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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘música’

Banda Soul Baiano lança “Nagô”

João Barreto

a baiano

A Bahia é terreno fértil quando falamos de música. Daqui saíram artistas como Raul Seixas, Dorival Caymmi, Camisa de Vênus, Novos Baianos, e tantos outros que deixariam esta lista interminável. E quando música e família caminham de mãos dadas, o resultado é sempre qualidade e espontaneidade. E é isso que a banda Soul Baiano tem pra dar e vender.

No rastro da tradição da musicalidade que a Bahia oferece o grupo é composto por Alex Pires na guitarra, Caio Chagas no vocal, o baixista e compositor Gabriel Santos e o irreverente Marcos Tyto na percussão, a família Soul abraçou os músicos Diego Andrade na bateria e Gilberto G2 no sax e trombone e assim expandiu sua musicalidade. Versátil, eles passeiam por diversos estilos como pop, afro, rock,reggae, anglo, indy e funk tudo com um toque baiano sempre presente e causando o diferencial nas suas batidas, melodias e ritmos.

E é com todas essas influências, e com a intenção de inovar que a Soul Baiano lança, dia 02/12, o seu primeiro disco “Nagô”, que é recheado com sete composições autorais e inéditas, tem capa idealizada pelo artista feirense Don Guto e será cartão de visitas do seu projeto itinerante sem fins lucrativos nas praças de Feira de Santana, no qual eles apresentam musicalidade pura e sincera para públicos cada vez maiores apreciarem sua síntese pop-reggae, gênero que mais traduz a sonoridade do grupo.

No seu currículo a Sou teve o privilégio de ter dividido palcos com grupos e artistas da qualidade de Mato Seco, Tiago Iorc, Clube de Patifes e Timbalada Retrô e ter feito parte de importantes eventos culturais como Micareta Feirense, Feira do Livro, Feira da Praça, Festival Beer Music.

Amado Batista pede volta dos militares e oferece sua música como método de tortura

amad(do Blog Sensacionalista)- O cantor Amado Batista não só defendeu a volta dos militares como ofereceu a eles um método de tortura que já foi considerado desumano pela Organização das Nações Unidas. Batista disponibilizou uma caixa de CDs com todas as suas músicas, que poderiam ser tocadas quando os agentes quisessem arrancar confissões. O cantor, que já foi torturado pelo regime militar, defendeu a volta da ditadura.

“Prefeito a ditadura a essa anarquia que está aí hoje”, disse ele, que afirmou que vai votar “democraticamente’ em Bolsonaro. O cantor fez as declarações durante uma entrevista a Fábio Porchat para seu programa Record.

Em 2013, Batista já defendera a ditadura, argumentando que se uma criança faz besteira o pai pode reprimir. Ele afirmou na época que não deveria ter ficado contra o governo. “Eu estava fazendo uma coisa que não era correta”, disse ele.

Espera-se que daqui há alguns anos a frase se aplique ao que ele disse hoje.

ALAMBIQUE, 4 anos

 

O caboclo Alencar abençoa a ALAMBIQUE, no imortal ABC da Noite, com Daniel Thame e o vice-presidente Walmir Rosário, por ora em doce exilio em Canavieiras, onde aprecia mais a Cana do que a Vieiras.

O caboclo Alencar abençoa a ALAMBIQUE, no imortal ABC da Noite, com Daniel Thame e o vice-presidente Walmir Rosário, por ora em doce exilio em Canavieiras, onde aprecia mais a Cana do que a Vieiras.

Sem farda, fardão ou camisola de dormir (apud Jorge Amado), a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc.; a ALAMBIQUE, comemora neste final de semana quatro anos de (nem tão) profícua existência.

Surgida como contraponto à Academia Grapiuna de Letras (AGRAL) e sua dissidente a, Academia de Letras de Itabuna (ALITA), a ALAMBIQUE já imortalcoolizou centenas de pessoas que se destacam mais pelo apreço a birita do que pelos parcos (e em alguns casos absolutamente inexistentes) talentos literários.

O mundo é o limite: Daniel Thame imortalcooliza os jornalistas e beberistas Valter Xeo  e José Carlos Teixeira na igualmente imortal Bodeguita del Médio, em Havana.

O mundo é o limite: Daniel Thame imortalcooliza os jornalistas e beberistas Valter Xeo e José Carlos Teixeira na igualmente imortal Bodeguita del Médio, em Havana.

Para a data não passar em branco (nem a seco), a ALAMBIQUE promove reunião ordinária (e bota ordinária nisso) nesta sexta-feira, no ABC da Noite, no Beco do Fuxico, sede provisória/definitiva da entidade, sem direito e bebida e acepipes de graça, que o boteco do patrono Caboclo Alencar não é casa de caridade.

Num gesto de absoluto desprendimento, o presidente vitalício, ditatorialício e imortalício da ALAMBIQUE, Daniel Thame, disponibilizará uma garrafa de Weber Haus, cachaça gaúcha de primeira linha.

O limite é o mundo: o jornalista alemão Thomas Fischermann, correspondente para a América Latina da revista Die Zeit, entra para a galeria.

O limite é o mundo: o jornalista alemão Thomas Fischermann, correspondente para a América Latina da revista Die Zeit, entra para a galeria.

Imortalcoolização em massa na Alambique

alam

A Academia de Letras, Artes, Musica, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., a gloriosa Alambique, promoveu na noite de quinta-feira mais uma sessão de imortalcoolização em massa, já que para adentrar à (nem tão) nobre instituição (nem tanto) letrística, basta apreciar uma cachacinha.

O ágape aconteceu na sede provisória/permanente da Alambique, o ABC da Noite, no Beco do Fuxixo, sob as benção do Caboclo Alencar e suas batidas, essas sim imortais.

Foram imortalcoolizados pelo presidente vitalício e ditatorialício da Alambique, Daniel Thame (agora mais do que nunca, desde que o vice Walmir Rosário se autoexilou em Canavieiras), os confrades Mario Freitas, de Salvador, Regivaldo Jovita (Itabuna), Yassu Uemura (Caravelas), Dorinho (Itabuna), Jaques Barreto (Caravelas), Josivaldo Dias (Itabuna), e Fernando Carmargo (Teixeira de Freitas).

A moedinha dos sonhos

A Alambique agora é internacional: jornalistas baianos são imortalcoolizados na Bodeguita del Médio

Teixeira e Thame: mojito e imortalidade

Neste chão do cacau onde brotam mais literatos do que apreciadores de uma boa cachaça, é páreo duro competir com as co-irmãs Academia de Letras de Itabuna (Alita) e Academia Grapiuna de Letras (Agral), pródigas na profusão de imortais.

Mas, a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidade, Quimeras, Utopias, Etc., a gloriosa Alambique, é pequetita  pero cumpridora, na modéstia de suas imortaacoolizações no ABC da Noite, do Caboclo Alencar.

Na semana passada, a Alambique rompeu as fronteiras do Sul da Bahia, da Bahia e do Brasil, atravessou o oceano, atravessou o mar do Caribe e promoveu duas imortacoolizações em Cuba.

Xeo e Thame: o fotografo perdeu o foco e os copos

E não apenas em Cuba, mas na Bodeguita del Médio, o boteco mais famoso do mundo.

A honra coube aos jornalistas baianos José Carlos Teixeira e Valter Xéo, este uma espécie de embaixador informal de Cuba na Bahia.

Teixeira e Xeo foram imortalcoolizados pelo presidente vitalício, imortalicio e ditatorialicio da Alambique, Daniel Thame, com direito a mojito  e sem discurso de Fidel, o Castro, que tinha mais o que fazer.

A imortalcoolização de Teixeira e Xeo foi por méritos…

Testada, bebida e aprovada

A Academia de Letras, Artes, Musica, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., realizou no final de semana a degustação da cachaça Weber Hass. A degustação aconteceu no bar ABC da Noite, no Beco do Fuxico, em Itabuna, e reuniu os imortaalcolizados da Alambique e agregados, sob as benção dos Caboclo Alencar.

Fabricada no Rio Grande do Sul, a Webber Haus foi testada, bebida e aprovada, tanto que quando o ABC fechou as portas, pontualmente às sete da noite, a beberança se estendeu ao bar Confraria, também no Beco do Fuxico.

Daniel Thame e Walmir Rosário, respectivamente presidente e vice vitalícios, ditatorialícios e imortalícios da Alambique, anunciam novas atividades do gênero para breve, que se as letras são parcas, o estoque da marvada é bem fornido.

Dois anos Alambique. Festa no ABC da Noite

Walmir Rosário, Caboclo Alencar e Daniel Thame: nascia a Alambique

A gloriosa e beboriosa Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc.; a , Alambique , completa dois anos de fundação nesta terça-feira, dia 21.

Dois anos de incontáveis imortaalcoolizações, quase todas elas no ABC da Noite, no Beco do Fuxico, em Itabuna, sob as bênçãos do Caboclo Alencar.  Umas 100, pra ser mais ou menos exato, porque em matéria de apreciadores de Dona Brnaquinha, a categoria só perde para a legião de literatos que aflora nesse chão grapiuna.

E como não tem, e nem pretende ter, a pompa e circunstância de suas co-irmãs Academia de Letras de Itabuna (Alila) e Academia Grapiuna de Letras (Agral), com seus imortais de farda, fardão e camisola de dormir (dá, Jorge  Amado), os dos anos da Alambique serão comemorados no mesmo ABC da Noite de sempre, a próxima sexta-feira, dia 24, com direito a batidas (cada um paga a sua) e uma cachacinha de se beber de joelhos, essa sim cortesia da academia alambiquista.

Pode rolar até uma Weber Haus, cortesia do fabricante após incontáveis ´jabás`  neste blog, caso a marvada e bem vinda chegue a tempo.

O presidente vitalício, ditatorialício e imortalício da Alambique, Daniel Thame, e o vice igualmente vitalício, ditatorialício e imortalício, Walmir Rosário, receberão os  imortaldools para o ágape.

ABC da Noite: depois do tombamento e do arrombamento, o fechamento

Alencar não deixou nem um recado na porta

Primeiro foi o tombamento, com pompa e circunstância, durante a Lavagem do Beco do Fuxico. Depois veio o arrombamento, com a visita noturna e inesperada dos amigos do alheio, que limparam o cofre, mas pouparam as batidas.

Eis que em plena Semana Santa, a tragédia: o Caboco Alencar simplesmente fechou o ABC da Noite, que não abriu na quinta feira, também não abriu neste sábado.

Os abecezeiros que por lá apareceram, simplesmente deram com a porta na cara.

E como no samba do ´Arnesto`, do imortal Adoniran Barbosa, Alencar não deixou nem recado na porta. Sabe-se que embrenhou numa excursão lá pelos lados de Sergipe, ao lado da esposa, dona Neusa.

A Academia de Letras, Artes, Letras, Musica, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., a gloriosa Alambique avalia se já não é o caso de promover piquetes na porta do ABC da Noite caso os fechamentos se tornem rotineiros.

Ou então combinar com o ladrão que da próxima vez surrupie um fornido estoque de batidas  pra nós.

 

Alambique ´celebra´ fim do mundo no ABC da Noite

A Academia de Letras, Artes, Musica, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., a gloriosa Alambique, reúne seus imortaalcoolizados nesta sexta-feira, dia 21, às 18 horas, para esperar, bebendo claro, o fim do mundo.

O ágape acontece (onde mais poderia ser?), no ABC da Noite, em Itabuna,  sob os auspícios e bebidicios do Caboclo Alencar.  O presidente vitalício, ditatorialício e imortalício da Alambique, Daniel Thame, lembra que o caviar, o salmão, o champanhe e o uísque   são por conta da casa –e da imaginação- e as monumentais batidas ficam na base do cada um paga a sua e a amizade continua.

O mundo pode não acabar, mas está ai um bom pretexto pra jogar dois dedos de prosa com o Caboclo Alencar e saborear as batidas que são, elas sim, do outro mundo.





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