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Bahia: feriado na quinta e ponto facultativo na sexta-feira no serviço público estadual
Governo da Bahia diz que manifestações e direito de ir ao estádio devem ser respeitados
O secretário estadual de Comunicação Social, Robinson Almeida, afirmou nesta terça-feira (18), que as manifestações em várias capitais do país, inclusive Salvador, demonstram o “amadurecimento da democracia no Brasil”. De acordo com ele, a orientação do governo é que o direito de manifestação conviva com o direito de ir ao estádio, das famílias que vão assistir aos jogos da Copa das Confederações. “Na democracia é assim, cada um expressa a sua opinião e vontade e respeita a opinião e vontade dos outros”, reforçou.
Robinson garantiu que o Governo do Estado reconhece o direito do cidadão de protestar e reivindicar melhorias para seus estados e para o Brasil. “Nós tivemos ontem uma experiência em Salvador, onde o direito a manifestação conviveu com outros direitos de todo cidadão, inclusive a segurança dos manifestantes. Esperamos que este seja o padrão de outras manifestações que estão agendadas”, observou.
Policia apreende 42 kg de drogas e uma pistola em Salvador
Trinta e nove quilos de maconha, dois quilos de crack e 1,3 quilo de cocaína foram apreendidos por policiais da Coordenadoria de Operações especiais (COE), da Polícia Civil, dentro de uma casa alugada pelo traficante João Luis de Carvalho Sodré, de 32 anos, no bairro de Piatã, em sakvador. No imóvel também havia uma balança de precisão e uma pistola 380.
Aparentemente sob efeito de droga, João Luís foi surpreendido pelos investigadores, por volta de 14 horas, e não reagiu à prisão. A maconha, o crack e a cocaína estavam escondidos embaixo da escada do imóvel, que tem três pavimentos e fica num pequeno condomínio, ao lado de outras três casas.
Segundo apurou o delegado Cleandro Pimenta, coordenador da COE, João Luis passou a ocupar aquele imóvel, próximo à orla marítima, há quatro meses. A grande movimentação de pessoas desde que ele ali se instalou chamou a atenção da vizinhança, que o denunciou à polícia.
Sonho africano, realidade grapiuna
Helenilson Chaves
Hoje eu me vi comemorando o perdão das dívidas da lavoura cacaueira, tão injustas quanto impagáveis, já que são frutos de erros absurdos e de orientações equivocadas quando do surgimento da vassoura de bruxa e seus efeitos devastadores.
No sonho, evidentemente eu era africano e não sulbaiano e brasileiro.
Quando acordei, brasileiro e sulbaiano, amante dessa terra, me dei conta de que o mesmo governo brasileiro que perdoou dívidas de países africanos, tem sido implacável com uma região que tanto contribuiu com a economia da Bahia e do Brasil e que há duas décadas atravessa a pior crise de sua história.
Longe do confortável mundo dos sonhos, vivemos uma triste realidade em que nos faltam lideranças efetivamente comprometidas nos falta capacidade de mobilização, a ponto de sensibilizar as autoridades. Décadas de individualismo, um dos mais perversos subprodutos do cacau, parecem ter tirado a nossa capacidade de união.
E, sem união, não se vai a lugar nenhum.
Vejamos o caso dos produtores do Mato Grosso, que tiveram suas propriedades, adquiridas de forma legítima, invadidas por indígenas. Eles se mobilizaram, protestaram, reivindicaram e com isso a presidenta Dilma Rousseff teve que conter a política da Funai, claramente favorável a demarcações de terras que não respeitam critérios técnicos e desafiam o bom senso.
No Sul da Bahia, o que vem ocorrendo é um verdadeiro absurdo, com famílias que ocupam legalmente suas terras e delas tiram o sustento, sendo expulsas por supostos tupinambás, que não raro usam da violência para invadir propriedades, amparados por um relatório da Funai.
Trata-se de um documento típico de burocratas que desconhecem a realidade regional e teimam em impor uma reserva que, se demarcada, trará enormes prejuízos socioeconômicos para a região, além de criar um clima hostil, de consequências imprevisíveis.
Tanto no caso das dívidas do cacau como da invasão de propriedades rurais por supostos indígenas, falta-nos capacidade de organização e a chama que marcou os nossos pioneiros, sempre prontos a encarar as adversidades.
Uma letargia que está cobrando a conta. E ela vem na forma de desesperança e estagnação,
Talvez tenhamos alguma coisa a aprender com os africanos…
Traficante escondia 10 kg de drogas em bueiro
Surpreendido por policiais da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), de Feira de Santana, quando saía de um bueiro, na Rua C, no Loteamento Vila Verde, onde escondera quase 10 quilos de drogas, o traficante Jadson dos Santos Soares, o “Zé Lezim”, de 30 anos, foi preso em flagrante.. Residente naquela rua, ele já era investigado por envolvimento com o tráfico de drogas na localidade.
Dentro do bueiro, havia quatro tabletes de cocaína, pesando 4,7 quilos e mais sete tabletes de maconha prensada, pesando 5 quilos. A polícia busca identificar a origem da droga. A ação que resultou na prisão de Jadson contou o apoio de policiais da 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Feira) e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Feira).
“Zé Lezim” foi autuado em flagrante por tráfico de drogas pelo delegado Matheus Lima, titular da DTE/Feira e permanece custodiado na carceragem do Complexo Policial Investigador Bandeiram, à disposição da Justiça. A droga apreendida será periciada no Departamento de Polícia Técnica (DPT).
Filho manda matar o pai para ficar com a herança de R$ 1 milhão
Foram presos no município de Nova Viçosa, no Extremo Sul da Bahia, os acusados de matarem o empresário Élio Dário Dias, de 54 anos, e sua mulher, Adriana Pereira Dias, de 31. O casal foi morto a tiros no dia 6 de maio, dentro de casa. Os filhos de 5 e 10 anos presenciaram o crime, cometido por cinco homens. Um dos acusados é Felipe Silva Dias, de 26 anos, que é filho de Élcio e planejava herdar os bens da família, avaliados em R$ 1 milhão.
Além do assassinato, os criminosos ainda roubaram duas TVs, dois computadores, um teclado, joias e outros aparelhos eletrônicos. Por conta disto, a suspeita inicial era de latrocínio, mas a polícia chegou à conclusão de que o filho do empresário foi o mandante do crime. De acordo com informações da polícia, Felipe contratou Aelson Alceu de Souza, de 19 anos, e três adolescentes para cometerem o crime. Felipe foi preso no Espírito Santo e Aelson se apresentou à polícia e, como possuía mandado de prisão decretado, foi detido.
Operação “Marca Registrada” apreende 4 mil calçados na Bahia
Quatro mil pares de calçados femininos das marcas Arezzo e Schutz, que eram comercializados sem a autorização do detentor das marcas – a empresa Arezzo e Co -, nas lojas Salvador Calçados (Baixa do Sapateiros e Comércio), Baixa do Sapateiro Conceito (Baixa do Sapateiros), e Shopping dos Calçados (São Caetano), foram apreendidos durante operação da Delegacia de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes (DREOF) e Procon-Ba.
Segundo o delegado Oscar Vieira Neto, titular da DREOF, a operação foi deflagrada depois que um representante da Arezzo e Co. procurou a unidade especializada para denunciar a fraude. Os calçados traziam adesivos de marcas diversas, para esconder a origem ilícita, e possivelmente estavam sendo desviados dos depósitos da empresa. Nas quatro lojas visitadas, onde os calçados eram vendidos por valores entre R$80 e R$130. A proprietária, Francisca do Carmo, foi conduzida à DREOF para prestar esclarecimento.
“Francisca poderá ser indiciada por receptação, violação de direito autoral e crime contra a relação de consumo, consistente na omissão de informação acerca das características e origem dos produtos”, afirmou o titular da DREOF. A pena para estes crimes varia de três meses a um ano.
A empresária apresentou notas fiscais emitidas pela Henrich e Cia Ltda., empresa terceirizada que fabrica os calçados vendidos pela marca, sediada na cidade de Dois Irmãos, no Rio Grande do Sul. As notas serão periciadas.
Um representante da Henrich e Cia Ltda. deverá ser interrogado através de carta precatória. “Mesmo comprovando-se que as notas fiscais são autênticas ainda se trata de uma transação ilícita, pois viola direitos autorais”, explicou Oscar Neto, lembrando que o comprador de produtos provenientes de crimes também pratica uma ilicitude.
Eduardo Bueno na Flica 2013
A história do Brasil terá uma mesa de gala na Festa Literária Internacional de Cachoeira. No dia 24 de outubro, quinta-feira, irão compor a mesa “1889 – Clientes, coronéis e a República”, com mediação de Jorge Portugal, Eduardo Bueno e Laurentino Gomes, os mais destacados ícones da historiografia nacional contemporânea. Trata-se de um encontro inédito em festas literárias. A Flica traz a Cachoeira, frente a frente, na mesma mesa, os dois autores que mais venderam livros de história do Brasil no país e que mais despertaram no brasileiro o apreço pela própria história. O evento literário também contará com a presença de Regina Echeverria, Lars Iyer e Edney Silvestre.
Escritor, jornalista, editor e tradutor, Eduardo Bueno defende há anos o antigo bordão “Povo que não conhece sua História está condenado a repeti-la”. Nascido em Porto Alegre, em 1958, é apaixonado por história desde a infância e sempre se interessou pelos primórdios do Brasil. Sua carreira começou em 1976 como jornalista. Em 1984, traduziu On the Road, de Jack Kerouac, e, além de tradutor, tornou-se editor, tendo coordenado, em várias editoras, a publicação de mais de 200 títulos, boa parte dos quais inéditos no país até então.
Autor da Coleção Terra Brasilis – sobre a história colonial do Brasil, publicada a partir de 1998 –,tornou-se um dos maiores fenômenos editoriais do país. O sucesso começou já que os quatro primeiros volumes da série (“A Viagem do Descobrimento”, “Náufragos”, “Traficantes e Degredados”, “Capitães do Brasil” e “A Coroa, a Cruz e a Espada”). As publicações venderam quase um milhão de exemplares, fato até então inédito na área de História. Bueno foi o primeiro autor brasileiro a possuir quatro títulos entre os cinco primeiros nas listas de mais vendidos dos principais jornais e revistas brasileiros. Depois disso, escreveu outros 25 livros, entre eles “Brasil: uma História”, obra que retrata a trajetória do país desde a pré-história até o governo Lula e que serve de base para as “pílulas” que apresenta no The History Channel.
Entre os inúmeros prêmios e menções honrosas recebidas por Eduardo Bueno, estão um Prêmio Jabuti (o mais importante do mercado editorial brasileiro) e a Ordem do Mérito Cultural (a mais alta condecoração cultural do País).
Eduardo Bueno é autor de cerca de 30 livros, embora apenas 12 deles estejam disponíveis nas livrarias, pois os demais foram projetos especiais escritos para instituições ou grandes empresas. As pílulas apresentadas pelo History são extraídas de “Brasil: uma história”. Já a coleção “Terra Brasilis” em breve terá continuidade com o lançamento do quinto volume, que vai tratar da invasão francesa ao Rio de Janeiro, ocorrida em 1555. Bueno escreveu a história da indústria nacional, a história da higiene pessoal e a história da propaganda de medicamentos no Brasil, dentre outros títulos. Atualmente, está envolvido em cinco projetos editoriais.
Operação Etanol desmonta esquema que sonegou R$ 380 milhões
Foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (13) a Operação Etanol, mediante ação articulada para cumprimento de oito mandados de prisão e oito de busca e apreensão nos municípios de Salvador, Lauro de Freitas e Feira de Santana, além de prisões em Itabuna, Nanuque, Curitiba, Araucária e Ibiporá. A ação foi realizada pela Força-Tarefa formada pela Secretaria da Fazenda da Bahia (Sefaz), Secretaria da Segurança Pública, Ministério Público e Procuradoria Geral do Estado. Até agora, foram cumpridos quatro mandados de prisão e os oito de busca e apreensão.
Há três anos a Sefaz iniciou análise investigativa de empresas participantes do esquema de fraude na comercialização e distribuição de etanol combustível. Em decorrência destas irregularidades, o grupo apresenta um crescente volume de crédito tributário no âmbito estadual, que continua sendo constituído, totalizando R$ 383,4 milhões até esta data.
As fraudes vinham ocorrendo da seguinte forma: cancelamento irregular de Nota Fiscal Eletrônica (NFe); desvios em postos fiscais para burlar a fiscalização; desativação irregular de empresas com vultosos débitos tributários; criação de novas empresas com utilização de “laranjas”; emissão de notas fiscais em operações fictícias; reutilização de documentos fiscais e de arrecadação e não cumprimento de regras impostas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Bahia: uma tonelada de carne clandestina é apreendida
Policiais Rodoviários Federais apreenderam cerca de uma tonelada de carne suína, bovina e caprina sendo transportadas em três veículos, sem nenhuma documentação fiscal. A fiscalização ocorreu no Km 599 da BR 324, quando foram flagradas as carnes transportadas nas carrocerias de três veículos, sendo que por parte do produto já se encontrava descongelada.
Os veículos e as mercadorias apreendidas foram encaminhadas para o Posto da PRF de Simões Filho, aguardando destinação da ADAB – Agência de Defesa Agropecuária da Bahia.

















