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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘“Ainda Estou Aqui”’

Governo do Estado promove sessão especial de Ainda Estou Aqui para servidoras, catadoras e ambulantes que atuaram no Carnaval

Cento e trinta e quatro servidoras públicas do Estado e trabalhadoras que prestaram serviço no carnaval da Bahia foram, à convite do Governo do Estado, assistir ao filme ‘Ainda Estou Aqui’, no Cine Glauber Rocha, neste domingo (9), em Salvador. O governador Jerônimo Rodrigues assistiu à sessão especial, que faz parte de uma das iniciativas do governo estadual pelo Março Mulher, em reconhecimento à atuação profissional das mulheres.

“Nós pudemos acompanhar, torcer, vibrar. Levamos melhor filme internacional, mas não é só isso. É o elenco, é o livro escrito por Marcelo, a história contada. Hoje é um marco histórico. Estamos aqui com catadoras, ambulantes, servidoras públicas estaduais, trouxemos o time inteiro para um domingo a tarde no cinema”, celebrou o Jerônimo Rodrigues.

Servidora do Estado há nove anos, Larissa Simões já planejava assistir ao filme e avalia que voltar para a história da ditadura é manter acesa a chama da democracia. “As salas sempre muito cheias e a questão do trabalho, eu estava aguardando o momento, a oportunidade de ver, ainda mais depois da consagração do Oscar. Me sinto muito honrada de ter sido lembrada, nessa ação e de assistir de forma tão exclusiva nessa sessão especial”, compartilhou.

O filme brasileiro ganhou, no último dia 2 de março, o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Protagonista no longa, a atriz Fernanda Torres foi aclamada pelo Brasil por sua atuação interpretando Eunice Paiva, esposa de Rubens Paiva e ativista pelos direitos humanos e indígenas, que passou a vida lutando por justiça pelo assassinato e desaparecimento do corpo do marido durante a ditadura militar — história comum a outras famílias neste período.

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Lógicas e contendas: recortes da história

Rosivaldo Pinheiro

Num país ainda dividido, sem senso de nação, o sucesso do filme Ainda Estou Aqui acabou transparecendo, ainda mais, as nossas vias e veias abertas e, com elas, o nível da polarização existente e persistente.

O filme traz em sua composição a denúncia de um crime. Narra uma parte da nossa história, uma fase que ainda carece ser revisitada, apurada e os seus responsáveis punidos, ainda que seja com a estruturação simbólica de medidas legais aos que já partiram. Nossa saúde e nossa longevidade democrática exigem. Delas, acredito, iniciaremos a nossa construção de nação, coisa que os sucessivos golpes na ordem democrática não permitiram. Não à toa assistimos há pouco todos os desdobramentos que culminaram com o 8 de janeiro de 2023.

É fato que o mundo passa por um momento em que o viés autoritário e autocrata tem tido destaque. Estamos observando uma nova estratégia de dominar o que ainda resta de ativos econômicos capazes de garantir longevidade econômica para os países de maior poderio bélico.

Baseados nessa lógica, estamos assistindo aos últimos acontecimentos geopolíticos, a exemplo das guerras Israel X Gaza, Rússia X Ucrânia e outras com menor exposição na mídia global. A lógica dos financiadores visa apenas o benefício pleno das suas nações: querem comer o mel sem sujar diretamente as mãos.

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Pelourinho faz pausa Carnaval para assistir premiação de “Ainda Estou Aqui” no Oscar 2025

“Ainda Estou Aqui” é o primeiro filme brasileiro a ser premiado no Oscar. Em cerimônia realizada na noite deste domingo (02), a obra foi reconhecida pela importante Academia de Artes e Ciências Cinematográfica elevou a estatueta de Melhor Filme Internacional. A felicidade foi grande durante o anúncio, transmitido durante o Carnaval no circuito Batatinha, no Centro Histórico. O governador Jerônimo Rodrigues, junto com a primeira-dama Tatiana Velloso, e do secretário de cultura, Bruno Monteiro, comemorou a vitória.

“Sair daqui hoje com o troféu de Melhor Filme Internacional é muito importante para a gente. Isso eleva a estima. Saio daqui muito alegre. E no caso nosso, aqui da Bahia, com a chegada da Bahia Filmes, vamos espalhar essa referência de Walter Salles, de Fernanda [Torres] e de Rubens [Paiva]”, pontuou o governador.

A transmissão da premiação durante o Carnaval foi idealizada pela Secretaria de Cultura (Secult-BA). A iniciativa foi festejada pelo público e seguida da apresentação da cantora Margareth Menezes.

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Ainda Estou Aqui vence Oscar de melhor filme estrangeiro

Walter Salles com a estatueta de Melhor Filme Internacional || Reprodução TV Globo

(da Agência Brasil)O cinema brasileiro fez história na noite de hoje (3) na 97ª edição do Oscar, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, foi o grande vencedor na categoria de melhor filme internacional. Uma conquista inédita para o cinema brasileiro.

O filme brasileiro superou Emilia Pérez (França), A Semente do Fruto Sagrado (Alemanha), A Garota da Agulha (Dinamarca) e Flow (Letônia).

Walter Salles dedicou a conquista para Eunice Paiva, esposa do ex-deputado Rubens Paiva desaparecido na ditadura, cuja busca em saber o destino do marido norteou o roteiro do filme. Em seu discurso de agradecimento, o cineasta brasileiro também ressaltou os trabalhos de Fernanda Torres, e sua mãe, Fernanda Montenegro.

Indicado também para a estatueta de melhor filme, Ainda Estou Aqui perdeu para Anora, maior vencedor da festa com cinco estatuetas no total.

Fernanda Torres, indicada ao prêmio de melhor atriz, não levou a estatueta, que acabou nas mãos de Mikey Madison, de Anora. Mesmo assim Fernanda Torres entra na história do cinema repetindo sua mãe, Fernanda Montenegro, que foi indicada na edição de 1999 do Oscar como melhor atriz, mas a laureada foi a estadunidense Gwyneth Paltrow.

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Estudantes da rede estadual assistem ao filme “Ainda estou aqui” de forma gratuita

Com o objetivo de promover o acesso à cultura, mais de oito mil estudantes da rede estadual de ensino, da capital e interior, estão sendo contemplados com sessões gratuitas de cinema para assistir ao filme “Ainda estou aqui”,  que concorre ao Oscar nas categorias Melhor Filme, Atriz (Fernanda Torres) e Filme Internacional. Nessa quarta-feira (19), as exibições ocorreram no Cine Glauber Rocha, na Praça Castro Alves, na capital baiana, com a participação de 790 estudantes de dez escolas de Salvador e Lauro de Freitas. Esta é uma ação da Secretaria da Educação do Estado (SEC), em parceria com a Fundação Pedro Calmon.

As exibições, que aconteceram ao longo da semana, são exclusivas para estudantes matriculados no Ensino Médio Regular, no Turno Noturno e na Educação de Jovens e Adultos (EJA), sendo 3.200 da capital baiana e 5.500 do interior. Após as sessões, são realizadas nas escolas atividades pedagógicas relacionadas ao conteúdo do filme.


A estudante Yasmin Reis, 25 anos, 3º ano EJA, do Colégio Estadual Francisco Pereira Franco, de Lauro de Freitas, estava empolgada para assisti-lo e aprovou a iniciativa do Governo da Bahia. “Eu tinha visto o trailer no Instagram e já estava me programando para assistir no final de semana, já que trabalho durante o dia e estudo à noite. Gostei muito de vir para o cinema com os meus colegas e ver o filme de forma gratuita, pois é uma atividade cultural que nos agrega conhecimento”, disse.

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Fernandas do Brasil – de Central a Eunice Paiva

Se a Academia reconhecer, ótimo. Se não, tá tudo bem. Esse patrimônio é nosso!

Fernanda Montenegro e Fernanda Torres Crédito: Divulgação/ Hick Duarte / Hering

Rogério Silva

Queria ter mais tempo pra escrever porque isso nos ajuda a conversar conosco. E a bofetada veio revendo Fernanda, a mãe, quase 30 anos depois.

Nesse misto de Oscar com Copa do Mundo que o Brasil vive, fui visitar uma velha amiga que vi envelhecer na televisão e no cinema. Convivi mais com Fernanda Montenegro do que com a minha avó. E por isso posso gozar de intimidade ao falar dela.

Central do Brasil é daquelas coisas necessárias para se experimentar na vida e reassistir de tempos em tempos tomando doses de realidade do nosso povo. Se hoje podemos desfrutar de áudios e emojis nas mensagens instantâneas que nos emburreceram na escrita, como era no passado de apenas 3 décadas quando tínhamos apenas papel, caneta e Correios?

Papel, caneta, Correios e a ignorância de não saber juntar as letras certinho na escrita a um parente distante, ao marido preso, ao filho que foi estudar longe, ao desumano que te enganou.

Fernanda, a mãe, estava lá em sua banca, na Central do Brasil, para ser o instrumento de conexão entre habitantes de um mundo nosso tão cruel e desigual chamado Brasil.

Tudo bem. É verdade que nem sempre a carta chegava ao seu destino. Mofava na gaveta do quartinho da velha senhora. Ela não era apenas a escrevedora das mensagens, mas também a justiceira que se negava a ser cúmplice das trapaças de larápios ou de vítimas que cairiam, inevitavelmente, nas mãos de seus algozes. Na maioria das vezes, companheiros violentos e agressores. Ainda tinha um viés de cambalacho, pois o engavetamento proposital das correspondências soava como “apenas metade do serviço prestado”.

Dora e Josué são um retrato do Brasil que assiste ao trem passar, numa Central em que deveríamos ser protagonistas, não coadjuvantes

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Reeducandos do Conjunto Penal de Itabuna participam de Roda de Conversa sobre “Ainda Estou Aqui”

Após tomar conhecimento de que a biblioteca do Conjunto Penal de Itabuna já conta em seu acervo com mais de 20 exemplares do livro “Ainda Estou Aqui”, o escritor e jornalista Daniel Thame não pensou duas vezes: chegou a hora de um bate-papo com os reeducandos sobre literatura, leituras e novos caminhos na vida.

O bate-papo com os reeducandos era uma agenda de 2024 que teve que ser adiada, mas calhou de acontecer no momento em que o filme homônimo, estrelado por Fernanda Torres, numa interpretação magistral de Irene, a esposa de Rubens Paiva, que lhe valeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, está fazendo sucesso em todo o mundo.

Discutir com pessoas privadas de liberdade um livro com essa importância histórica de um momento mais sombrios do país, poderia ser uma ação ousada demais, se fosse levada em conta a ideia que comumente se faz dos estabelecimentos penais como locais de segregação social pura e simples.

Daniel Thame, autor de livros como “Vassoura, o Apocalipse ao Gênesis da Civilização Cacaueira” e “Jorge100AnosAmado – Tributo a um Eterno Menino Grapiúna”, se mostrou impressionado com nível das discussões ao longo do bate-papo.

“A conversa se desenvolveu num nível elevadíssimo. As análises sobre liberdade física e liberdade mental, sobre o boicote das elites ao desenvolvimento das classes pobres por meio da negativa do acesso à educação, à leitura e à cultura como estratégia de subjugação dessas classes foram, sim, surpreendentes”, afirma Daniel Thame.

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“Ainda estou aqui”: reeducandos do Conjunto Penal de Itabuna debatem livro que inspirou filme indicado ao Oscar

O que tem em comum as oficinas de Remição pela Leitura no Conjunto Penal de Itabuna com a Academia do Oscar, em Hollywood? Todos querem conhecer a história que inspirou o filme “Ainda estou aqui”, que foi indicado ao Oscar em três categorias: Melhor Filme Estrangeiro; Melhor Filme; e Melhor Atriz, para a protagonista Fernanda Torres.

O livro, de mesmo nome, foi escrito por Marcelo Rubens Paiva, filho do deputado federal Rubens Paiva, e conta a história de sua mãe, Eunice Paiva, que lutou contra a ditadura militar para saber o paradeiro de seu marido, morto durante o regime ditatorial. A obra está em estudo pelos reeducandos, e em breve serão escritas resenhas sobre essa que é uma passagem marcante da história recente do Brasil.

A adoção do livro pelas escolas baiana foi um pedido do próprio Governador Jerônimo Rodrigues, e o Conjunto Penal de Itabuna, por meio da empresa Socializa, que co-administra a unidade com o Governo do Estado, foi uma das primeiras instituições a fazer a aquisição.

“Com o pedido do Governador e sob a orientação do diretor da unidade, fizemos a aquisição de 25 cópias dessa obra tão importante para nosso país, por tudo que ela já representava, e agora para o mundo, pelo que passou a representar, após o sucesso do filme em diversos festivais e, mais ainda, com as indicações para o Oscar”, declara o gerente administrativo da Socializa no CPI, Yuri Damasceno.

O diretor do Conjunto Penal de Itabuna, Bernardo Cerqueira Dutra, afirma que o CPI está conseguindo, com muito esforço, mostrar para a sociedade o verdadeiro poder transformador para a população privada de liberdade. “Esse é o poder da transformação através da Educação. Com isso, o perfil da população carcerária, em Itabuna, está mudando”, afirma.

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Estamos em polvorosa, Fernanda Torres ganhou o Globo de Ouro por sua atuação em “Ainda Estou Aqui”!

 Liniane Brum

Há uma ferida aberta quando o assunto é ditadura, especialmente quando as lentes – ou as palavras – se voltam para as vítimas do regime. No espaço público a atriz honra essa chaga, com seu discurso sóbrio e figurinos que atentam para o luto, – da personagem representada, da Eunice ela mesma, de famílias-vítimas alquebradas, de um país dividido. No filme, Fernanda Torres atua com a alma, dá corpo à memória de Eunice Paiva e ao desaparecimento de Rubens Paiva.

O filme de Walter Salles contribui, como nenhum outro trabalho fílmico de ficção, para a construção de uma cultura da memória sobre a ditadura militar. Ele partilha com um espectro enorme de pessoas a memória da repressão. É bem sucedido em fazer com que o público empatize com a dor da família Paiva, pois faz isso a partir de um ponto de vista palatável. Uma viúva de um ótimo pai de família, um engenheiro, um homem que sequer “pegou em armas”, mas foi desaparecido pela ditadura. Note-se que o filme apenas menciona a atuação de Rubens Paiva como homem público. Diferentemente do livro de Marcelo Rubens Paiva, não traduz no que ela consistiu, nem vislumbra o quão pacíficas foram as atitudes resistentes do deputado.

Mas as escolhas que tornam o filme, como disse, palatável, não passam apenas pelo ponto de vista narrativo – da família, e, em particular, da matriarca. As escolhas dramatúrgicas são muito responsáveis pela larga adesão do público à história. Não faltam cenas clichês que levam o espectador a estados de “ânimo-padrão”. A passagem dos dias de Eunice Paiva na prisão: a contagem dos bastõezinhos, dia a dia, nas paredes da cela, é um exemplo disso. A escolha da linha de atuação da atriz Fernanda Torres, que agora nos põe em polvorosa por ter ganhado o Globo de Ouro, é motor artístico inquestionável.

E há o buraco.

Não um buraco narrativo, mas uma ferida coletiva inseparável do ato de contar essa história. A iniciativa de transformar o trauma em arte, em algo que pudesse transmitir às pessoas não atingidas diretamente pela repressão, a memória da ditadura, durante muitos anos foi serviço dos familiares de vítimas da repressão. Por vítimas eram tomados os torturados, mortos, exilados, desaparecidos, perseguidos. O tempo passou, e hoje se sabe que também são vítimas aqueles que, como Eunice Paiva, passaram toda uma existência convivendo com a dor, os percalços civis e econômicos e o indizível vácuo do desaparecimento, entre outras perpetrações.

O buraco pode ser fechado com esse trabalho? Não sei. Talvez ninguém saiba. (Alguém sabe?) Sobretudo o reconhecimento público, a tentativa de reconciliação no plano coletivo, – eu disse tentativa – por outro lado, dá um passo sem igual a partir do impacto de “Ainda Estou Aqui”. A partir da visibilidade que Fernanda Torres e sua premiação dá, ainda mais, ao filme.

“Ainda Estou Aqui” está a fazer o que governo brasileiro se negou em 2024: celebrar a efeméride dos 60 anos do Golpe de 1964, mobilizar o factual, mas também o simbólico, abrindo espaço para a luz entrar. Propiciar atmosfera para a ferida cicatrizar. Esse bonde que o nosso governo perdeu, a cultura alcançou, – ou alçou. Lamber nós mesmos, por nós – brasileiros – nossas feridas: eis nossa política, mas também nossa arte.

Estamos em polvorosa, Fernanda Torres ganhou o Globo de Ouro por sua atuação em “Ainda Estou Aqui”!

Liniane Brum é  escritora, sobrinha do desaparecido político Cilon Cunha Brum, morto na Guerrilha do Araguaia.

“Ainda Estou Aqui” leva o prêmio de melhor roteiro no Festival de Veneza

Filme Ainda Estou Aqui (Foto: Divulgação)

Os roteiristas brasileiros Murilo Hauser e Heitor Lorega foram premiados com o troféu de melhor roteiro no Festival de Veneza de 2024 pelo filme “Ainda Estou Aqui”. O anúncio foi feito na tarde deste sábado (7) pela presidente do júri, Isabelle Huppert, durante a cerimônia de premiação da 81ª edição do renomado festival, relata a CNN Brasil.

Visivelmente emocionado, Hauser agradeceu ao júri e ao festival pela recepção calorosa e destacou a importância de estar entre grandes produções: “Tem sido muito especial estar aqui e assistir tantos bons filmes”, afirmou. Lorega, por sua vez, dedicou o prêmio ao diretor Walter Salles, que os convidou para o projeto há oito anos, e à família Paiva, cujo relato inspirou o roteiro: “queremos dedicar esse prêmio a Eunice e todos os Paivas, que nos deixaram contar essa história. Não é só a história de uma família, mas do Brasil.”

O filme “Ainda Estou Aqui”, dirigido por Walter Salles, é baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva e se passa no Rio de Janeiro dos anos 1970, retratando o drama da família Paiva após um ato violento e arbitrário que transforma suas vidas. Com Fernanda Torres e Selton Mello nos papéis principais, a produção foi ovacionada por 10 minutos na sua primeira exibição no festival, destacando-se como um dos grandes momentos do evento.

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