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Daniel Thame lança “O gato que tinha três nomes” no Festival da Primavera Ilhéus

O jornalista e escritor Daniel Thame lança neste domingo, dia 17, às 16 horas, o livro “O Gato que tinha 3 nomes”. O lançamento acontece no Centro de Convenções, durante a Feira Literária, que faz parte da programação do Festival da Primavera Ilhéus. O livro conta a história de um gato que tem três nomes e é tão apaixonado pelo chocolate do Sul da Bahia que acaba virando ou sendo confundido com uma deliciosa barra do produto de origem que, além do cacau, está se tornando uma referência de qualidade e conquistando mercados no Brasil e no mundo.
O mundo mágico do chocolate é uma das abordagens do livro de Daniel Thame, em sua primeira incursão na literatura infantil. Editado pela Via Litterarum, o livro tem ilustrações fantásticas da artista e produtora cultural Juraci Masiero Pozzobon, e é uma divertida história de um gato das terras encantadas do cacau e do chocolate do Sul da Bahia.
“O livro celebra a valorização da família, o amor aos animais e a conservação da natureza, numa linguagem típica do universo infantil e vai encantar crianças de todas as idades”, diz o autor. A inspiração veio do gato adotado pela família do próprio autor, que é chamado por três nomes diferentes e que com sua personalidade forte se tornou o verdadeiro `dono da casa`.
“Procurei trabalhar valores que são importantes na formação das crianças e também fazer um livro em que as crianças vão se divertir, com ilustrações que destacam o universo do cacau, do chocolate e da Mata Atlântica, três marcas do Sul da Bahia”, afirma Thame.
“O gato que tinha três nomes” também pode ser adquirido através do email danielthame@gmail.com ou do telefone/wathsapp (73) 99981-7482.
Daniel Thame é autor dos livros “Vassoura”, uma série de contos sobre os impactos da vassoura de bruxa, doença que devastou a lavoura cacaueira, na vida da população sul-baiana; “A Mulher do Lobisomem”, contos sobre o universo feminino, e “Jorge100anosAmado”, uma série de contos que fazem uma releitura dos romances do escritor sulbaiano, e “Manual de Baixo Ajuda, como transformar sua autoestima em anã”, contraponto bem humorado e politicamente incorreto dos manuais de autoajuda.
Jerônimo presta solidariedade a vítimas das chuvas e destaca urgência de uma nova política ambiental
O governador eleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues, voltou a se manifestar sobre as consequências das fortes chuvas que têm atingido diversas regiões do estado. “Reafirmo minha solidariedade a todas as vítimas das chuvas que castigam o nosso estado nos últimos dias. Tenho conversado constantemente com o governador Rui Costa, com os prefeitos e com secretários de estado sobre a situação e as medidas adotadas”, afirmou Jerônimo em publicação feita no Twitter na manhã desta terça-feira (6).
De acordo com o governador eleito, o Governo do Estado não tem poupado esforços para atender à população. “Temos a responsabilidade de estar ao lado dos municípios para a rápida reconstrução do que foi perdido e também no atendimento às famílias desabrigadas”, escreveu na rede social. Jerônimo destacou ainda que ocorrências como essas têm sido cada vez mais frequentes, o que deve “inspirar a todos sobre a urgência de uma nova política ambiental. Cuidar do planeta é proteger vidas”, concluiu.
Parceria Sustentável: Hospital de Base de Itabuna conta com a AACRRI e Reoba para reciclar parte do lixo descartado
No Dia Mundial do Meio Ambiente (05), o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM) em Itabuna destaca algumas ações realizadas na instituição com relação ao descarte do resíduo que é produzido no local e que trazem o conceito de responsabilidade socioambiental.
Uma delas é a parceria firmada com a Associação de Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna (AACRRI), que realiza a coleta de resíduos recicláveis.
“Toda semana a associação coleta o material que conseguimos separar. Chegamos a gerar em torno de 1 tonelada de papelão por mês”, afirma Guilherme Malta Vasconcelos, engenheiro ambiental do Hospital de Base de Itabuna.
A partir dessa prática, ele diz que é possível potencializar a quantidade de materiais coletados e encaminhados à associação.
“Além de gerar mais renda para essas famílias, nós adotamos uma postura sustentável. O lixo que jogaríamos fora, torna-se o pão de alguém”, diz. :: LEIA MAIS »
A emergência de uma nova cacauicultura
A cacauicultura sempre esteve sujeita a “crises” contingentes – climáticas, de preços e produção – mas nunca nenhum destes ciclos foi tão abrangente e persistiu tanto tempo quanto o atual. Precisamos entender ou aventar que a atual crise se reveste de maior complexidade em ralação às anteriores, esbarramos em questões que não estávamos habituados a lidar e que ainda não as tínhamos experimentado antes. Foram muitos os fatores negativos que se impuseram. Melhor então, nos faltou a percepção da exata dimensão – social, ambiental, econômica e histórico-cultural – do nosso tempo, da nossa realidade concreta, frente à ameaça dos novos desafios.
Neste extenso período de anormalidades agravou-se a exclusão social; saímos da mais depressiva cotação dos preços do cacau para níveis considerados ótimos internacionalmente; fomos do congelamento à liberação do câmbio; alcançamos os mais baixos preços da terra; atravessamos instabilidades climáticas; instalaram-se novas pragas e novas doenças; assistimos ao desmonte da estrutura comercial/exportadora do cacau; e ao estrangulamento do fluxo de credito bancário [oficial e privado] ao produtor. E mais, a despeito de todo o aparato – técnico/institucional e político – que fomos capazes de instituir, em mais de 250 anos de história, não conseguimos conjecturar alternativas que nos apontassem uma saída sequer por falta de clareza e entendimento coletivo.
As políticas públicas adotadas como solução para crise do cacau, nos últimos 34 anos, tiveram a característica de acentuar os processos da crise instalada, em função da mínima eficiência técnica, associada a nenhuma participação dos produtores e da sociedade regional nas ações propostas: Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira – PRLCB, diversos Planos de Safra (Procacau), Prodefruta, PAC do Cacau e a criação do Conselho de Desenvolvimento do Agronegócio Cacau [Rios, 2010].
Baiana inventa embalagens plásticas comestíveis para reduzir danos ao meio ambiente
O cuidado com o meio ambiente tem sido pauta ao longo dos anos na sociedade atual. O debate é diário para que as pessoas se conscientizem sobre o que pode acontecer, caso algumas das nossas espécies e elementos da natureza entrem em extinção causada pelo descarte incorreto do produto. Pensando em um futuro próspero e saudável para a seu filho, a baiana Kat Oliveira inventou um tipo de plástico descartável comestível que pode diminuir a quantidade de lixo que é produzida pelos habitantes do planeta. Só no Brasil, são cerca de 11 milhões de toneladas de lixo plástico ao ano.
O projeto da inventora de 37 anos, nascida na cidade de Feira de Santana, começou há dois anos. Ela afirma que sempre foi muito estudiosa e gostava “dessas coisas da natureza”, o que despertou o interesse pelo tema, estimulando mais pesquisas a respeito. “Desde criança, sempre gostei de roça e, quando virei mãe, vi a necessidade de reduzir esses materiais no meio ambiente. Em 2014, fiz gestão ambiental e com os avanços da tecnologia sobre as novas embalagens feitas de várias plantas, resolvi estudar o assunto e veio a ideia de fazer uma produção com as pancs”, disse, explicando que as pancs, ou plantas não convencionais, são utilizadas para fazer embalagens de plástico descartáveis e plásticos filmes.
A dedicação aos estudos ganhou força após o surgimento de novas embalagens sustentáveis. “Fazendo algumas anotações, percebi que o custo da produção ainda é muito alto. Então a minha ideia é que seja um produto mais barato. Além disso, a outra motivação que tive foi quando comecei a prestar serviços em uma cooperativa de resíduos sólidos. Percebi que um dos grandes problemas do mundo são os plásticos, porém ele não chega a ser o grande vilão, mas sim o modo como é descartado”, destacou.
Reescrevendo o futuro
Laís Simões Cavalcante
Imagine um bairro criado em 1982. Os primeiros moradores, vieram da Bahia e de Minas Gerais buscando oportunidades de emprego. A história do bairro é marcada pela luta por direito a terras que não eram ocupadas, onde tiveram suas primeiras casas construídas, seguidas de ordens de despejo e demolição. E foi a partir deste momento que os moradores que queriam residir ali travaram uma luta incansável para ganhar o direito à ocupação regularizada das terras. Mas não para por aí, eles também lutaram para ter acesso a água, luz, saneamento básico e entrega de correspondências. Eu estou falando do surgimento do maior bairro de Cariacica: Nova Rosa da Penha.
Talvez você nunca tenha ido até lá ou sequer ouviu falar sobre e, se ouviu, certamente se deparou com notícias negativas nos jornais sobre tráfico ou assassinatos. Eu poderia escolher falar sobre qualquer assunto neste artigo. Mas hoje escolhi escrever sobre a realidade que eu vivo cotidianamente.
Toda vez que eu tenho a oportunidade de ir a Nova Rosa da Penha, eu me sensibilizo. Não, não é porque é um bairro periférico com alto índice de vulnerabilidade social. Não. Não é pelo fato do noticiário evidenciar tantos problemas existentes ali. Não. Não é sobre dar voz a quem não tem voz, mas sim de ouvir as vozes que já existem naquele local. E eu tenho o privilégio de ouvir essas vozes todos os dias e talvez o que mais me sensibilize – estas vozes não se queixam, nem se colocam como vítimas de suas próprias histórias. Estas vozes tem muito a dizer.
As vozes que ali existem conseguem ecoar o sentimento de mudança. E elas não permitem que suas histórias sejam limitadas apenas pela visão negativa vista de fora. Muito pelo contrário, os moradores utilizam da cruel realidade como um combustível diário para modificar o meio que estão inseridos, lutando em prol de novas oportunidades. E o combustível que eles utilizam e apostam todas as suas energias e esperança se dá através do esporte e da cultura.
Itacaré lança o “Junho Verde” com uma série de ações de preservação ambiental
Promover um mês inteiro de atividades voltadas para a preservação do meio ambiente, incluindo programas importantes como o de coleta seletiva, recuperação de nascentes, inauguração de viveiros, criação do programa de educação ambiental e o Lixão Nunca Mais, que garante uma nova destinação dos resíduos sólidos. Esse é o objetivo do Programa Junho Verde, lançado nesta terça-feira pela Prefeitura de Itacaré e que conta com o envolvimento de todas as secretarias municipais e também de entidades e organizações voltadas para a preservação ambiental.
De acordo com o prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, o Junho Verde tem como proposta principal conscientizar os moradores e turistas sobre a importância da conservação da natureza, patrimônio e beleza que fazem de Itacaré um dos lugares mais visitados do Brasil. “O Junho Verde, traz iniciativas, projetos e programas ambientais que vão transformar a cidade verdadeiramente em um destino completo sustentável”, ressaltou Antônio de Anízio.Prefeitura de Itacaré lança Programa Junho Verde

A Prefeitura de Itacaré lança nesta terça-feira, dia 1º, o Programa Junho Verde, com um mês inteiro de atividades e ações voltadas para a preservação do meio ambiente. O objetivo é conscientizar os moradores e turistas sobre a importância da conservação da natureza, patrimônio e beleza que fazem de Itacaré um dos lugares mais visitados do Brasil.
O lançamento será na terça-feira, às 9 horas da manhã, com uma live transmitida ao vivo pelo canal Youtube itacareoficial, contando com a presença do prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, que estará explicando detalhes do Junho Verde, além dos outros programas ambientais que serão apresentados e que vão transformar a cidade verdadeiramente em um destino completo sustentável. O evento terá ainda a participação dos músicos Marlon Moreira e Miguel Neto e dos secretários municipais Ed Camargo, Marcos Luedy e Eliane Camargo, que estarão apresentando a programação e destacando a importância do envolvimento de todos nesse projeto.
Durante o lançamento do Junho Verde o prefeito Antônio de Anízio vai estar falando do programa de coleta seletiva, das novas medidas de proteção ao meio ambiente e também do Projeto Lixão Nunca Mais, com uma série de medidas que visam a destinação correta para os resíduos sólidos da cidade, através da implantação do aterro sanitário, compartilhado com outros municípios regionais. Também estará encaminhado à Câmara de Vereadores o projeto de lei instituindo o Junho Verde, sendo um dos primeiros municípios do Brasil e colocar no calendário, de forma oficial, um mês inteiro de ações voltadas para a preservação ambiental.
Ilhéus, o meio ambiente e o professor Soane Nazaré
Efson Lima
As notícias que partem de Ilhéus em relação ao meio ambiente não são animadoras. A prefeitura municipal, por meio de seu aparato institucionalizado, cortou algumas amendoeiras da Avenida Soares Lopes, cartão postal da Princesinha do Sul. As pessoas devem estar se perguntado por qual razão coloquei o professor Soane Nazaré nesse emaranhado. Seguimos. É para frente que andamos e é refletindo que podemos melhorar a nossa caminhada.
Não nos esqueçamos que a cidade de Ilhéus, com o maior litoral da Bahia, certamente, encontra dificuldades para ter nos parques, nas praças uma atenção especial das pessoas, mas isso é cultural e pode ser melhor orquestrado com a inclusão do debate das questões ambientais na vida social. A educação formal e não formal são caminhos para a preservação ambiental. Não é razoável comparar Ilhéus com Curitiba, cujos parques são tomados pelos curitibanos e seus visitantes ou estabelecer relação com Belo Horizonte, onde seus parques lotam nos fins de semana, mas é necessário construir outros percursos.
Estamos cientes de que cada cidade desenvolve seus hábitos mediante as suas necessidades e possibilidades. Entretanto, a cidade de Ilhéus precisa mediar uma educação ambiental permanente. Não é possível encontrar as praias e as praças sujas e a Avenida Soares Lopes, lindo cartão postal, maltratada e tendo as suas amendoeiras arrancadas e as maritacas expulsas, como se visitantes ingratas fossem.
Por sinal, as amendoeiras são largamente adotadas nas arborizações das cidades brasileiras. Para termos uma ideia, na cidade do Rio de Janeiro, a espécie amendoeira lidera a lista de árvores mais vistas na Cidade Maravilhosa; ela também lidera a lista da mais problemática. Entretanto, a sua retirada depois de um longo tempo exige um manejo adequado. A prefeitura de Ilhéus poderia ter feito, inclusive, dialogado com a população. Não basta fazer a previsão e o debate técnico entre os pares, precisa convencer os cidadãos da proposta. Houve falha no processo da comunicação. O velho Habermas está rindo.
Aqui, não é forçoso trazer à baila o professor Soane Nazaré, que ao lado de outros pioneiros, fundaram a Faculdade de Direito de Ilhéus, berço do processo educacional superior na região, cuja matriz educacional nos levou a Fespi e, consequentemente, a UESC. A região não precisa recorrer a experiências estrangeiras, ela tem na UESC um dos maiores centros de estudos sobre a questão ambiental no país com um Programa de Pós-graduação consolidadíssimo que aborda essa temática muito bem, o Prodema. Não me digam que prata da casa não faz milagre, pois, esse chavão não nos convence e não nos eleva enquanto nação grapiúna.
É também em Ilhéus, que durante um tempo tivemos a Universidade Livre do Mar e da Mata (MARAMATA) pujante, talvez, muitos dos jovens nem saibam da sua existência. Eu tive o prazer de ir para alguns seminários organizados pela instituição , talvez, uma das minhas primeiras “iniciações acadêmicas”, eu ainda estava no ensino médio. Simplesmente era um jovem do morro. Precisamente, do alto do Basílio, onde da minha casa via o Terreiro de Pai Pedro, um espaço tombado e que muitos ilheenses não sabem. Lá tem uma matinha. Os gaviões que fazem a festa.
A MARAMATA foi uma sacada do então prefeito Jabes Ribeiro e não poderia ter indicação melhor para dirigi-la no seu nascedouro senão o professor Soane Nazaré. Na caminhada pude observar algumas discussões sobre a famosa Agenda 21. Vi relembrar a Expedição do Príncipe Maximiliano numa perspectiva da preservação ambiental. Visitei o Museu do Mar. Pensava-se a sobrevivência do Rio Cachoeira. De imediato, a preservação do Rio Cachoeira interessa aos sul baianos e ainda mais aos Ilheenses, não podemos ter o rio como esgoto a chegar à Baía do Pontal. Portanto, relembrar e saudar o histórico do professor Soane é nossa obrigação. Ele foi à Faculdade de Direito da UFBA, formou-se e voltou à região do cacau para levar o ensino superior. Ele nos propiciou uma consciência crítica.
A cidade de Ilhéus foi abençoada pela natureza. Temos o Parque da Esperança. Temos rios, as praias nos embelezam com sua água; o patrimônio cultural integrante desse ambiente nos apresenta um Centro Histórico rico; as fazendas de cacau, uma parte mesmo que degradada pela crise do cacau, ainda guardam uma parte da Mata Atlântica. Temos que oferecer outro destino para a cidade de Ilhéus. Será que Ilhéus foi abençoada pela natureza e amaldiçoada pelos que nela nasceram, circulam, moram? Tenho certeza que não, pois, até hoje protesto quando ouço a música “Bye, Bye Brasil” de Chico Buarque, ousadamente, ele disse que pegou uma doença em Ilhéus. Só tem perdão devida à licença poética. Vamos concedê-lo, por favor. Mas deve pagar prenda.
A paisagem da Soares Lopes, apesar das significativas alterações, tem presente a ideia de ser uma “avenida parque” conforme sinalizado pelo então prefeito Ariston Cardoso por volta de 1975. Não obstante, na primeira gestão do prefeito Jabes Ribeiro foi apresentado um projeto de urbanização liderado pelo paisagista Roberto Burle Marx, entretanto, não foi finalizado. Posteriormente, no segundo mandato de Antônio Olímpio, a Avenida Soares Lopes teve suas obras finalizadas, permitindo a artéria ter a atual paisagem mesmo sofrendo modificações no projeto do paisagista.
Portanto, o prefeito Mário Alexandre tem o desafio de atuar para minimizar os impactos causados à cidade e a imagem, inclusive, a dele com essa destruição das amendoeiras e o sofrimento imposto as maritacas. No processo eleitoral deste ano, o tema ambiental estará na pauta com bastante intensidade. Ele precisa se cercar de propostas alvissareiras e plausíveis ao meio ambiente. Ele não pode se furtar a ouvir os engenheiros ambientais, biólogos e outros profissionais que costumam se encarregar do tema. É necessário convencer a população e continuar reposicionando a Maramata.
De fato, o professor Soane Nazaré não merecia qualquer associação com a retirada das amendoeiras em Ilhéus, mas foi uma oportunidade encontrada para reverenciar a quem devemos a nossa formação e a formatação do ideário de nação grapiúna. Soane Nazaré merece muito mais que o nome de um campus universitário. Por óbvio não é pouca coisa, mas costumamos esquecer quando não reverenciamos a memória. Ele ainda vivo, merece nossa atenção. Não é problema homenagear as pessoas vivas e que atuaram comprometidas com o progresso regional, o despropósito é cultuar quem não merece ou nada fez.
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Efson Lima – Doutor em Direito/Ufba. Professor universitário. Escritor. Advogado. Das terras grapiúnas.




















