:: ‘Bolsonaro’
“Lula é esperança para um Brasil destroçado por Bolsonaro”, afirma deputado Robinson Almeida
O vice-líder do governo do estado na Assembleia Legislativa, deputado estadual Robinson Almeida (PT), afirmou, nesta terça-feira (24), que o ex-presidente Lula será recebido de braços abertos pela Bahia amanhã e que o petista é a esperança de um Brasil “abandonado e destroçado pelo presidente Jair Bolsonaro”.
“A Bahia está de braços abertos para o presidente Lula. O presidente Lula não é só querido e muito amado do povo baiano e brasileiro, o presidente Lula hoje é a esperança, é a luz no final do túnel de um país abandonado, destroçado, pela incompetência, pela insensibilidade do presidente Bolsonaro e de sua gestão no governo federal”, discursou o deputado Robinson Almeida durante sessão plenária.
Lula chega em Salvador e cumpre extensas agendas na quarta e na quinta-feira (26) na capital baiana. Amanhã à tarde ele tem encontro com deputados na Assembleia Legislativa e com representantes de movimentos sociais. Em seguida, o ex-presidente concede entrevista coletiva, enquanto no dia seguinte tem agenda no bairro da Liberdade e encontro com lideranças do Movimento Negro baiano. O ex-presidente ainda deve se encontrar com o governador Rui Costa (PT), o senador e pré-candidato ao governo do estado, Jaques Wagner (PT), os senadores Otto Alencar (PSD) e Ângelo Coronel (PSD), além do vice-governador João Leão (PP).
Deputado acusa Bolsonaro de sabotar entrega de vacinas e João Roma de não defender a Bahia; “sem força e omisso”
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) acusou o Ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), de não ter força para defender a Bahia e por “não mover uma palha” para que o estado receba as mais de 900 mil doses de vacinas contra covid represadas pelo Ministério da Saúde. A Bahia é o segundo estado do Brasil com maior defasagem no recebimento dos imunizantes, atrás apenas do Pará. Estados do nordeste também estão entre os que menos receberam doses de vacina contra Covid-19 do governo federal. Esse desequilíbrio fez com que menos de 62% dos baianos recebessem a primeira dose ou dose única. O Estado recebeu menos de 9 milhões e 500 mil doses e mais de 26 mil baianos perderam a vida para Covid.
“É um ministro sem força, que não defende a Bahia. Só abre a boca pra criticar o governador, os governadores, a mando de Bolsonaro. Enquanto isso, o desgoverno, do qual ele é ministro, sabota a Bahia, que deixou de receber 900 mil doses de imunizantes do Ministério da Saúde que poderiam ter salvado milhares de vidas baianas. As vacinas não foram entregues e ele, o ministro que não tem força, não move uma palha para defender a Bahia, nada fez e nada faz. Um ministro omisso”, disparou o deputado, que esteve com o governador Rui Costa e lideranças regionais em visita a Bacia do Jacuípe, nesta sexta-feira (13).
Contra a tirania a força da democracia
Josias Gomes
Na certa Bolsonaro comemora a sua guerra particular contra o Brasil, onde o desgoverno matou mais de dez vezes o número de mortos na guerra do Paraguai. Quem sabe o filhote de ditador celebre com pompas das Forças Armadas a entrega da riqueza e soberania nacional ao capital estrangeiro. O palhaço assassino achou pouco os gastos com as motociatas e agora utiliza tanque de guerra pra tentar mostrar seu poder estéril.
Uma coisa é certa, Bolsonaro tirou o partido fardado dos quartéis pra atacar diretamente as instituições e a democracia. Mandou um claro recado de que se recuarmos, ele bota os tanques na rua e fecha o congresso, instaura o AI-5 requentado e parte pra ruína total do país.
Parabéns aos meus colegas congressistas que repudiaram o ato infame do projeto de presidente e de parte das FA. Precisamos dar respostas contundentes na defesa da democracia! O povo precisa derrubar Bolsonaro nas ruas. E as instituições necessitam urgentemente acelerar o passo pra eliminar em definitivo o Bolsonarismo da política brasileira. #ForaBolsonaro
Como diria Carval em sua charge genial: PALHAÇOS
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Josias Gomes – Deputado Federal do PT/Bahia licenciado e atualmente titular da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).
Robinson crava Rui ministro de Lula e diz que ACM Neto e João Roma são bolsonaristas “raiz” e “nutella”
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) cravou, em entrevista ao Jornal Tribuna da Bahia, que o governador Rui Costa (PT) pode virar ministro num eventual governo do presidente Lula em 2023. O ex-presidente aparece como líder nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, pontuando com 49% no último levantamento feito pelo IPEC entre os dias 17 e 21 de junho. Para o parlamentar, Rui não deve deixar o cargo em 2022 para ser candidato ao Senado Federal.
“Tudo que eu vejo leva a crer é que o governador vai ficar sentado na cadeira até 31 de dezembro de 2022, fazendo seu projeto mais importante na eleição que é eleger o sucessor. Em 2023, abre um leque de possibilidades, e nós não podemos descartar talvez a principal uma eventual vitória do presidente Lula, que ele possa ser o nome da Bahia no ministério do presidente. Um lugar de destaque para o estado, e certamente o governador reúne todas as credenciais para ocupar esse espaço”, afirmou Robinson.
Sobre a disputa na Bahia ao Palácio de Ondina, o deputado declarou também ter dúvida se o ex-prefeito soteropolitano ACM Neto, presidente nacional do DEM, e o ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos), vão caminhar separados ou juntos na eleição contra o senador Jaques Wagner (PT). Robinson cutucou o democrata, a quem acusou de fazer jogo de cena mas dar sustentação política ao governo Bolsonaro, com o DEM ocupando dois ministérios (Agricultura e Secretaria Geral da Presidência da República), cargos de segundo e terceiro escalão na gestão federal e apoiando os projetos de Bolsonaro, como as privatizações da Eletrobras e da Refinaria Landulpho Alves e a pauta econômica que elevou o custo de vida e aumentou a desigualdade no Brasil.
Campanha contínua
Thiago Dias
O jornalista José Roberto de Toledo, editor do site da revista Piauí, descreve o comportamento do presidente Bolsonaro (sem partido) como o de moto-contínuo em campanha. O filósofo Marcos Nobre tem a mesma opinião, para citar dois exemplos do consenso em torno do assunto.
Nobre disse, em abril de 2019, que o método de Bolsonaro e do seu movimento de campanha eterna é a disseminação do caos. Para mobilizar suas bases de forma contínua e manter o controle da pauta do debate público, Bolsonaro recorre ao seu método: semeia caos. Uma pandemia depois, a constatação do filósofo é irrefutável. Neste sentido, nada é mais emblemático do que a inviabilização do Censo. O caos não precisa de números confiáveis e atuais para os seus planos.
Deu-se pouca atenção a um trecho do depoimento do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello à CPI da Covid. Quando tentava convencer o auditório de que aquele seu “um manda e outro obedece”, proferido ao lado do presidente, não tinha nada a ver com veto de Bolsonaro contra a CoronaVac, o general da ativa argumentou que a frase era para movimentar as redes da internet, o campo que o bolsonarismo domina e onde sua atuação eficiente foi decisiva para a vitória de 2018.
ABI repudia agressão de Bolsonaro a jornalista
A Associação Bahiana de Imprensa repugna a agressão descabida e afrontosa do Exmo. Sr. Jair Bolsonaro, atual presidente da República, ao ser abordado pela repórter Driele Veiga, da TV Aratu, sobre fotografia por ele divulgada com a expressão “CPF CANCELADO”, alusiva ao morticínio vergonhoso de brasileiros que, tragicamente, é notícia cotidiana na imprensa brasileira.
A esquiva à pergunta jornalisticamente correta, até pela repercussão da imagem publicada nas redes sociais do principal mandatário do país, já seria incompatível com o exercício da Presidência da República. Agrava a conduta inconciliável com o decoro que se espera de quem tenha a honra de ser escolhido pela maioria do povo brasileiro, a assediosa agressão verbal contra a jornalista.
Bolsonaro está transformando o Brasil em uma grande fazenda, alerta Rui Costa
“Não há planejamento. O que pensamos nos últimos cinco anos para aumentar o investimento em tecnologia e a industrialização? Nada. Estamos satisfeitos em nos tornarmos uma grande fazenda”, afirmou ele em entrevista para o Painel da Folha de S. Paulo, nesta terça-feira (12), informa o site do PT.
O governador da Bahia, Rui Costa, afirmou que o atual governo está transformando o Brasil em uma grande fazenda, reagindo a decisão da Ford em retirar suas fábricas do Brasil, uma delas de Camaçari, em seu estado.
Segundo Costa, os executivos da Ford apontaram um cenário devastador, que sucederá a situação criada com a decisão da empresa norte-americana. A previsão deles, de acordo com Costa, é a de que apenas em 2023 a demanda voltará a crescer e que mais indústrias do setor automotivo deverão anunciar a saída do Brasil nos próximos meses. Apenas a saída da Ford resultará na perda de cerca de 35 mil a 50 mil postos de trabalho indiretos, segundo dados da Confederação Nacional dos Metalúrgicos.
Secretários de Saúde do Nordeste afirmam que Bolsonaro ‘desfaz todo o esforço para combater Covid-19
Os secretários de Saúde do Nordeste reagiram ao pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, transmitido em rede de rádio e TV, na noite de ontem (24).
Em carta aberta, eles disseram que assistiram “estarrecidos” às declaraçõe do presidente, que contrariam as orientações feitas por autoridades como a Organização Mundial de Saúde (OMS) a favor do isolamento social para combater a pandemia.
Os secretários da região Nordeste afirmam que o presidente “desfaz todo o esforço e nega todas as recomendações para combate à pandemia do coronavírus”.
O secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, disse, por meio de publicação no Twitter, que estaria claro que o país não tem liderança.
“Depois de uma fala dessas, corre-se sério risco de o gabinete ministerial inteiro pedir exoneração! Está claro que a nação já não tem um líder sentado no Planalto”, afirmou Vilas-Boas.
Confira a carta dos secretários do Nordeste na íntegra
Um pais sem comando
Josias Gomes
Nos momentos de maiores dificuldades humanas, os Estadistas dão suas contribuições protegendo vidas e aplicando todas as forças possíveis do Estado. Enquanto sociopatas como Bolsonaro fazem de tudo para expor as pessoas e aprofundar a crise.
Neste momento, temos o governador substituindo o presidente nas ações de prevenção e controle do coronavirus. Onde já se viu um demente deste tipo à frente de um país tão complexo?
Que esta elite do atraso, de uma vez por toda aprenda a lição.
O companheiro Rui Costa utilizou as suas redes sociais para comunicar as ações da #lutacontraocoronavírus e demonstrou que não vai permitir insanidades do governo federal:
“Quero reafirmar que, na Bahia e no Nordeste, vamos continuar realizando ações de suspensão do transporte intermunicipal e implantando barreiras sanitárias nas nossas estradas para controlar a disseminação do novo #coronavírus”. (Qualquer ser humano sensato apoiaria esta medida. A nossa grande força no combate ao vírus é o isolamento).
Bolsonaro entrega o Brasil a Trump
Davidson Magalhães
A manchete da imprensa diz que o Brasil é o país em que os Estados Unidos têm o maior avanço no superávit comercial. No primeiro ano do nefasto namoro de Bolsonaro e Trump, somos a nação que mais contribuiu positivamente para a balança comercial americana. Os EUA tiveram saldo de US$ 11,3 bilhões (Nov/2029), contra US$ 7,7 bi em igual período de 2018. A conta positiva para Washington cresceu em US$ 3,6 bilhões em apenas um ano.
O resultado é que Tio Sam hoje importa menos produtos brasileiros e exporta mais produtos para o Brasil. Os produtos que mais cresceram em importação foram os combustíveis, com destaque para a gasolina. Até novembro de 2019 houve um crescimento de 35% nesta importação, o que representou 7,7 bilhões de dólares em despesas para nosso país.
O foco acelerado da Petrobras sob direção do atual desgoverno é exportar apenas o óleo cru, de baixo valor agregado, e deixar de refiná-lo, cessando a produção do combustível, que é onde está o maior valor agregado. Ou seja, estamos deixando de gerar empregos aqui para gerarmos mais empregos nos Estados Unidos.
Aqui, cabe a pergunta: por que passamos a importar tanto combustível, se o Brasil descobriu tanto petróleo nas últimas décadas e some-se a isso a fertilidade do pré-sal?
De 2009 a 2014 a Petrobras fez os maiores investimentos de sua história, superando US$ 250 bilhões. O PIB crescia e o país apresentava superávits primários e não déficits, como ocorre hoje. O pré-sal começava a injetar recursos em áreas sociais, como a Educação e Saúde.
Mas tudo mudou a partir do golpe do impeachment de Dilma e a entrada em cena do temeroso Temer. A estatal começou a vender suas subsidiárias. Com Pedro Parente na presidência da Petrobras iniciou-se um plano que segue em curso, de abertura ao capital estrangeiro.
















