, o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, recebeu hoje a visita da Superintendente de Políticas para os Povos Indígenas do Estado, Patrícia Pataxó. Acompanhada dos diretores da instituição, Domilene Borges (diretora-geral) e Samuel Branco (diretor-médico), Patrícia conheceu as instalações do HMIJS e teve acesso aos principais resultados obtidos pela unidade a partir de dezembro de 2021, quando foi inaugurada. Dentre os números apresentados, está o nascimento de 252 bebês indígenas no HMIJS.

“Me sinto feliz e animada”, afirmou. “Percebi, de fato, o acolhimento e o compromisso de toda a equipe e me dá tranquilidade saber que o meu povo está sendo muito bem tratado por uma equipe que respeita as nossas culturas e tradições”, completou Patrícia Pataxó.

Na Bahia existem 31 povos indígenas. Com 229.103, a Bahia conta com a segunda maior população indígena no país, o que representa 1,62% dos habitantes do estado. Salvador é a segunda capital mais indígena do Brasil. No ranking das 50 cidades do Brasil com maior comunidade do grupo étnico, a Bahia ainda conta com Porto Seguro, em 14°, e Ilhéus, 21°. Entre a pesquisa de 2010 e de 2022, ocorreu em todo o Brasil um acréscimo de 88,8% no contingente absoluto de pessoas que se autodeclararam indígenas.

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Médicas são maioria no quadro de profissionais do Materno-Infantil de Ilhéus

 

Itamara e os dois irmãos nasceram tendo o próprio pai como parteiro. Lavrador de família humilde, “seo” Amaro aprendeu alguns segredos da medicina acompanhando um médico que atuava em Ponto Novo, município localizado ao norte da Bahia, a 600 quilômetros de Ilhéus e a 176 da divisa com Pernambuco. O caminho do conhecimento prático ele buscava em um livro que ganhou do amigo, intitulado ´Onde não tem médico´. A caçula de “seo” Amaro, Itamara de Santana Lima, agora com 25 anos, considera a sua trajetória, até aqui, como indescritível e inacreditável. Ela é a primeira jovem da cidade a cursar medicina numa universidade pública da Bahia. Está no nono semestre da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e já atua em regime de internato no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, instituição do Governo da Bahia administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS).

“Eu orava pra ter o que tenho hoje”, diz. Na pequena Ponto Novo, cidade de 17 mil habitantes, “seo” Amaro e “dona” Itaci sabiam que só tinha uma saída para os filhos crescerem na vida: estudar. Itamara sempre frequentou escola pública. Passou em outros cursos, mas os pais deram a opção, caso ela quisesse continuar tentando a profissão dos sonhos. Era medicina, inspirada principalmente na memória afetiva que tinha da ajuda que o pai dava às pessoas. “Nem sempre foi assim. Até o ensino médio a medicina era uma espécie de lenda urbana para mim”, lembra. Mas ela seguiu. Aluna aplicada, ganhou bolsa de estudo e um cursinho em Salvador que lhe tomava quatro horas de ônibus todos os dias, abrigo na casa de uma tia e, depois a necessidade de uma transferência para Feira de Santana para, em uma cidade menor, mas perto da capital, pudesse diminuir distâncias entre casa e escola e dedicar mais tempo ao estudo.

Sacrifício

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Menino que sofria bullying e aguardava há quatro anos por cirurgia tem procedimento realizado no Materno-Infantil

O menino T.F., agora com seis anos, passou quatro anos esperando por um procedimento cirúrgico, que durou 15 minutos, no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus. O hospital é uma obra do Governo da Bahia administrado pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS).

Desde os dois anos, ele convivia com dificuldades na fala. “A gente não entendia o que ele dizia e ele passou até aqui por muito bullying na escola”, lembra a mãe. T.F tinha um “freio lingual” e necessitou passar por uma frenectomia, que é a remoção do freio, possibilitando que a língua execute os movimentos corretos e melhore consideravelmente a qualidade da fala.

O cirurgião buco-maxilo-facial Maurício Porto revela que a intervenção foi um sucesso. A próxima etapa é o acompanhamento de um fonoaudiólogo. A frenectomia é um procedimento cirúrgico que traz alívio e melhorias significativas na qualidade de vida, especialmente das crianças.

Compromisso

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Força-tarefa com atendimento simultâneo a 20 pessoas mostra a eficiência do serviço prestado pelo Hospital Materno-Infantil

 

O poder de ação do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, foi destacado hoje (15) pela diretora-geral da unidade, enfermeira Domilene Borges, após o atendimento ter sido colocado à prova durante a tarde de ontem (14), quando 17 crianças e mais três mulheres tiveram que ser atendidas simultaneamente na Emergência Pediátrica, vítimas de picadas de abelhas. Uma força-tarefa contando com o reforço de outros setores do hospital foi designada para agilizar a triagem e o atendimento, permitindo que todos os pacientes – dois, inclusive, inspirando maiores cuidados – pudessem ser atendidos em um tempo recorde. O HMIJS é uma obra do Governo da Bahia administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS).

A situação de emergência ocorreu no início da tarde, na Escola Municipal Caic, no bairro Hernani Sá, zona sul de Ilhéus, quando um enxame de abelhas atacou um grupo de estudantes, com idades entre quatro e sete anos, no momento da chegada à escola. As crianças foram imediatamente trazidas para o HMIJS, enquanto que os adultos foram encaminhados para a UPA 24h. Três mães que preferiram acompanhar os filhos, também tiveram garantido o atendimento no HMIJS, mesmo tendo apenas, para estes casos, o perfil pediátrico.

 

Excelência

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Quatro bebês nascem no Hospital Materno-Infantil no dia 29 de fevereiro de 2024, um ano bissexto

Quatro partos foram registrados no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, ontem, dia 29 de fevereiro de 2024, ano bissexto, de acordo com o Calendário Gregoriano. Essa data, com um dia a mais no calendário é um fato que ocorre a cada quatro anos (exceto anos múltiplos de 100 que não são múltiplos de 400) e tem o objetivo de manter o calendário anual ajustado com o movimento de translação da terra e com os eventos sazonais relacionados às estações do ano. O próximo dia 29 de fevereiro, portanto, só voltará a ocorrer no ano de 2028. Mas, como ficam os aniversariantes desta data?

A pequena Elisa nasceu às 9h14min da manhã, na unidade construída pelo Governo da Bahia e administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS). Heitor, às 7h50min da noite. A menina é filha da dona-de-casa Mailí Jesus dos Santos Cláudio, de 26 anos, e do técnico agrícola Ubiratan Cláudio Santos, de 29. Eles residem em Camamu. Já Heitor é filho de Marcela da Silva. Ela reside na zona rural de Una, em uma localidade conhecida como Fazenda Santo Antônio.

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Materno-Infantil debate procedimentos em caso de pacientes vítimas de violência sexual

O acolhimento, os cuidados, os primeiros tratamentos e encaminhamentos voltados para as mulheres, adolescentes e crianças vítimas da violência sexual estão sendo debatidos entre os colaboradores do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, e estudantes de medicina em regime de internato na instituição. Nesta quinta (22) à tarde, o primeiro módulo sobre o tema teve como palestrante a enfermeira obstetra Lucidalva Lima – que compõe o quadro do hospital, uma obra do governo da Bahia, administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS).

Lucidalva falou sobre os passos que devem ser dados pelos profissionais do HMIJS quando notificados da violência e assegurou que o HMIJS está preparado para atender a este fluxo. A iniciativa desta série de debates e troca de experiências é da coordenação de Educação Permanente do hospital e visa proteger as vítimas de preconceito, permitindo o tratamento adequado e o encaminhamento correto às autoridades.

A enfermeira obstetra afirmou que a violência sexual já é considerada uma questão de saúde pública e segurança, que exige do estado políticas e ações integradas. Lembrou que o atendimento da pessoa em situação de violência nos serviços de saúde dispensa a apresentação de Boletim de Ocorrência policial. A enfermeira apresentou, também, um dado assustador: em 80 por cento dos casos de violência, o autor mora dentro de casa ou a frequenta como pessoa de confiança da família.

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No Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas nasce “Yarin”, mais uma tupinambá no Hospital Materno-Infantil

 

O relógio marcava 2h37min da madrugada de hoje (07) quando, no Centro de Parto Normal (CPN) do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus, nascia Maria “Yarin”. Ela é a segunda filha de Yuri e Luciele, indígenas da etnia Tupinambá, moradores da Aldeia Tukun, em Olivença. “Yarin”, cujo significado é a “Boa Samaritana”, chegou cheia de simbolismo: hoje é o Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas, fato que, para o pai Yuri, merece uma comemoração pra lá de especial por toda a aldeia.

“Vou informar a todos os parentes sobre a importância deste momento para minha família. Vivemos um marco histórico de lutas, vindas já de muitos séculos, e o nascimento de minha filha, mais uma representante da etnia Tupinambá, significa a preservação de um povo que merece conquistar mais respeito e ocupar melhor o seu espaço”, afirma.

Luciele é filha de um casal de indígenas. A mãe de Yuri também é da etnia. Os dois já têm um filho e vivem aldeiados na comunidade Tukun. Foi lá, durante a madrugada, que Luciele sentiu fortes contrações e foi trazida para a Emergência Obstétrica do HMIJS. Poucos minutos depois Maria “Yarin” nascia, no quarto 1 do CPN, pesando 3,500 Kg e medindo 51 cm.

Atenção Especializada

 

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Criança de 2 anos passa por correção de lábio fissurado no Hospital Materno-Infantil

Uma criança de dois anos, natural de Itacaré, litoral sul do estado, passou hoje (06) pela manhã, por uma correção de lábio fissurado, durante intervenção cirúrgica realizada no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus. Essas aberturas resultam do desenvolvimento incompleto do lábio, enquanto o bebê está se formando, antes de nascer. O lábio desenvolve-se separadamente durante os três primeiros meses de gestação. Nas fissuras mais comuns o lado esquerdo e o direito do lábio não se juntam, ficando uma linha vertical aberta. O HMIJS, onde a cirurgia foi feita, é uma obra do governo do estado administrada pela Fundação Estatal Saúde da Família (FESF SUS).

Essa foi a segunda cirurgia, em menos de uma semana, sob a responsabilidade do professor e especialista em bucomaxilofacial, David Moreira. Na semana passada, o Materno-Infantil já havia realizado, com o apoio do odontólogo, sua primeira Palatoplastia, cirurgia indicada quando existe alguma deficiência no palato, parte do corpo humano que forma o céu da boca, beneficiando uma menina de quatro anos, de Ilhéus.

Apesar desta especialidade ainda não fazer parte do rol de serviços ofertados pelo HMIJS, estas intervenções estão sendo possíveis graças a uma parceria firmada pela direção do hospital, com o apoio da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) e da FESF SUS com o “Projeto Fissurados por Sorrisos”. O projeto foi idealizado pelo professor David e conta, também, com a participação das odontólogas Iana Midlej e Larissa Oliveira. Pelo acordo, o hospital cede o seu centro cirúrgico para que a equipe de cirurgiões realize a intervenção. A de hoje durou cerca de uma hora.

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