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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘mortalidade infantil’

IBGE: taxa de mortalidade infantil caiu e expectativa de vida cresce

O país conseguiu nova redução na taxa de mortalidade infantil na passagem de 2012 para 2013, segundo os dados das Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2013, divulgadas nesta segunda-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de mortalidade infantil, até 1 ano de idade, ficou em 15 para cada mil nascidos vivos em 2013. Em 2012, essa proporção era de 15,7 óbitos de menores de um ano para cada mil nascidos vivos. A maior taxa no ano passado foi observada no Maranhão, de 24,7 bebês a cada mil nascidos vivos. O menor resultado foi de Santa Catarina, 10,1 bebês por mil nascidos vivos. Já a taxa de mortalidade na infância no país, que considera crianças até os 5 anos de idade, foi de 17,4 por mil nascidos vivos em 2013.

A mortalidade na infância também é maior no Maranhão, 28,2 crianças por mil nascidas vivas, e menor em Santa Catarina, 11,8 a cada mil. Entre 2012 e 2013, o Brasil teve aumento na expectativa de vida em todas as idades, principalmente nas faixas iniciais da distribuição, com ênfase nos menores de 1 ano e com maior intensidade na população masculina. No entanto, o IBGE destaca que, no Japão, a mortalidade infantil é de apenas dois óbitos por mil nascidos vivos, enquanto a mortalidade na infância é de três a cada mil. Também de acordo com o mesmo levantamento do IBGE, a expectativa de vida do brasileiro subiu quatro anos, atingindo 74,9 anos em 2014.

Crianças do mundo inteiro sofreram com recessão econômica, menos no Brasil

(por STEPHANIE TONDO)- A infância nos países mais desenvolvidos do mundo foi a grande afetada pela crise financeira mundial, que despontou em 2008. Recente relatório divulgado pelo Unicef mostra que 2,6 milhões de crianças e adolescentes entraram no abaixo da linha de pobreza em 23 países. Entre eles, Grécia, Espanha, Itália, França, Grã-Bretanha e até mesmo Estados Unidos. O Brasil, por outro lado, vai na contramão deste cenário e vira referência internacional, com redução da mortalidade infantil, da desnutrição e aumento da escolaridade.

fomeNa Grécia, por exemplo, um dos mais prejudicados, a pobreza infantil cresceu 17,5 pontos percentuais, passando de 23%, em 2008, para 40,5% em 2012. Na Espanha, o aumento foi de oito pontos percentuais no período, ultrapassando 36% de crianças abaixo da linha de pobreza.

Enquanto isso, o Brasil chega a uma taxa de extrema pobreza inferior a 3%, conforme o 5º Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. O documento mostra que o ritmo de redução alcançado pelo país é cinco vezes superior ao proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Entre os fatores que contribuíram para a melhora na qualidade de vida das crianças brasileiras, mecanismos de desenvolvimento social ganham destaque. “A força de políticas de proteção social foi decisiva para a prevenção da pobreza. Todos os países precisam de medidas sociais fortes para proteger as crianças. E os países ricos deveriam dar o exemplo, fazendo do bem-estar infantil uma prioridade”, disse Jeffrey O’Malley, diretor de política global do Unicef.

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Cuba tem a menor taxa de mortalidade infantil da América Latina

Ué, mas Cuba não é o inferno e Fidel um demônio?

O sistema público de saúde de Cuba registrou a menor taxa de mortalidade infantil da América em 2012, incluindo Canadá e Estados Unidos, de acordo com as estatísticas locais divulgadas hoje.

No ano passado, o número de crianças mortas até o primeiro ano de vida foi de 4,6 para cada mil recém-nascidos. “Durante cinco anos consecutivos Cuba registrou uma taxa de mortalidade infantil abaixo de 5 para cada mil crianças nascidas vivas”, publicou o jornal cubano Granma nesta quinta-feira.

De acordo com o periódico, ligado ao Partido Comunista Cubano (PCC), o número reflete “o êxito do Sistema Nacional de Saúde, acessível e gratuito a todos os cidadãos, e do desenvolvimento educacional”.

O Granma também publicou uma tabela do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), na qual Cuba aparece à frente do Canadá e dos Estados Unidos no incide de mortalidade infantil, com 5 e 7 mortes a cada mil nascimentos, respectivamente.

ITABUNA É CAMPEÃ BRASILEIRA EM MORTALIDADE INFANTIL E VICE EM ASSASSINATOS

quem nasce vivo, pode morrer assassinado

Um perfil das cidades brasileiras com mais de 200 mil habitantes, publicado na edição desta semana da revista Veja, coloca Itabuna em situação desonrosa. De acordo com o levantamento, Itabuna é a segunda cidade com maior taxa de homicídios do Brasil, com 113,8 assassinatos por 100 mil habitantes, ficando atrás apenas de Marabá, no violento Sul do Pará, com 125 homicídios para cada 100 mil habitantes.

         No quesito mortalidade infantil, a situação de Itabuna é ainda mais vergonhosa: a cidade é a campeã nacional  com 29,4 mortes por cada grupo de mil recém nascidos. Está bem à frente de Vitória da Conquista e de  Marabá. Para efeito de comparação, as cidades mais bem colocadas, Presidente Prudente (SP), Américana (SP), Viamão (RS) e Macaé (RJ) tem 8 mortos para cada mil recém nascidos.





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