:: ‘Dilma Rousseff’
DataFolha: mesmo com Joaquim Barbosa, Lula venceria no 1º. turno
A pesquisa DataFolha, que mostra um eventual segundo turno entre Dilma Rousseff e Marina Silva (a petista caiu 21 pontos percentuais) fez também simulações incluindo o ex-presidente Lula como candidato à presidência da República, em 2014. Lula teria 46% dos votos, contra 37% dos adversários Marina Silva, Aécio Neves e Eduardo Campos somados; mesmo com a inclusão de Joaquim Barbosa entre os presidenciáveis, Lula continuaria vencendo em primeiro turno.
A pesquisa será publicada na edição deste domingo da Folha de São Paulo.
Geraldo Simões apoia Dilma e defende plebiscito
O deputado federal Geraldo Simões se manifestou a favor do plebiscito proposto pela presidenta Dilma Rousseff. Para ele, “as manifestações dos últimos dias mostraram, acima de tudo, que a população brasileira quer participar das decisões políticas do País”.
“As pessoas querem ser levadas em conta e sentirem que fazem a diferença. Querem sentir que elas podem decidir o rumo das políticas públicas”, afirmou.
De acordo com Simões, “o referendo é uma consulta à população, para manifestar sobre algo que já vem pronto, já o plebiscito é uma consulta à população sobre medidas a serem adotadas”. “Sinto que plebiscito corresponde mais aos desejos da população que se manifesta tão intensamente nestes dias e de todos aqueles, que por um motivo ou outro, ainda não tiveram a oportunidade de manifestar-se”, afirmou.
“Plebiscito motiva o debate popular e, posteriormente os parlamentares terão que criar os meios legais de para implantar as decisões tomadas. Por tudo isso, sou a favor do plebiscito”, finalizou.
A Midia Pistoleira não tem medo do ridículo
Golpista até a medula, covarde até o ultimo fio de cabelo (a Globo, por exemplo, inventou a cobertura aérea e com microfone sem identificação), a Midia Pistoleira mostra ainda que não tem medo do ridículo.
A ultima de Folha/Uol é um primor: denuncia-se em letras garrafais que o Palácio do Planalto aumentou os gastos com maquiagem, por conta as aparições da presidenta Dilma na televisão, dando satisfações e apresentando propostas para atender as reivindicações das manifestações populares.
O valor é irrisório, mas parece que o país vai quebrar por conta da despesa extra com batom, lápis, rímel, sombra, etc.
Não seria caso para impeachment? Vem ai a CPI do Batom.
Senador do PT defende “reforma política radical” e aponta contradição no PSDB
(brasil247, com Agência Senado)– O vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC) subiu à tribuna na tarde desta terça-feira, 25 de junho, para defender a proposta de Constituinte exclusiva para tratar da reforma política, lançada pela presidenta Dilma Rousseff na segunda-feira. “A hora é de uma reforma política radical”, comentou o parlamentar. “Não fizemos aquilo que diz respeito apenas do Congresso: a reforma política. A iniciativa é nossa”.
Viana se disse perplexo com a falta de coerência de líderes da oposição, que hoje condenam o que defendiam no passado. Eler lembrou que, em 1998, o então presidente Fernando Henrique Cardoso chegou a apresentar a mesma ideia, arrancando apoios entusiasmados de líderes tucanos, como o líder do PSDB na Câmara, hoje senador Aécio Neves (MG).
O senador petista citou reportagem da Folha de S.Paulo, publicada em 17 de abril de 1998 (leia aqui), em que Fernando Henrique defendia a proposta do deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), de convocação de uma Constituinte restrita para acelerar três reformas: tributária, política e judiciária.
Em aparte, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) comentou que FHC e o pré-candidato do partido à Presidência da República, Aécio Neves, reconheceram a “posição equivocada” do passado. “Eles reconheceram isso”, disse o tucano. Viana lamentou que Dias estivesse “abandonando” o ex-presidente. O petista comentou que respeita Fernando Henrique como um dos responsáveis pela estabilidade econômica conquistada pelo país nos anos 90 do século passado. “Uma pena, senador Álvaro Dias”, afirmou.
O vice-presidente do Senado fez um apelo para que os líderes da oposição e da base governista sentem-se para dar início ao debate, que pode ser uma resposta à pressão da juventude e das pessoas que estão nas ruas, protestando contra os políticos. “Precisamos ter sensibilidade para este assunto. A reforma política é a mãe de todas as reformas”, destacou.
Dilma anuncia R$ 50 bilhões para mobilidade urbana
A presidenta Dilma Rousseff anunciou que o governo vai disponibilizar mais R$50 bilhões para investimentos em obras de mobilidade urbana. O anúncio é uma resposta à onda de manifestações que ocorrem no país há mais de uma semana e que teve origem na reivindicação do Movimento Passe Livre pela redução da tarifa de ônibus em São Paulo.
Dilma se reuniu com representantes do MPL e fez o anúncio ao abrir uma reunião com 27 governadores e 26 prefeitos de capitais no Palácio do Planalto. “Tenho certeza de que nos últimos anos, o Brasil tem tido grande investimento na área de transporte coletivo urbano. Nosso pacto precisa assegurar também uma grande participação da sociedade na discussão política do transporte, com maior transparência no cálculo das tarifas”, disse.
A presidenta também anunciou a criação de um Conselho Nacional de Transporte Público, com a participação da sociedade e que deverá ter versões municipais.
Além das iniciativas para mobilidade urbana e transporte, Dilma reiterou medidas anunciadas em pronunciamento à nação na última sexta-feira (21), quando disse que faria um pacto nacional com estados e municípios para melhoria dos serviços públicos.
A presidenta também propôs um plebiscito a fim de convocar uma Constituinte para a reforma política, além de penas mais efetivas para corrupção, que poderá ser classificada como crime hediondo.
Na área de saúde, Dilma reforçou a intenção do governo de contratar médicos estrangeiros para trabalhar no Sistema Único de Saúde (SUS), principalmente em regiões onde faltam mais profissionais.
“Quando não houver disponibilidade de profissionais brasileiros, contrataremos médicos estrangeiros para trabalhar exclusivamente no SUS. Não se trata de medida hostil ou desrespeitos com os nossos profissionais, trata-se de ação emergencial e localizada. Sempre oferecemos primeiros aos brasileiros as vagas, só depois chamaremos os estrangeiros”, declarou a presidenta.
Segundo ela, o Brasil é um dos países com menor presença de médicos estrangeiros – menos de 2% do total de profissionais que atuam no país – e que há regiões onde não existe atendimento médico suficiente. “É precisos ficar claro que a saúde do cidadão deve prevalecer sobre qualquer interesse”, disse.
Dilma convocou os governadores e prefeitos para que acelerem os investimentos já contratados em hospitais, unidades de Pronto-Atendimento e unidades básicas de Saúde e a ampliar a adesão de hospitais filantrópicos ao programa que troca dívidas por atendimentos.
Para aumentar investimentos em educação – outro ponto do pacto nacional – Dilma reiterou que o governo defende a utilização de 100% dos royalties do petróleo e 50% do Fundo Social do pré-sal para o setor. A proposta depende de aprovação do Congresso Nacional. “Confio que os senhores congressistas aprovem esse projeto que tramita com urgência no Congresso Nacional. Acredito que todos nós sabemos que o esforço de investir em educação transforma um país em uma nação desenvolvida”.
Ao finalizar o discurso, Dilma voltou a dizer que seu governo está ouvindo “a voz das ruas” e que é possível aproveitar este “impulso” para melhorar o país.
Dilma se reúne com governadores, prefeitos e líderes de manifestações
(da Agencia Brasil) Depois de uma semana de manifestações nas principais cidades do país, a presidenta Dilma Rousseff se reúne hoje (24) com governadores e prefeitos das capitais. Às 13h30, ela terá encontro com líderes dos protestos que ocorrem no país.
Na sexta-feira (21), em cadeia nacional de rádio e televisão, ela defendeu o direito de protestar, mas condenou o vandalismo e os atos de violência. A presidenta disse que está atenta às reivindicações e que o pedido de mudança é legítimo.
“Os manifestantes têm o direito e a liberdade de questionar e criticar tudo, de propor e exigir mudanças, de lutar por mais qualidade de vida, de defender com paixão suas ideias e propostas, mas precisam fazer isso de forma pacífica e ordeira”, disse.
Dilma alertou que “o governo e a sociedade não podem aceitar que uma minoria violenta e autoritária destrua o patrimônio público e privado, ataque templos, incendeie carros, apedreje ônibus e tente levar o caos aos nossos principais centros urbanos. Essa violência, promovida por uma minoria, não pode manchar um movimento pacífico e democrático”.
A presidenta conversa com os prefeitos das capitais às 16h, mas antes, ao meio-dia, eles participam de reunião na sede da Frente Nacional de Prefeitos. Paralelamente, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, estará, às 15h, no Rio de Janeiro, para se reunir com o governador Sérgio Cabral e com o prefeito Eduardo Paes.
No pronunciamento do último dia 21, Dilma disse estar atenta às demandas dos manifestantes. “Eu quero repetir que o meu governo está ouvindo as vozes democráticas que pedem mudança. Quero dizer a vocês que foram pacificamente às ruas: estou ouvindo vocês! E não vou transigir com a violência e a arruaça. Será sempre em paz, com liberdade e democracia que vamos continuar construindo juntos este nosso grande país”.
Adiada visita de Dilma Rousseff a Salvador
A visita da presidente Dilma Rousseff à Bahia, marcada para esta sexta-feira (21), foi adiada por solicitação do governador Jaques Wagner. A realização dos festejos juninos e de jogos da Copa das Confederações em Salvador foram as ponderações apresentadas pelo governador à presidente para o adiamento.
A nova data será remarcada pela Presidência da República, já que houve uma abertura na agenda da presidente devido ao cancelamento da viagem ao Japão. A agenda de Dilma Rousseff prevê o lançamento do Plano Safra Semiárido e a entrega de ônibus escolares, tratores e retroescavadeiras a prefeituras.
Aécio, Campos e Marina se unem contra o PT
Dilma lança Plano Safra Semiárido na Bahia e entrega máquinas e ônibus escolares


















