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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘brasil’

“Vitória da superação”, diz Rui confiante no hexa do Brasil

rui copa

O candidato a governador da Bahia,  Rui Costa, da Coligação Pra Bahia Mudar Mais, assistirá o jogo da seleção ao lado dos familiares, em Salvador.  Rui está confiante na vitória brasileira e acha que as ausências de Neymar e Thiago Silva serão muito sentidas, mas também serão superadas.  “Vamos sim chegar a final. Vai ser uma partida das mais difíceis, pois o futebol alemão está bastante qualificado. No entanto, dá pra perceber a união dos jogadores brasileiros. Acho que a torcida vai fazer a diferença e os nossos jogadores dedicarão este hexa ao Neymar. Será a vitória da superação”, afirmou Rui.

Ele preferiu não arriscar o placar e disse: “Eu quero mesmo é chegar à final, não importa o placar. Haja coração!”.

Missão (quase) impossível: sem Neymar e com a arbitragem e a mídia contra

Eduardo Guimarães

eduardo guimaraesPela lógica, o Brasil passar pela Alemanha deveria ser quase impossível. Apesar da brilhante vitória contra a Colômbia – que calou a boca de uma legião de críticos cegos ou mal-intencionados –, a equipe de Felipão é inexperiente em Copas do Mundo e não contará com o astro Neymar, que participou de metade das jogadas que resultaram em gols.

Como se fosse pouco, provavelmente a Seleção ainda enfrentará outra arbitragem acovardada que irá prejudicá-la como fez em quatro dos cinco jogos da Copa de 2014. E, para completar o grau de dificuldade dessa missão quase impossível, ainda passará os próximos dias sendo triturada por uma mídia que enfiou na cabeça que Dilma só será reeleita se o Brasil for campeão.

O desfalque de Thiago Silva pode ser um problema menor. Apesar de sua boa atuação contra a Colômbia e da dita liderança que exerce no time – que fez dele capitão –, não se pode esquecer do descontrole emocional que demonstrou no jogo contra o Chile e que, em outro momento de grande tensão, poderia ressurgir.

Ainda assim, Thiago era parte do esquema que Felipão montou. Esquema que terá que ser totalmente redesenhado.

Contudo, esses garotos têm sido brilhantes, na opinião deste blog. Não é pouco o que enfrentaram até aqui, para chegar aonde chegaram. A começar pelos protestos contra a Copa. Ninguém com um mínimo de bom senso pode acreditar que os protestos não afetaram o emocional de uma equipe tão jovem e, até menos de um mês atrás, praticamente virgem em uma competição desse calibre. Muito pelo contrário.

Os protestos contra a Copa intimidaram a torcida. Pela primeira vez, o Brasil entrava numa Copa sem entusiasmo do país, sem ruas e carros enfeitados. Os garotos de Felipão sabiam que corriam o risco de, jogando em casa, serem vaiados nos estádios.

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bandeira 13

Esse e o nosso país, essa é a nossa bandeira.

 A nossa Seleção é o Brasil, na paixão pelo futebol, na fantasia do jogo bem jogado, nas estrelas de um time pentacampeão que deve respeitar o adversário mas não deve temer ninguém.

 Hoje é dia de futebol, dia de Brasil, dia de dar mais um passo rumo ao hexa.

 Gol neles, Brasil!

 

No meio do caminho há uma Colômbia

Drummond e a Copa: chegou a hora do futebol-poesia...

Drummond e a Copa: chegou a hora do futebol-poesia…

Lesões tiram craques da Copa do Mundo

copa lesõesMuitos jogadores antes de entrar em campo para a Copa do Mundo de 2014 acabaram sendo cortados por conta de lesões. Até um pouco antes do início do evento, o número de jogadores fora da Copa era de 55. Dois dos nomes mais citados foram o alemão Marco Reus, que sofreu uma ruptura parcial nos ligamentos do tornozelo esquerdo durante o amistoso contra a Armênia, e o francês Franck Ribéry, que foi cortado por conta de alguns problemas nas costas. Ao todo, 24 seleções já sofreram com os desfalques e apenas 8 não tiveram essa má sorte, incluindo Argentina e o Brasil.

Os locais em que os jogadores mais sofreram lesões foram nos joelhos, tornozelos e músculos das pernas, salvo alguns casos como fratura no braço e o de Ribéry, que se trata de uma lombalgia. Isso não acontece somente com os atletas profissionais, afinal, muita gente que pratica exercício acaba excedendo os limites do próprio corpo, realizando o que muitos especialistas costumam chamar de overtrainning. “Numa busca por melhores desempenhos, tanto alguns atletas quanto pessoas comuns exageram no treino sem permitir um descanso mais adequado para o próprio corpo”, é o que explica Dr. Ricardo Cordeiro de Almeida (CRM 11865), ortopedista da COTEF, clínica especializada em ortopedia e traumatologia de Itabuna.

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O conselho de Neymar

neymar louco

Julio César, uma história de superação

Messi carrega a Argentina nas costas

messi

Copa do Mundo de 1986, México. Diego Maradona carrega a Argentina nas costas e conquista o título para os portenhos.

Copa do Mundo de 2014, Brasil. Lionel Messi carrega a Argentina nas costas e…

É melhor começar a rezar pra história não se repetir.

E claro, passar pela Colombia. Certo, Neymar?

Um comercial da Rider de 1999 pra chutar o complexo de vira-latas pra escanteio

Para a mídia estrangeira, Brasil faz a Copa das Copas

Arena Fonte Nova: o mundo se encanta com o Brasil

Arena Fonte Nova: o mundo se encanta com o Brasil

Os jornalistas estrangeiros estão gostando da Copa do Mundo do Brasil. Um pesquisa feita pelo UOL Esporte com 117 profissionais constatou com o Mundial deste ano é o melhor já visto pela maioria deles

O levantamento ouviu jornalistas na primeira fase e concluiu que 38,5% dos entrevistados consideram o Mundial brasileiro como o melhor já visto. A Copa do Mundo de 2006, que foi realizada na Alemanha, aparece na segunda posição da pesquisa, com 19,7% das respostas. Vale destacar que 16,2% dos jornalistas disseram estar cobrindo sua primeira competição.

O torneio organizado na África do Sul, em 2010, fica em terceiro lugar na lista, com 5,1%. Já o palco do tetracampeonato brasileiro em 1994, nos EUA, foi o quarto melhor mundial na opinião dos profissionais.

Aparecem na sequência Itália-1990 (3,4%), França-1998 (3,4%), Japão e Coreia-2002 (3,4%), México-1986 (1,7%), México-1970 (1,7%) e Alemanha-1974 (0,9%). Entre os entrevistados, 1,7% não respondeu a pesquisa.





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