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Festival Multiarte exibe Documentário “Itabuna 100 anos- A História contada”
“Itabuna 100 anos- A História contada”, dirigido por Raquel Rocha, será exibida hoje no Festival Multiarte, em Itabuna.Produzido no ano do seu centenário o filme conta um pouco da história de Itabuna através do relato dos próprios personagens.
Passando pelos acontecimentos históricos importantes e aspectos peculiares a uma época do passado, o filme mostra o quanto a história da cidade se mistura com a história das pessoas que nela viveram. Uma história que passa por banhos nas águas cristalinas do Rio Cachoeira, pelas festas glamorosas nos clubes e pelos carro alegóricos tocando marchinhas carnavalescas nas ruas. Pelos cortejos românticos nos jardins e a descoberta do sexo nos bairros meretrícios. Pelo prejuízo nas enchentes e conquistas no futebol.
Uma história que passa pelas ruas, pelas praças, pelos cemitérios, pela importância de personalidades marcantes e também itabunenses anônimos. Uma história sobre uma época em que a vida era permeada de poesia mas também de preconceito.
PESSOAS QUE FAZEM PARTE DA HISTÓRIA
Cinema “Eu Receberia As Piores Notícias Dos Seus Lindos Lábios”
Por Raquel Rocha
“Santa é a carne que peca”
Baseado no livro homônimo de Marçal Aquino “Eu Receberia As Piores Notícias Dos Seus Lindos Lábios” é tão intenso quanto a obra que o originou. O filme narra um triângulo amoroso no interior do Pará envolvendo um pastor (Zécarlos Machado), sua esposa (Camila Pitanga) e um fotógrafo (Gustavo Machado).
Lavinia, ex-prostituta e usuária de drogas foi encontrada pelo pastor Ernani nas ruas do Rio de Janeiro. Através da palavra de Deus, numa espécie de sessão de exorcismo, o pastor a resgata do mundo das drogas e da prostituição. Depois faz dela sua esposa. Eles se mudam para o interior do Pará, onde ele, além de pregar sua fé, também luta contra poderosas madeireiras. Nesse cenário belíssimo e perigoso Lavínia conhece o fotógrafo Cauby, com quem acaba se envolvendo e vive um romance arrebatador.
Lavínia se torna uma musa para Cauby que a fotografa obsessivamente. Ela é uma personagem divida entre o olhar de Cauby e as palavras do marido, que ela não tem coragem de abandonar.
-Vamos embora comigo Lavínia, Vamos embora daqui.
-Não posso, não posso…
-Você não pode ou você não quer?
-Eu não posso, eu não quero.
Eles não podem ficar juntos mas também não conseguem se abandonar. A química entre os personagens é avassaladora, as cenas sensuais que ambos protagonizam não tem maquiagem, são cruas, densas. Mas se entregar a esses dois amores é algo que a frágil e confusa Lavínia não consegue aguentar, essa divisão parece fazê-la sangrar e perder suas forças.
Dirigido por Beto Brant e Renato Ciasca, Eu Receberia As Piores Notícias Dos Seus Lindos Lábios não é um filme convencional. A forma como a história é narrada chega a causar estranheza em alguns momentos. Um dos pontos fortes do filme é a atuações dos personagens, Zécarlos Machado, Gero Camilo, Gustavo Machado e Camila Pitanga, esta se desnuda de roupas, vaidades e estrelismo, para se entregar de corpo a alma a esse papel que ela classificou como o maior da sua vida.
O filme foi lançado em 2012 é o sexto da parceria entre Beto Brant e Marçal Aquino, anteriormente outras adaptações haviam feitas, em “Os Matadores” , “Ação Entre Amigos”, “O Invasor”, “Crime Delicado” e “Cão Sem Dono” (2007). Nenhum deles um blockbuster, como Eu Receberia As Piores Notícias Dos Seus Lindos Lábios também não o é. Mas é um filme marcante para quem tem a oportunidade de assistir, uma história forte, com poucas palavras, cores saturadas e uma honestidade perturbadora.
Classificação Indicativa: 16 anos
Trailer
Trechos Livro
“Lembrei dos dias que passei sem ela. Dias em que encontrar, por acaso, um fio de seu cabelo preso na fronha do travesseiro bastava para me encher de angústia e dor. Estive a ponto de rastejar. Atire a primeira pedra aquele que não estremeceu ao recuperar, nos lençóis encardidos da cama em que dorme solitário, o cheiro da mulher ausente.
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“Falamos, falamos, falamos. E mesmo assim faltou dizer tanta coisa. E escutar também. Ela nunca disse que me amava. Jamais ouvi de seus lindos lábios a sentença que pronunciei algumas vezes.”
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“O que acontece é que, quando estou com você, eu me perdôo por todas as lutas que a vida venceu por pontos, e me esqueço completamente que gente como eu, no fim, acaba saindo mais cedo de bares, de brigas e de amores para não pagar a conta. Isso eu poderia ter dito a ela. Mas não disse.
Filme: Nuovo Cinema Paradiso
Por Raquel Rocha
Salvatore Di Vita é um famoso cineasta que mora em Roma. A primeira cena do filme mostra sua mãe tentando ligar para ele para avisar que alguém havia falecido enquanto sua irmã diz que é inútil, que ele não se importa pois há 30 anos não retorna a Sicília, cidade em que nasceu. Seria Salvatore Di Vita um boçal que renega suas raízes? A noite o cineasta, ao deitar, recebe o recado que sua mãe havia deixado, comunicando o falecimento e o funeral de alguém chamado Alfredo. A câmera vai se fechando lentamente no rosto desse homem e acontece a magia do cinema.
Salvatore é então Totó, um o coroinha na igreja da pequena cidade. Após a missa o padre vai até o cinema assistir o filme do dia e censurar as cenas de beijos antes da exibição para o púbico. Totó vai junto escondido e se enfia na sala de projeção onde o projetista Alfredo exibe os filmes para o padre. Alfredo o expulsa mas ele sempre volta. Alfredo briga com ele mas ele sempre rebate. Ele olha Alfredo retirar os pedaços de filmes com as cenas dos beijos e pede-as para si. Alfredo não dá, diz que é material inflamável, perigoso. Mas Totó sempre rouba alguns pedados que encontra no chão.
Totó é um menino difícil, não se encaixa bem nos papeis que deveria desempenhar, como coroinha, como aluno e como filho. Seu pai não havia voltado da guerra e sua mãe vivia com dificuldade com duas crianças. A única forma de felicidade de Totó estava no mundo dos filmes, onde tudo era possível. Por isso não conseguia ficar longe da sala de projeção do Cinema Paradiso, mesmo quando foi terminantemente proibido após provocar um incêndio em sua casa com os pedaços de película que tinha furtado. A teimosia do pequeno cinéfilo é maior que a resistência do projetista e aos poucos Alfredo aceita aquele menino e divide com ele sua grande paixão.
Alfredo o ensina a projetar filmes mas sempre o incentivando a estudar, pois ele precisava ser alguém, se livrar do vício do cinema, para não acabar como ele, que passou a vida numa sala de projeção esquecido. Uma belíssima amizade nasce entre essas duas figuras tão diferentes, o menino e velho, unidos pelo amor aos filmes que são exibidos no Cinema Paradiso.
O filme conta uma história simples, sem grandes viradas, mas o roteiro é construído com tanta sensibilidade que o expectador fica duas horas encantado diante da tela, sentindo-se exatamente como Totó quando fugia para a sala de projeção.
A força do filme talvez decorra do fato de se tratar de um retrato autobiográfico do diretor Giuseppe Tornatore (La leggenda del pianista sull’oceano, La domenica specialmente) que conta sua história de vida com sutileza rara. O filme fala sobre amizade, sobre destino, sobre paixão e sobre o quanto uma pessoa pode se importar com outra. A cena final é umas das mais belas da história do cinema. Não só a cena, Cinema Paradiso é um dos filmes mais belos de todos os tempos, uma declaração de amor, uma verdadeira obra de arte.
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“Alfredo: Vivendo aqui dia após dia, você acha que é o centro do mundo. Você acredita que nada vai mudar. Então você sai: um ano, dois anos. Quando você voltar, tudo mudou. O fio está quebrado. O que veio a encontrar não está lá. O que foi o seu está desaparecido. Você tem que ir embora por um longo tempo … muitos anos … antes que você possa voltar e encontrar o seu povo. A terra onde nasceu. Mas agora, não. Não é possível. Agora você é mais cego do que eu.
Salvatore: Quem disse isso? Gary Cooper? James Stewart? Henry Fonda? Eh?
Alfredo: Não, Toto. Ninguém disse isso. Desta vez é sou eu. A vida não é como nos filmes. A vida … é muito mais difícil.”
FICHA TÉCNICA
Gênero: Drama
Direção: Giuseppe Tornatore
Roteiro: Giuseppe Tornatore, Vanna Paoli
Elenco: Agnese Nano, Antonella Attili, Enzo Cannavale, Isa Danieli, Jacques Perrin, Leo Gullotta, Leopoldo Trieste,Mario Leonardi, Philippe Noiret, Pupella Maggio, Salvatore Cascio
Produção: Franco Cristaldi, Giovanna Romagnoli, Mino Barbera
Fotografia: Blasco Giurato
Trilha Sonora: Andrea Morricone, Ennio Morricone
Filme: Tão Forte, Tão Perto
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“ARE YOU THERE? ARE YOU THERE? ARE YOU THERE?“
Por Raquel Rocha
Oskar Schell (Thomas Horn) é um menino antissocial, que tem dificuldade em falar com as pessoas e ir a certos lugares. Seu pai é o único que o entende e ambos compartilham um mundo próprio, cheio de fantasia, investigação e descobertas. É uma forma do pai estimular o filho a pensar, tomar iniciativas e ter contato com o mundo.
Mas o pai de Oscar morre no atentado de 11 de setembro. O menino não aceita a perda do pai e vive como se sua vida estivesse suspensa.
Quase um ano após a tragédia, sentindo-se afundar num grande vazio Oscar decide buscar algo a que se agarrar. E encontra. Trata-se de uma chave, dentro de um envelope que por sua vez está dentro de um jarro azul onde está escrito “Black”.
O menino guarda essa chave como se ela fosse a única forma de sentir seu pai perto e resolve descobrir qual fechadura ela abre. Para isso ele planeja visitar 472 pessoas em Nova York que possui o sobrenome Black.
Extremely Loud And Incredibly Close é um filme comovente sem ser piegas, um filme sobre a dedicação de um pai, a lealdade de um filho, o amor de uma mãe e uma grande busca.
Quotes
“Se o sol explodisse você nem perceberia por oito minutos. Esse é o tempo que demora para a luz viajar até nós. Por oito minutos o mundo estaria claro e ainda sentiríamos o calor. Fazia um ano da morte do meu pai e eu sentia que meus oito minutos com ele estavam se esgotando.”
Trailer
Ficha Técnica
Quanto Mais Quente Melhor
Por R@quel Rocha
Dois músicos desempregados (Jack Lemmon e Tony Curtis) acabam testemunhando uma chacina comandada por um gangster. Jurados de morte eles se travestem de mulheres e, utilizando os nomes de Josephine e Daphne, embarcam num trem para Miami junto com uma banda feminina. Na viagem eles conhecem a cantora Sugar Kane interpretada por Marilyn Monroe. Ambos se apaixonam por ela, mas precisam disfarçar o desejo e manter a postura feminina.
Dirigido por Billy Wilder, Some Like It Hot é uma comédia simples, mas espirituosa. Cenas hilárias de dois marmanjos tentando agir como damas e de Marilyn inocentemente íntima deles sem ter noção do quanto sua sensualidade os afeta. E eles repetem pra si mesmo “I’m a girl, I’m a girl, I’m a girl”. No período da lei seca, bebem juntos a noite na cama, brincando como meninas com a loira fatal debaixo dos lençóis. Para completar a comédia, um milionário (Joe E. Brown) se apaixona por Daphne e eles acabam encontrando o gangster do qual fugiam em Miami, exatamente no hotel em que vão tocar.
O filme é de 1959, mas ainda hoje funciona utilizando receitas que depois foram repetidas ao longo desses 50 anos. “Quanto Mais Quente Melhor” é um exemplo da capacidade mágica do cinema de provocar as mesmas sensações ao longo de décadas e claro, de eternizar a beleza de uma das atrizes mais deslumbrantes da história da sétima arte.
Meia Noite em Paris
Um dos melhores filmes de Woody Allen. Midnight in Paris é encantador, nostálgico, culto, irretocável. Um filme que fala diretamente a alma humana, afinal quem nunca sentiu a estranha sensação de não pertencimento ao seu tempo e espaço? Quem nunca assistiu a um filme ou leu um livro antigo e não desejou ter vivido naquela época? Nesse filme Allen, um dos diretores mais psicanalíticos de todos os tempos, consegue mexer com o inconsciente, suas inquietações e vontades de forma absurdamente poética.
Gil Pender é um roteirista hollywoodiano frustrado que anseia por mergulhar fundo na literatura. Ele viaja a Paris com sua noiva e a família dela mas aos poucos ele vai se distanciando dessas pessoas e se aproximando cada vez mais da Paris dos seus sonhos e encontrando assim a oportunidade de entrega total a grande arte. No filme Wood Allen magicamente conduz seu personagem a Paris do passado e seu impossível encontro com Pablo Picasso, Salvador Dali, com os escritores Ernest Hemingway (Por Quem os Sinos Dobram), Scott Fitzgerald, Gertrud Stein, o músico Cole Porter, o cineasta Luis Buñuel e com sutis detalhes da arte de cada um.
Um mergulho na história que só seria possível numa cidade como Paris que preserva seu passado em cada rua, cada esquina, cada tijolo, cada cheiro No retrocesso tudo muda: os carros, os figurinos, a música. Somente Paris continua a mesma. Allen consegue transportar o personagem no tempo com uma sutileza incomum de forma que não causa nenhuma estranheza o personagem entrar num carro, voltar quase um século atrás e parecer que não tinha como ser diferente.
Allen e Paris combinam divinamente, em Meia Noite em Paris o diretor conseguiu fazer um recorte estético da cidade luz ainda mais incrível que em Todos Dizem Eu Te Amo. As primeiras cenas do filme constroem um cartão postal dos lugares mais lindos da capital francesa. Em uma das cenas o personagem lê num livro “Que Paris exista e que alguém possa escolher viver em qualquer outra parte do mundo será sempre um mistério para mim.”
A trilha sonora é perfeita, a atuação de Marion Cotillard é encantadora, aliais tudo no filme se encaixa lindamente. Midnight in Paris é uma celebração à beleza, à literatura e, sobretudo, à arte de fazer cinema.
Marnie- Confissões de uma Ladra
Por Raquel Rocha
Uma mulher caminhando de costas numa estação de trem, cabelos pretos, roupas sérias, uma mala e uma bolsa amarela.
Um banco que acaba de ser roubado por uma mulher que desapareceu.
Uma mulher num quarto de hotel. Ela coloca roupas novas dentro de uma mala, abre a bolsa amarela que está cheia de dinheiro e joga também dentro da mala. Em seguida ela troca a identidade e tira a tintura do cabelo, revelando ser loira. Nesse momento vemos o rosto dela pela primeira vez.
A mulher chega em um hotel fazenda todos a reconhecem e a tratam bem. Ela deixa as malas no quarto e sai para montar o seu cavalo, feliz com os cabelos soltos ao vento.
A mesma mulher chega na casa de sua mãe. Cabelos presos como uma boa moça. Demonstra ciúmes de uma garota de 10 anos da qual sua mãe toma conta. A mulher tenta agradar a mãe que se mostra fria e indiferente. Ela chega chega a sentar o chão e colocar a cabeça no colo da mãe, como um animalzinho carente mas sua mãe a repele.
É dessa forma que Hitchcock vai revelando aos poucos quem é Marnie, a protagonista de “Confissões de uma Ladra”. Uma mulher mistériosa, fascinante e cheia de problemas psicológicos.
Marnie (Tippi Hedren), com a nova identidade, começa a planejar mais um golpe e procura emprego nas empresas Rutland. O que ela não sabe é que o proprietário da empresa Mark (Sean Connery) era cliente do banco do golpe anterior e a reconhece. Ainda assim ele a contrata: “Sou um expectador interessado no show que vai se desenrorar.”
Ela se torna sua funcionária e ele se apaixona por ela. Ela rouba sua empresa, ele a captura e a obriga a se casar com ele caso não queira ir para a cadeia. O predador se rende a sua presa. Ele a prende mas também se torna prisioneiro pagando um preço alto para tê-la ao lado pois ele descobre que Marnie é frígida, é incapaz de sentir prazer em estar com um homem e se enoja com qualquer tentativa de carinho do marido.
Além de ladra e frígida Marnie também tem algumas fobias: ela não suporta a cor vermelha e entra em pânico quando começa uma tempestade. A noite tem pesadelos e chama pela mãe. Além de marido, Mark tenta ser uma espécie de psicanalista da esposa, ele sabe que há algo errado com ela, por isso ler livros de psicanálise e tenta fazer com que ela fale do seu passado.
O que fez Marnie se tornar tão enigmática e perturbada? O que há por trás da cor vermelha? e dos trovões? e da sua cleptomania? E por que sua mãe a trata com tanta frieza? Essas perguntas não saem da cabeça do expectador, que quer descobri, assim como Mark quem é e o que aconteceu com Marnie. É filme genial, desses que a gente não consegue parar de assistir e depois quer assistir de novo e de novo.
A produção do filme carrega consigo muitas histórias. Quem ia interpretar Manie era Grace Kelly mas ela acabou desistindo do papel. O roteirista foi demitido por se recusar a escrever uma cena de estupro e Hitchcock teve uma série de desentendimento com Tippi Hedren por quem ele mantinha uma paixão obsessiva desde Os Pássaros. Talvez por todos esses problema é que Marnie Confissões de uma Ladra seja tão fascinante.
Trailer
Candelabro Italiano (1962)
“Quanto se pode ser feliz?”
Por Raquel Rocha
Prudence Bell é uma bibliotecária de New England que vive uma vida pacata e solitária. Ao emprestar um livro seu a uma aluna acaba sendo chamada atenção pela direção da escola que considera o material obsceno. Diante da situação Prudence se demite e declara: “Irei para onde sabem o que é o amor, para a Itália.” Embarca então em um navio para Roma, disposta a viver lá um grande romance.
O filme não conta uma grande história. O óbvio acontece: em Roma ela encontra Don, um homem que acaba de ser abandonado pela namorada, está sozinho e sofrendo. Juntos eles exploram Roma e o interior da Itália, as artes e falam sobre seus sentimentos. É uma história romântica, inocente e bela na sua singeleza.
O filme vale pelas lindas paisagens da Itália, pelos diálogos e pela música que nunca mais vai sair da sua cabeça “Al di la”. Por isso diferente do tradicional trailer, hoje deixo aqui a cena do filme que toca essa música e claro, a declaração a uma das cidades mais lindas do mundo.
“Roma não pode ser vista num dia, numa semana, num mês ou num ano”
Troy Donahue ……. Don Porter
Angie Dickinson ……. Lyda Kent
Rossano Brazzi ……. Roberto Orlandi
Suzanne Pleshette ……. Prudence Bell
Constance Ford ……. Daisy Bronson
Al Hirt ……. Al Hirt
Hampton Fancher ……. Albert Stillwell
Iphigenie Castiglioni ……. Condessa



















