:: ‘Fábrica-Escola do Chocolate’
CEEP Nelson Schaun em Ilhéus forma novas gerações de chocolateiros
O Centro de Educação Profissional Chocolate Nelson Schaun, em Ilhéus, é um exemplo de como políticas públicas podem contribuir para as transformações socioeconômicas no Sul da Bahia. Implantada pela Secretaria de Educação da Bahia, a fábrica escola do CEEP foi uma das atrações do Chocolat Festival Ilhéus, o maior evento no setor da América Latina.
No estande do CEEP, visitantes da Bahia e outros estados puderam conhecer e degustar produtos confeccionados pelo estudantes como chocolates nas versões 39%, 45%, 56%, 61% e 70% de cacau, licor, pão de mel e trufas, além de um espaço em que acompanharam como é o processo de fabricação do chocolate.
A fábrica-escola do (Ceep) Nelson Schaun possui atualmente cerca de 150 alunos. A professora articuladora do curso de Agroindústria Alessandra Bueno destaca que “o festival permite uma vivência com o mundo do chocolate fora do ambiente escolar e o contato com produtores e empresários. É uma maneira de demonstrar que estamos formando técnicos qualificados para o mercado de trabalho, formados na escola pública”.
De acordo com o diretor do CEEP do Chocolate, Julierme Barros Couto o festival “é uma oportunidade de conhecer como funciona o mercado de chocolate, ampliar conhecimentos e trocar experiência com chocolateiros do Brasil e do Exterior. Além disso, o Chocolat Festival é uma grande vitrine de divulgação da fábrica-escola”.
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Estudantes de Gandu e Ilhéus mostram processo de fabricação do chocolate em Mini Fábrica-Escola na Fenagro

Da amêndoa ao chocolate. Você sabe o percurso do cacau até virar chocolate? Para mostrar detalhes desse caminho, uma mini Fábrica-Escola do Chocolate foi instalada pela Secretaria da Educação do Estado e está chamando a atenção no Parque de Exposições de Salvador, na 9ª Feira Baiana de Agricultura Familiar e Economia Solidaria, que integra a programação da Feira Internacional de Agropecuária da Bahia (FENAGRO). A atividade é realizada pelos estudantes que fazem cursos técnicos de nível médio e exercem a parte prática dos cursos, como Nutrição e Dietética, nas Fábricas-Escolas do Chocolate do Centro Territorial de Educação Profissional (CETEP) do Baixo Sul, em Gandu, e do Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) Nelson Schaun, em Ilhéus.

Até domingo (2), período de realização da Feira, os futuros técnicos mostram as etapas do preparo, desde o refinamento até a temperagem, e os chocolates produzidos com diferentes teores de cacau são oferecidos para a degustação dos visitantes. Os estudantes também falam sobre a história do cacau na Bahia, como destaca Tamires Silva dos Santos, 20 anos, do curso Técnico em Agroindústria, do CEEP Nelson Schaun. “Aqui a gente fala da história do cacau na região Sul da Bahia, mostra a amêndoa, a nibs, os equipamentos e o passo a passo para a produção. Entre os maquinários, destaque para a máquina melanger, que serve para moer as nibs e transformá-las em chocolate. Estamos produzindo com 56%, 61% e 70% de teor de cacau”, destacou.
Assentamento Terravista terá Fábrica Escola do Chocolate

Será implantada, nesta quarta-feira (12), a Fábrica-Escola do Chocolate do Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) Floresta do Cacau e do Chocolate Milton Santos, localizado no Assentamento Terra Vista, no município de Arataca (504 km de Salvador). O lançamento será às 15h, com a presença do Secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro.
A Fábrica-Escola serve como laboratório para que os estudantes que fazem os cursos técnicos de nível médio tenham aulas práticas e possam desenvolver projetos, pesquisas e intervenções sociais, aperfeiçoando a formação profissional nas áreas de Agroindústria e Alimentos. A fábrica também fica aberta à comunidade local para a capacitação e certificação de trabalhadores e para a incubação, pré-incubação e aceleração de empreendimentos.
Esta é a terceira Fábrica-Escola do Chocolate da rede estadual na região sul da Bahia. As outras duas foram implantadas em Ilhéus, no CEEP Nelson Schaun e no Centro Territorial de Educação Profissional (CETEP) do Baixo Sul, no município de Gandu. Além destas, a rede conta, ainda, com a Fábrica-Escola do Couro, no CETEP Bacia do Jacuípe, no município de Ipirá, e a Fábrica-Escola da Construção Civil, no CEEP Severino Vieira, em Salvador.
O secretário Walter Pinheiro ressalta o papel pedagógico das Fábricas-Escolas. “ A proposta das Fábricas-Escolas é dinamizar as práticas pedagógicas, oferecendo o campo de estágio para os estudantes, a partir da educação empreendedora e contextualizada com o território”, disse.
Agricultura familiar é destaque no Festival Internacional do Chocolate e Cacau
A agricultura familiar, que juntamente com os pequenos produtores, responde por cerca de 80% da produção de cacau no Sul da Bahia, é um dos destaques do Chocolat Bahia 2018, o Festival Internacional do Chocolate e Cacau, que acontece até domingo (22) no Centro de Convenções de Ilhéus.
A Bahia Cacau, da Cooperativa da Agricultura Familiar da Bacia do Rio Salgado, já comercializa os chocolates premium na Bahia e em outros estados brasileiros, com uma produção de 800 quilos por mês, com 35%, 50%, 60% e 70% de cacau, além de nibs – pedaços de amêndoas de cacau torrados e triturados – e trufas. São cerca de 200 cooperados, que cultivam amêndoas selecionadas.
Através de um convênio com o projeto de apoio à agricultura familiar Bahia Produtiva, foi aberta uma loja de fábrica em Itabuna, onde parte da produção é comercializada. “Nosso desafio é investir cada vez mais em qualidade, buscando a conquista de novos mercados e o Festival do Chocolate é uma excelente oportunidade para divulgação da marca e conhecimentos sobre novas tecnologias”, afirma Ozana Crisóstomo do Nascimento, diretor da cooperativa.
Com 1200 associados, a Cooperativa de Serviços Sustentáveis da Bahia (Coopesba), aproveita o potencial do Litoral Sul e Baixo Sul na produção de cacau para a fabricação de chocolates finos, achocolatados, nibs e amêndoas caramelizadas. A cooperativa investiu na implantação de uma fábrica de chocolate, com uma produção atual de 6 toneladas por mês, parte dela comercializada através do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). “A produção de chocolates e outros derivados de cacau tem permitido a melhoria na renda das famílias e estamos trabalhando no sentido de ampliar a capacidade de comercialização, já que existe uma demanda crescente por chocolates finos”, destaca o diretor da Coopesba, Rogério Assunção.
Armazém da Agricultura Familiar
No Armazém da Agricultura Familiar e Economia Solidária, um espaço que reúne cooperativas e associações das regiões Sul, Baixo Sul e Sudoeste e são comercializados produtos como chocolates, amêndoas, nibs, doces, cachaça, frutas, licor e peças de artesanato.
“Estamos divulgando o potencial da agricultura familiar e importância da economia solidária como fonte de geração de empreso e renda”, diz Gilcélia de Souza Santos, do Centro de Economia Solidária/Litoral Sul.
Fábrica-Escola de Chocolate
A Fábrica Escola do Chocolate do Colégio Estadual de Ilhéus, que atende cerca de 300 alunos de cursos técnicos de Educação Profissional, está presente no festival com um estande com apresentação de técnicas de produção e demonstração dos chocolates finos e bombons. A produção da unidade ilheense é destinada à merenda escolar da rede pública e também à comercialização por microempreendedores e cooperativas que também podem utilizar a estrutura como incubadora de novos negócios. A estudante do curso profissionalizante de nível médio em Agroindústria, Cleidiane Alves, afirma que “a fábrica de chocolate permite que a gente coloque em prática os conhecimentos em sala de aula, criando uma ótima perspectiva de futuro profissional”.
O superintendente de Educação Profissional e Tecnológica da SEC, Durval Libânio, ressalta que “as fábricas-escola de chocolate integram a comunidade escolar com a região e incentivam o empreendedorismo entre os estudantes, para atuarem num mercado em expansão. No caso de Ilhéus é simbólico que e escola esteja localizada no bairro onde opera o Porto do Malhado, que sempre foi exportador de matéria prima e hoje vivenciamos uma nova realidade, formando uma geração de produtores de chocolate”.
Estado entrega Fábrica-Escola do Chocolate e lança projeto Escolas Culturais em Ilhéus

A Secretaria da Educação do Estado entregou, nesta terça-feira (17), a Fábrica-Escola do Chocolate Deize Silva Santana e implantou o projeto Escolas Culturais, em Ilhéus, no Sul da Bahia. Os projetos dialogam com a cultura e a identidade da cidade, seja por meio da arte, em suas distintas linguagens, seja por meio da interlocução com as cadeias e arranjos produtivos locais, com o objetivo de promover o protagonismo estudantil e a formação profissional e empreendedora dos estudantes, abrindo as unidades escolares para a comunidade.
O lançamento do projeto Escolas Culturais aconteceu pela manhã, no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, com apresentações de dança, teatro e outras manifestações artísticas. O projeto reconhece e requalifica a escola como um espaço de circulação e produção da diversidade cultural do Território de Identidade onde está inserida e potencializa as experiências artísticas e culturais já existentes nas unidades escolares, fomentando novas atividades. Este projeto Escolas Culturais já foi lançado em Jequié, Itabuna, Juazeiro, Gandu, Bom Jesus da Lapa, Feira de Santana, Itaberaba, Teixeira de Freitas, Guanambi, Seabra, Ipiaú, Irecê e Santo Antônio de Jesus e é resultado de parceria entre as Secretarias da Educação, de Cultura (SECULT), de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e Casa Civil.
Fábrica-Escola – No período da tarde foi entregue a Fábrica-Escola do Chocolate Deize Silva Santana, no Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) Nelson Schaun, quando os presentes conheceram as instalações da Fábrica, que servirá como laboratório para que os estudantes que fazem os cursos técnicos de nível médio tenham aulas práticas e possam desenvolver projetos, pesquisas e intervenções sociais, aperfeiçoando a formação profissional. Também foi lançado no CEEP Nelson Schaun o Escritório Criativo Territorial, que somado à Fábrica-Escola do Chocolate, servirá de campo de estágio para os estudantes e disponibilizará serviços de consultoria e assessoria no Território, voltadas, por exemplo, para a proteção à inovações, criações, marcas e patentes de estudantes, professores e comunidades.
Estado lança o projeto Escolas Culturais e inaugura a Fábrica-Escola do Chocolate em Ilhéus
A cidade de Ilhéus, no Sul da Bahia, será a 14ª a receber o projeto Escolas Culturais, que será lançado, nesta terça-feira (17), no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, às 9 horas. Na cidade, também será inaugurada a Fábrica-Escola do Chocolate Deize Silva Santana, às 15h, no Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) Nelson Schaun.
Implantado pelo Estado da Bahia, o projeto Escolas Culturais objetiva promover o protagonismo estudantil, além de reconhecer e requalificar a escola como um espaço de circulação e produção da diversidade cultural do Território de Identidade onde está inserida. A iniciativa potencializa as experiências artísticas e culturais já existentes nas unidades escolares e fomenta novas atividades. O projeto também já foi lançado em Jequié, Itabuna, Juazeiro, Gandu, Bom Jesus da Lapa, Feira de Santana, Itaberaba, Teixeira de Freitas, Guanambi, Seabra, Ipiaú, Irecê e Santo Antônio de Jesus e é resultado de parceria entre as Secretarias da Educação, de Cultura (SECULT), de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e Casa Civil.
Já a Fábrica-Escola do Chocolate serve como laboratório para que os estudantes que fazem os cursos técnicos de nível médio tenham aulas práticas e possam desenvolver projetos, pesquisas e intervenções sociais, aperfeiçoando a formação profissional. Duas destas fábricas já estão em funcionamento: a Fábrica-Escola do Chocolate, vinculada ao Centro Territorial de Educação Profissional (CETEP) do Baixo Sul, no município de Gandu, e a Fábrica-Escola do Couro, no CETEP Bacia do Jacuípe, no município de Ipirá.
Também será lançado no CEEP Nelson Schaun o Escritório Criativo Territorial, que somado à Fábrica Escola, terá o objetivo de fomentar a Educação Empreendedora e a cultura da inovação e da criatividade nos centros de Educação Profissional, disponibilizando serviços de consultoria e assessoria nos Territórios de Identidade. Entre outras atividades, o Escritório Criativo Territorial também promoverá a proteção à inovações, criações, marcas e patentes de estudantes, professores e comunidades, além de fomentar arranjos produtivos locais e territoriais.
Os lançamentos contarão com a presença do secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro.
Chocolate produzido por estudantes de Gandu pode reforçar merenda escolar

O chocolate produzido pelos estudantes do curso técnico em Nutrição e Dietética do Centro Estadual de Educação Profissional (Cetep) Baixo Sul,em Gandu, poderá ser utilizado na merenda escolar. O produto, que aproveita o potencial agrícola da região, tem 40% de cacau e é desenvolvido na Fábrica-Escola do Chocolate, que serve de laboratório para as aulas práticas. A iniciativa fomenta o empreendedorismo dos futuros técnicos de nível médio, além de promover a interação e formação da comunidade local.Nesta terça-feira (19), a Fábrica-Escola do Chocolate promoveu uma degustação do chocolate 40% para gestores de escolas da região. Segundo a vice-diretora da Fábrica-Escola, Lindaura Costa, esta foi uma ação estratégica de apresentação do trabalho que vem sendo realizado na unidade em busca de parcerias.
“Durante o evento, explicamos o objetivo da Fábrica-Escola e a importância do cacau na alimentação, para fomentar essa parceria com as escolas municipais, levando o chocolate para a merenda escolar. Também abrimos um calendário de visitação, tanto na fábrica quanto no Museu Genético do Cacau, para os estudantes da região, para que eles, além de conhecerem o lugar e o nosso trabalho, entendam melhor sua cultura”, contou .
O estudante Leonardo Argolo, 18 anos, do 4º ano do curso de Nutrição e Dietética, conversou com os gestores sobre o processo de fabricação do chocolate. “Falei sobre a importância da fábrica na nossa formação e de tudo que aprendemos desde a colheita do cacau até o produto final. É um prazer divulgar nosso trabalho e esse produto riquíssimo, que é o cacau, para os gestores escolares do município e contar com a colaboração deles para levar o nosso chocolate para a alimentação escolar”, afirmou.
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