:: ‘PT’
Manifestação reúne duas mil pessoas em Itabuna
Cerca de duas mil pessoas participaram na tarde de hoje da uma manifestação em Itabuna, que reuniu pessoas ligadas a centrais sindicais, partidos políticos e associações de moradores e percorreu a avenida do Cinquentenário.
O tom a manifestação foi o pedido de mais investimentos em saúde, segurança, educação, transporte público e o combate à corrupção. O Partido dos Trabalhadores participou de movimento, mas ainda assim foi alvo de críticas de alguns dos líderes da manifestação.
Coube à presidenta do PT, Miralva Moitinho, fazer a defesa do partido, citando as conquistas dos governos Lula e Dilma na área social e na economia. “Estaremos juntos em 2014, porque nossos adversários não são os partidos progressistas e sim os que sempre foram contra o povo brasileiro”, disse.
Apesar do clima pacífico da manifestação, o comércio fechou as portas a partir das 15 horas na avenida da Cinquentenário e ruas transversais. Comerciantes afirmam que foram aconselhados a encerrar as atividades por líderes do movimento.
A decisão tornou-se duplamente equivocada: primeiro porque não houve o menor sinal de vandalismo, segundo porque com as lojas fechadas, centenas de comerciários foram dispensados e deixaram de acompanhar e/ou assistir a manifestação.
Petistas discutem com Dilma rearticulação da base aliada
Deputados da coordenação da bancada do PT na Câmara discutiram com a presidenta Dilma Rousseff a necessidade de rearticulação da base aliada. Segundo o líder do partido na Câmara, José Guimarães (CE), a “viola desafinou um pouco”, e é preciso trabalhar para afiná-la novamente. O presidente do PT, deputado estadual Rui Falcão (SP), e a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, também participaram do encontro.
“A presidenta pediu apoio para a bancada do PT para ajudar na recomposição da base, do diálogo com os partidos, com o PMDB. Vamos trabalhar para rearticular a base, pacificar a base”, disse Guimarães. Questionado se há uma quebra na base de apoio, José Guimarães negou. “A base não está quebrada. A viola desafinou um pouco, e o PT pode ajudar a afinar a viola”, respondeu o deputado.
De acordo com Guimarães, no encontro, os parlamentares manifestaram ao plebiscito sobre a reforma política, proposto pelo governo federal ao Congresso Nacional. Sobre a possibilidade de aprovação das regras do plebiscito para valer já nas próximas eleições (2014), José Guimarães disse que esta é a posição do governo.
Quanto às chances de votação da proposta na Câmara a tempo de o plebiscito ser realizado para valer no pleito do próximo ano, Guimarães disse que “quando se quer, se faz”. (da Agencia Brasil)
Jornalistas escolhem Pinheiro entre os dez melhores senadores
O senador Walter Pinheiro (PT-BA) está entre os dez melhores senadores, escolhidos por jornalistas para o Prêmio Congresso em Foco 2013, divulgado nesta segunda-feira (1º). A premiação tem como objetivo estimular o cidadão eleitor a seguir de perto, e de modo permanente, as atividades do Legislativo.
Os senadores receberão o Prêmio 2013, juntamente com um 11º nome, que será escolhido pela sociedade, através da internet. A votação pela web, que será entre 9 de julho e 9 de setembro, também definirá a classificação final de todos. Em 2012, Pinheiro também foi eleito como um dos dez senadores pelo Congresso em Foco, ficando na 7ª colocação na segunda fase, que contou com a participação dos internautas.
Esta é mais uma indicação de Pinheiro em seleções que escolhem destaques parlamentares, como os “100 cabeças do Congresso Nacional”, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP). Nesta edição do Congresso em Foco, entre os mais bem avaliados três são do PT, sendo que predomina o perfil de quem integra a base do governo, mas com atuação independente.
Geraldo Simões apoia Dilma e defende plebiscito
O deputado federal Geraldo Simões se manifestou a favor do plebiscito proposto pela presidenta Dilma Rousseff. Para ele, “as manifestações dos últimos dias mostraram, acima de tudo, que a população brasileira quer participar das decisões políticas do País”.
“As pessoas querem ser levadas em conta e sentirem que fazem a diferença. Querem sentir que elas podem decidir o rumo das políticas públicas”, afirmou.
De acordo com Simões, “o referendo é uma consulta à população, para manifestar sobre algo que já vem pronto, já o plebiscito é uma consulta à população sobre medidas a serem adotadas”. “Sinto que plebiscito corresponde mais aos desejos da população que se manifesta tão intensamente nestes dias e de todos aqueles, que por um motivo ou outro, ainda não tiveram a oportunidade de manifestar-se”, afirmou.
“Plebiscito motiva o debate popular e, posteriormente os parlamentares terão que criar os meios legais de para implantar as decisões tomadas. Por tudo isso, sou a favor do plebiscito”, finalizou.
Lula convoca movimentos sociais para ir às ruas
O ex-presidente Luiz Inácio Lula intensificou os encontros com os movimentos sociais mais próximos do PT para tratar da onda de protestos. A mensagem passada surpreendeu os jovens de grupos como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a União da Juventude Socialista (UJS), o Levante Popular da Juventude e o Conselho Nacional da Juventude (Conjuve). Em vez de pedir conciliação para acalmar a crise no governo Dilma Rousseff, Lula disse que o momento é de “ir para a rua”.
Na última terça-feira, o ex-presidente convidou cerca de quinze lideranças para um encontro na sede do Instituto Lula, no bairro do Ipiranga, em São Paulo. O Movimento Passe Livre (MPL) e o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto não foram convidados.
“O (ex-)presidente queria entender essa onda de protestos e avaliou muito positivamente o que está acontecendo nas ruas”, disse ao Globo o integrante da UJS, que conta majoritariamente com militantes do PCdoB, André Pereira Toranski.
Segundo um outro líder, ele “colocou que é hora de trabalhador e juventude irem para a rua para aprofundar as mudanças. Enfrentar a direita e empurrar o governo para a esquerda. Ele agiu muito mais como um líder de massa do que como governo. Não usou essas palavras, mas disse algo com “se a direita quer luta de massas, vamos fazer lutas de massas”. (do site Brasil247)
Senador do PT defende “reforma política radical” e aponta contradição no PSDB
(brasil247, com Agência Senado)– O vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC) subiu à tribuna na tarde desta terça-feira, 25 de junho, para defender a proposta de Constituinte exclusiva para tratar da reforma política, lançada pela presidenta Dilma Rousseff na segunda-feira. “A hora é de uma reforma política radical”, comentou o parlamentar. “Não fizemos aquilo que diz respeito apenas do Congresso: a reforma política. A iniciativa é nossa”.
Viana se disse perplexo com a falta de coerência de líderes da oposição, que hoje condenam o que defendiam no passado. Eler lembrou que, em 1998, o então presidente Fernando Henrique Cardoso chegou a apresentar a mesma ideia, arrancando apoios entusiasmados de líderes tucanos, como o líder do PSDB na Câmara, hoje senador Aécio Neves (MG).
O senador petista citou reportagem da Folha de S.Paulo, publicada em 17 de abril de 1998 (leia aqui), em que Fernando Henrique defendia a proposta do deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), de convocação de uma Constituinte restrita para acelerar três reformas: tributária, política e judiciária.
Em aparte, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) comentou que FHC e o pré-candidato do partido à Presidência da República, Aécio Neves, reconheceram a “posição equivocada” do passado. “Eles reconheceram isso”, disse o tucano. Viana lamentou que Dias estivesse “abandonando” o ex-presidente. O petista comentou que respeita Fernando Henrique como um dos responsáveis pela estabilidade econômica conquistada pelo país nos anos 90 do século passado. “Uma pena, senador Álvaro Dias”, afirmou.
O vice-presidente do Senado fez um apelo para que os líderes da oposição e da base governista sentem-se para dar início ao debate, que pode ser uma resposta à pressão da juventude e das pessoas que estão nas ruas, protestando contra os políticos. “Precisamos ter sensibilidade para este assunto. A reforma política é a mãe de todas as reformas”, destacou.
A Rede Globo alimenta o golpe
O que a Rede Globo está fazendo desde o inicio da tarde e pelo jeito sem hora para terminar é um verdadeiro crime contra a democracia.
Apossando-se, sem ter direito para tal. de manifestações esmagadoramente pacificas, Patricia Poeta e Willian Bonner incitam de forma acintosa o povo contra o Governo Federal.
Nenhuma palavra sobre o fato de em todas as capitais e cidades onde ocorrem protestos, seus repórteres estarem em cima de lajes dos prédios e helicópteros e não nas ruas, onde não podem pisar, já que um dos alvos das manifestações é ela própria, manipuladora e defensora dos grandes grupos financeiros.
Ou Dilma e o Ministério da Justiça tomam uma providência enérgica contra a Rede Globo, ou está se armando o cenário para um golpe.
Em nenhuma democracia do mundo uma emissora de tevê, que é uma concessão pública, tem o direito de fazer o que a Globo está fazendo.
A propósito: porque essa repentinamente defensora intransigente das manifestações não coloca, ela também, sua equipe na rua?
Junto e misturado: 2014 depende das fogueiras de 2013
Em vez do PT e do PSDB ficarem tentando jogar um nas costas do outro a conta pelas manifestações quem tomam as ruas do Brasil, não seria o caso dos ex-presidentes Lula e FH aparecerem, juntos, pregando o diálogo, o entendimento e a moderação?
Está mais do que claro que, em meio aos milhares de jovens idealistas e bem intencionados, que exercem o sagrado direito de se manifestar, existem grupelhos dispostos a incendiar o país.
Deixem a disputa eleitoral para 2014, porque 2014 depende e muito desse junho de 2013, de fogueiras que nada tem de juninas.
A companheira Dilma merece respeito!
Apenas pra avivar a memória da Geração Facebook (e não me refiro aqui à idade, obviamente): a mesma Dilma Rousseff que está sendo massacrada nas redes sociais, foi quem enfrentou a Ditadura Militar e foi barbaramente torturada por lutar pela Democracia que, entre outras coisas, permite que milhares de jovens hoje protestem nas ruas.
Certo que deve ser duro engolir a eleição de um operário e em seguida de uma mulher e ainda por cima ex-guerrilheira para a presidência da República, mas não custa nada refletir um pouco antes de sair perpetrando e/ou repercutindo fantasias por ai.
No mundo real, faltou combinar com o povo brasileiro, que até prova em contrário (ou até a próxima eleição) apoia Dilma, Lula e o PT.
Jonas Paulo considera prematura disputa no PT à sucessão de Wagner
O presidente estadual do PT, Jonas Paulo, considera prematura a discussão de candidaturas do partido à sucessão do governador Jaques Wagner. Jonas afirma que “é uma temeridade falar de nomes agora, pois é hora da construção das táticas e das alianças, assegurando a unidade da base. A única certeza é que o palanque da base de Jaques Wagner para a sucessão estará vinculado à reeleição da presidenta Dilma”.
Jonas diz ainda que “existe uma crescente aprovação do Governo Estadual e do Governo Federal, o que nos deixa otimista em relação às eleições de 2014”.





















