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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘protestos’

Temer diz que 40 pessoas foram a ato contra ele na Paulista e PM de SP diz que foram 35

 (do Blog Sensacionalista)- O presidente Michel Temer reforçou ontem  a entrevista que deu na última sexta-feira dizendo que os protestos contra ele são de “pequenos grupos, grupos mínimos, movimentos populares sem muito peso” e que seriam “40, 50, cem pessoas” e que seriam um grupo inexpressivo.

protestiTemer disse isso após assistir à cobertura do ato pedindo eleições diretas de grandes grupos de comunicação. “Vi umas três pessoas debaixo de uma árvore em Copacabana de manhã e agora vi mais umas 40 na grande avenida Paulista, onde o verdadeiro brasileiro trabalha nas instituições financeiras americanas que representam o cerne da nossa população e cultura.”

A conta de Temer, no entanto, foi prontamente rebatida pela Polícia Militar de São Paulo. De acordo com o coronel Melquisedeque Metralhadora, a PM usou helicópteros e um software de última geração da multinacional Alstom para chegar ao número de 35 manifestantes.

“Isso, se somarmos os vendedores de churrasquinho, água mineral e cerveja em lata. Há também o risco de o número estar exagerado porque nossa inteligência pode ter contado cinco torcedores do Internacional, vestidos com a camisa do time, como arruaceiros de vermelho.”

Dia de protestos em Itabuna e Ilhéus contra a Lei da Terceirização

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Manifestantes que protestam contra o Projeto de Lei da Terceirização bloquearam a rodovia Ilhéus-Itabuna no trecho de entrada ao bairro Teotônio Vilela. Eles queimaram pneus e o congestionamento chega a 5 quilômetros. A pista só deve ser liberada no final da manhã. Os transportes coletivos também não estão funcionando em Ilheus.

Em Ilhéus, os sindicatos dos Bancários e dos Comercíários promovem manifestação da Praça Adami. Nas agencias bancárias, o atendimento só é feito nos caixas eletrônicos.

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100 dias: o que está em jogo é o futuro do país

 

Ricardo Kotscho no Balaio do Kotscho

 

ricOs governos, por melhores ou piores que sejam, passam. Os países ficam.

É nisso que deveríamos pensar neste dia 10 de abril de 2015, uma sexta-feira: o que está em jogo no momento não é o destino de um governo, mas o futuro do nosso país.

Na nossa jovem democracia, que acaba de completar 30 anos, nunca tivemos os primeiros 100 dias de um novo governo tão tumultuados, com tantas crises e conflitos ao mesmo tempo, como neste Dilma-2.

A esta altura do campeonato nacional, tão grave é a situação, que não adianta ficar discutindo quem é o culpado e quem tem razão, quem errou ou acertou nas suas previsões, quem roubou mais ou menos. Estamos todos no mesmo barco, à deriva.

O fato é que completamos este período simbólico com uma junta civil formada por Dilma, Temer e Levy no comando do país, um Congresso conflagrado, em que a maioria governista virou minoria, a base aliada em frangalhos e a oposição liderada pelo principal partido aliado, o PMDB de Eduardo Cunha, sem falar nos estragos já causados pela Operação Lava Jato nos principais indicadores econômicos.

Para se ter uma ideia do clima, esta semana, durante um debate promovido pelo Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais, em Belo Horizonte, a primeira pergunta que me fizeram foi sobre o perigo de termos novo golpe militar. Não corremos este risco. Respondi que a maior ameaça à democracia não vem dos quartéis, mas da aliança conservadora jurídico-parlamentar-midiática liderada pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o ministro do STF Gilmar Mendes, em parceria com o Instituto Millenium.

São eles que determinam a agenda política e inspiram estes grupos cinzentos de indignados e revoltados formados nas redes sociais, que marcaram novas manifestações contra o governo para o próximo domingo, dia 12. Ganharam tanta força nestes 100 dias que, a seguir nesta marcha, daqui a pouco vão querer revogar a Lei Áurea e implantar a pena de morte no país, com o apoio de paneleiras e marchadeiros sem noção mobilizados em torno de um único objetivo: “Fora Dilma!”.

O que os move é apenas o sentimento de vingança, inconformados com a quarta derrota seguida para o PT de Lula e Dilma. O que eles querem, afinal, além de derrubar o governo? Para colocar em seu lugar que projeto de país?

Se o que os mobiliza fosse o combate à corrupção, por que não gritam também “Fora Cunha!” e “Fora Calheiros”, os presidentes da Câmara e do Senado que estão sendo investigados pela Operação Lava Jato? Será que alguma das suas emergentes lideranças está preocupada mesmo em salvar a Petrobras ou apenas quer rifa-la na bacia das almas para o primeiro gringo que aparecer?

Por que não levam para as marchas faixas e cartazes com os nomes dos bancos e das empresas investigados na Operação Zelotes no maior propinoduto de sonegação fiscal da nossa história? Por que não pedem a lista dos maganos flagrados com contas secretas no HSBC da Suíça? Por que não cobram da Justiça mais agilidade nos processos dos mensalões tucanos e dos trensalões paulistas?

O quadro é tão nebuloso que a oposição oficial dos tucanos e agregados está mais perdida do que cachorro em dia de mudança, sem saber se dá as caras nos protestos ou fica mais uma vez na janela para ver a banda passar, torcendo de longe. Já não sinto neles e nos seus celerados porta-vozes da imprensa o mesmo ânimo dos dias que antecederam o 15 de março, que pode ter sido apenas um tardio espasmo pós-eleitoral.

Seja como for, aconteça o que acontecer no domingo, ainda temos pela frente 1.360 dias de governo Dilma-2, agora sob a direção da dupla Temer & Levy e com a presidente no papel de rainha. Em lugar do flácido “presidencialismo de coalização” da envelhecida Nova República, estamos inaugurando o parlamentarismo monárquico. Pelo menos nisso, ficamos mais parecidos com a Inglaterra…

E vamos que vamos.

Juca Kfouri: “não se faz política com ódio”

Entrevista do jornalista Juca Kfouri à TV!Brasileiros:

Manifestação pacífica e sem ódio? Então tá…

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“Nunca substimem o medo, o ódio e a ignorancia”

fora PT

Por Plínio Zúnica

Vocês que vestiram verde e amarelo ontem me envergonham.

Ontem, amigos, conhecidos e parentes apoiaram a maior imbecilidade que eu já vi. Não é questão de ser contra o governo, porque, francamente, existem milhares de pontos a serem altamente criticados na Dilma sim. A questão é que vocês não fazem a menor ideia do que estão criticando. Eu não apoio o que tem sido o governo Dilma, mas sei escolher as minhas bandeiras e com quem me misturo.

Eu tive dezenas de conversas com gente de todo o tipo nos últimos meses, e o ponto em comum é que a maioria das pessoas não faz ideia do que reclamar. Falam de uma corrupção que não sabem o que é, não sabem diferenciar o que é uma presidenta da Republica do que é uma rainha absolutista, não fazem ideia do que são as atribuições de cada esfera do governo. Gente que não conhece história, que não sabe o que foi o Collor,que não sabe o que foi a ditadura, que não sabe o que foi a era FHC, que não entende os programas mais simples e básicos do governo do PT. Gente botando a culpa até dos serviços de telefone nas costas da Dilma.

Gente que se informa por memes burros de Facebook, que acredita no Revoltados On Line, que ouve o que dizem e dá poder para escrotos como o Lobão, Danilo Gentili, Silas Malafaia, Jair Bolsonaro, Paulinho da Força. Gente que tem medo da “Ameaça Comunista”, que acha de verdade que o PT tá tentando transformar o Brasil em Cuba. Gente que repete os chavões burros de “bolsa esmola”, “bolsa bandido”. Que acha que a corrupção do país vem toda do PT, e que não é capaz de fazer os raciocínios mais basais sobre as porcarias que afirmar. gente que protesta contra a corrupção usando uma camisa da CBF, cara!!! Cadê o senso de ridículo de vocês???

Gente que é burra o suficiente pra falar que o PT faz o Brasil passar fome. De todos os argumentos, acho que esse é um dos mais imbecis. Pode-se criticar o PT por muita coisa, mas falar sobre fome é de uma boçalidade impressionante.

Vocês, meus amigos, conhecidos e parentes, podem ter a melhor das intenções, mas estavam hoje marchando numa micareta com milhares de pessoas que pediam claramente a volta da ditadura militar. Vocês fizeram coro com gente carregando suásticas, enforcando bonecos da Dilma e do Lula, carregando cartazes com dizeres de puro ódio e violência.

Vocês marcharam ao lado de gente com um cartaz de “Femicídio sim!” (qualquer pessoa que tenha visto essa foto e não tenha ficado enjoado é um imbecil). Vocês juntaram sua voz com o que há de mais podre na sociedade. Deram poder pra gente como os revoltados On Line, Lobão, Danilo Gentili, Coronel Telhada, Jair Bolsonaro, Silas Malafaia, TV Globo.

Vocês choraram pateticamente ao som do hino nacional, se enrolaram em bandeira, caíram na ladainha nacionalista que é a base dos fundamentalismos modernos, e fizeram isso ao lado de centenas de cartazes pedindo pela intervenção militar.

Teve até um dos grupos mais acéfalos e míopes da esquerda universitária lançando um panfletinho safado pedindo que os grupos de esquerda se unissem ao coro da demência. Gente que vive num mundinho de revolução vila-madalena e tem uma capacidade de avaliação política pífia. Uma galera muito boa de pintar kraft bonito e muito ruim de juntar 2+2.

Não interessa qual foi a intenção de vocês. O que vocês fazem, com sua ignorância política e histórica, é dar força para os fundamentalistas religiosos, para os militares, para os assassinos da polícia, para grupos que pregam a violência contra mulheres, que promovem a perseguição de gays, lésbicas e transexuais, que alimentam o racismo, machismo, elitismo e homofobia.

É um erro grande da Esquerda achar que esse é um movimento feito só por grupos de elite. A ideologia é da elite, os interesses são da elite, o dinheiro é da elite, os porta-vozes são da pior das elites, mas essa ideologia é ardilosa o suficiente pra infectar as mentes de todas as camadas sociais. É uma ideologia baseada em medo, ódio e ignorância, e infelizmente esses elementos têm uma força de mobilização muito poderosa, mais do que a razão e a solidariedade. Não fosse assim, teria sido o movimento hippie a dominar o mundo, e não ideologias fascistas, imperialistas, colonialistas, eugenistas e elitistas. Não subestimem o poder do ódio, do medo e da ignorância. Não faltam exemplos do estrago que eles são capazes de fazer nas pessoas mais bem intencionadas.

Ontem foi um dia muito, muito triste.

O outro lado dos protestos

                                                                                                       Marco Wense

Só os insanos e inconsequentes torcem pelo “quanto pior, melhor”, como faz o senador Aloysio Nunes (PSDB), vice de Aécio Neves na última eleição presidencial.

“Quero ver a Dilma sangrar”, diz o tucano sem nenhum constrangimento, verberando com exaltada satisfação, feliz da vida com as palavras, gestos, opiniões e atitudes vampirescas.

Os protestos contra o governo Dilma são assegurados e protegidos pela Constituição Federal. O que é inaceitável é a incitação ao crime e os xingamentos incivilizados dirigidos à nossa presidenta.

O povo, os políticos de oposição, os que pregam o retorno dos militares e os defensores do impeachment têm todo o direito de protestar, desde que pacificamente, sem armas, como preceitua o art. 5°, inciso XVI da Carta Magna.

A aposentada juíza do TJBA, a sempre simpática Sônia Maron, tem razão quando diz que “o Brasil não é uma capitania hereditária do partido que elegeu o chefe do Executivo de um dos poderes”.

dilma brasil 13Mas não pode ser um Brasil de uma oposição raivosa, que, aos gritos, aos berros, chama a maior autoridade do país de “vaca” e “vagabunda”, como aconteceu recentemente em São Paulo.

O mais engraçado é o silêncio, a complacência em torno do que provocou toda essa roubalheira do dinheiro público, sem dúvida o financiamento empresarial de campanhas políticas.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista na Ação Direta de Inconstitucionalidade contra o toma-lá-dá-cá. A eficaz e imprescindível Adin, proposta pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados, continua engavetada, empoeirada, fora da pauta. São quase 365 dias de “esquecimento”.

A ladainha sobre a maléfica influência do dinheiro no processo eleitoral é de priscas eras. Todo presidenciável promete dar fim, mas depois de eleito foge da discussão como o diabo da cruz.

Veja o que disse o então candidato Juscelino Kubitschek de Oliveira em 11 de fevereiro de 1954: “Pretendo, se eleito presidente da República, propor uma reforma da Constituição, de modo a abolir a violência trazida no predomínio do dinheiro nas eleições”.

Se fosse um protesto para acabar com a impunidade, para colocar os larápios da Petrobrás na cadeia, pedindo reforma política e o urgente julgamento da ação da OAB, eu seria o primeiro a comparecer.

Como sou contra o impeachment, a qualquer ruptura democrática, ao ódio, xingamentos e o retorno dos militares ao poder, prefiro ficar na minha modesta residência.

Que o legítimo movimento transcorra com paz e civilidade. E que os senhores políticos – obviamente os irresponsáveis – não coloquem mais lenha na fogueira.

Viva a democracia! Democracia, sim. Golpismo, não.

Paulistas já fazem protesto contra falta d’água para levar jato d’água da PM

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(do Blog Sensacionalista)- A parte mais dura do racionamento ainda nem começou e os paulistas já mostram criatividade em seus protestos. Aqueles que estão há alguns dias sem água em casa organizam marchas não para gritar palavras de ordem mas na esperança de que a tropa de choque da PM apareça com mangueiras de água para dispersar a multidão.

“A moda aqui no bairro da gente em Itu é levar balde, sabonete e xampu para o protesto”, diz a dona de casa Geisy Camargo. “Agora a rotina aqui em casa é chegar da escola, almoçar, estudar de tarde, depois protestar, encher uns baldes de água, tomar banho e escovar os dentes com a água da PM e ir dormir. Obrigado governador!”

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Ônibus escolar é incendiado durante protesto em Itabuna

onibus queimadoNa noite de ontem(17), um ônibus  da Prefeitura de Itapitanga, que transporta  alunos que estudam na FTC Itabuna, Unime eUesc,  foi apedrejado e incendiado na Avenida J.S. Pinheiro, em Itabuna, mesmo local onde aconteceram protestos no último domingo (16), depois que  garoto Nadson Pereira, de 14 anos, foi morto após perseguição da Polícia Militar. Segundo o 15º Batalhão de Polícia Militar, não é possível dizer se este ato também se trata de um protesto com relação à morte do garoto.

Segundo o repórter policial da Rádio Difusora, Oziel Aragão, jovens menores de idade pararam o ônibus, jogaram pedras nos vidros e depois iniciaram um incêndio.Os estudantes estavam se dirigindo à faculdade Unime quando começou o clima terrorista.

Apreensivos, os estudantes deitaram no corredor do ônibus. O veículo foi apedrejado e alguns estudantes se feriram.O motorista retirou os alunos do ônibus e os criminosos subiram no carro e incendiaram a cadeira do condutor, fugindo em seguida.

A polícia e o Corpo de bombeiros chegaram ao local, impedindo que o incêndio se espalhasse.Com o acontecimento, as aulas na Unime foram canceladas. O clima de tensão provocou a suspensão das aulas nas duas unidades da  Unime/Itabuna, localizadas na avenida JS Pinheiro, próximas ao bairro Lomanto.

 





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