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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘brasil’

Lembrar sempre, para não esquecer nunca

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Lembrar sempre, para não esquecer nunca

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Pinheiro defende que banda larga tem que chegar a todos os municípios brasileiros

pinheiroO senador Walter Pinheiro (PT/BA) defendeu , durante o segundo dia do Congresso Mundial de Telefonia Móvel, em Barcelona, o uso das tecnologias móveis como instrumento para a melhoria de vida dos cidadãos e destacou que a banda larga precisa ser universalizada no Brasil.

“A banda larga tem que ser usada como instrumento para superação das desigualdades e também para promover o desenvolvimento local”, enfatizou durante sua participação no Painel “Políticas regionais para apoiar a sociedade cada vez mais conectada”. Mais de 200 pessoas acompanharam a discussão sobre políticas públicas e melhoria dos sistemas de telecomunicação para os usuários.

Pinheiro destacou que nos dias atuais é imprescindível que a banda larga chegue a todos os municípios brasileiros, e que o principal foco deve ser a disponibilidade de serviços nas mais diversas áreas para os cidadãos. “O uso da rede serve para prestar serviços à população, em diversas áreas, como na segurança, saúde e educação. O fundamental com o uso da banda larga é levá-la para todos os municípios. E o que parecia difícil pode tornar-se realidade, mesmo nos lugares mais distantes. Esse é o desafio dessa nova fronteira. Inovação!”, ressaltou.

Na manhã de hoje (04), Pinheiro conheceu experiências de sucesso sobre o uso da banda larga com serviços e conteúdos voltados para a infraestrutura das cidades inteligentes, ou smart city. “Iniciamos uma reunião sobre soluções para cidades, onde conhecemos serviços de rápida inovação e customização com infraestruturas feitas para cada serviço, e vimos que é fundamental a banda larga móvel para uma cidade inteligente”, observou.

O senador defendeu ainda a criação de um projeto que promova uma rede de interação e comunicação entre governos, pessoas e empresas, denominado Cidadãos Inteligentes.  “Os principais pilares deste projeto são: serviços ao cidadão; transporte e mobilidade; infraestrutura e eco-energia; segurança e emergências, além de Saúde e Educação”, disse Pinheiro.

De acordo com o senador, os desafios são grandes, pois os expressivos números do setor no Brasil ainda não são acompanhados por uma transmissão de qualidade. Ele citou que o país responde por 59% do e-commerce da América Latina e que 85% dos brasileiros estão conectados com celulares. Por isso, defendeu que a tecnologia seja capaz de levar serviço de e-cidadania com preços acessíveis, qualidade e universalização.

Desemprego atinge 4,8% em 2014 e é o menor da história

desemprego

O desemprego brasileiro caiu a 4,3 por cento em dezembro, ante 4,8 por cento em novembro, e igualou a mínima histórica registrada no mesmo mês de 2013, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

Com isso, o desemprego encerrou 2014 com taxa média de 4,8 por cento, também a menor da série, contra uma taxa média de 5,4 por cento em 2013.

Brasil gera 5,2 milhões de empregos em quatro anos

O Brasil fechou o ano de 2014 com um saldo positivo de 396.993 postos de trabalho criados formalmente, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta sexta-feira 23.

Em dezembro, a economia brasileira fechou 555.508 vagas com carteira assinada. Em comparação com 2013, que somou 1,11 milhão empregos formais abertos, o ano passado representou uma queda de 64,4%.

Segundo o MTE, o balanço de 2014 também mostrou que o salário de admissão teve aumento real na casa de 0,92%, se levado em consideração os valores médios e o INPC. As mulheres tiveram o melhor reajuste, na casa de 1,39%, contra 0,84% dos homens.

Os estados que mais geraram empregos foram Santa Catarina, Rio de Janeiro e Ceará. Entre as regiões, o Sudeste teve o melhor desempenho, seguido do Sul e do Nordeste.

Whatsapp fica fora do ar por uma hora e PIB do Brasil volta a crescer

zap 2(do Blog Sensacionalista)-lA economia brasileira deve mostrar uma aceleração em dezembro por causa da interrupção do Whatsapp ontem a tarde. De acordo com dados do governo, a produção nacional bateu um recorde assim que as pessoas começaram a trabalhar novamente. O novo ministro da fazenda, Joaquim Levy, deve anunciar em breve o fim do horário de verão e o início das pausas de meia hora por dia no Whatsapp. “Acho que devemos passar a China assim que a medida entrar em vigor”, disse Levy.

Psicólogos receberam ligações desesperadas de seus clientes, que alegaram depressão. “Uma cliente me ligou chorando dizendo que a vida dela tinha perdido o sentido sem os grupos do Whatsapp”, afirmou uma psicóloga.

O caso mais emocionante foi de um adolescente de São Paulo que lembrou o nome dos pais depois de muitos meses.

Brasil é premiado pela FAO por programas de combate à fome

AGROECOLOGIAO Brasil é um dos 25 países premiados pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) por ter reduzido pela metade o número absoluto de subalimentados no País. A meta brasileira foi alcançada antes de 2015, prazo estabelecido durante a Cúpula Mundial de Alimentação (CMA), em 1996, em Roma, na Itália.

A premiação ocorreu no domingo (30), na sede da FAO, na capital italiana. Na oportunidade, a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Tereza Campello, destacou as políticas públicas de transferência de renda como vetores da desmistificação do pobre como um preguiçoso.

“Quando se pensa que a pobreza seja o resultado de uma leniência, que o pobre é um perdedor ou uma pessoa preguiçosa, não é bem assim”, afirmou a ministra. “Porém, estamos construindo uma futura geração que não precisará do Bolsa Família, que teve acesso à educação e à saúde”, disse a ministra.

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IBGE: taxa de mortalidade infantil caiu e expectativa de vida cresce

O país conseguiu nova redução na taxa de mortalidade infantil na passagem de 2012 para 2013, segundo os dados das Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013, divulgadas nesta segunda-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de mortalidade infantil, até 1 ano de idade, ficou em 15 para cada mil nascidos vivos em 2013. Em 2012, essa proporção era de 15,7 óbitos de menores de um ano para cada mil nascidos vivos. A maior taxa no ano passado foi observada no Maranhão, de 24,7 bebês a cada mil nascidos vivos. O menor resultado foi de Santa Catarina, 10,1 bebês por mil nascidos vivos. Já a taxa de mortalidade na infância no país, que considera crianças até os 5 anos de idade, foi de 17,4 por mil nascidos vivos em 2013.

A mortalidade na infância também é maior no Maranhão, 28,2 crianças por mil nascidas vivas, e menor em Santa Catarina, 11,8 a cada mil. Entre 2012 e 2013, o Brasil teve aumento na expectativa de vida em todas as idades, principalmente nas faixas iniciais da distribuição, com ênfase nos menores de 1 ano e com maior intensidade na população masculina. No entanto, o IBGE destaca que, no Japão, a mortalidade infantil é de apenas dois óbitos por mil nascidos vivos, enquanto a mortalidade na infância é de três a cada mil. Também de acordo com o mesmo levantamento do IBGE, a expectativa de vida do brasileiro subiu quatro anos, atingindo 74,9 anos em 2014.

Desigualdade social cai em 16 regiões metropolitanas do Brasil

(da Agência Brasil)-Os indicadores socioeconômicos das regiões metropolitanas brasileiras melhoraram entre 2000 e 2010 e mostram redução das disparidades entre metrópoles do Norte e do Sul do país. Os dados constam do Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas Brasileiras, divulgado hoje (25), fruto de parceria entre o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro.

De acordo com o atlas, entre 2000 e 2010, as disparidades entre as 16 regiões metropolitanas analisadas diminuíram e todas se encontram na faixa de alto desenvolvimento humano. A análise leva em conta o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).

As regiões metropolitanas que apresentaram os maiores valores para o IDHM em 2010 foram São Paulo (0,794), Distrito Federal e Entorno (0,792), Curitiba (0,783), Belo Horizonte (0,774) e Vitória (0,772), todas com índices mais altos que os apresentados em 2000.

As regiões metropolitanas de mais baixo IDHM, em 2010, eram Manaus (0,720), Belém (0,729), Fortaleza (0,732), Natal (0,732) e Recife (0,734). Essas regiões, na mesma ordem, eram as de menor IDHM, em 2000. Entretanto, todas melhoraram.

Em 2000, apenas São Paulo tinha índice de desenvolvimento humano alto. Manaus tinha baixo e as outras regiões, médio. Em 2010, todas passaram a ter IDHM alto.

Em 2010, a diferença registrada entre a região metropolitana com o maior e o menor IDHM foi 0,074 pontos ou 10,3%. Enquanto São Paulo ficou com índice 0,794, Manaus estava com IDHM 0,720. Dez anos antes, essa diferença era 22,1%.

O IDHM é um número que varia entre 0 a 1: quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento humano de um estado, município ou região metropolitana. O índice é calculado levando em conta três fatores: expectativa de vida, renda per capita e acesso ao conhecimento, que considera a escolaridade da população adulta e o fluxo escolar da população jovem.

Os dados do atlas são calculados com base nos Censos Demográficos de 2000 e 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE).

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Capes aprova acordo da UESC para intercâmbio de estudantes nas áreas de ciências agronômicas, agro-alimentares e veterinária na França

uescA Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) aprovou o através do edital nº 20/2014, projetos de parcerias universitárias entre Brasil e França, no âmbito do programa Capes/Brafagri. Dez novos projetos, entre eles o UNIVIN: Formação em Ciências Agronômicas, dos Alimentos e Ambientais em parceria Universidade-Empresa, com a participação da UNES/Jaboticabal, UNICENTRO e Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, pelo Brasil e Vetagro, Isara Lyon e Bordeaux Science Agro, pela França.

O Programa Capes – Brafagri (Programa de parceria universitária entre Brasil e França para promoção do intercâmbio de estudantes em nível de graduação nas áreas de ciências agronômicas, agro-alimentares e veterinária) é um acordo de  cooperação entre dois países agrícolas de primeira ordem no cenário mundial. Este programa se caracteriza por promover a mobilidade de estudantes e professores, a colaboração entre os estabelecimentos de ensino superior franceses e brasileiros, tendo em vista a existência de visões intercaladas e o compartilhamento de vivências pedagógicas para a formação de engenheiros agrônomos.

Essa é uma ação resultante da participação da reitora da UESC, Adélia Pinheiro, em Missão na França, em junho de 2014, integrando comitiva da ABRUEM, e reforça a internacionalização na Universidade. O projeto aprovado no âmbito deste programa é o “UNIV’IN: Formação em Ciências Agronômicas, dos Alimentos e Ambientais em parceria Universidade-Indústria, e tem como parceiros na França as Escolas VetAgro Sup, Bordeaux Sciences Agro e ISARA Lyon, e no Brasil as UNESP, UNICENTRO e UESC.

A professora Agna Almeida Menezes do Departamento de Ciências Agrárias e Ambientais (UESC), explica que “no Brasil, de modo geral, um curso de graduação é composto de módulos ou disciplinas obrigatórias durante todos os períodos de formação, enquanto que  na França, o percurso do engenheiro é dividido em duas grandes etapas: a primeira, frequentemente chamada Tronco Comum que visa a aquisição de conhecimentos científicos, tecnológicos e ambientais próprias a um engenheiro generalista e a segunda corresponde às disciplinas com um conteúdo mais especializado, que permitem a profissionalização.”

“Acredito que este acordo de cooperação bilateral, será muito proveitoso para a formação dos estudantes em mobilidade. Enquanto que os Franceses poderão conhecer a formação de agrônomos voltados para a agroecologia e a agricultura de baixos insumos ministrada de forma modular, os brasileiros terão a oportunidade de vivenciar a realidade de uma formação balizada na decisão da profissionalização.  Além da formação, às diferenças ambientais (clima, solo, vegetação)  portanto, de aptidão agrícola, aporte de tecnologia e de recursos financeiros para a produção agropecuária, entre os dois países possibilitará uma formação sólida de agrônomos, profissão caracterizada, por conviver harmoniosamente com a natureza, já que estes são os seus fatores de produção.” conclui a professora.





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