WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
D S T Q Q S S
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  


:: ‘Pará’

Prefeito paga moradores pobres para matarem cães

Cerca de 100 cães foram mortos em Santa Cruz do Arari, na ilha do Marajó, no Pará, em ação planejada pelo prefeito da cidade, Marcelo Pamplona, segundo um morador da cidade que denunciou o caso e gravou imagens. “Ele propôs para a população de baixa renda que pagaria R$ 5 por um cachorro e R$10 por uma cadela e seriam pagos pela prefeitura. Isso causou pânico na cidade, roubaram cachorros e venderam para a prefeitura”, disse o diretor do Centro de Zoonoses de Belém, Altevir Lopes.

A denúncia foi encaminhada para a delegacia de Meio Ambiente do Pará, que enviará uma equipe até o município. Os responsáveis devem responder por maltratos a animais, crime que prevê de três meses a um ano de detenção. A prefeitura da cidade negou, em nota, o extermínio dos cães.

Veja a reportagem do SBT:

BRASIL TEM RECORDE NA PRODUÇÃO DE CACAU E PREÇOS CAEM

a boa notícia é também a má notícia

A produção brasileira de cacau na safra 2011/12 é a maior dos últimos 18 anos, de acordo com levantamento da TH Consultoria e Estudos de Mercado. A colheita atingiu 220 mil toneladas na temporada entre outubro de 2011 e setembro de 2012 (calendário internacional), conforme dados apurados recentemente pela consultoria. Trata-se de um volume 10,11% maior do que as 199,8 mil toneladas produzidas em 2010/11.

Somente a Bahia, maior produtor nacional da amêndoa, não registrava uma safra tão abundante há 14 anos. A TH estima que o Estado tenha colhido neste ciclo 155,6 mil toneladas de cacau, 3,6% acima das 150,2 mil toneladas da temporada 2010/11.

O Pará, que vem investindo em novos plantios e corresponde à maior parte da colheita fora da Bahia, também se destacou na safra. O volume colhido praticamente dobrou em cinco anos, de 32,5 mil toneladas em 2006/07, para 64,4 mil toneladas em 2011/12.

:: LEIA MAIS »

PRODUÇÃO DE CACAU: PARÁ QUER PASSAR O SUL DA BAHIA EM DEZ ANOS

Matéria veiculada na revista Dinheiro.

Não é nada, não é nada, e a Ceplac hoje é comandada pelo grande paraense Jay Wallace.

——

A TERRA DA CASTANHA QUER SER DO CACAU

Por: Darlene Santiago

Como o Pará está se preparando para ser o maior produtor de amêndoas do País, dentro de dez anos

 

A castanha é um símbolo cativo do Pará, mas o Estado tem vocação para se tornar também a terra do cacau. O cultivo da amêndoa no Brasil passa por uma fase delicada e de incertezas principalmente na Bahia, o maior produtor do País, que enfrenta problemas sanitários por causa de pragas e doenças na lavoura. Com produção estagnada, importações de amêndoas e seus derivados em alta, e consumo crescente de chocolate, a indústria nacional tem ficado numa sinuca de bico para se abastecer de matéria-prima. É nesse cenário que desponta o Pará, acelerando o plano ambicioso de se tornar uma grande fronteira agrícola no cultivo do cacau. “A meta é dobrar a produção nos próximos oito anos”, afirma Hildegardo Nunes, secretário de Estado de Agricultura do Pará.

:: LEIA MAIS »

GLOBO RURAL MOSTRA CRESCIMENTO DA LAVOURA DE CACAU NO PARÁ

Reportagem da revista Globo Rural revela expansão da lavoura cacaueira no Pará. Sul da Bahia pode ficar para trás.

 

Cacau volta à Amazônia

O Pará, Estado onde o cultivo cresce mais rápido no país, registra o triplo da produtividade da Bahia

por Luciana Franco | Fotos Ernesto de Souza

 

O Brasil, que nas últimas décadas viu a produção interna de cacau despencar, por conta principalmente da alta incidência do fungo que causa a vassoura de bruxa, ensaia um movimento de recuperação que já na safra atual pode somar 200.000 toneladas, uma alta de 17% em comparação ao período anterior. Além da retomada da safra na Bahia, que responde por 70% da colheita nacional, o Pará, que hoje se destaca como segundo maior produtor do país, tem grande potencial de expansão para a cultura. “É no Pará onde a produção mais cresce no Brasil”, avalia Thomas Hartmann, analista da TH Consultoria. Segundo ele, a Bahia tem grande importância histórica para o cacau, mas é no Pará que está o futuro da amêndoa. A importância da cultura é tão grande que o Estado já tem sua própria “capital do cacau”: o município de Medicilândia, situado às margens da Rodovia Transamazônica, onde 70% da população, estimada em 27 mil habitantes, reside na área rural.

Medicilândia conta hoje com 27 milhões de pés de cacau, ou 1.000 pés por habitante, e há mais de três décadas é o destino certo para quem quer se aventurar na produção da amêndoa. Com infraestrutura precária, economia em desenvolvimento e PIB per capita de R$ 4.300, o pequeno município, fundado em maio de 1989, parece ter as mesmas características da Ilhéus do início do século passado: terra boa e agricultores ávidos por riqueza. “Na década de 1970, desenvolvemos um programa para que o cacau retornasse à sua origem, que é a região amazônica, e foi elaborado um material híbrido altamente produtivo para ser cultivado no Pará”, diz Paulo Henrique Fernandes Santos, coordenador da área de pesquisa de cacau da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) de Altamira (PA).

:: LEIA MAIS »

VALE OFERECE VAGAS DE ESTÁGIO NA BAHIA

A Vale abriu as inscrições para o Programa de Estágio. São oferecidas 751 vagas para estudantes do ensino técnico e superior na Bahia e em outros oito estados – Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Maranhão, Pará, Sergipe, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Os interessados podem se increver até o dia 10 de outubro, através do site www.vale.com.br/oportunidades.

Para participar da seleção, os estudantes do ensino superior devem ter conclusão do curso prevista para o período entre dezembro de 2013 e dezembro de 2014, asism como conhecimentos de inglês, em algumas localidades, e de informática. Já os candidatos de nível técnico precisam ter formatura prevista até dezembro de 2013 ou serem formados na parte teórica, desde que não tenham cumprido a carga horária de estágio obrigatório e ainda estejam matriculados na instituição de ensino.

As oportunidades para os universitários serão para cursos de diversas áreas, como Engenharia, Administração de Empresas, Economia, Ciências Contábeis, Estatística, Ciências da Computação, Análise de Sistemas, Informática, Sistemas da Informação, Direito, Comunicação Social, Psicologia, Biologia, e Geografia.

Já as vagas para estudantes de nível técnico são para mais de 20 cursos, como Mecânica, Eletromecânica, Eletrotécnica, Eletrônica, Elétrica, Informática, Segurança do Trabalho, Enfermagem e Química  (do  Correio)

PRODUÇÃO DE CACAU NO PARÁ CHEGA A 86 MIL TONELADAS

O Pará não para de produzir cacau. Já o Sul da Bahia…

O Pará deverá produzir em torno de 86 mil toneladas de cacau em 2012, segundo estimativa da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). A informação foi divulgada durante a reunião do conselho gestor do Fundo de Desenvolvimento da Cacauicultura no Pará (Funcacau), presidido pelo secretário estadual de Agricultura, Hildegardo Nunes.

Ano passado, a produção de 70 mil toneladas fez circular uma renda de R$ 400 milhões, nos 45 municípios produtores atendidos pela Ceplac, e gerou R$ 48 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS), informou o chefe do setor de Programas e Projetos da Ceplac, Luís Pinto. Neste ano, uma área de 128 mil hectares é cultivada por 15 mil produtores, 79% deles agricultores familiares. A lavoura cacaueira gera 40 mil empregos diretos e 120 mil indiretos no Estado.

 

PRODUÇÃO DE CACAU: A BAHIA PARA, O PARÁ NÃO PARA

Os números finais da colheita brasileira de cacau na safra 2011/12 ficaram próximos do previsto inicialmente pelo mercado. Segundo a TH Consultoria e Estudos de Mercado, na temporada encerrada em abril o país produziu 183,5 mil toneladas da amêndoa, queda de 8,7% sobre as 200,9 mil toneladas do ciclo anterior. Segundo Thomas Hartmann, sócio-diretor da empresa, o recuo foi determinado por problemas climáticos, situação bem diferente da que marcou 2010/11, quando a colheita, abundante, foi beneficiada pelo clima.

A Bahia, maior Estado produtor do país, foi responsável por 72% da safra brasileira, com 132,2 mil toneladas. A produção baiana foi 13,8% menor que no ciclo 2010/11. Embora a safra do Brasil tenha recuado no ciclo 2011/12, o resultado ainda foi o segundo maior desde 1996/97, em função do crescimento da produção de outros Estados, com destaque para o Pará, conforme Hartmann.

Os preços pagos ao produtor na Bahia continuam em queda, em linha com o mercado internacional. Na sexta-feira, ficaram entre R$ 74 e R$ 75 a arroba, ante R$ 77 a R$ 79 de uma semana atrás (dia 18). Os valores recuaram em relação a 2011, que registrou média de R$ 75 a R$ 76 a arroba. Segundo Hartmann, os preços estão voltando ao “vermelho” e já perto de não cobrir mais o custo de produção, avaliado em torno de R$ 70 a arroba.

 

OLHA O CACAU DO PARÁ AÍ, GENTE!

Com custos mais baixos, Pará aumenta a produção de cacau.

O cacau do Pará pode contribuir de forma decisiva na meta do governo de levar o país de volta ao patamar de produção dos anos 80, de 400 mil toneladas anuais.
Com clima e vegetação favoráveis, além de custos mais competitivos, o Estado vem elevando a área de cacau entre 8.000 e 10 mil hectares anualmente, segundo Jay Wallace Mota, da Ceplac.
As estimativas sobre a safra paraense são divergentes, variam entre 48 mil e 60 mil toneladas. Mas a maior participação do Estado na produção nacional é consenso.
Como a agricultura familiar predomina no Pará, as despesas com mão de obra são menores do que na Bahia.

Enquanto nós caçamos bruxas, os paraenses colhem cacau

Além disso, os produtores têm mais liberdade no manejo das plantações do que na Bahia, que enfrenta mais restrições em razão do sistema de plantio -no Estado do Nordeste, o cacau é integrado à Mata Atlântica.
Com mais autonomia para podas de árvores vizinhas, os paraenses conseguem enfrentar melhor a vassoura-de-bruxa (doença que atinge as lavouras), além de ter a possibilidade de desenvolver atividade complementar, como o plantio de seringueiras ou a produção de açaí.
Ao mesmo tempo, o cacau do Pará é vendido a preços abaixo do produto baiano, pois cabe ao produtor arcar com o elevado custo do frete.
Apesar do avanço, a produção no Pará não é suficiente para incentivar a instalação de indústrias no Estado.
Para atrair os processadores, o Pará persegue a meta de atingir uma produção anual entre 120 mil e 150 mil toneladas, segundo Mota.  (da Folha de São Paulo)

 

RAPAZ, NEM TE CONTO! OU MELHOR, CONTO SIM!

Não convém ter conversas reservadas sobre assuntos polêmicos  com o diretor geral da Ceplac, Jay Wallace. A menos que se queira que o teor da conversa seja do conhecimento da torcida do Flamengo, do Corinthians, do reino animal e do reino vegetal.

Com Jay, é melhor falar de novela, futebol, horóscopo, etc.

E se for falar do cacau, que se fale do cacau do Pará, porque o do Sul da Bahia ele não está nem aí.

PRODUÇÃO DE CACAU: O PARÁ AVANÇA

O Pará faz festa

Segundo dados do IBGE, a produção brasileira estimada de cacau para o ano de 2011 será de 248.165 toneladas. Os principais produtores são a Bahia com 154.634t (62,3%), o Pará com 63.739t (25,7%); Rondônia com 17.486t (7,1%), Espírito Santo com 8.099t (3,3%); Amazonas com 3.520t  (1,4%) e Mato Grosso com 687t (0,3%). Como ainda se trata de uma estimativa, pois os dados anualizados ainda não foram fechados pela CEPLAC e IBGE, os ajustes quantitativos, certamente, ocorrerão (para mais ou para menos).

No que diz respeito ao estado do Pará, os números que estão sendo coletados no campo, indicam que a produção poderá superar a barreira das 70 mil toneladas. O  Estado saiu da secular produção de 1,7 mil t/ano para chegar  70 mil t/ano (estimativa para a safra 2011/2012),

A cacauicultura paraense é explorada basicamente por pequenos produtores, destacando-se como uma das mais competitivas do mundo, principalmente quando se considera a produtividade média (850 kg/ha) e o baixo custo de produção da lavoura (US$ 800,00/t), observados no Território da Transamazônica, zona que concentra 77% da produção estadual (dados: IBGE/CEPLAC)





WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia