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Diretório do PT na Bahia se reúne, com presenças de Rui Falcão e Jaques Wagner
O Diretório Estadual do PT se reúne neste sábado (01) das 9:00 às 17:00 horas no Hotel Fiesta, bairro Itaigara, em Salvador. Pela manhã haverá debate sobre conjuntura nacional com as presenças do presidente nacional do partido Rui Falcão e do ministro da Defesa Jaques Wagner. À tarde os dirigentes debatem sobre organização e resoluções.
Já amanhã (sexta-feira) no mesmo local às 17:00 horas, será realizada reunião da Executiva Estadual, preparatória para o evento do dia seguinte. Este encontro terá a participação dos presidentes do PT dos 35 maiores municípios, representando os 27 Territórios de Identidade do Estado.
Terceira indústria inaugurada em 2015 gera mil empregos na Bahia

Com investimentos de € 500 milhões (cerca de R$ 2 bilhões), o Complexo Acrílico da Basf, inaugurado nesta sexta-feira (19), no Polo Industrial de Camaçari, gera cerca de mil empregos diretos e indiretos. A inauguração teve as presenças do governador Rui Costa e da presidente Dilma Rousseff.
“Um dos principais fatores para atrair investimentos para a Bahia é a determinação e a capacidade dos trabalhadores baianos. Por isso é um orgulho cumprimentar os atuais e novos trabalhadores da Basf”, destacou Rui Costa. Ele lembrou ainda os investimentos estaduais e federais em infraestrutura e logística como atrativos competitivos para viabilizar projetos como o do Complexo Acrílico da Basf.
O complexo conta com incentivos do programa de atração de investimentos do estado da Bahia, bem como da política de devolução de créditos de ICMS para a indústria petroquímica. A Basf firmou ainda um pacto no qual a Braskem – que também está instalada em Camaçari e é sua principal fornecedora de matéria-prima – se compromete a reinvestir o crédito tributário devolvido pelo Governo da Bahia na ampliação e modernização das linhas de produção.
Somente em 2015, outras três indústrias já foram inauguradas na Bahia graças ao programa de atração de investimentos do Estado, todas do segmento de energia eólica: a Torres Eólicas do Nordeste, em Jacobina, a Gamesa e a Acciona, ambas em Camaçari.
A decisão de construir o Complexo na Bahia foi tomada em maio de 2011, após uma missão internacional do governo baiano à sede da Basf, na Alemanha. A empresa alemã estima que o investimento represente saldo positivo de US$ 300 milhões a cada ano na balança comercial do Brasil – 200 milhões em redução de importações e os outros 100 milhões em exportações.
Marco
O presidente da Basf na América Latina, Ralph Schweens, definiu o novo complexo como um marco nos 150 anos da companhia, que opera no País há mais de um século. “Começamos uma nova etapa com o Complexo Acrílico. Este é o maior investimento da história da Basf no Brasil e na América do Sul e simboliza a consolidação da nossa relação com o povo baiano. Hoje se inicia uma nova era na industria química brasileira e o primeiro passo foi dado aqui na Bahia”.
Com o início da operação, a nova fábrica vai produzir matérias-primas para a indústria de fabricação de fraldas, químicos para construção, resinas acrílicas para tintas, tecidos e adesivos. Com capacidade para fabricar 160 mil toneladas por ano, a unidade é a primeira fábrica a produzir ácido acrílico em todo o hemisfério sul.
Também participaram do evento os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e da Defesa, Jaques Wagner, além dos secretários estaduais de Desenvolvimento Econômico, Jorge Hereda, da Casa Civil, Bruno Dauster, e de Ciência e Tecnologia, Manoel Mendonça.
TCE aprova contas do último ano de Wagner
O Tribunal de Contas do Estado da Bahia aprovou, nesta terça-feira, o parecer prévio sobre a prestação de contas do último ano de gestão do ex-governador Jaques Wagner.O documento será enviado para julgamento da Assembleia Legislativa da Bahia. Os conselheiros do TCE optaram, por maioria, pela aprovação, com recomendações, cabendo aos deputados a decisão final.
O trabalho realizado pela relatora Carolina Costa foi elogiado por todos os conselheiros em razão da densidade do relatório e do parecer prévio apresentado. Na votação, as ressalvas e determinações que haviam sido propostas inicialmente foram transformadas em recomendações. O TCE tem prazo legal até 18 de junho para encaminhar o parecer à Assembleia Legislativa.
Entre as recomendaçõesque devem ser encaminhadas ao governador Rui Costa, pela Assembleia, está a necessidade de implantar metodologias e processos de acompanhamento e avaliação do PPA (Plano Plurianual). Eles devem permitir “identificar e aferir os resultados das metas dos compromissos, além de mensurar os benefícios pela execução do programa ao público-alvo”.
PT realiza etapa Estadual/Bahia do 5º Congresso Nacional e reafirma compromisso com democracia, desenvolvimento e inclusão
O PT realizou em Salvador, a Etapa Estadual do 5º Congresso Nacional do partido. O Presidente do Diretório Estadual, Everaldo Anunciação, explica que foram promovidos vários encontros em municípios e territórios com a participação de dirigentes, militantes e movimentos sociais.
O governador Rui Costa, participou do congresso e enfatizou que o PT é um partido de massa, ”que defende o povo simples, os negros, os homossexuais, a reforma urbana, a igualdade entre homens e mulheres.”
Ele entende que o povo reconhece que o partido fez uma profunda revolução e por isso o PT venceu no primeiro turno, três vezes consecutivas, na Bahia. Tudo isto, destacou o governador, “é fruto das ideias colocadas em prática.”
O ministro da Defesa Jaques Wagner, que foi homenageado pelo PT em função da sua trajetória, disse emocionado que “devemos pegar a estrela e dizer que a caminhada dos últimos 35 anos foi de libertação do povo brasileiro – humilde, pobre, esquecido, da sandália de dedo, que nunca entrou no Palácio do Planalto.”
Sibá Machado, líder do PT na Câmara dos Deputados, falou sobre o projeto de terceirização e adiantou que “vamos manter firme nossa posição de proteger os interesses dos trabalhadores.”
O presidente da CUT/Bahia Cedro Silva afirmou que não existe projeto melhor para a nação que o do PT. Acrescentou que a classe trabalhadora entende isso e, juntos, não vão admitir que seus direitos sejam reduzidos.
Congresso Nacional
A 5ª Etapa Nacional do Congresso do PT será realizada em Salvador de 11 a 13 de junho. Everaldo Anunciação disse que “a Bahia vai ‘incendiar’ o evento.” Ele adianta que “vamos receber os companheiros (as) dos estados e criar, paralelo ao debate, alguns espaços onde a militância possa discutir todas as questões.”
O presidente do PT disse também que no congresso de hoje foi elaborado um documento, comum a todas as forças politicas da direção, sinalizando que o PT tem quer reafirmar seu compromisso com a democracia, desenvolvimento e inclusão da classe trabalhadora.
Para isso, prossegue Everaldo, a gente tem que chegar à sociedade civil organizada para aprofundar esse debate.
Também participaram da mesa do congresso, Otto Alencar, Senador (PSD); Lidice da Mata, Senadora (PSB); Moema Gramacho ,Deputada Federal (PT) Rosemberg Pinto, Deputado Estadual (PT); Laura Pujol, Cônsul-geral de Cuba na Bahia; Marcelo Nilo, Pres. ALBA (PDT); ex-governador, vereador Waldir Pires(PT); Fernanda Silva, prefeita de Uruçuca(PT), Delmari Proença, líder do MSTB e Marcio (MST).
Wagner: “pedir impeachment de Dilma é forçar a barra”
Membro do núcleo político do Planalto, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, classifica como “forçação de barra” o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) por partidos de oposição (sobretudo o PSDB) e por populares. “Não adianta querer colar nessa senhora as questões que dizem respeito à ética na política. Sinceramente, é forçação de barra”, disse o ex-governador da Bahia em entrevista à revista Época.
Para Wagner, o governo convive bem com as manifestações, mas “fica surpreso com os protestos”, por achar que está fazendo tudo certo. “Acontece que a rua também vai evoluindo. O governo incluiu 40 milhões, mas não pode viver dessa conversa a vida inteira”.
Sobre o reflexo das investigações da Operação Lava Jato no PT, após a prisão do tesoureiro João Vaccari Neto, Jaques Wagner sugeriu não ser possível “encontrar um partido que seja detentor de toda a pureza imaginada”.
Para o ministro, uma responsabilidade do PT “foi não ter feito, assim que chegou ao poder em 2003, a reforma política e mudado a máquina de fazer política do país”. (do Bahia 247).
Wagner: “os fascistas destilam ódio nas ruas”
Integrante do núcleo político da presidente Dilma Rousseff, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, avaliou nesta segunda-feira (9) que o ódio ao governo é destilado “pelos fascistas, por aqueles que não querem aceitar o fim da eleição”. “Pergunta aí ao povo como era no tempo do senador Aécio (Neves). Quer dizer, no tempo do PSDB”. Ex-governador da Bahia se refere às mensagens contrárias ao discurso da presidente ontem defendendo seus ajustes econômicos em cadeia nacional de TV.
“A presidenta foi eleita para mais 48 meses e nós só temos dois. Vamos ter paciência. Os ajustes do governo são iguais aos da nossa casa. Às vezes a gente tem que apertar um pouco o orçamento para a coisa não desandar e as contas não fecharem no fim do mês”, disse Wagner em entrevista à rádio Metrópole, de Salvador.
Ele garantiu mais uma vez que não haverá redução de investimento nos programas sociais. “Estamos arrumando a economia. Temos que botar no rumo. A nossa opção não é arrocho e nem desemprego, é combater a crise. O caminho não mudou. Estamos fazendo as medidas necessárias da economia”.
E sobre o desenrolar da Operação Lava Jato, cuja nova fase se dá com investigação aos políticos denunciados, o ministro apontou o financiamento privado das campanhas eleitorais como “o grande problema da corrupção no Brasil”.
O ministro também “Os partidos ficam negociando os tempos de TV para apoiar esse ou aquele. Temos que fortalecer os partidos para não ficarem reféns de nenhum aventureiro”.
Sobre o PT, Jaques Wagner avalia que, “apesar dos erros”, o partido “tem sido o que mais colaborou para o desenvolvimento da democracia no Brasil”. Mas ele reconhece que a sigla precisa se aperfeiçoar.
“Evidentemente não tem ninguém perfeito. Dentro dos partidos que estão aí, o que deu a maior contribuição para democracia brasileira foi o PT, mesmo com erros. Toda situação nasce, amadurece e tem partes que apodrecem. O PT precisa passar por uma renovação, revisar seus princípios e lutar pela reforma política. Precisamos ter regras mais transparente”. (do Bahia 247)
Wagner: “os golpistas não farão a gente baixar a cabeça”
(do Bahia 247) – Membro do chamado núcleo duro do governo da presidente Dilma Rousseff, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, disse nesta quinta-feira que “o país não vai parar para assistir às investigações porque o povo depende de emprego”. O ex-governador da Bahia se refere aos desdobramentos da Operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção de empreiteiras em contratos com a Petrobras.
Pelo Twitter, Wagner disse que “antigamente, casos de corrupção surgiam aos montes, mas não eram investigados com o devido rigor” e que a história mudou a partir do primeiro mandato do ex-presidente Lula, em 2003.
“Nenhum governo fez tanto quanto as gestões do PT para combater e enfrentar de verdade a corrupção neste país. Antes de Lula, vivíamos na era do faz de conta. Isso começou a mudar a partir de 2003, quando começamos a fortalecer os órgãos de controle e fiscalização. Os casos de corrupção surgiam aos montes, mas não se investigava quase nada e os que embolsavam o dinheiro do povo ficavam impunes”, disse o petista.
Jaques Wagner engrossou discurso de Lula para que Dilma “levante a cabeça” e mandou recado aos ‘golpistas’.
“Nem a corrupção e muito menos a irresponsabilidade dos que insistem em flertar com o golpismo. Podem ter certeza de que nada vai fazer a gente baixar a cabeça ou nos impedir de seguir trabalhando para melhorar a vida do povo. Hoje não existe mais aquela história de engavetador-geral da República e os amigos do poder não são mais nomeados para comandar a PF”.
Wagner: “ajuste fiscal é como pit stop de Fórmula 1”
por Tereza Cruvinel
Ministro da Defesa e um dos seis integrantes do chamado “núcleo duro palaciano” do governo Dilma, Jacques Wagner vem fazendo uma defesa enfática do ajuste fiscal, tal como tem pedido a presidente a todos os auxiliares. Em entrevistas, conversas com jornalistas e encontros com parlamentares, Wagner tece variações sobre a mesma metáfora tentando demonstrar que o ajuste é parte da estratégia de sustentar e aprofundar o projeto petista de uma país mais desenvolvido e mais inclusivo e justo. Em conversa com esta colunista, nesta sexta-feira, mais de uma vez ele se valeu da metáfora da corrida de Fórmula Um.
– Numa corrida de muitas voltas, não basta o piloto ser bom. Ele precisa ter uma estratégia de desempenho para vencer. Precisa calcular o momento de parar para abastecer, o tipo ideal de pneu para cada fase da corrida e até mesmo o eventual momento de desacelerar para poupar o motor. Houve uma crise mundial e foi feita aqui uma política anti-cíclica que teve custos. Para manter o alto nível de emprego, o crédito, os investimentos públicos em curso e a economia fora da UTI, o governo queimou energias. Agora precisa fazer um pit stop e acertar a máquina para arrancar de novo. Isso é o ajuste fiscal e assim precisa ser compreendido por todo mundo.
Ele reconhece as dificuldades políticas do momento mas diz acreditar que o governo pode superá-las, recompor sua base de apoio no Congresso, atravessar a fase de ajuste e voltar a produzir resultados positivos para o país. Não acredita que a oposição esteja mesmo apostando no impeachment da presidente por inexistirem, a seu ver, condições jurídicas e políticas.
Jaques Wagner repudia tentativa de ligar seu nome a desvio de recursos da Petrobras

Em resposta ao que foi publicado na edição 2409 da revista Veja, o ministro da Defesa e ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, repudiou qualquer tentativa de ligar seu nome ao desvio de recursos da Petrobras. De acordo com a nota, as citações “não passam de ilações, de especulações, sem nenhuma conexão com a realidade”.
A nota diz ainda que “o ministro Jaques Wagner rechaça a tentativa de vinculá-lo ao assunto, reitera sua confiança nas investigações promovidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, e defende a rigorosa punição dos envolvidos”.
Wagner defende demarcação para solucionar conflito de terras no Sul da Bahia
(da Agência Brasil)-Ex-governador da Bahia, cargo que ocupou até essa quarta-feira (31), o novo ministro da Defesa, Jaques Wagner, defendeu hoje (2) a demarcação da Terra Indígena Tupinambá de Olivença como forma de amenizar a tensão entre não índios do sul da Bahia e as comunidades indígenas que exigem a demarcação do território que dizem ter pertencido a seus antepassados.
“No sul da Bahia, o caso ganhou transtornos complicados porque o Ministério da Justiça ainda não registrou sua posição. Não quero dizer que fulano ou sicrano tem culpa – até porque, tenho sempre trabalhado em sinergia com o ministro José Eduardo Cardozo e com a Funai [Fundação Nacional do Índio]. Mas, em política, a pior decisão é a que não se toma”, declarou Wagner durante a cerimônia de transmissão de cargo, realizada pela manhã, em Brasília.
A área que os índios reivindicam mede 47.376 hectares (1 hectare corresponde a 10 mil metros quadrados, o equivalente a um campo de futebol oficial) e abrange parte do território das cidades de Buerarema, Ilhéus e Una. Reivindicada pelos índios há décadas, foi identificada e delimitada pela Funai em 2009. Para a conclusão do processo demarcatório, o Ministério da Justiça precisa expedir a portaria declaratória, reconhecendo a área como território tradicional indígena. Por fim, é necessário que a Presidência da República homologue a decisão.
“É preciso que saia uma demarcação. E quem se sentir desconfortável irá à Justiça. Não tendo uma decisão, a tensão tem aumentado, pois as pessoas não sabem quais seus direitos”, acrescentou o ministro, referindo-se à ocupação de fazendas pelos índios e aos confrontos registrados com maior intensidade entre o final de 2013 e o primeiro semestre de 2014. Na época, a pedido de Wagner, então à frente do Poder Executivo baiano, o Ministério da Justiça enviou para a região integrantes da Força Nacional de Segurança Pública a fim de reforçar a segurança em cidades com Buerarema.













