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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘jaques wagner’

Produção de energia solar no Brasil crescerá 10 vezes em 2017

jw“Eu creio que o mundo inteiro busca desenvolvimento como sustentabilidade, portanto a questão energética é central neste desafio. A fonte fundamental para promover a energia solar nós temos em abundância em nosso país, agora precisamos aproveitar o potencial existente para atrair uma energia que além de sustentável representa o futuro”, afirmou Jaques Wagner, secretário de Desenvolvimento Econômico do estado da Bahia, durante a abertura nesta quarta-feira (05/07) do Brasil Solar Power, que está acontecendo no Rio de Janeiro. Organizado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o evento é considerado o principal sobre energia solar fotovoltaica no país.

O futuro enunciado pelo secretário Wagner está mais próximo do que se imagina. A geração de energia solar fotovoltaica no Brasil irá crescer este ano 10 vezes, em relação a 2016. Até dezembro, a previsão é de que o País chegará à marca de 1000 MW de capacidade instalada, o que coloca o Brasil na lista do seleto grupo dos 30 principais geradores da fonte no mundo. Segundo Rodrigo Sauaia, Presidente Executivo da ABSOLAR, a expectativa é de que a posição brasileira neste ranking mundial esteja entre as 5 primeiras até 2030 em potência instalada anual.

A notícia tem um gostinho ainda melhor para os baianos já que parte desta energia sairá da Bahia, mais precisamente de Bom Jesus da Lapa, onde quatro usinas solares (120MW) receberam na última sexta-feira (30/06), o aval da ANEEL para operar comercialmente. Quando o maior complexo de geração de energia solar do país da Enel Green Power estiver em pleno funcionamento serão gerados um total de 384 MW compostos por 14 parques.

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Indústrias baianas ganham isenção do ICMS nas vendas para o Estado

A isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas vendas diretas de indústrias baianas para órgãos do Governo do Estado, que confere aos fabricantes locais acesso preferencial a um mercado que movimenta cerca de meio bilhão de reais por ano, é a principal medida do decreto assinado pelo governador Rui Costa, com o objetivo de ampliar a competitividade do setor na concorrência com os produtos vindos de outros estados.

empresaa 1O decreto reúne outras mudanças na legislação para apoiar a fabricação de ferro ligas, água desmineralizada e arames específicos para a extração de petróleo, e ainda salvaguardar a indústria processadora de mamona em períodos de quebra de safra, como o atual.

As medidas resultam de interlocução entre o governo baiano e a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb). “Em um cenário de crise econômica, o Governo decidiu promover isenções e reduções pontuais na carga tributária com vistas a criar condições para proporcionar maior dinamismo à economia baiana”, afirma o secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório.

Já o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, comenta que “o esforço para manter equilibradas as contas do Estado dá ao governador Rui Costa margem para tomar decisões que incentivem ainda mais a atividade econômica. O Governo gasta menos na hora de comprar, prestigia as empresas baianas e proporciona a estas novo fôlego para contratar mais pessoas, o que combate o desemprego e cria um círculo virtuoso no mercado”.

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Promessa de leilão em 2017 é alento para setor eólico

A promessa de que haverá um leilão de reserva, ainda este ano, foi comemorada, porém vista com cautela, pela diretora de Apoio à Empreendimentos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), Laís Maciel, que participa do 6º Encontro de Negócios da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), em São Paulo. O anúncio foi feito pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia (MME), Eduardo Azevedo.

“O leilão é fundamental para a manutenção da indústria eólica, em especial a baiana, que se consolidou como o principal polo nacional na fabricação de componentes”, afirma Laís. No setor, as opiniões ainda são comedidas: aguarda-se que a promessa vire realidade.

O leilão futuro pode vir acompanhado de uma novidade: prevê a contratação de três produtos, com entrega em três, quatro e cinco anos. “Essa medida assegura que as fábricas tenham demanda constante e possam fazer uma programação da sua produção”, explica a diretora.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, se ocorrerem, os leilões aliviarão o mercado eólico. Segundo ele, a não realização de leilão coloca em risco a manutenção da indústria eólica no Brasil todo. “Nossa meta agora é assegurar nossa capacidade de escoamento para que possamos participar do leilão com projetos de energia também. Vamos continuar fazendo gestões junto ao MME e à ONS [Operador Nacional do Sistema Elétrico] para assegurar margens de escoamento, assim novos parques poderão ser instalados e continuaremos a interiorizar o investimento no estado”, comenta.

Mapeamento feito pela SDE facilita inserção de jovens no Programa Primeiro Emprego

primeO Programa Primeiro Emprego ganhou mais um reforço através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE). Foi realizada, neste mês, pesquisa que contempla os investimentos implantados e em fase de implantação. Esse estudo ajudará o sistema educacional a direcionar as vagas de qualificação para os segmentos que mais contratam e os mais promissores. Os dados mostram os setores, as atividades e os municípios com maior previsão de empregos e investimentos.

“Através da política de atração de investimentos, a SDE estimula o investidor a assinar o termo de adesão ao programa para as contratações desses estudantes e egressos. Entendemos que os esforços somados por cada secretaria consolidam o Programa Primeiro Emprego, fundamental para integrar jovens, na sua maioria, ao mercado de trabalho”, explica o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner.

Com este mapeamento a rede estadual de educação poderá direcionar os cursos de qualificação técnica para os segmentos que mais precisam de mão de obra especializada, como os setores de bebidas; mineração; alimentos; farmoquímicos e farmacêuticos; calçados/couro/componentes; eletricidade e gás; produtos químicos; papel e celulose; borracha e plásticos; informática e eletrônicos.

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Empresa calçadista anuncia 600 empregos em Camacã

calçados camacan 1

A empresa calçadista Lia Line recebeu as chaves de um galpão industrial onde a empresa instalará a décima fábrica na Bahia. A entrega foi realizada pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, nesta segunda-feira (29), no município de Camacã, no sul da Bahia. “A parceria com o Governo do Estado tem sido a melhor possível. Nossos investimentos dão o retorno esperado e, em contrapartida, empregamos milhares de pessoas em várias regiões. Todos saem ganhando”, afirmou o diretor do grupo que controla a Lia Line, Irivan Soares.

Com investimento previsto de R$ 5,8 milhões para implantação de unidade fabril, a Lia Line pretende criar 600 novos empregos na região para a fabricação da marca feminina Sua Cia. A estimativa é produzir 600 mil pares por ano quando a unidade estiver com a capacidade plena. “Não existe melhor política social do que criar emprego e renda. O trabalhador baiano corresponde, se apega à oportunidade e veste a camisa. E isso são os próprios empresários que dizem”, explicou Wagner.

calçados camacan 2Motivada com a qualidade da mão de obra local, a Lia Line quer investir em capacitação. Poucos técnicos serão levados de fora para que possam preparar os moradores da região para, inclusive, assumirem posições de comando na empresa. “Queremos deixar nosso legado. Além de fazer bons negócios, assumimos um compromisso social com a Bahia”, acrescenta Soares.

Os primeiros equipamentos começam a chegar na próxima semana. A primeira linha de montagem será inicialmente para treinamento e, em seguida, a empresa começará a produzir comercialmente. Gradativamente, serão instaladas outras três linhas.

Recomeço

calçados camacan 3Candidata a uma vaga na empresa, Rosivânia Barbosa está desempregada há dois anos e vê na Lia Line a oportunidade de recomeçar a vida. “Sou boa de aprender coisas novas. Nunca fiz sapato na vida, mas vou aprender e fazer muito bem feito”, comemorou. A Lia Line tem 25 anos de mercado e vende para 40 países.

A empresa gera 2,5 mil empregos na Bahia. Com a abertura da unidade em Camacã, o número de empregos chegará a 3,1 mil. A história da empresa com a Bahia começou há quatro anos, quando implantou a primeira filial na cidade de Itororó, em um dos galpões desocupados pela Azaleia, de propriedade do Estado.

Jaques Wagner entrega galpão para fábrica de calçados em Camacan

jaques wagnerNa próxima segunda-feira (29), às 10h, o secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner, fará a entrega de um galpão ao Grupo Lia Line no município de Camacan, no Sul da Bahia,  para produção de calçados femininos da marca Sua Cia. O galpão fica na Av. dos Pioneiros e será a 10ª unidade  do grupo no estado.

Serão investidos R$ 5,8 milhões na fábrica que vai gerar 600 novos empregos na região, com a estimativa de produzir 600 mil pares por ano quando a unidade estiver com sua capacidade plena de operação.

“Na preferência das empresas calçadistas, a Bahia atrai mais uma unidade do grupo Lia Line, nosso parceiro há quatro anos. Vamos levar incremento socioeconômico e produtivo para região, proporcionado a redução das desigualdades sociais”, afirma Wagner.

Atualmente, o grupo produz cerca de 20.000 pares de calçados por dia no Estado, gerando 2.200 empregos diretos, concentrando mais de 90% de sua produção na Bahia, que é destinada para clientes em todo o Brasil e para o exterior.

 

Wagner critica ‘obsessão’ de Moro por Lula: ‘parece torcida organizada’

jw O secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Jaques Wagner, criticou o comportamento do juiz Sérgio Moro na condução das investigações contra o ex-presidente Lula, especialmente nos preparativos para o depoimento que ele prestará nesta quarta-feira (10) em Curitiba. Moro chegou a publicar um vídeo nas redes sociais pedindo que os apoiadores da Lava Jato não fossem à sede da Justiça Federal na quarta a fim de evitar tumulto contra eventuais grupos favoráveis a Lula.

“Está tudo de cabeça para baixo. O juiz tem que ser a pessoa mais discreta. A Justiça tem venda nos olhos para não olhar quem está julgando. Virou torcida organizada, virou time de futebol. Virou ditadura, é uma tortura psicológica. Prende por dois anos, se não falar o que quero, fica preso. Acho até nobre que ele não queira que tenha confusão, mas daí fazer jogo… Ouvi um comentário interessante que, se está um contra o outro [Lula X Moro], quem é que vai arbitrar?”, questionou Jaques Wagner em entrevista à rádio Itapoan FM.

“Já tiraram a Dilma no tapetão e agora querem tirar Lula no tapetão também. Lula está doido para dar esse depoimento. O advogado pode estar preocupado porque se for questionado sobre os contratos talvez não tenha tido tempo de ler tudo. A defesa tinha pedido nota de três contratos, a Petrobras, a Justiça seguraram isso, entregaram sexta-feira mais de 60 mil páginas, não houve tempo de analisar”, disse Wagner.

O ex-ministro afirmou que tem escutado com frequência pessoas, inclusive as que não simpatizam com Lula, dizerem que a Lava Jato tem tido inclinação partidária e “obsessão” pela condenação, num processo que se arrasta a anos sem provas.

“Sinto o presidente muito seguro, indignado e doido para provar. Conhecei Lula morando em um apartamento e depois de eleito morando no mesmo apartamento. Ele não tem paixão por patrimônio. A vaidade dele é a política. A paixão dele é a política e o povo brasileiro. Os caras estão com obsessão de condenar ele”. (Bahia 247)-

Parceria entre Governo e Ford qualifica quase 100 jovens da rede pública estadual

ford 3Comemorando o fim de um ciclo e também o início de uma nova etapa, os 98 estudantes da Turma II do Programa Ford de Educação receberam, nesta quinta-feira (4), o certificado de conclusão de mais de 300 horas de capacitação, durante solenidade no auditório da Secretaria da Educação do Estado, na capital. Todos são alunos de escolas públicas estaduais de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

A ação, resultado do Programa de Responsabilidade Social da Ford Brasil, em parceria com o Governo do Estado e com instituições como o Senai e Sesi, está preparando jovens para o mercado de trabalho, através da qualificação técnica e comportamental. Essa é a segunda turma do programa, que seleciona 100 jovens do Ensino Médio da rede pública estadual, entre 17 e 24 anos. As escolas são convidadas a participar indicando os alunos que apresentaram as melhores notas de português e matemática ao longo do ano. Desses, são escolhidos os que obtiveram melhores desempenhos. Tudo para estimular ainda mais a educação, que começa dentro das instituições.

ford 2Segundo o secretário da Educação, Walter Pinheiro, presente na cerimônia de formatura do programa, que foi inspirado no projeto estadual Educar para Transformar, a relação com a iniciativa privada cria novas oportunidades. “Vemos as empresas privadas não só como um campo de estágio, mas também um local de aprimoramento técnico, aliando o conhecimento com a prática. A Ford contribui com a qualificação dos jovens do estado, e também à sua própria, à medida que esses jovens podem trabalhar na empresa. Esse é também o reconhecimento de que a rede pública de educação tem condições de preparar esses alunos com qualidade para atuarem na área que desejarem”, afirmou o secretário.

Parcerias

ford 1Os formandos passaram 150 horas de capacitação de matérias como comunicação escrita, matemática e lógica, informática básica, comportamento e outros assuntos, e por uma formação de 160 horas para os cursos de auxiliar de eletricista, auxiliar de operações logísticas, auxiliar de mecânico automotivo e administrativo, tudo em parceria com o Sesi e Senai. Para a gerente de ações corporativas da Ford, Adriane Rocha, a formação profissional é para o mercado de trabalho e não necessariamente para a empresa. “Acreditamos que investir na educação é um caminho de garantia a inovação no futuro, preparar os jovens para o futuro é também investir na nossa empresa. E, independente da Ford, essa qualificação serve para a vida desses jovens e é por conta disso que continuamos investindo em programas sociais com foco na educação”, contou a gerente.

Participando de um talk show durante a cerimônia de diplomação dos jovens, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, falou sobre a importância dessas parcerias com a iniciativa privada. “É importante manter uma relação forte com a sociedade civil, não apenas com as empresas, mas também outras organizações, como universidades, por exemplo. Esse programa é um sucesso e fico feliz de ver as empresas participando de um processo de responsabilidade social, contribuindo com o Governo do Estado”. (Fotos: Elói Corrêa/GOVBA)

SDE garante mão de obra baiana nas obras do Aeroporto de Salvador

 

A mão de obra utilizada na requalificação e operação do Aeroporto Internacional de Salvador será prioritariamente baiana, garantiu hoje a SDE (Secretaria de Desenvolvimento Econômico) em conversa com representantes da francesa Vinci Airports, empresa que arrematou em leilão a concessão do equipamento.

 

De acordo com o superintendente de Estudos e Políticas Públicas da secretaria Reinaldo Sampaio “a SDE promoverá a articulação entre a empresa e instituições como a Fieb e o Senai para qualificar trabalhadores em várias especialidades que atendam às necessidades operacionais do aeroporto”. Ele explicou ainda que a SDE dará todo o apoio necessário para a agilização dos processos burocráticos que proporcionará maior celeridade à obra. A Vinci estava representada pelo diretor de marketing Pierre Grosmaire e pelos gerentes Álvaro Leite e Guilherm Vecten.

 

“A requalificação do Aeroporto de Salvador é uma obra de grande interesse da sociedade e com ótimo potencial atrator de divisas. Não poderíamos deixar de transformá-la também em geradora de empregos para os baianos”, explicou o secretário Jaques Wagner. Empresa com larga experiência mundial na operação de aeroportos, a Vinci investirá R$ 2,3 bilhões no terminal soteropolitano.

 

Aeroportos regionais

 

Durante a reunião, a Vinci mostrou-se interessada em participar das futuras licitações de aeroportos regionais no estado. Sampaio explicou que já há conversas nesse sentido, incluindo a  disponibilização de informações socioeconômicas, infraestruturais, educacionais e de logística dos municípios e territórios na área de influência dos respectivos aeroportos.

A intenção do secretário Wagner e da SDE, disse Sampaio, é dar padrão internacional aos aeroportos regionais da Bahia.

Ouro em Iramaia promete reaquecer ciclo da mineração na Bahia

Cinco alvos promissores para exploração de ouro foram descobertas em Iramaia, na região de Jequié, que prometem reaquecer o mercado do ouro baiano e a economia da região. Pesquisas realizadas pela Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) identificaram esses depósitos de ouro, com cerca de 4 km de extensão, através do Projeto Jurema Leste.

O estudo feito por mapeamento geológico de detalhe agora aguarda a primeira fase para entrar em execução. “A CBPM pretende abrir um processo de licitação visando atrair empresa parceira que investigue a mineralização, a um custo estimado de US$ 1,5 milhão”, explica Rafael Avena, diretor da CBPM.

wagnerJá num segundo ano os trabalhos serão dedicados à exploração da mineralização primária, por meio de sondagens diamantadas, até a profundidade de 220 metros, com a realização aproximada de 11.500 metros de sondagens, a um custo da ordem de US$ 4 milhões.

Dependendo dos resultados dessas sondagens, confirmados os teores de ouro obtidos pela CBPM em seus trabalhos iniciais, o projeto poderá evoluir para um estudo de viabilidade econômica e, posteriormente, para a exploração, com o minério oxidado entrando inicialmente em produção.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner, as perspectivas são muito boas. “Acredita-se que a região de Iramaia possa vir a ser um novo distrito aurífero na Bahia, e este é apenas um exemplo da retomada do crescimento do setor mineral na Bahia”, diz Wagner.

A última edição da revista In The Mine, uma das mais respeitadas do segmento sobre pesquisa geológica e mineração, deu destaque a este projeto do ouro de Jurema Leste, devido ao prospecto que foi apresentado em março numa feira em Toronto, no Canadá, e disponibilizado para investidores interessados na exploração de ouro.

A despeito de todas as projeções negativas feitas no final de 2015 com relação aos preços das commodities minerais para 2016, o mercado reagiu recuperando a demanda e melhorando seus resultados, com os minerais fechando o ano com crescimento dos seus preços e demonstrando boas perspectivas para 2017, à medida que o crescimento econômico global for se recuperando e os mercados se reequilibrarem.

O contínuo programa de estudos, ampliação e aprofundamento do conhecimento geológico do estado, mantém a Bahia como um dos principais territórios de interesse para pesquisa de minerais, recebendo pelo segundo ano consecutivo o maior número de Requerimentos de Pesquisa do país.





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