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Posts Tagged ‘Artes’

Artista plástica retrata natureza com técnica hiper-realista

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O nome artístico já carrega uma mostra de suas marcas. Enquanto “kitty” em inglês é um termo designado para se referir a filhotes de gatos, a paixão e o fascínio pelos grandes felinos é a marca das obras de Kity Mendonça.

 

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A artista plástica hiper-realista começou cedo a busca pelas habilidades manuais. Quando pequena, foram as boas notas que recebia dos trabalhos feitos na disciplina de “desenho” que a motivaram a seguir nesse campo profissional. “Aos 13 anos surgiu um interesse que me fez cursar aulas particulares de óleo sobre tela”, conta ela.

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Os pincéis não a largaram desde então e, aos poucos, as tintas começaram a trazer cores para a confecção de obras com referências à natureza. Um hábito que vinha de encontro com as origens da artista em Ilhéus, na Bahia.

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Foi na cidade com mais extenso litoral do estado onde Kity encontrou refúgio para se inspirar. Desbravando as fazendas de cacau e as matas, criou força em momentos difíceis que passou. Além disso, descobriu em algumas espécies o reforço que precisava para crescer.
“Num momento que necessitava seguir com mais determinação meus objetivos, os felinos representaram para mim o vigor, a força perseverante da luta pela vida, afirma.” Começava assim a paixão em retratar essa família e aprender com ela. Mas o amor pelos animais foi além. “Onze anos depois retornei ao ateliê com a ideia fixa e a paixão por águias”, lembra. Nesse outro momento, de acordo com a artista, ela sentia que buscava nas aves a liberdade e a coragem que queria para si.

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A dedicação aos animais, em geral, exige da artista quase três meses para que a obra fique pronta. “Emoção e superação para conseguir obter um bom resultado são cruciais para finalizar uma obra. Acredito que ao retratar com paixão e inspiração, a mensagem é visivelmente aceita”, explica Kity Mendonça.

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A artista já foi homenageada pelos quadros em diversos estados e em países como Portugal, Chile, Argentina e França. Com a força dos felinos e a garra das aves de rapina, Kity seguiu agregando em sua rotina o que a natureza ensina a quem se atreve a admirá-la. (do G!)

Curumim, guardador de memórias

denilson_Curumin-guardador-de-memorias-2 (1)Oscar D’Ambrosio

Denilson Baniwa traz uma oxigenação essencial para a arte brasileira. Seu olhar, ao deslocar o eixo da tradição judaico-cristã ocidental, obriga a rever conceitos cristalizados em nossa tradição visual. A sua origem não o deve colocar como um artista indígena limitado a uma temática étnica. Ele é um criador visual de origem indígena que, em nome de um deslocamento do olhar, lança seus olhares sobre o Brasil e sobre a cultura global sob a perspectiva de retirar todos, inclusive ele mesmo, de qualquer zona de conforto.

“Curumim, guardador de memórias” (tinta acrílica sobre tecido, 1,60 x 2 m) tem como ponto inicial uma célebre fotografia de Steve Jobs, de cócoras, com um computador no colo. A, imagem, realizada por Norman Seeff, foi capa da revista Time de 2011, quando o cofundador e ex-CEO da Apple faleceu.

A imagem de Denilson pode ser lida justamente como a apropriação pela cultura indígena do computador e, por extensão, da tecnologia, como um local de armazenamento das tradições, representadas, por exemplo, nos objetos que estão à direita e à esquerda do jovem índio.

Essas manifestações culturais, sejam utilitárias, religiosas ou estéticas, se mantêm. Portanto, é sinalizado que o índio do presente precisa dominar e acalentar o que existiu em sua cultura e existe globalmente para, de fato, modelar o que existirá.

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Oscar D’Ambrosio é graduado em Jornalismo pela USP, mestre em Artes Visuais pela UNESP e doutor e pós-doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.

A arte de Ana Cunha e as Mulheres do Thar

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Apresento á vocês, o magnifico trabalho da artista Ana Cunha, de Ribeirão Preto/SP, começou a pintar em 1998 como apoio terapêutico. Sua formação acadêmica é em Direito. Ao longo desse tempo fez cursos com diferentes professores e diferentes técnicas, tendo se dedicado à arte  mais seriamente, a partir de sua aposentadoria em 2010.

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Ana Cunha

Desenvolvendo sua arte já há alguns anos, Ana Cunha/Ana Silva tem em sua prática artística uma contínua busca pelo aprimoramento da técnica e por sua própria linguagem expressiva. A qualidade de sua pintura nasce já no desenho de base , para que alcance um resultado plástico e estético admirável.

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A  série “AS MULHERES DO THAR” nasce de um longo processo de pesquisa sobre as mulheres que habitam a região do Deserto do Thar, que abrange desde o noroeste da Índia, no estado do Rajastão, avançando até a parte oriental do Paquistão, uma área que, mesmo árida tem alguma vegetação e plantações irrigadas.

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Ana Cunha procura, ao retratar essas mulheres em seu dia a dia, mostrar ao mesmo tempo as dificuldades por que passam e a poesia, a beleza dos gestos, o colorido das roupas, mas sobretudo a força contida em seus gestos.

 

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Essas mulheres costumam caminhar por até quatro quilômetros sobre as dunas do deserto, com seus potes na cabeça, em busca dos poços e nascentes de onde retiram água para beber e cozinhar.

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Ana Cunha tem participado de exposições coletivas e individuais em Ribeirão Preto e em outras cidades e tem conquistado alguns prêmios ao longo de sua trajetória.

Nessa série apresentada além de seu grande talento registrado em seus traços e pintura, a artista revela uma extrema sensibilidade com a difícil vida e beleza das Mulheres do Thar.

Conheçam um pouco mais os trabalhos de Ana Cunha, acessando o link: https://instagram.com/anacunhaarte?igshid=ob4mb1wyu6h9

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A arte digital de R. F. Bongarten

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Artista plástico, artista digital e escritor, De Assis/SP – Brasil, Reinado F. Bongarten niciou sua carreira em 2009. De lá para cá, tem construído bases sólidas do dadaísmo em seus textos e criações.  Recentemente lançou seu livro ” Brainstorming de Textos Psicodélicos” – pela Editora Autografia, são textos irreverentes e nonsense misturados com crítica aos padrões artísticos.Trata em poucas palavras de criar desordem ao formato natural da escrita de poemas e poesias juntamente com uma crítica a obras abstratas que às vezes lindamente pífias são milionárias ao mesmo tempo incompreendidas.

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O contraponto disso é o artista olhar essas obras e extrair em palavras o que ele vê, misturando o abstrato geométrico com o minimalismo e um leve cotidiano extraindo textos chamados “Pensares – Pensamentos nos Ares” ou uma chuva de ideias. Ou seja, Abstração pura.

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E na arte como forma de observar o mundo Reinaldo Bongarten tenta deturpar a simetria, o ser humano quer padrões em tudo, até iniciando com um certo padrão e depois tira fora do centro propositalmente tentando não ser 100% simétrico e isso pode incomodar, mas realmente é este o sentido, já que obras abstratas algumas impactam tanto que valem milhões.RF 4

Em segundo plano a tantos recursos de pintura o artista resolveu apenas utilizar a arte digital para questionar. Arte digital vale menos que a arte em tela? A sensibilidade na tela é melhor que a arte digital? Ele diz que não! Mesmo você fazendo arte de maneira simples, propositalmente.

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Se você não utilizar nenhum filtro, nenhum efeito e somente fazer traços da alma. A sua alma fala também na tela do computador sim. Isso se tratando de arte digital sem filtros e efeitos comparativamente com a arte pintada.

E por isso o artista utiliza basicamente 3 formas para criar arte digital: Triângulo, quadrado e círculo, são formas padrões na natureza que juntas e entrelaçadas podem ou não criar formas desordenadas combinado com muito trabalho.

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Assim cria composições abstratas. E por fim o artista percebe-se no brasil como um dos últimos da Arte postal em atividade, ele se inspira no dadaísmo além de que no mundo do Dadaísmo e Futurismo foram os precursores da arte postal. Nada mais do que válido transformar todas as suas artes em cartão postal.

Ele já possui 150 cartões postais artísticos exclusivos com identidade artística própria. Quer alcançar a marca de 1000 Cartões e obras deste estilo.

Encomendas de Fine Art,  Cartões Postais e também seu livro.

Acesse suas redes sociais:

www.instagram.com/ fabricapoetica

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Fone: 1899727-9313 para pedidos.

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Capa de chuva amarela

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Oscar D´Ambrósio

O uso da cor e do relevo são duas características importantes do trabalho de Cintia Ka. Em “Capa de chuva amarela”, elas são utilizadas de modo a revelar a construção de uma poética caracterizada pelo cuidado na feitura e pela construção de um delicado lirismo. O uso da tinta em altos e baixos permite criar efeitos para originar, neste trabalho, a capa de chuva ou, em outros, a percepção de rendas e bordados.

Os diálogos entre os guarda-chuvas em amarelo e as formas orgânicas em preto permitem que a tela ganhe sentidos, pois a temática da proteção surge em diversos níveis, tanto daquilo que vemos explicitamente como daquilo que não vemos, mas que também se faz presente de diversas formas. Assim, a obra se realiza em seu poder de interrogar sobre o real e o imaginário. Com tinta acrílica, a artista faz a sua capa de chuva, cumprindo assim a função da arte de criar novos mundos e possibilidades.

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Oscar D’Ambrosio é graduado em Jornalismo pela USP, mestre em Artes Visuais pela UNESP e doutor e pós-doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.

A vivência de Fausto Rodrigues transformada em arte

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Fausto Rodrigues/de  Americana,SP. dedica-sea arte em todas as suas variáveis. Tem na arte uma aliada na dificil aventura de viver. Ele traz nas suas obras uma temática focada na história de sua vivência, usando as próprias experiências com o combustível necessário para seus trabalhos que são registros de memórias reais e imaginárias.

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Não tem compromisso com o lógico ou previsível. Não se prende a rótulos e escolas. Procura beber de todas as fontes e sua sede do novo o leva a alçar vôos a procura de aquietar a alma

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Suas obras, ora com tintas vivas e vibrantes e ora com Aquarelas suaves e calmantes.

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Ele que somente se dedicou integralmente as artes na fase madura, hoje usa a arte como sua maneira mais natural de expressar sentimento, pensamentos e aspirações.

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O artista procura sempre contar histórias através de suas obras colocando informações e referências que, em algum momento, acabam se comunicando com aqueles que vêm seus trabalhos.

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Conheçam um pouco mais de seus trabalhos acessando:
www.instagram.faustoarteiro

https://www.facebook.com/ faustophotos

 

 

A arte em movimento de Lícia Vallim

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Luciana Yewah

Luciana Yewah

Lícia Vallim, nascida em São João da Boa Vista/SP, morou por 6 anos em Ourinhos/SP e reside em Ribeirão Preto/SP desde 1985. Analista de Sistema e Corretora de Imóveis por formação e Artista Visual por paixão. Licia Vallim é uma artista em movimento, já ministrou aulas de pintura é artista catalogada no Centro Campineiro de Artes e Folclore-Campinas/SP. Ela Aproveita todas as muitas oportunidades a ela conferida para mostrar a sua arte.


Na infância foi apresentada a arte de pintar, e não parou mais. Crê fielmente que este dom da pintura foi-lhe entregue por Deus. Sua paixão pela Arte a faz estar sempre em movimento, participando de cursos de aprimoramento. Os primeiros estudos foram das obras de PIERRE BONNARD E KANDINSKY. “Faço muitos estudos e pesquisas para estimular as minhas criações até surgir uma primeira idéia, para depois  estar desenvolvendo durante o período de criação um caminho que vai sendo revelado a cada pincelada”, afirma.

Lícia gosta de trabalhar com tintas á óleo e acrílicas, em papel e canvas e desde 2005 tem se dedicado às criações de suas  Obras de Arte, e trabalhado de forma profissional.

Seu trabalho é realizado em etapas, inícia a criação de cada nova Obra de Arte, se inspirando em estudos sobre o tema proposto e pesquisando sobre Obras de Artistas impressionistas, modernos e contemporâneos, mas sempre acaba seguindo o seu olhar artístico, procurando sempre transmitir em suas retratações  paz, harmonia e alegria, que tanto valoriza.


“A minha vida se resume em fazer Arte, respirar Arte, viver a Arte. Dedico-me integralmente a estudos e produções, sempre me organizando para criar a minha próxima Obra de Arte. É através da pintura que expresso as minhas idéias, os meus sentimentos e meu olhar a cerca do mundo, buscando apresentar ao espectador esperança, paz e alegria,” diz a artiista.


“Eu corro atrás dos meus sonhos e Deus vai me trazendo pessoas e abrindo o caminho.   Atualmente minha dedicação à arte é integral ” ressalta.

Como projeto artistico tem trabalhado na exposição individual – Expo Art Licia Vallim, no Ribeirão Shopping em Ribeirão Preto/SP desde agosto deste ano. Foi uma das Artistas selecionadas na Bienal Oswaldo Goeldi de Taubaté/SP e  para a 2ª Edição da Revista Artrilha e 1ª Edição da Art Expo Magazine.


“Meu projeto como Artista Visual é a cada dia estar mais centrada na minha carreira, buscando novas oportunidades, respeito e poder contribuir para que todos tenham acesso à cultura e se apaixonem pelas artes”, finaliza Lícia Vallim.

Acesse seu perfil: https://instagram.com/liciavallim.artist?igshid=1v49gewa5ioj3

 

Atmosferas de encanto

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Oscar D’Ambrosio

A arte é uma manifestação que se dá em várias dimensões. Uma delas está na capacidade técnica de um criador visual de comunicar sentimentos, valendo-se para isso de sua percepção da realidade, habilidade e sensibilidade. Nesse sentido, o pintor Cândido Oliveira desenvolve uma cuidadosa linguagem.

Pinceladas bem colocadas luz são características de uma pintura que percorre diversos assuntos, em que se destacam os efeitos de luz de cenas românticas de Paris e Veneza ou as paisagens rurais caracterizadas pelo trabalho acurado de alguns detalhes, como a poeira ao focalizar um conjunto de carros de bois ou o fluir da água ao instaurar imagens bucólicas

O encantamento da obra do artista está na maneira como consegue lidar, ao mesmo tempo, com dois desafios: o do conjunto da obra, para criar a atmosfera desejada, e o dos detalhes, revelando como cada parte contribui decisivamente para a formação de um todo harmônico, em que o olhar atento do observador possa encontrar fascínio.

Boa parte do impacto das imagens do artista reside nessa busca permanente de uma renovação de imagens e de cuidado na construção e no acabamento de seu trabalho para a construção de atmosferas cada vez mais encantadoras, que gerem empatia no observador, levando-o a admirar a cena e o talento de quem a realizou pictoricamente.

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Oscar D’Ambrosio é graduado em Jornalismo pela USP, mestre em Artes Visuais pela UNESP e doutor e pós-doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.

Ressignificando brinquedos

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Oscar D’Ambrosio

Uma das chaves para penetrar no mundo da arte contemporânea, inclusive em suas vertentes mais conceituais, é a ressignificação. O termo é muito usado, mas muitas vezes deixamos de lado seu principal significado, que é justamente o estímulo a “significar de novo”, ou seja, a olhar novamente, sob novos ângulos, para um objeto e/ou situação.

Esse processo gera a atribuição de um novo significado, transformador, que pode libertar o artista e a sociedade de conceitos anteriormente consolidados, geralmente carregados de (pré) conceitos. Esse processo dá a cada criador a capacidade de criar um próprio mundo, que o faz dialogar de maneira enriquecedora com si mesmo e com o entorno social e existencial.

Ao pedir brinquedos velhos para a família e amigos, Georgia Peruzzo desenvolveu projetos de instalações e de performances registrados em fotos. Utilizou o papelão como base e prendeu, com elástico e barbante, pequenos bonecos para obter o efeito desejado. A pintura com guache auxiliou a compor o cenário.

A simbologia das cores aponta para o verde da esperança de a natureza continuar viva sendo destruída pelo vermelho das queimadas, que destrói biomas com seus animais, seja no Pantanal, na Caatinga, no Cerrado, na Mata Atlântica, na Amazônia e no Pampa Gaúcho.

Dessa maneira, a partir de brinquedos velhos não mais utilizados, o trabalho os ressignifica e mantém, com a denúncia, a esperança na recuperação da fauna, da flora, do clima e do solo. Afinal, um dos papeis da arte é justamente o de denunciar aspectos da sociedade, evitando que temas importantes para o ser humano sejam esquecidos ou deixados de lado.

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Oscar D’Ambrosio (@oscardambrosioinsta) é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus e é responsável pelo site www.oscardambrosio.com.br

Patrícia Vicente e a paixão pela pintura realista

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Daniel Thame

 

Patrícia Vicente, nascida em Dourados/MS   e residente em Cascavel/PR, é formada em Matemática, com Pós Graduada em MBA em Administração Financeira, Contábil e Controladoria. Paralela a atividade profissional, ela exerce uma paixão pela arte, com talento reconhecido e obras espalhadas pelo Brasil  e participação em exposições individuais e coletivas.

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Ainda pequena mostrou apreço por desenhos e pintura. Muito jovem ganhou um curso de desenho artístico a distancia de seus pais. No ano de 2010 começou a fazer  cursos e workshop na área de desenho realista, nas técnicas de grafite, tinta a óleo, lápis de cor e giz pastel.

Patricia Vicente

Patricia Vicente

Hoje nas horas vagas, dedica seu tempo para a arte sua maior  paixão são os desenhos e pinturas realistas. “Com lápis e pincel, é na arte que minha alma encontra equilíbrio e em cada trabalho reflete meu estado de espírito”, diz Patrícia Vicente.

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EXPOSIÇÕES COLETIVAS:

2017 – 1º. Encontro de Ateliês e Espaço de Artes de Cascavel. Cascavel/PR

Obra: Índio Americano.

2018 – 2º. Encontro de Ateliês e Espaço de Artes de Cascavel. Cascavel/PR

Obra: Carnaval de Veneza.

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2019 – Intercâmbio Cultural de Artes – “Pintando a Espanha”. Centro de Ciências Letras e Artes – Campinas/SP

Obra: A Espanhola.

Nessa exposição, essa obra ganhou uma medalha Honorable Methion Drawing.

2019 – II Intercâmbio Cultural de Artes – “Pintando a Espanha”. Instituto Thomaz Perina – Campinas/SP.

Obra: A Espanhola.

2019 – III Intercâmbio Cultural de Artes – “Pintando a Espanha”. Shopping Center Limeira – Limeira –  SP.

Obra: A Espanhola.

2019 – V Intercâmbio Cultural de Artes – “Essas Mulheres Maravilhosas” – Shopping Center Limeira – Limeira/SP.

Obra: Releitura da Obra de Leonardo da Vinci – Cabeça de Mulher.

2019 – V Intercâmbio Cultural de Artes – “Essas Mulheres Maravilhosas” – Centro de Ciências Letras e Artes Limeira – Campinas/SP.

Obra: Releitura da Obra de Leonardo da Vinci – Cabeça de Mulher.

2019 – V Intercâmbio Cultural de Artes – “Essas Mulheres Maravilhosas” – Galeria Lelio Coluccini – Campinas/SP.

patricia vicente (2)Obra: Releitura da Obra de Leonardo da Vinci – Cabeça de Mulher.

2019 – I “Pintando o Brasil” – “A Diversidade Cultural do nosso País” – Centro de Ciências Letras e Artes Limeira – Campinas/SP.

Obra: Índia.

2019 – II Exposição Itinerante – “Pintando o Brasil”  – “A Diversidade Cultural do nosso País” – ACLA_Academia Campineira de Letras e Artes – Campinas/SP.

Obra: Índia.

2019 – III Exposição Itinerante – “Pintando o Brasil”  – “A Diversidade Cultural do nosso País” – Galeria de Artes Lícia Simoneti – Shopping Center Limeira – Limeira/SP.

2019 – IV Exposição Itinerante – “Pintando o Brasil”  – “A Diversidade Cultural do nosso País” – Museu Histórico e Pedagógico Major José Levy Sobrinho – Limeira/SP

Obra: Índia.

2019 – Exposição Amazônia Brasileira – ES P C EX – Escola Preparatória de Cadetes do exército e AAEsP – São Paulo/SP. Read the rest of this entry »

Espírito do tempo

 

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Oscar D’Ambrosio

A coleção “Zeitgeist”, de Miagui, traz alguns aspectos essenciais para a arte contemporânea. Um deles está no próprio nome, que provém de uma palavra alemã que aponta para a existência de um “espírito do tempo”, ou seja, cada artista está vinculado à atmosfera intelectual, sociológica e cultural de sua realidade mais próxima e do conjunto de seu período.

O conceito, que existia no romantismo alemão, ganhou notoriedade com a obra “Filosofia da História” (1837), de Hegel. Nesse sentido, André Miagui retoma o estudo da técnica e das imagens principalmente dos retratos da Renascença ou do Barroco e os pinta com pastel oleoso, conseguindo resultados tecnicamente admiráveis.

Mas a sua intenção não é repetir o passado. Além do desafio técnico, ao colocar uma placa de celular sobre os olhos desses personagens, cria esse elo entre o passado e o presente, pois o objeto pintado justamente bloqueia a visão daquelas figuras clássicas da história da arte. Surge, assim, um lúdico clima permeado de senso crítico que oxigena cada trabalho.

O grande ensinamento da pintura de Miagui está justamente em criar o seu próprio espírito de época. Dá ao passado uma roupagem presente com um trabalho técnico esmerado, resultado de estudo e escolha cuidadosa dos materiais. Os seus retratos, portanto, são uma viagem pela história da arte e pela jornada vivencial de cada um de nós.

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Oscar D’Ambrosio (@oscardambrosioinsta) é jornalista pela USP, mestre em Artes Visuais pela Unesp, graduado em Letras (Português e Inglês) e doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e Gerente de Comunicação e Marketing da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Coordena o projeto @arteemtempodecoronavirus e é responsável pelo site www.oscardambrosio.com.br

A magia dos mosaicos de Nikki Athayde

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Daniel Thame

 

Nikki Athayde iniciou seus trabalhos em Artes Plásticas em 1978, em Brasília, onde realizou diversas exposições de grandes painéis de Vitral, tornando-se bastante conhecida na sociedade brasiliense e continuou seus trabalhos com exposições no Rio de Janeiro (conquistando Medalha de Ouro  na Associação Brasileira de Letras), no Festival de Inverno em Ouro Preto/MG, exposições  individuais e coletivas em Brasília, com diversas obras em Vitrais no Exterior.

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Hoje, residindo em Aracaju, Sergipe.  e com grande acervo de trabalhos em mosaico, mostra uma  performance eclética, com singular expressão. Suas combinações de formas e cores refletem uma grande vivência em expressões artísticas tridimensionais, desde pequenas obras até painéis de grande porte. atualmente a maioria de seus trabalhos é direcionado a  ambientes internos e externos, como murais, divisórias de ambientes, lavabos, mesas,  quadros, mesas de jogos, totens para entrada de condomínios,  números de residências e uma grande variedade de peças decorativas.

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“A Arte é a forma que eu tenho de expressar a linguagem da minha alma e mostrar o  melhor de mim, diz a artista”

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A ARTE EM MOSAICO

 

Há muito, o mosaico resiste ao tempo  na vida do homem, registrando com  seus pequenos fragmentos as passagens da humanidade.

Em grande variedade de matérias e matizes, estiveram em todas as fases da história, entre reis e gente comum, revestindo castelos, igrejas, casas e  mobiliários.

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Hoje, de status elevado e merecido, o mosaico cobre paredes, tetos, pisos e decora os ambientes desde os mais sofisticados até os recantos mais inesperados, perpetuando, com a nobreza de sua expressão, o encanto de todo o ambiente onde estiver exposto.

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Percorrendo esse épico caminho de pedras… rastro de tantas expressões  notáveis envolvidas na aura que evoca a singularidade dessa arte, com o esmero e a determinação de um alquimista, a artista plástica Nikki Athayde transmuta cada pedaço de cor em expressões ímpares, marcando com um estilo exótico e magnetizante suas composições.

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Com performance artística consagrada, Nikki Athayde tem suas obras reconhecidas por um público diverso desde a década de 70. Em suas passagens pelos vitrais, pelo óleo, pelos objetos decorativos e pelo mosaico, Nikki deixa claros sinais de sua expressão singular, apresentando um riquíssimo conjunto de estímulos em cores e formas que encantam os ambientes e os olhos de quem  percebe suas obras.

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A mágica reunião de cada fragmento de suas obras compõe  um universo de sugestivos cenários. Seu trabalho cristaliza momentos criativos que irradiam sua luz, como espelhos de uma alma clara, reluzente e prodigiosa, promovendo agradáveis efeitos de contemplação e conforto ambiental.

 

Daniel Thame
Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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