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Feira Cultural Terra da Gabriela celebra um ano impulsionando a economia criativa em Ilhéus
A Feira Cultural Terra da Gabriela comemorou neste domingo (17) o seu primeiro aniversário com uma edição especial realizada no estacionamento da Avenida Soares Lopes, em frente à Praça Castro Alves, um dos principais cartões-postais de Ilhéus.
Criada e organizada por mulheres artesãs, a feira acontece mensalmente e se consolidou como uma vitrine do artesanato local, movimentando a economia criativa, gerando renda, oferecendo lazer, fortalecendo a cultura regional e atraindo turistas.

Durante a celebração, personalidades que contribuíram para a consolidação da feira foram homenageadas. O evento contou ainda com bolo de aniversário e show da cantora Luana Sarubi, que animou o público.
A presidente da Associação Terra da Gabriela, Islândia Penedo, destacou a relevância do projeto e lembrou que a entidade já representou Ilhéus no 1º Festival de Economia Solidária do Nordeste, ganhando visibilidade nacional.
Hospital Costa do Cacau realiza primeira nefrectomia laparoscópica
O Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, realizou pela primeira vez uma nefrectomia total por laparoscopia. O procedimento, de alta complexidade, retirou um rim sem função de um paciente que sofria com dores crônicas. A cirurgia foi bem-sucedida e a recuperação rápida: em menos de 48 horas, o paciente recebeu alta.
Segundo o médico Rafael Vivas, coordenador da Cirurgia Geral do HRCC, a opção pela técnica minimamente invasiva trouxe vantagens em relação à cirurgia aberta. “Entre os benefícios, destacam-se a redução do tempo de internação, menor dor pós-operatória, cicatrizes menores e uma recuperação mais ágil”, ressalta. A operação foi conduzida pela equipe de Urologia, formada pelos médicos Victor Pereira e Matheus Tannus.
“O paciente se recuperou bem e pôde deixar o hospital em menos de dois dias, o que mostra a segurança do método e, em breve, retomará plenamente suas atividades cotidianas”, disse Erik Badaró, gerente de enfermagem.
CEEP do Chocolate Nelson Schaun em Ilhéus fortalece integração entre estudantes e a comunidade

Professor Alisson das Virgens Silva
O Centro Estadual de Educação Profissional do Chocolate Nelson Schaun, da rede estadual de ensino em Ilhéus, vem promovendo uma série de ações para proporcionar aos alunos e professores atividades de integração e intercâmbio de projetos em diversas modalidades culturais, científicas, tecnológicas e esportivas.

Com uma proposta pedagógica voltada para a inclusão e imersão dos alunos, dos nove cursos técnicos ofertados, em experiências e vivências práticas, o CEEP do Chocolate Nelson Schaun, participou ativamente do Chocolat Bahia 2025 realizando no Centro de Convenções de Ilhéus ,no mês de Julho, com os alunos dos cursos de Agroindústria e de outros eixos tecnológicos como Turismo e Hospitalidade,Logística Produção Industrial e Cultural.

Parceiro do Festival do Chocolate e participante de diversas edições anteriores deste evento o CEEP do Chocolate trouxe para a edição de 2025 uma nova experiência para os visitantes e estudantes que puderam conhecer um estande temático com uma representação de uma cabruca e uma mini fábrica de chocolate possibilitando uma imersão no modelo Bean to Bar de produção desde a plantação até a fabricação final do Chocolate.

A temática deste ano homenageou o filme A Grande Fábrica de Chocolate e trouxe como recepcionista do estande alunos caracterizados do personagem Willy Wonka.Alunos e professores do Curso Técnico de Agroindústria compartilharam e explicaram para os visitantes todas as etapas e técnicas para a fabricação do chocolate mostrando equipamentos e os processos técnicos que são desenvolvidos pelos alunos na Fábrica Escola Deize Santana localizada no CEEP do Chocolate Nelson Schaun. A Rádio CEEP do Chocolate projeto de Educomunicação realizou uma ampla cobertura do evento com registro audiovisual e entrevistas aos estudantes, visitantes, expositores, professores e autoridades
Violência não simboliza Ilhéus.

Ilhéus (foto José Nazal)
Gerson Marques
A violência, tão presente em nosso país, impactou profundamente nossas vidas e nossa comunidade. Em Ilhéus, onde moro há 40 anos, recebemos turistas diariamente na fazenda Yrerê muitos deles encantados com a beleza e a cultura da cidade até planejam se mudar para cá, mas, naturalmente, perguntam sobre a violência. Minha resposta é sempre honesta: sim, enfrentamos problemas com violência, como outras cidades brasileiras, mas ela é majoritariamente contida, ligada a disputas pelo tráfico em áreas específicas, geralmente afastadas do centro e dos bairros urbanizados. No cotidiano, é seguro usar o celular e até andar a noite no centro, e casos graves de violência que extrapolam as periferias ou áreas mais vulneráveis são raros. Não se trata de mascarar a realidade, mas de apresentá-la com equilíbrio.
Criei meus filhos em Ilhéus e, em quatro décadas, nunca fomos vítimas de violência. Na fazenda Yrerê onde moramo por muitos anos, houve apenas um episódio isolado no segundo ano, sem maiores consequências, e nada mais desde então. Os episódios violentos deste fim de semana, embora trágicos e dolorosos são uma exceção, um ponto fora da curva, e não refletem o cotidiano da nossa cidade.
Fiquei profundamente triste com comentários, inclusive de pessoas ligadas ao turismo, em publicações de grande alcance nacional, que retrataram Ilhéus como extremamente violenta, exagerando nas tintas e distorcendo nossa realidade. Essas narrativas prejudicam a imagem da cidade e ignoram o contexto mais amplo. Pior ainda é a tentativa de politizar a questão. Especialistas que estudam a violência, como os do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do Ipea, responsáveis pelo Atlas da Violência, apontam que ela não é um problema de cunho político, mas sim um fenômeno complexo, enraizado em fatores estruturais, históricos e culturais.
A implementação de políticas públicas assertivas é a única ferramenta capaz de fazer justiça as valorosas vidas de Mariana Bastos da Silva , Maria Helena Nascimento Bastos e Alexandra Oliveira Susart

Zuleik Carvalho
A violência contra a mulher continua sendo um problema mundial. Atinge as mulheres independente de idade, cor, raça, etnia, religião, opção sexual. predominando a tendência do menosprezo à figura da mulher, fazendo com que esta maioria seja tratada como minoria . . Estudos afirmam que a persistência da violência doméstica é de origem cultural e, também porque as pessoas envolvidas: vítima e agressor compactuam com uma com uma atitude de aceitação “ forçada” que são subjugadas através de violência psicológica reduzindo a autoestima.
Mesmo nascendo livres , como dispõe a Constituição Federal de 1988 os agressores , algozes de suas vítimas , se sentem donos destas , sendo considerado , essa relação , conforme alguns estudiosos do comportamento humano como uma reprodução , na vida adulta , do que enquanto crianças e adolescentes passaram no seio familiar A ( Balllone ; Ortolani ).
A questão, como se observa é estrutural, cabendo ações casadas não somente com o organismo público e privado, mas sobretudo, que sobressaia e dissemine no seio , da sociedade para ser compreendida a violência doméstica/feminicídio que deveria ser tratada como uma caso/demanda de Saúde Pública e Segurança Pública.
Precisamos mudar a cultura machista ainda predominante na sociedade, colocando como pauta / agenda nas escolas públicas e privadas, universidades, faculdades, empresas de pequeno e médio porte e as multinacionais palestras que somente são feitas hoje, no dia 8 de março. Urge quebrar este paradigma nefasto que tem prevalecido em nossa sociedade.
A Lua na Janela dos Oceanos

Lany Ferreira
Sábado no crepúsculo da tarde
em Ilhéus
Contemplo
O sol deslumbrando -se
Dançando , cantando no
Universo de Ilhéus
No ritual esplêndido
De amor
O sol se encontra
com amada lua
Na Janela dos Oceanos
As praias adornadas das
iluminarias poéticas
Do céu no sol de outono
Na refração solar no lunar
Dos cenários deslumbrantes
Dos jardins sonoros
musicais versejam-se
Na imponência das florestas
Das flores musicais das
montanhas
As águias voando
tocando flautas nas colinas
Os rios os mares orquestram
As músicas
primavera
No prelúdio sonoro musical dos ventos nos coqueirais
Da Luz da alvorada
O universo amor
reluz amor
As flores bailam
Passarinhos dançam
Cantam , celebram
Irradiados nas ondas sonoras
Musical da vida
Traduzindo amor do sol
No coração da lua
O sol abraça a lua
Beijam -se surfando
Nss ondas
Gigantes do mar
Nesse universo singelo
Dos habitats oceânicos
Felizes
Dançam celebram
Tiram fotos
O sol beijando a lua
Nos palcos
Poéticos
A Lua
Na Janela dos oceanos :: LEIA MAIS »
CEEP Álvaro Melo Vieira une literatura e sustentabilidade em sua segunda edição do FLIAMEV- Feira Literária do Ceepamev
O Colégio Estadual de Educação Profissional Álvaro Melo Vieira (Ilhéus-BA) realiza, de 12 a 14 de agosto, o Projeto Literário “Vozes da Terra: Literatura e Sustentabilidade”, que integra arte, cultura e consciência socioambiental no ensino médio. A iniciativa, conduzida por professores da área de Linguagens, busca promover uma leitura crítica e engajada, aproximando os estudantes das questões ambientais, sociais e culturais do Brasil, em diálogo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Professoras Rita Cristiane, Luh Oliveira e Kátia Cilene
O projeto propõe a leitura e análise de obras da literatura Sul-baiana, Indígena e Negra, promovendo reflexões sobre identidade, território e preservação ambiental. Entre os autores estudados estão Pawlo Cidade, Cyro de Mattos, Luh Oliveira, Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliana Potiguara, Conceição Evaristo, Itamar Vieira Junior, entre outros.
A programação inclui salas temáticas nos dias 12 e 13 de agosto, com exposições e experiências interativas, e apresentações culturais no dia 14 de agosto, reunindo intervenções artísticas inspiradas nas obras estudadas.
TPI relembra chegada de Équio Reis a Ilhéus em live com Elson Rosário, Valério Magalhães e Tião Brito
O segundo episódio da série de encontros online O fio da cena: tecendo memórias do TPI – 30 anos vai costurar, com emoção e memória viva, a chegada do dramaturgo, diretor e agitador cultural Équio Reis a Ilhéus. O encontro virtual acontece na próxima segunda-feira (11), às 19h, com transmissão gratuita pelo canal do Teatro Popular de Ilhéus (TPI) no YouTube.
Com o tema “A chegada de Équio Reis a Ilhéus – Do Auto do Centenário à Carta Cultural de Ilhéus”, o episódio será mediado por Romualdo Lisboa, diretor do TPI. O programa terá três convidados que acompanharam de perto desde os passos iniciais de Équio na cidade, até a criação do grupo: o produtor cultural, cineasta e documentarista Elson Rosário, o gestor e curador Tião Brito e o jornalista e agente cultural Valério Magalhães.
A série O fio da cena é exibida sempre às segundas-feiras, até dezembro, às 19h, e integra as ações comemorativas pelos 30 anos do Teatro Popular de Ilhéus — um dos mais longevos e ousados grupos de teatro da Bahia.
Ilhéus recebe final regional do Concurso Melhor Pão Francês durante a Semana de Inovação 2025
A final regional do Concurso Melhor Pão Francês 2025, na Bahia, acontece no dia 13 de agosto, às 19h30, no Centro de Convenções de Ilhéus, dentro da programação da Semana de Inovação 2025. O evento, promovido pelo Sebrae, vai reunir as melhores padarias da região Sul do estado em uma celebração que une tradição, qualidade e inovação no setor de panificação. Inscrição por meio do link https://www.sympla.com.br/evento/trilha-industria-alimentos-sebrae-sii2025/3034743.
Além da aguardada cerimônia de premiação, o público também poderá acompanhar duas palestras exclusivas com nomes de destaque no setor. A empresária e mentora de negócios de alimentação, Paula Ardanza, abre a noite com a palestra “Cenários, Perspectivas e Sustentabilidade para Negócios de Alimentos e Bebidas”, trazendo reflexões sobre os novos rumos da indústria e a importância de práticas sustentáveis. Em seguida, a coordenadora do Instituto de Desenvolvimento das Empresas de Alimentação (Ideal), Patrícia Marques, apresenta a palestra “Estratégias para o Aumento de Vendas do Pão Francês”, com foco em soluções práticas para micro e pequenos empreendedores do ramo.
A premiação é parte de um concurso estadual que visa reconhecer a excelência na produção do pão francês, o produto mais consumido nas padarias brasileiras. Avaliado por critérios como sabor, textura, aparência e qualidade técnica, o concurso promove o fortalecimento do setor de panificação, valorizando o trabalho artesanal e a inovação na produção.













