:: ‘leilão’
Em dia de arremate da Fiol, Governo destaca trabalho da Bahia na prospecção de negócios e viabilidade do projeto
Nesta quinta-feira (8), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) leiloou a subconcessão do trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) que se estende por 537 quilômetros entre as cidades de Ilhéus e Caetité, na Bahia. O Governo da Bahia atuou ativamente para retomar a obra, de responsabilidade da União, por entender a importância do equipamento para o desenvolvimento econômico do estado.
Em decorrência desse movimento, foi possível haver o leilão do trecho da Ferrovia EF-334/BA, que aconteceu na tarde desta quinta-feira, na B3, em São Paulo, por meio online. O arremate foi feito pela Bahia Mineração (Bamin), no valor de R$32,730 milhões.
O trecho 1 já tem mais de 80% concluído, com previsão de conclusão em 24 meses. Com o trecho 2, que chegará até Barreiras, a ferrovia funcionará como um corredor de escoamento de minérios do sudoeste baiano e da produção agrícola que vem do oeste, levando toda esta carga para o Porto Sul, uma das principais obras estruturantes realizadas pelo Governo da Bahia. Com a construção da Ponte Salvador-Itaparica, outra grande obra estruturante do estado, o acesso entre a capital e o porto terá ainda redução de 100km no trajeto.
“Mais um dia de vitória. A Fiol será uma locomotiva de desenvolvimento da Bahia e agora vai rodar, carregando minério, soja, melhorando as condições de Ilhéus à Caetité – que vai se transformar em uma grande cidade em função da mineração -, além de Barreiras, um dos principais polos do agronegócio no estado. Essa ferrovia trará ainda mais progresso”, afirma o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.
Leilão da Fiol deve garantir R$ 3,3 bilhões de investimentos
A Ferrovia da Integração Oeste-Leste (Fiol) terá seu primeiro trecho leiloado nesta quinta-feira (08), na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). A concessão do trecho de 537 quilômetros, entre Ilhéus e Caetité, na Bahia, deve garantir R$ 3,3 bilhões de investimentos, sendo R$ 1,6 bilhão para a conclusão das obras.
“A Fiol possui papel estratégico no desenvolvimento econômico da Bahia e será um importante vetor para o escoamento da produção de grãos e minério pelo Porto Sul, cujas obras estão a pleno vapor”, ressalta o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.
Segundo o Ministério da Infraestrutura, o governo federal trabalha para a implementação de mais dois trechos: entre Caetité (BA) e Barreiras (BA), e de Barreiras (BA) a Figueirópolis (TO), quando, futuramente, irá interligar o porto de Ilhéus a outra ferrovia: a Norte-Sul.
Edital marca leilão da Ferrovia Oeste-Leste na Bahia para abril de 2021
A diretoria colegiada da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) usou sua última reunião deste ano, na terça-feira passada, para analisar um pacote de decisões envolvendo o setor ferroviário. Entre os itens da pauta, constou a aprovação do edital de concessão para exploração e desenvolvimento da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), entre Ilhéus e Caetité, na Bahia.
Esse trecho desperta interesse em função da reserva de ferro em Caetité, de onde o minério será transportado até o Porto de Ilhéus. O segundo trecho da ferrovia, cujas obras vêm sendo executadas por um batalhão de engenharia e construção do Exército, se estenderá até Barreiras, no oeste baiano, com 485 quilômetros. A ferrovia possibilitará o escoamento da produção agrícola da região até o Porto Sul, na Bahia. Hoje essa carga é transportada por caminhões pela BR-242 até o Porto de Aratu.
A expectativa é que o leilão da ferrovia ocorra em abril próximo. Novos investimentos a serem realizados no trecho, por parte do vencedor do certame, alcançarão R$ 5 bilhões ao longo da concessão. A maior parte dos recursos será aplicada nos primeiros cinco anos do contrato em obras remanescentes e complementares.
Aeroporto de Ilhéus vai à leilão em julho

O Aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, será colocado em leilão no dia 31 de julho deste ano. O aviso de licitação foi publicado no Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira (20). O terminal passará a ser administrado pela empresa ganhadora da concorrência pública que, após assumir o aeroporto, deverá requalificar a infraestrutura, ampliar, administrar, operar e explorar comercialmente suas áreas e serviços.
De acordo com o aviso, a empresa que vencer o processo licitatório deverá investir entre R$12 e R$15 milhões na requalificação do equipamento. Os interessados em participar da licitação para a concessão do aeroporto de Ilhéus devem comparecer às 14h do dia 31 de julho, na sala de reunião da Agerba, localizada no Centro Administrativo da Bahia (CAB), na Paralela.
Ebal é arrematada por R$15 milhões em leilão
A Comissão Especial constituída para conduzir o processo de alienação societária da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal) escolheu uma proposta no valor de R$15 milhões para aquisição da empresa. O leilão foi realizado na manhã desta quarta-feira (11) na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), no Centro Administrativo da Bahia, e teve uma única proposta, dada pela NGV Empreendimentos e Participações. Este foi o terceiro leilão realizado, sendo que os dois primeiros não atraíram participantes.
De acordo com o presidente da Comissão e chefe de gabinete da SDE, Luiz Gonzaga, a vencedora arremata a participação acionária da Ebal e os fundos de comércio relativos às 49 lojas da Cesta do Povo, além do direito de exploração da marca Cesta do Povo e o Programa Credicesta. Gonzaga lembrou que o resultado precisará ser homologado, o que acontecerá nos próximos dias. Uma das condições é a manutenção significativa de postos de trabalho.
A NGV Empreendimentos e Participações tem sede em São Paulo e é liderada pelo investidor espanhol Ignacio Morales, que se associou a um dos mais experientes empresários do varejo baiano, Joel Feldaman, a quem caberia administrar as lojas da antiga rede. Investindo no país há 15 anos, Morales elogia o ambiente de negócios criado na Bahia. “Estamos muito interessados no impacto social que pode ter esta atividade e na capacidade de revitalizar uma boa marca”.
Esculturas de cães pintadas por artistas vão a leilão

Esculturas de cães e gatos produzidas em fibra de vidro e customizadas por artistas e celebridades para o projeto “dog.art”, criado pelo Sciacco Studio, vão a leilão às 20h30 desta quarta-feira (06), no Instituto Gustavo Rosa (zona oeste de São Paulo).
Por lances de no mínimo R$ 1800,00 será possível levar para casa um pet colorido criado pela modelo e apresentadora Ana Hickmann, o Dálmata do humorista Rafael Cortez e o gato dourado de Carol Celico, entre outros dos mais de 80 cães e gatos das mais diferentes cores, texturas e ilustrações.
São ao todo cinco modelos de estátuas de cachorros: Dachshund, Golden, Pitbull, Vira-lata Bulldog Francês e o gato, que é convidado especial nessa edição. A quantia de 60% da renda será revertida para as ONGS Ampara Animal, Amor Horizontal e Pipa Social.
Entre os convidados para decorar os pets também estão Anitta, Carolina Dieckmann, Debora Nascimento, Felipe Solari, Gabriela Pugliesi, Giovanna Ewbank, Isabella Fiorentino, José Loreto, Marco Luque, Nathalia Dill e Rodrigo Faro.
Promessa de leilão em 2017 é alento para setor eólico
A promessa de que haverá um leilão de reserva, ainda este ano, foi comemorada, porém vista com cautela, pela diretora de Apoio à Empreendimentos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Laís Maciel, que participa do 6º Encontro de Negócios da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), em São Paulo. O anúncio foi feito pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME), Eduardo Azevedo.
“O leilão é fundamental para a manutenção da indústria eólica, em especial a baiana, que se consolidou como o principal polo nacional na fabricação de componentes”, afirma Laís. No setor, as opiniões ainda são comedidas: aguarda-se que a promessa vire realidade.
O leilão futuro pode vir acompanhado de uma novidade: prevê a contratação de três produtos, com entrega em três, quatro e cinco anos. “Essa medida assegura que as fábricas tenham demanda constante e possam fazer uma programação da sua produção”, explica a diretora.
Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, se ocorrerem, os leilões aliviarão o mercado eólico. Segundo ele, a não realização de leilão coloca em risco a manutenção da indústria eólica no Brasil todo. “Nossa meta agora é assegurar nossa capacidade de escoamento para que possamos participar do leilão com projetos de energia também. Vamos continuar fazendo gestões junto ao MME e à ONS [Operador Nacional do Sistema Elétrico] para assegurar margens de escoamento, assim novos parques poderão ser instalados e continuaremos a interiorizar o investimento no estado”, comenta.
PIADA PRA BOI DORMIR
O caipira tinha um boizinho que era um exímio reprodutor. Bastava encostar uma vaquinha que ele “crau”.
Fazendeiros da vizinhança, que utilizavam o boi para emprenhar suas vaquinhas, acharam que o caipira estava ganhando muito dinheiro e concluíram que era mais negócio se cotizar e comprar o animal.
O caipira podia ser caipira, mas não era bobo e pediu uma grana alta pelo seu garanhão.
Os fazendeiros foram se queixar ao prefeito, que de olho nas próximas eleições resolveu comprar o boi e incorporá-lo ao patrimônio público.
Claro que aquilo era motivo para foguetório, discursos e show com uma indefectível banda de (argh!) axé music (?).
Os fogos espocaram, os discursos louvaram o prefeito benfeitor, o prefeito louvou sua benfeitoria e a banda tocou seus sucessos, aquelas músicas (?) geniais que rimam mãozinha com bundinha, joelhinho com peitinho e por aí vai…
Quando chegou a hora do ´gran finale´ botaram uma vaquinha jeitosinha ao lado do boi e ele… nada!
Espanto geral. Trouxeram outra vaca, bem gostosona, e o boi… nada de novo!
A oposição já pensava em pedir uma CPI do Não Valeu o Boi, quando um fazendeiro apareceu com uma vaca holandesa, cheirando a leite moça. Agora vai, disseram todos.
Não foi!
O caipira, com medo de que o negócio fosse desfeito, encostou no boi e falou, com todo jeito:
– O que é isso? Você não podia ver nem uma mula manca que já estava traçando e agora fica recusando essas vacas que nem eu dispensaria…
E o boi, na maior displicência:
-Então vai você. Eu agora sou funcionário público…
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