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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘brasil’

Ilheus sedia Encontro Internacional da Rede Vida Viva

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Dirigentes de sindicatos de diversos países e estados brasileiros participaram em Ilhéus, entre os dias 21 a 23 de novembro, do 8° Encontro Internacional da Rede Vida Viva, que teve como tema principal a precarização do trabalho em nível mundial, com destaque para o adoecimento nos locais de trabalho. Durante os três dias do evento foram realizados debates, dinâmicas, trocas de experiências e apresentação de propostas sobre a melhoria das condições de trabalho no mundo, além de confraternizações e atividades ambientais e culturais destacando os potenciais artísticos e turísticos de Ilhéus.

 

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Índice de desemprego cai a 4,7%

empregos 2(da Agência Brasil)- A taxa de desocupação brasileira ficou estável em outubro, em 4,7%, divulgou hoje (19) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O desemprego foi 0,2 ponto percentual menor que o registrado em setembro, de 4,9%, mas, segundo o IBGE, a variação não é significativa. Em outubro do ano passado, a taxa era 5,2%.

De acordo com a pesquisa, a população desocupada, estimada em 1,1 milhão de pessoas nos locais pesquisados, permaneceu estável em relação a setembro, e caiu 10,1% ante outubro do ano passado. São classificadas dessa forma as pessoas que tomaram alguma providência para procurar emprego e não encontraram.

Foi registrada estabilidade no número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, que se manteve em cerca de 11,7 milhões nas duas bases de comparação. Já a população não economicamente ativa subiu na comparação com mesmo mês do ano passado, com alta de 3,3%.

O nível de ocupação, que mede o percentual de pessoas ocupadas dentro da população em idade ativa, ficou em 53,6%, com crescimento de 0,4 ponto percentual ante setembro e queda de 0,6 ponto percentual na comparação com outubro.

Quieto aí!

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Crianças do mundo inteiro sofreram com recessão econômica, menos no Brasil

(por STEPHANIE TONDO)- A infância nos países mais desenvolvidos do mundo foi a grande afetada pela crise financeira mundial, que despontou em 2008. Recente relatório divulgado pelo Unicef mostra que 2,6 milhões de crianças e adolescentes entraram no abaixo da linha de pobreza em 23 países. Entre eles, Grécia, Espanha, Itália, França, Grã-Bretanha e até mesmo Estados Unidos. O Brasil, por outro lado, vai na contramão deste cenário e vira referência internacional, com redução da mortalidade infantil, da desnutrição e aumento da escolaridade.

fomeNa Grécia, por exemplo, um dos mais prejudicados, a pobreza infantil cresceu 17,5 pontos percentuais, passando de 23%, em 2008, para 40,5% em 2012. Na Espanha, o aumento foi de oito pontos percentuais no período, ultrapassando 36% de crianças abaixo da linha de pobreza.

Enquanto isso, o Brasil chega a uma taxa de extrema pobreza inferior a 3%, conforme o 5º Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. O documento mostra que o ritmo de redução alcançado pelo país é cinco vezes superior ao proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Entre os fatores que contribuíram para a melhora na qualidade de vida das crianças brasileiras, mecanismos de desenvolvimento social ganham destaque. “A força de políticas de proteção social foi decisiva para a prevenção da pobreza. Todos os países precisam de medidas sociais fortes para proteger as crianças. E os países ricos deveriam dar o exemplo, fazendo do bem-estar infantil uma prioridade”, disse Jeffrey O’Malley, diretor de política global do Unicef.

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Desemprego vai e vai a 6,8% no trimestre

(da Agência Brasil) –A taxa de desemprego brasileira ficou em 6,8% no segundo trimestre de 2014, 0,3 ponto percentual a menos que a dos três meses imediatamente anteriores, divulgou hoje (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. No primeiro trimestre, a taxa havia subido 0,8 ponto percentual em relação ao fim de 2013, ficando em 7,1%.

Se comparada ao segundo trimestre do ano passado, a taxa caiu 0,6 ponto percentual, pois o indicador estava em 7,4%. A pesquisa também mostra o nível de ocupação da população, que se refere à porcentagem de pessoas que estavam trabalhando no período. Segundo o IBGE, a taxa estava em 56,9%, contra 56,7% do primeiro trimestre de 2014 e 56,9% do segundo trimestre de 2013.

Segundo o IBGE, no segundo trimestre deste ano, 92,1 milhões de pessoas estavam ocupadas e 6,8 milhões, desocupadas. No primeiro trimestre deste ano, o número total de desocupados era 7 milhões e o de ocupados, 91,2 milhões. Já no segundo trimestre de 2013, essas parcelas da população somavam 7,3 milhões e 90,6 milhões.

A Pnad Contínua referente ao segundo trimestre tinha divulgação prevista para agosto deste ano, mas foi adiada por conta da paralisação parcial de servidores, entre maio e agosto. O resultado do terceiro trimestre será divulgado no final de dezembro.

Jaques Wagner: “o Brasil não se dividiu”

wagner copaO governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), cotado para assumir um ministério no governo da presidente Dilma Rousseff, negou haver um “divisionismo” no País.

“O Brasil não se dividiu. O País empolgou-se com dois projetos políticos apresentados. As nossas diferenças existem e devem ser assumidas para que possam ser superadas, mas na pluralidade a nossa unidade deve ser sempre protegida”, disse em artigo publicado no site da revista Carta Capital.

Ao defender as 12 anos do governo do PT, Wagner afirma que “as mudanças sociais foram muitas e consistentes: aumento da base da distribuição de renda e programas de ampliação de direitos fundamentais para milhões”. O governador, no entanto, reconheceu que é preciso melhorar as relações com o setor empresarial e “avançar mais na implantação das novas infraestruturas”.

“Mesmo com os novos desafios que se avizinham, estou plenamente seguro que alcançaremos largas conquistas para o Brasil. Sou, na essência, um otimista. Mais do que isso, confio na capacidade da presidenta Dilma Rousseff, uma guerreira de coração valente que já fez muito por este país e fará ainda mais”, complementou.

Leia a análise:

A democracia brasileira saiu fortalecida das urnas. Pela primeira vez desde a retomada das eleições diretas em 1989 tivemos um segundo turno superdisputado. É um alerta para quem ganha e uma esperança para quem perde. Ao vitorioso é negada a soberba e são obrigatórias a humildade e a generosidade. A quem perde, é negado o rancor e demandada a disposição do debate construtivo.

O Brasil não se dividiu. O País empolgou-se com dois projetos políticos apresentados. As nossas diferenças existem e devem ser assumidas para que possam ser superadas, mas na pluralidade a nossa unidade deve ser sempre protegida.

A democracia é nosso bem maior. E a democracia é o território do diálogo, do contraditório e do embate de ideias. Ela não resiste à intolerância e a qualquer tipo de fundamentalismo. E nosso país é uma democracia complexa, com múltiplas tonalidades. Tentar reduzi-la é empobrecer e simplificar o debate.

Os próximos quatro anos não podem ser vistos sem considerarmos o presente e seu passado recente. Há novos e grandes desafios pela frente. Na economia, enfrentamos a necessidade de retomar o crescimento e, ao mesmo tempo, manter sob rigoroso controle a inflação, sem perder de vista a ampliação da oferta de emprego e renda.

Agora é a hora de ampliar o diálogo com a sociedade, cada dia mais exigente e a clamar pelo combate à corrupção e por mudanças pelas quais não se pode mais esperar. É o momento de redefinir as relações com os movimentos sociais e empresariais.

Nesses últimos 12 anos as mudanças sociais foram muitas e consistentes: aumento da base da distribuição de renda e programas de ampliação de direitos fundamentais para milhões. Como dizia o presidente Lula, “nunca dantes nesse país” tivemos tanta criação de cursos técnicos, universidades, moradia popular, crédito para agricultura familiar, redução da mortalidade infantil, transferência de renda para os que mais necessitam.

A nova fase desses programas precisa avançar na sua qualidade, com aceleração da redução das desigualdades de renda, criação de novas condições para maior inclusão produtiva dos que saíram da linha de pobreza absoluta e a consolidação dos mecanismos de participação social na formulação e controle das políticas públicas.

A educação e, em particular, a educação profissionalizante com os cursos técnicos e universidades novas são desafios na combinação de políticas de inclusão de novos grupos sociais, com a absoluta necessidade de manter a qualidade da formação, o que implica obrigação de tratar a questão de forma sistêmica, com intervenções específicas no ensino profissional e no sistema escolar no seu conjunto.

Temos de avançar mais na implantação das novas infraestruturas: os portos, aeroportos, ferrovias, rodovias, pontes, projetos de mobilidade urbana, banda larga, além dos centros de distribuição logística, os centros comerciais, o fornecimento de energia e combustíveis e outros setores fundamentais para a vida produtiva das cidades e do campo.

Nas relações com o empresariado, novas pontes precisam ser construídas para recuperar o nível de investimento privado, tanto na indústria como na agricultura, avançar no aumento da produtividade industrial, mobilizar os recursos da intermediação comercial e logística e consolidar o crescimento dos serviços.

Temos de buscar soluções de longo prazo para os desafios da previdência dos servidores públicos e para as dificuldades das finanças dos organismos infranacionais, como os estados e municípios. Ambos os problemas não comportam apenas ações de curto prazo, exigindo soluções que demandarão recursos por muitos anos.

Esses casos expressam a importância das habilidades políticas. Tanto os aposentados quanto a questão federativa exigem pactos com a sociedade, os governos estaduais e municipais e o Congresso para encontrar os melhores caminhos. Esses pactos requerem, por seu turno, um novo ambiente que resultará da reforma política.

Agora há a necessidade do máximo de habilidade e capacidade de negociação no âmbito do Congresso, para definir os termos e abrangência das reformas sobre o processo político do País. Financiamento público de campanha, fim da reeleição e coincidência das eleições, entre outros temas não menos importantes.

Com as mudanças, serão redesenhados os mapas de composição do poder nacional, possibilitando articulações que permitam avançar na reforma tributária, redefinindo o pacto federativo na redistribuição das receitas dos vários níveis de governo.

A corrupção, outro ponto crucial, deve ser combatida, tanto no âmbito da sua repressão e punibilidade dos efetivamente envolvidos, como na sua prevenção, aumentando os mecanismos de transparência e controle, modificando as suas causas geradoras, especialmente o financiamento das atividades políticas.

Mesmo com os novos desafios que se avizinham, estou plenamente seguro que alcançaremos largas conquistas para o Brasil. Sou, na essência, um otimista. Mais do que isso, confio na capacidade da presidenta Dilma Rousseff, uma guerreira de coração valente que já fez muito por este país e fará ainda mais.

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Não  somos vermelhos, azuis, verdes ou amarelos.

Nem sulistas, nortistas, nordestinos ou ´sudestistas´.

Somos brasileiros. E é na diversidade e no respeito às diferenças um que reside a nossa força.

Não existem dois ou três brasis.

Somos um só Brasil. E sigamos em frente que é pra frente que se olha e que se anda.

Dilma faz discurso de união

Dilma e Lula comemoram vitória eleitoral (Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil).

Dilma e Lula comemoram vitória eleitoral (Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil).

(Da Agência Brasil)-A presidenta reeleita Dilma Rousseff falou em união e reformas em seu primeiro discurso após o resultado das urnas. Em Brasília, Dilma negou que o país esteja dividido e pediu paz entre todos. “Conclamo, sem exceção, todas as brasileiras e brasileiros a nos unirmos em favor de nossa pátria, de nosso país, do nosso povo. Não creio que essas eleições tenham dividido o país. Entendo que elas tenham mobilizado ideias e emoções, às vezes contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca por um futuro melhor para o Brasil”, disse.

A presidenta disse também que entendeu o recado das urnas sobre a necessidade de mudanças. “O caminho é muito claro. Algumas palavras e temas dominaram essa campanha. A palavra mais repetida, mais falada, foi mudança. O tema mais amplamente convocado foi reforma. Sei que estou sendo reconduzida para ser a presidenta que irá fazer as grandes mudanças que a sociedade precisa”, disse.

Segundo a presidenta, a primeira reforma que ela buscará será a política. Dilma disse que vai procurar o Congresso Nacional para conversar, assim como movimentos da sociedade civil. Ela voltou a insistir na necessidade de um plebiscito para “dar força e legitimar” a reforma.

“Entre as reformas, a primeira e mais importante deve ser a reforma política. Deflagrar essa reforma, que é de responsabilidade do Congresso, deve mobilizar a sociedade por meio de um plebiscito, de uma consulta popular. Somente com um plebiscito nós vamos encontrar a força e a legitimidade para levar adiante este tema. Quero discutir isso com o novo Congresso eleito. Quero discutir igualmente com os movimentos sociais e as forças da sociedade civil.”

Em seguida, Dilma voltou a prometer empenho no combate à corrupção. “Terei um compromisso rigoroso com o combate à corrupção, fortalecendo os mecanismos de controle e propondo mudanças na legislação para acabar com a impunidade, que é a protetora da corrupção”, disse Dilma.

Na área econômica, a presidenta disse que vai promover “com urgência” ações localizadas na economia para a recuperação do ritmo de crescimento com a manutenção de empregos e da renda dos trabalhadores. O combate à inflação também será uma prioridade, segundo ela. “Vou estimular, o mais rápido possível, o diálogo e a parceria com todos os setores produtivos do país”, disse. Por fim, Dilma disse que hoje está “muito mais forte, mais serena e mais madura” para a tarefa que lhe foi delegada.

Desemprego cai e é o menor da história em setembro

(da Agencia Brasil) A taxa de desemprego, medida pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), atingiu 4,9% em setembro deste ano. Houve queda de 0,5 ponto percentual em relação à taxa observada em setembro do ano passado (5,4%). A pesquisa foi divulgada hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O índice também é numericamente inferior ao registrado em agosto deste ano (5%). Apesar disso, o IBGE considera a variação estatisticamente significativa. A PME é realizada em seis regiões metropolitanas do país.

O contingente de desempregados ficou em 1,2 milhão de pessoas em setembro deste ano, significando estabilidade em relação a agosto deste ano e queda de 10,9% na comparação com setembro do ano passado.

Já a população ocupada ficou em 23,1 milhões de pessoas, o que significa que, apesar da queda da taxa de desemprego, não houve geração de postos de trabalho tanto na comparação com agosto deste ano quanto em relação a setembro do ano passado.

Confira abaixo os gráficos do IBGE:

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Blog Sensacionalista: quase metade dos usuários deixará o Facebook na segunda, estimam especialistas

As ações do Facebook podem ter um forte impacto nessa segunda-feira. É esperada uma debandada imensa de usuários brasileiros da rede social. Tudo porque durante a campanha muitos afirmaram que iam sair da rede e deixar o país caso o candidato adversário fosse o escolhido nas urnas.

Outros simplesmente vão desaparecer porque estavam na rede apenas para criar polêmicas vazias. Esse ano, por exemplo, houve uma adesão muito maior de usuários que trocaram seus avatares por fotos de criança, condizentes com o comportamento que estavam tendo no Facebook.





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