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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘cortes na educação’

“Bolsonaro vai ter que enfrentar o povo nas ruas”, diz Robinson Almeida

raalO deputado estadual Robinson Almeida (PT) subiu o tom contra o governo Bolsonaro no ato realizado por estudantes, professores e sindicalistas no Campo Grande, em Salvador, contra a Reforma da Previdência e os cortes na Educação. Manifestações contra as medidas do governo Bolsonaro foram realizadas em várias cidades do país nesta terça-feira (13) e foi o segundo assunto mais comentado no microblog Twitter.

“O governo Bolsonaro é simulacro de uma ditadura que combate a ciência, a tecnologia, o pensamento crítico porque é próprio dos tiranos não conviver com as diferenças, com o contraditório. É por isso que a democracia se levanta nas ruas, na capital da resistência, para dizer a Bolsonaro que pra passar por cima de nossa democracia, dos nossos direitos, ele vai ter que enfrentar o povo nas ruas”, enfatizou Robinson, que participou da caminhada no centro da cidade e considera nefastas as medidas do governo federal, como o contingenciamento dos gastos públicas e a reforma da previdência.

No último mês de maio, o governo federal bloqueou 30% do Orçamento das Universidades Federais. Com a medida, a Universidade Federal da Bahia (Ufba), por exemplo, informou que, sem o desbloqueio de verbas por parte do Ministério da Educação, não conseguirá manter as atividades normalmente em setembro.

Com ´aula nas ruas`, Itabuna protesta contra cortes na Educação

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aula 3

 

A aula hoje foi nas ruas. Aula de cidadania, aula de mobilização, aula de defesa da Educação. Em Itabuna, estudantes, professores, sindicalistas e lideranças políticas ocuparam a avenida do Cinquentenário, no Dia Nacional de Mobilização contra os cortes do Governo Bolsonaro, que atinge do ensino básico às universidades.

aula 1

Um dos pontos altos do protesto foi a defesa da Universidade Federal do Sul da Bahia, que teve mais de 50% das verbas cortadas, o que pode comprometer o funcionamento da instituição.

aula 4

A manifestação, que superou o ato realizado no dia 15, também protestou contra a Reforma  da Previdência. O ato foi encerrado  na praça Olinto Leone, com um chamamento à greve geral, convocado pelas centrais sindicais para o dia 15 de junho.

Ilhéus: professores, estudantes, índios e sindicatos protestam contra cortes na Educação

ios protesto

Estudantes da Rede Pública, professores do Ensino Médio e Superior, artistas e comunidade Tupinambá participaram hoje (30) de um grande ato público em defesa da Educação de qualidade com mais investimento (e não retrocesso) e contra a Reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro, que segundo o segmento prejudica os direitos dos trabalhadores. O ato foi organizado por estudantes ilheenses e contou com o apoio e a participação da APPI/APLB.

Uma aula pública foi ministrada pelo filósofo e professor da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Josué Cândido da Silva, que falou do processo de destruição do ensino público pelo atual governo federal. Presente ao ato, a sindicalista Enilda Mendonça elogiou a luta dos estudantes e professores e disse que é fundamental manter a luta permanente para garantir as conquistas do povo brasileiro.

Índios da etnia Tupinambá, da região de Olivença, também manifestaram apoio à luta, defendendo o direito a terra. O ato aconteceu em frente ao Palácio Paranaguá, Centro Histórico de Ilhéus. (BahiaOnline)

Cortes na educação: a gota d’água vai virar um tsunami

Pedro Gorki

pedro gNa segunda-feira, 6 de maio, eu estava junto às centenas de estudantes que protestavam do lado de fora do Colégio Militar do Rio de Janeiro, no bairro da Tijuca. Dentro, o presidente Jair Bolsonaro, cujo governo anunciou, recentemente, o corte de 30% do dinheiro da educação. Enquanto Bolsonaro estava fechado, cercado por alto esquema de segurança, com medo da reação popular e de encarar os jovens que lá estavam, o protesto dos secundaristas ganhava o apoio da população, das pessoas que passavam a pé, nos carros, dos trabalhadores, de quem escutava as reivindicações e concordava com elas.
A reação popular contra os cortes na educação, liderada pelo movimento estudantil secundarista e universitário, pode resultar nas maiores manifestações do Brasil desde a posse presidencial em janeiro. Até Bolsonaro já sabe que essa foi a gota d’água que vai virar um tsunami. Bolsonaro não gosta muito de estudar e não é lá muito bom de história – a ponto de falar que a ditadura no Brasil não existiu ou que os ditadores assassinos de países como o Chile e o Paraguai foram pessoas importantes. Mas ao ignorar ou desconhecer que, neste mesmo continente, foi a juventude que enfrentou e derrubou os regimes mais autoritários, pode ter cometido um erro que as ruas não vão perdoar. Nós vamos para cima.

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