:: ‘TV Cabralia’
A TV Cabralia e o ´banho de Coca Cola`

Daniel Thame
A inauguração da TV Cabrália, em dezembro de 1987, não apenas levantou a auto-estima de Itabuna (afinal, tratava-se da primeira emissora de televisão numa cidade do interior do Norte/Nordeste, o que não era nem é pouca coisa), como produziu situações que hoje parecem lenda, mas que à época eram rotineiras.
Ainda não havia a global TV Santa Cruz, que só seria inaugurada um ano depois, e a Cabrália reinava soberana. E eu, que nem sabia como funcionava uma emissora de televisão, fui guindado à condição de gerente de jornalismo, pela extrema generosidade de Nestor Amazonas. Não sei quem foi mais maluco: ele, por me nomear, ou eu, por aceitar o cargo.
Segue o bonde…
Para se ter uma idéia do que a televisão representava, até eventos importantes eram marcados de acordo com a disponibilidade da equipe de Jornalismo fazer a cobertura, para a devida veiculação no Jornal do Meio dia e no Repórter Regional.
É claro que não faltavam pedidos inusitados, que a gente não sabia se achava graça ou se mandava o sujeito pra puta que pariu.
E não é que um pai cismou que a equipe da Cabrália teria que cobrir a festa de aniversário da filha? Era o presente que ele havia prometido à pimpolha e ligava todo dia pra perguntar se a gente iria mesmo.
Não adiantava explicar que aquilo era impossível, alegar que se cobríssemos a festa da filha dele teríamos que cobrir outros tantos aniversários e por extensão, batizados, primeira comunhão, casamentos, velórios e quetais.
Resolvi apelar e pra me livrar do sujeito disse que se ele enchesse uma banheira com Coca Cola e colocasse a filha dentro, a gente iria fazer a cobertura do aniversário.
Pronto, dessa mala estamos livres.
Livres?
No dia seguinte, véspera do tal aniversário, o cara me liga e diz que havia comprado Coca Cola suficiente para encher uma banheira e dar um banho de refrigerante na filhota.
Não sei se além de chato, o cara era um gozador e resolveu sacanear comigo. Ou se era só chato mesmo e realmente ia dar um banho de Coca Cola na filha, só pelo prazer de vê-la na telinha da Cabrália.
Na dúvida, preferi ficar na dúvida mesmo.
O aniversário, com ou sem banho de Coca Cola, permaneceu para sempre no anonimato.
TV Cabrália, ´Faculdade de Comunicação` e a moça do posto de gasolina

Daniel Thame
Quando a TV Cabrália, primeira televisão do interior do Norte-Nordeste foi implantada em 1987 em Itabuna, no Sul da Bahia, não havia faculdade de comunicação fora de Salvador.
E como gestor que deu vida a essa aventura épica, Nestor Amazonas, a quem essa região desmemoriada ainda deve o merecido reconhecimento, queria trabalhar profissionais de fora, a opção foi contar com mão de obra local.
Que mão de obra local, cara pálida, se a emissora, como se disse, era pioneira.
A primeira loucura-sana de Nestor foi me colocar como Gerente de Jornalismo, responsável entre outras coisas para montar a equipe de repórteres e apresentadores.
Jornalista com boa formação em mídia impressa e rádio, expertise de vida moldada por uma década de mochileiro nas quebradas de nuestra América, mas conhecimento de televisão, zero, zero, zero!
O fato que é, na base da intuição (e também fazendo muita merda, até que um dia Nestor decretou que a cota de merda estava encerrada), ao longo de uns sete a oito anos, acabei formando uma geração talentosa de profissionais de tevê, que se espalharam por Salvador, Feira de Santana, Conquista, Juazeiro, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo.
As tevês baianas Aratu, Itapoan e Rede Bahia se fartaram de contratar repórteres e apresentadores da Cabrália, sem que a gente pudesse desfrutar esses talentos por mais tempo.
Por esses acasos do destino e porque (como diria de novo el viejo Nestor, o que me faltava de talento sobrava de capacidade de trabalho, algo do tipo ´burrito, pero cumplidor`), acabei me tornando o que hoje a idade permite dizer sem ser cabotino, a primeira ´faculdade de comunicação´ destas Terras do Sem Fim.
Citei Jorge Amado, mas o fato que levou a esse bolodório todo é digno do realismo mágico de Gabriel Garcia Marquez.
Põe no ar:
Estava eu numa das ilhas de edição (um trambolho pré-histórico comparado à tecnologia de hoje) preparando as matérias do Jornal do Meio Dia, quando minha atenção é desviada para a ilha de edição ao lado, em que aparecia a imagem de uma moça gravando o sorteio de vales-gasolina, devidamente paramentada com o uniforme do Posto Universal.
(Antes que me acusem de um merchan descaradinho, eu nem dirijo e o isqueiro pra acender meus Cohibas é a gás).
Volta pra ilha de edição. Esqueci as matérias, fui pra outra ilha, a da moça do posto, e me bastaram três minutos.
Me dirigi ao estúdio com uma única folha do script do jornal, e diante de uma equipe que não entendeu nada, mandei parar a gravação do sorteio, coloquei a folha no teleprompter (uma máquina com umas letras imensas, onde os apresentadores leem as noticias), pedi pra moça (essa sem entender menos ainda) sentar na mesa de apresentação do telejornal e assim que eu desse o comando lá da ilha de edição, lesse a nota.
Leu uma, leu duas e nem precisou ler três vezes.
Voltei ao estúdio e ainda sem saber o nome dela, decretei:
-Moça, avisa o dono do posto pra ele arrumar outra pessoa pra fazer o sorteio de gasolina. Você começa a trabalhar com a gente amanhã.
A Nestor Amazonas eu disse apenas: “acabo de descobrir uma daquelas apresentadoras que vão fazer história”.
Nestor foi menos retórico:
-Contrata.

Com uma semana, a agora ex-moça do posto já estava apresentando o jornal do Meio Dia, depois dividiu comigo e com Eduardo Lins (esse é outra história ´gaboniana´) uma experiência fantástica chamada Jornal da Semana, espécie de precursor e primo pobre do Mosaico Baiano, passou pela TV Santa Cruz e foi brilhar na Rede Globo e na Rede Manchete, depois Rede TV, Jovem Pan , onde, nas idas de uma de minhas filhas, Hannah Thame, para especializações em Medicina Veterinária, não apenas a recebia em sua casa (eu a chamo de Mãe de Adotiva de Hannah em Sunpolo), como quando a apresentava ao pessoal das tevês sempre repetia a mesma história: “essa menina é filha do rapaz que me tirou do sorteio do posto e me transformou em profissional de televisão…
O nome dessa moça, hoje dedicada a viagens esotéricas mundo afora mas sem se afastar das comunicações, atende pelo nome de Cláudia Barthel.
Dona de um talento que não cabe nem na maior das telas e uma virtude rara nessa máquina de egos chamada televisão: gratidão.
No caso aqui, o grato sou eu!
E vamos aos nossos comerciais…
Jornalista sempre e para sempre

Daniel Thame
Do adolescente de 17 anos, recém expulso do seminário por questionar privilégios de alguns padres, que um dia adentrou a redação do jornal A Região de Osasco- SP com um texto escrito a mão e foi imediatamente contratado por um anjo chamado João Macedo de Oliveira, ao rebelde com causa que aos 27 anos aportou em Itabuna, após passagens pelo Diário de Osasco, Cidade Revista e rádios Iguatemi e Difusora Oeste, aqui recebido por outro anjo chamado Manoel Leal, lá se vão quase 50 anos de jornalismo.
Se A Região e a TV Cabrália, onde labutei por 13 anos em Itabuna (13!), foram as experiências mais fantásticas de uma vida em que o jornalismo está no DNA, não menos fantástica tem sido a experiência de mais de 20 anos na assessoria de imprensa de governos ligados ao PT.
Um jornalista com lado. E coloque ao lado também os sem terra, os indígenas, os catadores de recicláveis…
Ex-paulista, grapiúna de coração, Cidadão de Itabuna, Cidadão de Ilhéus, Papa Jaca e Papa Caranguejo.
Três coberturas internacionais, Cuba, Itália e França.
Ver o cacau quase morrer e ver o cacau renascer com o chocolate.
Reportagens de antologia no jornal A Região e na TV Cabrália.
Cinco livros publicados.
Histórias que vivi pra viver, histórias que vivi pra contar.
Jornalista sempre. E para sempre!
Luiz Viana Neto, TV Cabralia e um ´repirror´ em Ilhéus
TV Cabrália, metade da década de 1990. Depois de implantar e consolidar a emissora como a imagem e a voz do Sul da Bahia, Nestor Amazonas partiu para encarar novos desafios. Ramiro Aquino ocupava a superintendência e eu comandava o departamento de Jornalismo.
A liberdade que o dono da emissora, o Dr. Luiz Viana Neto, que já partiu para a Eternidade, nos dava era tamanha que perdia-se o anunciante, tipo prefeitura ou supermercado, porque uma matéria-denuncia ia ao ar, para desespero do departamento comercial, então comandado por Rui Carvalho, hoje boss da RCM, uma das melhores agências de publicidade da Bahia.
No espectro político, a TV era quase um apêndice do PT e dos sindicatos, numa época em que PT e sindicatos não eram propriamente bem digeridos.
Mas o Dr. Luiz sabia disso e nunca partiu dele um único ato de censura.
Até um belo dia (sempre chega o belo dia, e quase sempre prenuncio de tempestade), o Dr. Luiz convida Ramiro e a mim para um ´rapirror´ no Hotel Jardim Atlântico, então o mais luxuoso de Ilhéus.
Uisque vai, uísque vem (eu odeio uísque, adoro é uma cachacinha, mas não ia fazer desfeita ao doutor Luiz), desce um camarão aqui, um peixinho ali. “Como vai a família?”, “O cacau ainda tem futuro?”, “O Rio Cachoeira está muito poluído?” e outras amenidades.
E eu discretamente olho pra Ramiro como quem diz: “O Dr. Luiz não chamou a gente aqui pra comer e beber do bom e do melhor, nem pra esse lenga-lenga”.
Não chamou mesmo. Lá pelas tantas, as sutilezas foram jogadas ao mar.
Sem elevar o tom de voz, o Dr. Luiz se vira para mim e diz:
-Eu sei como você toca o Jornalismo da TV e respeito suas posições políticas. Mas eu sou de direita e se você quiser continuar fazendo esse tipo de jornalismo compre uma televisão pra você.
Comprar uma televisão? Só se fosse um aparelho nas Casas Bahia (olha o jabazinho aí!) e ainda assim a perder de vista no crediário.
Sejamos justos a esse extraordinário ser humano, que nem era tão de direita assim, mas um democrata conciliador que convivia bem com todas as tendências políticas.
O Dr. Luiz produziu uma frase de efeito, porque se dono ele era e as orientações eram claras, não foram poucas as vezes que essas ordens foram solenemente ignoradas e em vez de punição, recebi outra frase de efeito:
-Você tem um sério problema auditivo, só escuta o que é conveniente.
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Em tempo: a TV Cabrália foi um divisor de águas na comunicação regional, mas até hoje o Dr. Luiz Viana Neto não teve o devido reconhecimento nessas quase plagas grapiunas.
Se eu tivesse comprado uma televisão…
TV Cabrália mostra a tradição e irreverência da Lavagem do Beco do Fuxico
Reportagem exibida pelo programa Balanço Geral, na TV Cabrália apresentado por Tom Ribeiro, destaca a Lavagem do Beco do Fuxico.

A repórter Camila Morais entrevistou personagens num dos pontos mais tradicionais de Itabuna e mostrou toda a tradição e irreverência que marcam a maior festa popular da cidade que virou metrópole mas ainda mantem seu espírito acolhedor.
Assista:
Profissão Repórter-Memórias de um 22 de abril…
Daniel Thame
Entre as várias reportagens que diz ao longo desses mais de 46 anos de estrada, 37 deles no Sul da Bahia, nenhuma foi mais estressante do que a cobertura dos 500 anos do Brasil em Porto Seguro. O que seria uma comemoração, organizada a caráter para incensar Fernando Henrique Cardoso e ACM, se transformou num festival de pancadaria, perpetrada pela polícia baiana contra índios, negros, sem-terras e estudantes.
Na véspera do fatídico 22 de abril, tive que optar entre ficar em Porto Seguro, onde a festa estava preparada, ou seguir para Coroa Vermelha, onde o clima estava pesado porque os movimentos sociais não se contentavam em fazer figuração no teatrinho armado pelo governo.
Não tive dúvidas: fui a Coroa Vermelha e ao lado da equipe da TV Cabrália, testemunhei uma demonstração de truculência e insanidade que repercutiu em todo mundo. Não perdi nenhuma festa, até porque festa não houve, para desalento do então Rei da Bahia, que ali viu desmoronar o seu sonho de se tornar o Rei do Brasil.
A reportagem foi publicada no jornal A Região. A foto é de Lula Marques.
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Polícia barra povo e FHC
faz festa vip dos 500 anos
Dois episódios ocorridos na tarde-noite de sexta-feira, dia 21 de abril de 2000, ajudam a entender o festival de selvageria em que se transformou a festa dos 500 anos do Brasil, exaustivamente preparada para coroar o Governo da Bahia e, principalmente, catapultar o senador Antonio Carlos Magalhães para a sucessão de Fernando Henrique Cardoso.
Por volta das 16 horas, policiais militares fortemente armados bloquearam a rodovia que liga Eunápolis a Porto Seguro. Eles alegavam cumprir ordens da Defesa Civil, já que a cidade não comportava mais ninguém. Tudo perfeito, à exceção de um mero detalhe: Porto Seguro não possui Defesa Civil. O objetivo era evitar que os sem-terra, acampados em Eunápolis, entrassem em Porto. O bloqueio foi estendido a turistas e até aos moradores das duas cidades. Um turista que veio de João Pessoa, na Paraíba, exibiu as reservas de hotel e afirmou que seu direito de ir e vir, garantido pela Constituição, estava sendo desrespeitado.
A resposta do policial merece entrar para os anais da história do Brasil:
-Aqui na Bahia quem manda é o Antonio Carlos Magalhães.
Ou seja, pega a Constituição e…
TV Cabrália e o desabamento que construiu um repórter
Daniel Thame
Durante meus 13 anos no comando do jornalismo da TV Cabrália, de sua fundação em 1987, até o ano 2000, pude contribuir com o surgimento de grandes profissionais para a televisão baiana e- porque não?- brasileira.
Com mais sorte do que talento/juízo, em algumas vezes contei com a ajuda do doutor acaso, o que na verdade apenas antecipou o que já era óbvio. O cara era bom, faltava uma oportunidade de colocar no ar.
O cara bom em questão era Eduardo Lins, um meninote de Buerarema, sobrinho do grande apresentador Linsmar Lins, da TV Aratu.
Colocado na TV Cabrália à pedido do tio, obviamente. Pedido prontamente atendido por Nestor Amazonas, talentoso ao extremo, gênio diria eu, mas no quesito juízo, dava empate técnico comigo.
E já que era na base do QI (Quem Indicou), vai lá ficar como estagiário da produção do Cabrália Esportiva, o que era e mesma coisa que “rapaz, fica aí e não me enche o saco`.
Ah, mas esse trapaceiro chamado destino.
Uma tarde chega a informação de um desabamento terrível de um prédio em Jequié, com mortos e feridos. Tragédia das grandes,
Com nenhum repórter na casa, chamei Eduardo e disse:
-Vai lá com o cinegrafista, faz umas entrevistas, pega boas imagens, informações e chegando aqui eu faço o texto pro repórter gravar.
Todas as cores no ar (Porra!!!!!!)

Nestor Amazonas foi o alquimista que gestou uma tevê única em seu tempo
Daniel Thame
“Todas as cores no ar
Para anunciar uma nova estação…
Na vibração da Manchete o espaço
é da gente, uma nova emoção.
Sinta a cor da energia,
que se irradia na nova estação…
Chegou, chegou, chegou… a TV que você queria…
TV Cabrália – a imagem do Sul da Bahia.”
Todas as cores estavam mesmo no ar, anunciando uma nova estação. O Sul da Bahia ainda vivia os tempos em que nas duas pontas do arco-íris havia um pote de ouro, em forma de um fruto dourado, capaz de produzir riquezas inimagináveis e até desafiar a geografia, fazendo com que o Sul da Bahia fosse, na prática, uma espécie de enclave Rio/São Paulo, um oásis em meio ao Nordeste empobrecido e atrasado.
Era a Civilização Cacaueira, abençoada por um deus dourado chamado Cacau.
Estávamos no final dos anos 80, 1987 para ser mais preciso, e já havia uma bruxa à espreita e poucos se deram conta disso. E ela viria tão forte e tão intensa que em meros cinco anos o Sul da Bahia se renderia a Geografia e seria recolocado, a fórceps, no Mapa do Nordeste.
O deus não era tão divino assim, posto que sucumbiu a uma bruxaria que dizimou frutos, fortunas, vidas, empregos. Mas, isso é outro história, embora num certo momento vá se fundir e delinear uma história que começa com um sonoro:
“Porra!!!!!!!!”.
A TV Cabrália, a imagem do Sul da Bahia, estava no ar.
37 anos depois, o grito de Nestor Amazonas, naquele distante e inesquecível 12 de dezembro de 1987, ainda deve ecoar pelos corredores da TV Cabrália.
Certo, nossa história começa antes desse grito, mas ele significa o alivio de enfim, poder dizer que todas as cores estavam no ar.
—-
(trecho de abertura do livro sobre os 37 anos da TV Cabrália, que comecei a escrever e que só esse trapaceiro chamado de destino, que me deu a chance de ser protagonista nesse história, sabe se vai ser concluído. Mas, escrito ou não, esse é uma história que ninguém apaga)
PS-Em boa hora, a TV Cabrália está resgatando a história de todos os seus pioneiros, incluindo esse ex-jornalista em atividade e primeiro funcionário da emissora, recém saído do ´freezer´onde foi hibernado sabe-se porque.
Mas falta o devido reconhecimento, não apenas da TV Cabrália, mas do Sul da Bahia a Nestor Amazonas, o gênio da lâmpada que moldou e criou a televisão grapiúna.
TV Cabrália, 37 anos do nosso primeiro amor
A TV Cabrália, primeira emissora regional do Norte-Nordeste está completando 37 anos.

O eterno ´primeiro amor` do Sul, Sudoeste e Extremo Sul da Bahia.

Assista a reportagem de Camila Moraes, exibida no programa Balanço Geral, com depoimentos dos pioneiros da emissora, entre eles o jornalista Daniel Thame, editor do Blog do Thame e primeiro funcionário registrado na tevê.
No debate na TV Cabrália, Augusto mostra que é o mais preparado e merece um novo mandato
O debate entre os candidatos a prefeito realizado na noite de hoje (28) pela TV Cabrália, mostrou que Augusto Castro (PSD), candidato à reeleição pela Coligação Itabuna não pode parar, é o mais preparando para continuar administrando a cidade.
Respondendo a todas as perguntas com serenidade, mesmo com ataques visivelmente combinados de seus adversários, Augusto destacou ações da sua atual administração em áreas como saúde, educação, infraestrutura, saneamento básico, esportes e programas sociais que cuidam das pessoas que mais precisam.
Entre essas ações ele destacou a reabertura do Hospita São Lucas, do CEMEPI, a ampliação do Hospital de Base, a requalificação de unidades básicas de saúde, a abertura do Centro de Atenção à Mulher, reforma de escolas e praças, o projeto Mais Água, a Escola Profissionalizante e projetos de inclusão social, além de pavimentação asfáltica em 40 bairros.















