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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC’

“Resgatar e ressignificar a universidade pública” será o tema da aula inaugural da Uesc

uescA Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) promove, nesta segunda-feira, 16 de agosto, às 9 horas, a aula inaugural, no modo on-line, referente ao início do semestre de 2021.2. O reitor Alessandro Fernandes Santana, atual presidente do Fórum dos Reitores das Universidades Estaduais Baianas, convidou o reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), prof. Dr. Luiz Otávio de Magalhães  (foto), para proferir a conferência de abertura do semestre, cujo tema será “Resgatar e ressignificar a universidade pública: contextos, políticas e sujeitos”.

O evento será pelo canal da Universidade no Youtube, com acesso pelo portal www.uesc.br. Na oportunidade, também estará presente o vice-reitor da Uesc, Prof. Dr. Maurício Santana Moreau, a Pró-Reitora de Graduação, Profa. Dra. Rosenaide Ramos, entre outros dirigentes.

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Uesc sobe uma posição no THE, ranking das melhores universidades da América Latina

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A Universidade Estadual de Santa Cruz-UESC está incluída novamente no Times Higher Education Latin America University Rankings(THE). O Times Higher Education Latin America University Rankings lista as melhores universidades da região da América Latina e do Caribe.
O ranking é baseado nos mesmos 13 indicadores de desempenho rigorosos que sustentam o THE World University Rankings, mas os pesos foram redefinidos para refletir as características das universidades da América Latina. As universidades foram avaliadas em todas as suas missões principais: ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectiva internacional.

 

Reitor Alessandro Fernandes

Reitor Alessandro Fernandes

A classificação de 2021 inclui 177 instituições em 13 países, contra 166 instituições no ano passado. O Brasil é o país mais representado no ranking, com 67 instituições, seguido pelo Chile com 28, Colômbia com 24 e México com 23.
A Universidade Estadual de Santa Cruz obteve a 87º posição, uma posição acima no mesmo ranking em relação ao ano de 2020. Na Bahia Uesc tem a apenas a UFBA a sua frente e na região Nordeste, a Uesc ficou atrás somente das universidades Federal da Bahia (UFBA), Federal de Pernambuco (UFPE), Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Federal de Sergipe (UFS).

Para o reitor da Uesc, prof. Dr. Alessandro Fernandes “é uma alegria coletiva recebermos esse resultado de uma instituição externa, que avalia o resultado do trabalho da nossa Universidade em termos de ensino, pesquisa e extensão. Isso nos coloca em um ranking dentre universidades de destaque internacional, com ações mostrando a importância e a relevância dos trabalhos realizados dentro da nossa instituição. Ressalto porém que devemos mensurar os critérios estabelecidos pela instituição avaliadora, visando aperfeiçoarmos ainda mais esse caminho de crescimento.

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Pesquisador baiano insere tecnologia Blockchain em sistema de rastreabilidade

rastreA tecnologia Blockchain, um dos principais assuntos quando o tema é futuro ou inovação, minimiza erros de transação e o risco de informações faltantes, quando comparada à funcionalidade dos bancos de dados, que necessita de interação humana. Entretanto, se engana quem pensa que os benefícios tecnológicos servem somente para o mercado financeiro ou de tecnologia da informação e comunicação (TIC). Um pesquisador baiano da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Rogério Oliveira, resolveu avaliar o potencial da Blockchain na composição de um sistema de rastreabilidade de origem, com o objetivo de garantir a autenticidade dos dados do produto e avaliar se ele está de acordo com os padrões informados nas embalagens.
De acordo com Rogério, o Sistema de Rastreabilidade faz com que a informação do processo produtivo chegue ao consumidor para que ele seja capaz de identificar as características importantes do produto final. Já as certificações buscam evidenciar a aplicação de boas práticas de produção, do aspecto social até o ambiental. “Neste contexto a blockchain seria aplicada para garantir a autenticidade dos dados do produto e do Certificado de Qualidade, o qual atesta que a amostra está em conformidade com os padrões da Unidade Certificadora, apresentados pelo sistema de rastreabilidade de origem”.

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Pesquisadora da Uesc cria biofungicida a partir de proteínas do cacau

cacau (1)Em 1980, o Brasil liderava o ranking de produtores de amêndoas de cacau, uma das principais matérias-primas para a fabricação do chocolate. Atualmente, o país ocupa a sétima posição e a pesquisadora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Natasha Lopes, acredita que um dos motivos para esta queda esteja entre as pragas enfrentadas pelas plantações cacaueiras, entre elas, a vassoura-de-bruxa. Causada por um fungo, a doença, que é responsável por diversos impactos socioeconômicos, preocupa a população do Sul da Bahia até hoje, mas o problema pode ter encontrado uma solução, ou ao menos uma medida de contenção mais eficaz. É que a pesquisadora realizou um estudo a fim de investigar o potencial biotecnológico de uma proteína modificada do próprio cacau para combater esta doença. A boa notícia é que testes em laboratório já indicaram a possibilidade de inibir o fungo.

Natasha ressalta que desde a chegada da vassoura-de-bruxa no Sul da Bahia os cacauicultores têm sofrido grandes perdas. “Embora existam alguns métodos de controle, a doença ainda causa perdas anuais na produção das amêndoas de cacau, o que prejudica a produção do chocolate. O nosso produto irá beneficiar os pequenos produtores da Bahia que ainda são responsáveis pela maior parte da produção nacional”, disse a pesquisadora, destacando que atualmente existe um produto para controlar a doença, desenvolvido a partir do extrato de outro fungo, o Trichoderma, mas que o principal diferencial deste novo trabalho está em utilizar uma única molécula própria do cacau para proteger a plantação. “Este diferencial é de grande importância, pois limita os impactos ao meio ambiente e reduz a probabilidade do nosso produto interferir em outras características das amêndoas de cacau”, completou.

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Pesquisadora sul baiana cria empresa de cosméticos à base de plantas medicinais

Foto Juliana GonçalvesEmpatia, respeito e sustentabilidade. De acordo com Ronilma Alves, esses são os três pilares que deram origem à sua empresa de fitocosméticos chamada “Lilás”. O projeto, oriundo de uma pesquisa de doutorado da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e que agora está em sua fase de implementação, busca produzir cosméticos à base de ingredientes vegetais, dentre eles, sabonetes, pasta de dente, protetor solar, desodorante, shampoos, entre muitos outros. Os produtos são todos respaldados por pesquisas em bioativos de plantas medicinais, somado a conceitos filosóficos como psico-aromaterapia, ou seja, o efeito nos estados emocionais proporcionados pelos óleos essenciais, um dos principais ingredientes dos cosméticos.

Ronilma, que está à frente da empresa, destaca algumas características importantes durante a produção. “Criamos produtos que tem como premissa usar matéria-prima orgânica e sem ingredientes alérgenos. Também prezamos por sustentabilidade e economia circular, buscando estabelecer uma rede que vai desde os produtores das plantas medicinais até o consumidor final. Além disso, nossas embalagens são recicláveis e apoiamos a reutilização do material, através de parcerias com associações de recicladores e incentivando a devolução das embalagens, por meio de descontos em produtos a cada pacote devolvido”, destacou a pesquisadora e empreendedora, relembrando que a Lilás surgiu de uma necessidade fisiológica, devido às alergias e irritações causadas por cosméticos comuns.

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Uesc capacita trabalhadores da limpeza terceirizados

limp uescServidores terceirizados da área de limpeza da Universidade Estadual de Santa Cruz — Uesc passaram por uma “Capacitação em autocuidado e higienização dos ambientes no novo normal”. O evento foi realizado no espaço Centro Estudantil Universitário – CEU, uma área de convivência, no térreo do Pavilhão Adonias Filho.

O curso foi coordenado pela da Prof.ª Dr.ª Carla Cristina Romano, com os professores: Dr.ª Luciana Debortoli de Carvalho, Dr. João Carlos Teixeira Dias e Dr.ª Rachel Passos Rezende. A carga horária foi de 8 horas/aula, e o curso contou com o apoio do Departamento de Ciências Biológicas e do Colegiado do curso de Biomedicina.

O reitor da Uesc, Prof. Dr. Alessandro Fernandes, agradeceu as professoras e ao professor pela iniciativa em reunir o grupo de pessoas que dedicam seus esforços para o conforto e bem estar de toda comunidade acadêmica e reiterou o comprometimento e preocupação da Universidade com todas as vidas. Lembrou que “foi a Uesc a primeira Instituição de ensino superior, na Bahia, a tomar medidas a favor do distanciamento para combate da Covid-19, suspendendo as suas atividades presenciais, em 2020, às vésperas de iniciar o ano letivo.”

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Autocuidado e higienização dos ambientes é a preocupação da Uesc

 

Atualmente, uma palavra que deve estar cada mais incorporada à rotina de todos os cidadãos e cidadãs, a partir da pandemia do coronavírus, é “autocuidado”. Falamos de um conjunto de atitudes e hábitos bem-vindos ao corpo, à mente e à sociedade, que inclusive é tratado como um direito do cidadão pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Nessa linha, a “Capacitação em autocuidado e higienização dos ambientes no novo normal” é o curso destinado aos colaboradores terceirizados da limpeza da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Acontecerá no espaço “Céu”, no térreo do Pavilhão Adonias Filho nos dias 7, 8, 10 e 11 de junho de 2021

O evento tem a coordenação da professora/Dr.ª Carla Cristina Romano, com os professores: Dr.ª Luciana Debortolli de Carvalho, Dr. João Carlos Teixeira Dias e Dr.ª Rachel Passos Rezende, com carga horária de 8 horas/aula. Com o apoio do Departamento de Ciências Biológicas e do Colegiado do curso de Biomedicina.

Pelo programa serão abordados temas de biossegurança como: Máscaras – como e quais usar; Limpeza e desinfecção dos ambientes; autocuidado antes e após o dia de trabalho e Preparo e uso correto de desinfetantes.

Harvard anuncia professores da Uesc entre os vencedores do Fundo de Pesquisa Lemann

Professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) estão entre os vencedores do concurso 2021 do Fundo de Pesquisa Lemann Brasil. A informação foi publicada no The Harvard Gazette pelo Gabinete do Vice-Reitor de Pesquisa e o Gabinete do Vice-Reitor de Relações Internacionais que anunciaram os resultados do concurso para os prêmios do Fundo de Pesquisa Lemann, Brasil.

Com o trabalho “Alta incidência de Sars-CoV-2 em Ilhéus, Bahia: fatores de risco biológicos ou epidemiológicos?” coordenado por Galit Alter, professor associado de medicina na Harvard Medical School (HMS); George Daley, reitor do HMS e Caroline Shields Walker, professora de medicina; e David Golan, reitor de Operações de Pesquisa e Programas Globais, George R. Minot Professor de Medicina e professor de química biológica e farmacologia molecular do HMS, com os colaboradores: Luciana Debortoli de Carvalho, Maysa M. Sodré, Carla Cristina Romano, Rachel Passos Rezende, Aline O. da Conceição (Universidade Estadual de Santa Cruz); Julio Lenín Díaz Guzmán (Universidade Estadual de Santa Cruz e Hospital de Ilhéus); Camila P. S. da Mata (Hospital Risoleta Tolentino Neves); Caio T. Fagundes (Universidade Federal de Minas Gerais); e Ana Tereza Vasconcelos (Laboratório Nacional de Computação Científica) venceram o concurso e foram elogiados pelos diretores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos.

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Institutos federais e universidades públicas baianas marcam presença no ato em defesa da Educação

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O Ato Público Nacional Educação Contra a Barbárie, organizado pela UFBA  reuniu representantes dos estudantes, institutos federais e universidades públicas baianas, que puderam falar sobre a realidade enfrentada por essas instituições no contexto atual. Para o reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), Alessandro Fernandes, os institutos federais e universidades públicas “têm dado respostas à altura do que a sociedade espera principalmente neste momento de pandemia”.

 

 

 
“Nesse momento de tanto obscurantismo, tanto negacionismo, a universidade serve como um farol para a sociedade”, disse ele, que considera que as instituições estão em dois frontes de batalha: um no combate à pandemia do novo coronavírus, e outro, em defesa de sua existência. O reitor alertou que a inclusão social promovida pela universidade está comprometida diante do cenário de cortes orçamentários. “Estamos sob um ataque severo”, avalia.

 

 

 
“A universidade pública brasileira é um patrimônio da sociedade”, declarou Fernandes, destacando a importância das instituições de ensino para o desenvolvimento da nação. Por fim, afirmou que a educação salva vidas, o Sistema Único de Saúde (SUS) salva vidas, as vacinas salvam vidas, a ciência salva vidas. “Desejamos vacina para todas as pessoas”, afirmou o ele, que defendeu o direito a uma vida digna para cada cidadão e cidadã brasileira.
A reitora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), Luzia Mota, ressaltou que a instituição se faz presente com 32 unidades espalhadas no Estado, atendendo mais de 30 mil estudantes, muitos dos quais em situação de “altíssima vulnerabilidade”, que não conseguem permanecer na universidade sem as políticas de assistência. A professora fez referência a uma “asfixia orçamentária”, que é responsável pela redução dessas políticas de assistência estudantil tão necessárias.

 

 

 

Também presente ao evento virtual, o secretário da Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues, manifestou o seu apoio ao ato nacional. O educador Anísio Teixeira, que teve 120 anos do seu nascimento celebrados em 2020, foi destacado por ele por sua contribuição na construção de uma educação pública, gratuita e de qualidade no país. Conforme afirmou, os ataques às universidades são parte de um projeto de desmonte da educação, que afeta desde a educação infantil até o ensino superior.

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Sônia Fernandes, presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), falou da interiorização e capilaridade dos institutos, que atendem mais de 1 milhão de estudantes brasileiros. Parabenizando a realização do ato, reafirmou a defesa da educação, da ciência e da vida, e reivindicou investimentos públicos para que esses direitos sejam realizados na prática. “Não aos cortes, não aos vetos, não ao obscurantismo criminoso”, defendeu.

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Universidades e televisões públicas nordestinas lançam programa de TV

univercienciaO ‘Univerciência’ é o primeiro programa brasileiro de TV aberta e Internet, produzido em parceria entre universidades públicas e TVs públicas nordestinas, com foco na promoção, na popularização e na difusão da ciência. Na Bahia, o programa vai ao ar pela TVE aos sábados, às 14h30, com horários alternativos às segundas-feiras, às 20h, e quartas-feiras, às 7h30. A cerimônia virtual de lançamento acontece neste sábado (22), às 10h, com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da emissora e exibição do episódio de estreia na mesma plataforma.

Criado em 2020 pela TV UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia), o ‘Univerciência’ transformou-se, a partir da parceria entre a TVE Bahia e universidades públicas espalhadas pelo Nordeste, em um conteúdo colaborativo com alcance e repercussão nacional, através da veiculação em TV’s públicas, educativas, culturais e universitárias, e nos canais das emissoras e das universidades na Internet.

Na primeira temporada serão exibidos 15 programas de 26 minutos, que trazem resultados do conhecimento e saberes nas Universidades na relação com o cotidiano da população nordestina. A produção, articulação, exibição e distribuição do ‘Univerciência’ será feita pela TVE Bahia e os conteúdos produzidos pelas próprias universidades nordestinas terão apresentação, produção e edição final da TV UESB.

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