:: 30/nov/2019 . 8:24
O imortal Edvaldo Brito – O encontro da Academia de Letras de Ilhéus com a Academia de Letras da Bahia
Efson Lima
As estórias começam assim: era uma vez, no interior da Bahia nasceu um menino, precisamente, no Recôncavo. De família humilde, cuja mãe tinha como “profissão lavadeira de ganho”,” Edvardo” tinha tudo para ser domado pelas regras do determinismo. Sendo negro, parecia já ter nascido com o sonho proibido e o destino traçado. Mas como dito “era uma vez” e em algum instante a história pode não se repetir, possibilitando assim o sujeito fugir das amarras e o círculo vicioso imposto a milhares de crianças brasileiras.
Fé, superação, apoio coletivo, esforço pessoal… uma palavra só explica? Um só fato evidencia? Talvez não. Só Sabemos que, no dia 29 de novembro de 2019, a Bahia ganhou seu mais novo imortal. Edvaldo Brito passou a fazer parte do seleto clube do Estado da Bahia. Foi pertencer à Academia de Letras da Bahia, fazendo parte da centenária Casa de Arlindo Fragoso. Somou-se a homens e mulheres que nos apresentam caminhos, contam-nos fantasias e nos impõem o à realidade combalida. A cadeira n.°3 ocupada por Guilherme Radel será reverenciada pelo jurista.
Salvo melhor juízo não é a cadeira que torna uma pessoa imortal, mas a obra, a caminhada… e o advogado, professor, escritor e intelectual Edvaldo Brito possui uma carreira formidável. Ele integra o conjunto de grande juristas do Brasil. Seguiu a tradição baiana de excelentes juristas: Rui Barbosa, Teixeira de Freitas, Orlando Gomes, Aliomar Baleeiro… Oh, céus! Para nossa honra e glória.
Com a vênia, chamá-lo-ei de professor, tive a honra de ter sido seu aluno no mestrado da Faculdade de Direito da UFBA em 2013, cuja disciplina Jurisdição Constitucional tinha sido feita para acompanhar as mobilizações de ruas, os embates sobre o controle das decisões do STF em face das ações constitucionais concentradas, o (não) monopólio das investigações pela polícia. Foi oportuno aprender com o mestre o quanto é imperioso o cumprimento do programado academicamente, o compromisso com a docência e o sacerdócio diário da retidão, a pontualidade e a persistência com o compromisso intelectual. Verdade seja dita: sofri, confesso, mas a admiração permanece.
A Onda que esqueceu que era Mar
Eulina Lavigne
Você já se perguntou, quando foi que você se perdeu de você? Quando foi que você passou a acreditar em alguém e passou a adotá-lo como o seu Guru e deixou de acreditar em você mesmo?
Todos nós ao chegarmos aqui, temos uma missão para realizar e esse caminho faz parte do encontro conosco. Quando identificar a sua missão irá se reencontrar e aí começar a sua jornada de cura. Sim, pois não pense que é simples assim.
Considerando a hipótese mais aceita sobre a criação do Universo, a teoria do Big Bang, o Universo vem sofrendo um processo de expansão há 13,8 bilhões de anos, o que, para mim, significa também o nosso processo de expansão da consciência.
A todo momento somos convocados a prestar atenção ao que acontece conosco e arredores, dar significado a tudo isto e aprimorar a nossa escuta interna.
E toda a nossa desorientação, ao meu ver, passa por aí. Pela falta ou pouca escuta interna. Não temos tempo. Temos pressa.
Quando você exercitar esta escuta, acessará o seu divino, a sua mais pura luz e para tudo encontrará a resposta.
E o que você faz? Se distancia de você. Busca Deuses e Gurus. Toma carona no livre acesso ao divino do outro, quando vai em busca de cartomantes, de tarólogos, das cartas, dos búzios. Sem desqualificar os profissionais sérios e competentes que existem nestes ofícios.
É preciso estar sempre alerta.
Quem é Deus?
Pierre Weil, educador e psicólogo francês, fundador da Universidade da Paz em Brasília., lembra claramente que Deus é a força que atrai e repele as partículas da nossa luz, para que possamos existir como matéria. Espaço nos preenchemos a nós, da nossa própria matéria que nos limita embora sejamos ilimitados.
Chocolates de origem da agricultura familiar adoçam consumidores na Fenagro

Combinações exóticas de chocolate com gengibre, licuri, umbu e jaca, produzidos por cooperativas da agricultura familiar, adoçam o paladar dos visitantes da 10ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, que segue até 1º de dezembro, no Parque de Exposições de Salvador, em paralelo à Fenagro.

Os chocolates com sabores marcantes e peculiares são produzidos pela Bahia Cacau, primeira fábrica da agricultura familiar do país, localizada no município de Ibicaraí, que é gerida pela Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidária da Bacia do Rio Salgado e Adjacências (Coopfesba). A Bahia Cacau apresenta no evento chocolates em barra, em gotas e bombons. Os produtos poderão ser encontrados no Armazém Litoral Sul.

No mesmo Armazém, o público encontra os chocolates sem lactose, aromatizantes e glúten, da Cooperativa de Serviços Sustentáveis da Bahia (Coopessba), do município de Ilhéus, responsável pela marca Natucoa. Os chocolates da Natucoa foram premiados no Prêmio Brasil Artesanal 2019 Chocolate.
- 1













