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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘brasil’

Dilma agradece Cuba pelos médicos enviados ao Brasil

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A presidenta Dilma Rousseff destacou, nesta segunda (27), durante a inauguração do Porto de Mariel, em Cuba, o desejo do Brasil em transformar-se em um parceiro de “primeira ordem” para o país do Caribe. Segundo Dilma, a iniciativa é o primeiro porto terminal de contêineres do Caribe, e conta com financiamento de US$ 802 milhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O investimento serviu para contratação de bens e serviços de 400 empresas brasileiras.

“O Brasil quer tornar-se parceiro econômico de primeira ordem para Cuba. Acreditamos que estimular essa parceira é aumentar o fluxo bilateral de comércio. São grandes as possibilidades de desenvolvimento industrial conjunto, no setor de saúde, e medicamentos, vacinas nos quais a tecnologia de ponta é dominada por Cuba. (…) Queria aproveitar para agradecer ao governo e ao povo de Cuba pelo enorme aporte ao sistema brasileiro de saúde por meio do programa Mais Médicos”, afirmou Dilma.

Assista, aqui o discurso de Dilma.

O novo Rei do Cacau: Equador ultrapassa Brasil é o maior produtor da América Latina

equador cacauO Equador, onde as sementes oleosas usadas para fabricar  chocolate são cultivadas desde épocas pré-colombianas, ultrapassou o Brasil como maior produtor de cacau da América Latina após ter ampliado o plantio e oferecer programas educacionais aos agricultores.

A produção de semente de cacau cresceu 13%  no ano passado, chegando a  220.000 toneladas, e o país sul-americano está a caminho de se tornar o quarto maior produtor do mundo até 2015, disse Iván Ontaneda, presidente da Associação Nacional de Exportadores de Cacau do Equador, conhecida como Anecacao.

O Equador, um país que faz parte da OPEP e é mais conhecido pelo petróleo bruto e pelas bananas, está tirando vantagem da demanda global crescente por chocolate para aumentar a produção e diversificar as exportações em um momento de desaceleração do crescimento econômico e em que o déficit comercial se ampliou e atingiu o pior nível em três anos.

A produção seguirá crescendo, pois as árvores plantadas em 2009 e 2010 começam a render frutos e os agricultores, ajudados por programas do governo, estão melhorando a colheita, disse Ontaneda.

“Em termos de produção total nós ultrapassamos o Brasil em 2013”, disse Ontaneda, que é também CEO da exportadora de cacau Eco-Kakao SA, em entrevista em seu escritório em Guaiaquil. “Estimamos que em 2015 produziremos mais de 250.000 toneladas e nos tornaremos o produtor de cacau número 4 do mundo”. (da Revista Exame)

Mundo: -62 milhões de empregos, Brasil: +10,5 milhões

empleoO mundo todo perdia 62 milhões de vagas formais de trabalho no mesmo período em que, no Brasil, criavam-se 10,5 milhões – desde 2008. De acordo com dados divulgados pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) nesta segunda-feira, 202 milhões de pessoas estão desempregadas em todo o planeta, um número recorde e que equivale, praticamente, à toda a população brasileira.

Os números refletem os impactos sociais da crise que eclodiu há cinco anos e não trazem previsões otimistas. Pelo contrário, a preocupação da OIT e da Oxfam (que divulgou o estudo em conjunto) é de que a recuperação econômica não está sendo acompanhada pela criação de empregos. A previsão é de um cenário ainda pior que o de hoje: em 2018, 215 milhões de pessoas devem estar sem emprego.

“A crise é muito séria e o número de desempregados continua a subir”, avalia o diretor-geral da OIT, Guy Ryder. “Precisamos repensar todas as políticas. A crise não vai acabar até que as pessoas voltem a trabalhar”, acrescentou. Apenas no ano passado, quando até novembro 1,5 milhão de vagas com carteira assinada eram criadas no Brasil, 5 milhões de pessoas perdiam emprego no mundo todo.

Neste cenário, o Brasil é um dos poucos países do mundo que tem uma taxa de desemprego tão baixa. Em novembro de 2013, esse índice recuou para 4,6%, o menor atingido na série histórica do IBGE, enquanto o rendimento médio real dos trabalhadores cresceu 2%. Os números são frequentemente comemorados nos discursos da presidente Dilma Rousseff, que critica com veemência as teses de economistas que defendem o desemprego para combater a inflação. (do Brasil 247)

Brasil é o décimo país mais feliz do mundo

O Brasil ficou em décimo lugar no ranking dos países mais felizes do mundo, de acordo com a pesquisa Barômetro Global de Otimismo, feita pelo Ibope Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN). O levantamento foi realizado em 65 economias, a partir de 66.806 entrevistados. Entre os brasileiros consultados, 71% disseram estar satisfeitos com a própria vida, acima da média mundial, que é de 60%.

A porcentagem feliz da população, que havia subido de 76% em 2011 para 81% em 2012, caiu no estudo mais recente. A média mundial, que era de 53% nos últimos dois anos, melhorou. A lista é liderada pelo pequeno país Fiji, com 88% de cidadãos satisfeitos. No ranking, o Brasil ficou atrás da Colômbia (86% de moradores felizes), Arábia Saudita (80%), Argentina (78%), Finlândia (78%), México (75%), Índia (74%), Indonésia (74%) e Dinamarca (74%).

E se fosse um médico cubano?

Num vídeo que circula na internet, percebe-se claramente a uma atitude revoltante de um médico em um hospital no Gama, Distrito Federal. Enquanto uma mulher sofre com uma crise de hipertensão, ele sequer levanta da cadeira.

A paciente, que estava praticamente deitada em um banco na sala de espera, teve de ser carregada para dentro do consultório – junto com uma fileira de cadeiras. Simplesmente porque o médico não quis se mexer.

Foram quase 20 minutos de conversa para convencê-lo a fazer o atendimento.
O que ocorreria s se o médico em questão fosse cubano?

No mínimo ganharia matéria de dez minutos no Jornal Nacional e capa da Veja…

Mais Médicos atende 2.177 cidades brasileiras

o mapa da saúde para todos

o mapa da saúde para todos

Em todo o país, 6,6 mil profissionais estão atuando pelo Programa Mais Médicos e a meta é chegar a 13 mil, em março de 2014, expandindo a assistência para 45,5 milhões de brasileiros. Já no início do ano, na terceira etapa de seleção, estão sendo contemplados municípios que ainda não receberam nenhum médico. Segundo a presidenta Dilma Rousseff, o objetivo é oferecer tratamento digno e respeitoso para toda a população e, sobretudo, para quem mais precisa.

“O Mais Médicos já levou 6.658 médicos para milhares de municípios de todo o país. Esses profissionais estão garantindo o atendimento a cerca de 23 milhões de brasileiras e brasileiros. Veja só, 23 milhões de pessoas que passaram a contar com o médico em suas cidades e, em muitos casos, até no bairro onde moram. O Mais Médicos é uma resposta do governo federal às necessidades da população, que sempre reivindicou a melhoria da saúde em nosso país”, afirmou Dilma.

Os médicos participantes estão trabalhando na atenção básica de 2.177 municípios brasileiros e em 28 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Dentre as cidades atendidas, 69% (1.222) apresentam mais de 20% da população em situação de pobreza extrema e concentram quase metade dos profissionais do programa (2.916).

“Nós conseguimos cumprir três desafios: o primeiro é garantir que os municípios das áreas mais empobrecidas, das áreas mais distantes do nosso país, como o Vale do Jequitinhonha, o Vale do Ribeira, o Semiárido nordestino, conseguissem ter pelo menos um médico do programa. Além disso, conseguimos aprovar mais de três mil novas vagas para formação de médicos especialistas – pediatras, especialistas em câncer, cirurgiões – e definir as cidades que podem receber escolas de medicina, porque o programa, além de levar médicos onde não há esses profissionais, quer dar a oportunidade para o jovem brasileiro poder realizar o seu sonho de fazer um curso de medicina”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Meliá Hotels International é a quarta hoteleira mais admirada no Brasil

Fachada2-MeliaPaulistaA Meliá Hotels International segue crescendo no Brasil, um dos mercados emergentes mais importantes em sua estratégia de internacionalização, onde já administra 14 hotéis e conta com outros 9 pendentes de abertura. Simultaneamente à sua grande expansão, a Companhia tem subido posições e foi reconhecida como a 4ª rede hoteleira Mais Admirada em 2013, pela revista Carta Capital em seu especial “As Empresas Mais Admiradas do Brasil”.

Meliá Paulista é o quinto hotel assinado pela Companhia este ano no país, um emblemático estabelecimento situado na Avenida Paulista em São Paulo, uma das principais artérias de negócios da América Latina. O hotel reabrirá em março de 2014 convertido em Meliá Paulista Business & Convention, e irá elevar o valor e reconhecimento do portfólio da Companhia.

Por sua localização central, o Meliá Paulista é um hotel ideal tanto para viagens de negócios como de lazer, que irá dispor de 400 apartamentos e sofisticadas suítes, além de um restaurante de cozinha contemporânea, bar e ginásio. O hotel também irá oferecer 7 Salas de Reuniões e 3 Salões para Eventos e Convenções, com capacidade para acomodar até 500 pessoas, sendo assim uma excelente opção na cidade para a celebração de eventos.

Além de São Paulo, onde possui presença consolidada com uma dezena de hotéis das marcas TRYP by Wyndham e Meliá Hotels & Resorts, a hoteleira também está presente em Brasília e Angra dos Reis. E para 2016 – ano das Olimpíadas no Brasil – a hoteleira espera ter aberto diversos projetos em destinos como Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte e Pernambuco.

As torcidas organizadas estão matando o futebol. E, pior, matando gente, muita gente.

 

futecrimeLevantamento do  jornal Lance! revela que  foram 234 pessoas foram mortas por causa do futebol desde 1988 no Brasil.

Apenas em 2014, 30 pessoas perderam a vida, a grande maioria em confrontos entre torcidas uniformizadas.

Números (in)dignos de uma guerra, não do esporte maios popular do país que vai sediar a Copa do Mundo de 2014.

 

 

Falecimento de Marcelo Deda deixa uma lacuna na política brasileira, diz Wagner

O governador Jaques Wagner manifestou, hoje pela manhã (02), pesar pelo falecimento do governador Marcelo Deda, de Sergipe. “Marcelo Deda deixa uma lacuna muito grande para a política de Sergipe e do Brasil. Deputado brilhante, prefeito e governador extremamente competente que foi de Aracaju e de Sergipe. Homem extremamente culto, bem preparado, de uma bela oratória, que ainda tinha na sua juventude muito a contribuir para o povo brasileiro e para o povo sergipano”.

“Eu sinto muito como amigo, como parceiro de caminhada, como governador, por termos trabalhado juntos, lado a lado. E agora só temos que cuidar que sua família tenha o maior conforto possível e do reconhecimento do povo de Sergipe por tudo que ele fez pela sua terra natal, que ele era tão apaixonado. Fica aqui o meu abraço e as lembranças muito positivas da figura de Marcelo Deda como amigo, como homem público e como grande governador e político que foi”, comentou o governador.

Mais tres mil médicos cubanos começam a atuar no Brasil

cubanOs 3 mil médicos cubanos que vieram participar da segunda etapa do Programa Mais Médicos começaram hoje (30) a embarcar para as capitais dos estados onde irão atuar. Eles partiram de Brasília, Fortaleza, Vitória, Belo Horizonte e de São Paulo, onde participaram do módulo de acolhimento e avaliação por três semanas. Os médicos ainda passarão alguns dias na capital do estado onde atuarão para se familiarizar com os hospitais e clínicas especializados. De acordo com o Ministério da Saúde, eles começam a trabalhar no dia 9 de dezembro.

Em Brasília, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanhou o embarque de um grupo de profissionais para Rio Branco (AC). De acordo com ele, até 31 de dezembro profissionais do Mais Médicos chegarão a todos os municípios da Amazônia Legal e do Semiárido nordestino que fizeram a solicitação.

Atualmente, cerca de 3.600 profissionais estão atendendo pelo programa, sendo 819 brasileiros e 2.845 estrangeiros. Esses médicos estão em 1.098 municípios e 19 distritos indígenas, a maioria deles no Norte e Nordeste.

Segundo o ministro, a expectativa é que todos os municípios tenham recebido os 13 mil médicos previstos pelo programa até março de 2014. Até o fim de dezembro, mais de 6,6 mil médicos atuarão no país, o que representa impacto na assistência em atenção básica de mais de 22,7 milhões de pessoas.





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