:: ‘filme’
Filme inspirado em livro de Adroaldo Almeida é lançado em Itororó
Com roteiro e direção do cineasta Luís Sérgio Ramos, foi lançado nesta sexta (08) o filme em curta-metragem “A última Flor da Terra” baseado no romance homônimo do escritor Adroaldo Almeida.
O livro foi publicado no Brasil em 2019 pela Editora Trevo de São Paulo e traduzido para o italiano e editado pela Edizioni We de Milão em 2021.
O Movimento Puro Cinema Puro, coletivo de artistas do Médio Sudoeste da Bahia, produziu o filme e disponibilizou no YouTube.
“Adorei o resultado do trabalho, é um poema em audiovisual, uma declaração de amor ao meu livro. Estou muito agradecido a Sérgio Ramos e todo o Movimento”, disse Adroaldo, emocionado.
Assista:
‘Mariguella´ já é o filme brasileiro mais visto desde o início da pandemia
Primeiro longa-metragem de Wagner Moura como diretor, ‘Marighella’ estreou oficialmente nos cinemas brasileiros na última quinta-feira, 4 de novembro de 2021, exatamente 52 anos após o assassinato de Carlos Marighella pela Ditadura Militar Brasileira, em 1969. Desde então, o filme alcançou 100 mil espectadores em 300 salas, incluindo as sessões de pré-estreias.
A marca já é responsável por tornar ‘Marighella’ o filme brasileiro mais visto desde o início da pandemia, em março de 2020. O longa chegou ao Brasil depois de passar por importantes festivais mundo afora (Berlim, Seattle, Hong Kong, Sydney, Santiago, Havana, Istambul, Atenas, Estocolmo, Cairo, entre cerca de 30 exibições em países dos cinco continentes).
‘Marighella’ traz no elenco Seu Jorge, no papel-título, Bruno Gagliasso, Luiz Carlos Vasconcellos, Herson Capri, Humberto Carrão, Adriana Esteves, Bella Camero, Maria Marighella, Ana Paula Bouzas, Carla Ribas, Jorge Paz, entre outros. O filme conta a história dos últimos anos de Carlos Marighella, guerrilheiro que liderou um dos maiores movimentos de resistência contra a ditadura militar no Brasil, na década de 1960.
Comandando um grupo de jovens revolucionários, Marighella (Seu Jorge) tenta divulgar sua luta contra a ditadura para o povo brasileiro, mas a censura descredita a revolução. Seu principal opositor é Lucio (Bruno Gagliasso), policial que o rotula de inimigo público nº 1. Quando o cerco se fecha, o próprio Marighella é emboscado e morto – mas seus ideais sobrevivem nas ações dos jovens guerrilheiros, que persistem na revolução.
O filme tem produção da O2 Filmes e coprodução da Globo Filmes e Maria da Fé. A distribuição é da Paris Filmes e da Downtown Filmes.
Direto dos Estados Unidos, itabunense prepara filme sobre surf
Aos 27 anos, o itabunense Giovanni Costa Massa vive novas experiências de criação no universo da “sétima arte”. Desde o bacharelado em Cinema na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Brasil, ele formou-se em Filme e Televisão pela Orange Coast College, em Hollywood, e passou um período no New York Film Academy, ambas nos Estados Unidos.
Um dos trabalhos em preparação, produzido, escrito e dirigido por ele naquele país, é o curta-metragem sobre surf “The Day of the Shred”. Filmado em Newport Beach, na Califórnia, o roteiro de 21 minutos traz os personagens Aaron e Mateo. Eles tentam surfar para quebrar a maldição de uma onda possuída por espíritos zumbis.
Animado, Giovanni lembra que se trata do primeiro filme de ficção brasileiro com a temática do surf –vem exatamente num tempo em que esse esporte chega às Olimpíadas. “É um dos primeiros curta-metragens de ficção sobre surf no mundo. Mistura comédia, aventura, ação esportiva e terror, numa história que aborda temas importantes como a diversidade e o respeito de forma leve e descontraída”, descreve.
O cineasta itabunense lembra que esse filme que chega em um momento de alta para o surf no planeta, especialmente para o surf brasileiro. E também compartilha a alegria de termos o primeiro vencedor no surf sendo o nordestino Ítalo Ferreira. Ele, inclusive, filmou o atleta surfar em 2018, durante o campeonato de surf US Open de Huntington Beach, um dos mais importantes da Califórnia.
Curta-metragem mostra implosão do Prédio Santa Paula em Ipiaú
De símbolo de uma cidade verticalizada e do progresso à marca da decadência da cultura do cacau. O curta-metragem “Ícone”, dirigido por Edson Bastos e Henrique Filho, da Voo Audiovisual, traz uma Ipiaú em que o Maison Valle dos Rios, mais conhecido como Prédio Santa Paula, é implodido. Este é o primeiro edifício do município do Médio Rio de Contas com nove andares capazes de serem vistos de diversos pontos da cidade. Erigida por poderosos do cacau entre 1979 e 1983, devido à queda do preço do fruto e à descapitalização da Construtora Santa Paula, a construção foi paralisada, o que a transformou em um elefante branco que atrai olhares curiosos e frustrados há quase 40 anos.
A crônica ‘Ícone’, escrita pelo ex-professor, poeta e cronista Vitor Hugo Martins, publicada no livro ‘Cronicália’ (2015), inspirou a realização deste curta-metragem pelos diretores do filme, que são naturais de Ipiaú. Edson e Henrique são premiados cineastas – também realizadores do longa-metragem ‘Dr. Ocride’, que conta a história de Euclides Neto – e dedicam boa parte de suas obras a destacar a cultura do interior, especialmente da cidade natal.
O curta-metragem tem duração de 20 minutos, será lançado nesta sexta-feira (09) e ficará disponível até o dia 16 de abril, tanto no www.youtube.com/VooAudiovisual quanto no site www.vooaudiovisual.com.br. O filme conta com legendas em inglês, francês e espanhol. Assista ao filme aqui: https://youtu.be/XZmBx3ObevI
Além disso, tem uma versão com acessibilidade – interpretação em Libras, Audiodescrição e Closed Caption. Assista a esta versão: https://youtu.be/ xkD77p1GEcs
Para compartilhar o processo de produção da obra, será realizado um bate-papo virtual sobre o filme, onde os participantes contarão como a obra foi produzida. A live será nesta sexta-feira, dia 09, às 19h, no perfil do Instagram @vooaudiovisual, com participação dos diretores Edson Bastos e Henrique Filho; do cineasta e consultor de roteiro desta produção, José Araripe Jr.; da diretora de produção do filme, Laísa Eça; e do músico e trilheiro, Ayam U’Brais.
Filme ‘Marighella’ tem sessões especiais em Salvador na Semana da Consciência Negra
O filme Marighella, com estreia prevista para abril de 2021 no Brasil, será exibido em sessões especiais em Salvador na semana da Consciência Negra, entre os dias 19 e 25 de novembro. As sessões serão no Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha.
No ano passado, o longa, que conta a história dos últimos anos de Carlos Marighella, guerrilheiro baiano que lutou na resistência contra a ditadura militar no Brasil, foi exibido no Festival de Berlim, onde foi aplaudido de pé pelo público e recebeu elogios por parte da crítica internacional.
No Brasil, no entanto, a estreia do filme gravado em 2017 foi adiada duas vezes – uma por problemas com a Ancine e outra por causa da pandemia da Covid-19. Estrelado por Seu Jorge, o longa tem no elenco os atores Bruno Gagliasso, Luiz Carlos Vasconcellos, Herson Capri, Humberto Carrão e Adriana Esteves.
Nas eleições municipais deste domingo (15), a neta do guerrilheiro, Maria Marighella (PT), foi eleita como vereadora em Salvador, com 4.837 votos. (Metro1)
Histórias de Jorge Amado, Caymmi e amigos serão retratadas em documentário

(Bahia.ba)- Inspirado na frase “A amizade é o sal da vida”, de Jorge Amado, um domunentário será produzido para retratar as histórias do escritor baiano com amigos. Nominado de “O sal da vida”, o filme que começará a ser rodado em 2021, vai apresentar centenas de correspondências trocadas entre o escritor, Dorival Caymmi, Hector Carybé e Pierre Verger.
Sergio Machado assume a direção e promete mostrar cartas inéditas guardadas por Paloma, filha de Amado, para recontar a amizade entre os quatro sob a ótica da intimidade e do carinho que eles dividiam. De acordo com O Globo, o documentário vai mostrar ainda um pouco da obra do grupo.
CARTA DE CAYMMI PARA JORGE AMADO.
Cineasta itabunense Vitor Augusto Xavier lança filme “Arthur”, uma história de redenção familiar
O cineasta itabunense Vitor Augusto Xavier está lançando o filme “Arthur”, um curta-metragem baiano de drama dirigido e produzido, junto aos seus pais, Ademilton Batista e Nivea Jane, que também são atores no filme e protagonizam os personagens principais. O filme aborda a história de um homem de meia-idade chamado Arthur, que anos após perder seu único filho, busca redenção em uma viagem de volta para a sua esposa.

Vitor e Ademilton
A produção independente da ABS Filmes (empresa produtora do filme) foi filmada em Itabuna, Ilhéus e Salvador e está participando do conceituado festival internacional de cinema “My RODE Reel 2020”, que acontece na Austrália anualmente e premia curtas do mundo inteiro. O filme também pode ser assistido no YouTube, no canal pessoal do diretor.

Os pais/atores do cineasta
O curta faz parte de um longa-metragem que está sendo produzido por Vitor e seus pais e será lançado em 2021 no Brasil e no exterior. Contendo muito mais imagens, elementos e desfechos para a história. A versão de três minutos foi editada exclusivamente para participar do festival My RODE Reel 2020.
-Boa parte do filme é focado na viagem do protagonista, contemplando durante o trajeto, belíssimas paisagens da capital baiana e de outras cidades, como também pontos históricos e o vasto litoral nordestino.

Vitor Xavier
FICHA TÉCNICA
Vitor Augusto Xavier
Diretor, Roteirista, Produtor, Editor e Dir. de Fotografia
Ademilton Batista
Ator, Produtor, Co-roteirista e Co-diretor
Nivea Jane
Atriz, Produtora
Luan Pereira
Assistente de Making of
ABS Filmes
Empresa Produtora
LINKS
Filme: https://youtu.be/wBnZjkNw7_U
Making of: https://youtu.be/Zq9g5WjXAPI
Instagram -Vitor Augusto Xavier: http://www.instagram.com/vitoraugustoxavier Instagram – Ademilton Batista: http://www.instagram.com/ademiltonbatistaoficial Website – ABS Filmes: http://www.absfilmes.com.br
“As Cores da Serpente” estréia hoje em Salvador
Acontece hoje (4) em Salvador, a estréia do filme “As Cores da Serpente”, que tem direção de Juca Badaró. A exibição será seguida de debate com a presença do jornalista e idealizador do projeto Murais da Leba, Vladimir Prata, grafiteiro angolano, Rafa Invencible, e Juca Badaró.
O filme faz registro afetivo sobre a história do Coletivo Murais da Leba, a maior intervenção de grafite da África, procurando entender as motivações dos artistas participantes. A Serra da Leba, composta pela província de Huila e Namibe, em Angola, tem um histórico de 30 anos vividos em guerra. Buscando se relacionar com sua tradição e ancestralidade, um grupo de artistas angolanos busca pintar os mais de seis mil metros quadrados dos paredões que envolvem a região.
O evento ocorrerá no Espaço Itaú de Cinema, às 19h, em frente a Praça Castro Alves (Centro).
“Estou preparado para a porrada”, diz Wagner Moura sobre o filme ‘Marighella’

Do Brasil de Fato – “‘Cuidado que o Marighella é valente’, alertou um agente da repressão antes de umas das muitas tentativas de captura do líder revolucionário durante a ditadura militar”. A passagem da biografia de Carlos Marighella, escrita por Mário Magalhães, retrata uma das principais facetas do protagonista do filme dirigido por Wagner Moura, que estreia na 69ª edição do Festival de Berlim, na Alemanha, entre os dias 7 e 17 de fevereiro.
Essa é a primeira vez que Wagner Moura, mais conhecido por seu papel como Capitão Nascimento no filme “Tropa de Elite”, trabalha como diretor. De cara, ele assumiu como desafio reconstruir parte da trajetória de Marighella: poeta, militante comunista desde a juventude, deputado federal e fundador do maior grupo armado de oposição à ditadura, a Ação Libertadora Nacional (ALN).
O filme, que vai do drama à ação, conta justamente sobre o período mais conturbado e radical da vida do baiano como guerrilheiro. “A minha escolha por esse recorte também atende a vontade de que o filme seja popular, que muita gente veja, sobretudo as pessoas pelas quais Marighella lutava, o que é uma questão quando você pensa que o cinema é um divertimento elitizado no Brasil”, explica, em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato.


















