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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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:: ‘André Curvello’

O Novo PAC, a união e a reconstrução do Brasil

André Curvello

Nesta semana, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, participou de uma verdadeira maratona para apresentar o novo Programa de Aceleração do Crescimento, PAC, a algumas das figuras mais representativas e influentes do setor produtivo nacional. Em São Paulo, conversou com a Federação das Indústrias de São Paulo, Fiesp, e com a Federação Brasileira de Bancos, Febraban, além de individualmente com dirigentes de empresas de grande porte como o Banco Safra, Toyota, Shein, Grupo Eurásia, e com o empresário Abílio Diniz.

O ministro explicou que o lema “União e Reconstrução”, escolhido pelo próprio presidente Lula para simbolizar os novos ares respirados no Brasil, não é uma simples jogada de marketing, mas sim uma declaração de intenções. Isso quer dizer que o fortalecimento do pacto federativo, tão vilipendiado pelos aventureiros que ocuparam o poder de 2018 a 2022, é o Norte do atual governo.

“Reafirmo os valores que conduzem a nossa gestão no governo, de união e reconstrução; assim foi montado o PAC, dialogando com os governadores, dialogando com os ministros de diferentes partidos e conceitos”, disse o baiano, de forma bem didática, aos pesos pesados do PIB nacional. E foi além: pediu aos empresários que colaborassem com sugestões que possam ajudar a aprimorar o PAC. Ou seja, por intermédio do ex-governador baiano, Lula convida a todos, sem exceção, para o baile que celebra o rompimento com o passado recente e a entrada do País em um novo tempo de entendimento e desenvolvimento social. Não é pouco se considerarmos como o antigo mandatário tratava quem não pensava como ele.

O Novo PAC vai proporcionar o investimento, nos próximos quatro anos, de R$ 1,7 trilhão em todo o país, em áreas estratégicas como transporte, educação, energia, infraestrutura urbana, inclusão digital, infraestrutura social inclusiva e no Água para Todos. Grande parte desses investimentos virão das chamadas PPPs, ou parcerias público-privadas. A entrada da indústria nesse esforço é amplamente requerida. Rui usou como exemplo obras de abastecimento de água e esgotamento sanitário que precisarão de “forte participação na indústria do saneamento”.

A preocupação com a responsabilidade fiscal foi outro ponto de destaque na explicação do ex-governador da Bahia. A parcela de investimentos que virá do Orçamento Geral da União, R$ 371 bilhões, será pactuado com os ministérios da Fazenda e do Planejamento.

Dotar o país de uma estrutura que proporciona melhor qualidade de vida a um número maior de pessoas, que fortaleça a cidadania, reduza as desigualdades e garanta oportunidades a todos são os benefícios mais visíveis do novo PAC. Mas ainda há um outro efeito muito importante, destacado pelo ministro: a redução do famigerado custo Brasil por meio da ativação das cadeias produtivas. Isso pode significar maior eficiência e redução de custos na produção. O contribuinte brasileiro agradece.

André Curvello é secretário estadual de Comunicação.

 

 

“Ataques pessoais não condizem com o momento de luto vivido pela Bahia”, afirma André Curvello

“A morte brutal da líder quilombola Bernadete Pacífico deixou a Bahia e o Brasil de luto. É preciso respeitar o momento de comoção nacional e ser responsável com palavras que podem ser usadas como instrumento para a criação de um falso clima de acirramento ideológico, inclusive com utilização de adjetivos desrespeitosos”, disse hoje o secretário de Comunicação do Governo da Bahia, André Curvello, se referindo a declarações direcionadas contra o governador baiano, Jerônimo Rodrigues.

O governador, explicou o secretário, tem uma longa história de militância em várias causas, incluindo a defesa de uma agenda de desenvolvimento rural integrado e sustentável, e mantinha uma relação de amizade e respeito com mãe Bernadete. “Manifestações e críticas da sociedade são parte do jogo democrático, porém ataques pessoais e interpretações maldosas não contribuem para construção de saídas e nem condizem com o momento de luto vivido pela Bahia e por todo o país”.

Ele garante que em nenhum momento o governador Jerônimo simplificou o problema ou fugiu as suas responsabilidades: “Pelo contrário, determinou o imediato empenho das forças policiais na investigação, manifestou solidariedade e seu compromisso com o apoio à família e está cobrando atenção máxima ao caso por parte de toda sua equipe. Ele jamais faria qualquer afirmação que desabonasse a conduta de Bernadete Pacífico, que teve uma existência marcada pelo compromisso com as lutas por direito e por dignidade para o seu povo”.

Para o secretário, o tema da regularização fundiária de comunidades quilombolas é urgente e precisa ser enfrentado. A adoção de políticas territoriais eficazes e a solução jurídica definitiva sobre a posse dos territórios tradicionais é o único meio para proteger definitivamente os defensores de direitos humanos, explicou.

A policial militar e a mídia

André Curvello

 

Andréia é brasileira, baiana, mulher preta, formada em Direito, mãe de um advogado de 32 anos e de uma jornalista de 27. Trabalha há duas décadas na mesma instituição. Em sua ficha, seus superiores anotaram que ela é uma “excelente profissional, dedicada, assídua, pontual, proativa e disciplinada”. Também é elogiada por seus colegas de trabalho.

Porém, nos últimos dias, no cumprimento do dever, ela quase teve sua reputação destruída. Um vídeo repetido à exaustão, feito com um aparelho celular, no Hospital da Mulher, em Salvador, a fez viver dias terríveis. Andréia Carla de Brito Ribeiro, de quem falamos, é uma dedicada e respeitada policial militar.
Ela foi vítima da insanidade dos veículos de comunicação de Salvador, da Bahia, e até mesmo do Brasil, que, lamentavelmente, fizeram da busca pela audiência sua prioridade, relegando ao limbo o cuidado de comunicar bem e com responsabilidade social.

Na última terça-feira, Andréia foi recebida pelo secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, e pelo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Paulo Coutinho, em reconhecimento aos serviços prestados ao longo de sua carreira. Ambos prestaram solidariedade a ela, em razão da injustiça a que foi submetida pela mídia.

 

Relembrando o caso, há poucos dias Andréia foi acionada por funcionários do Hospital da Mulher, no largo de Roma, para ajudar a conter uma paciente que se recusava a observar as orientações dos atendentes. O vídeo que viralizou mostra apenas um trecho do que de fato ocorreu.

 

O que mais revolta é que não houve, da parte de nenhum veículo de comunicação, a preocupação com aquilo que era e ainda deveria ser sagrado no jornalismo: colher a versão de quem foi citado ou exposto. O principal esforço foi fazer o vídeo ser visualizado pelo maior número de pessoas. Isso, obviamente, atrai anúncios! A lógica foi essencialmente financeira, e chegar a essa conclusão é entristecedor.

 

Na descuidada corrida contra o tempo, veículos publicam imediatamente o que chega às suas mãos, muitas vezes sem dar espaço ao outro lado e sem checar a veracidade da informação. O desequilíbrio é patente. A informação mal apurada e descontextualizada corre o mundo, com a velocidade da internet, das TVs e das emissoras de rádio.

 

Para simular imparcialidade, pedem aos citados uma nota de resposta, que geralmente é editada com pouco destaque e que muitos chamam pelo sintomático nome de notapé – espécie de rodapé da notícia.

 

Assim, o dano à imagem é consumado. Quem é acusado de forma leviana dificilmente consegue limpar sua reputação por completo. Mais intensa, a mentira se sobressai sobre a verdade, e quem mais perde nesse jogo desproporcional é a sociedade.

 

Esta é a triste notícia: ninguém se preocupou em ouvir a policial militar.

André Curvello  é secretário estadual de Comunicação Social

Batem mais fortes os brasileiros corações

 

Por André Curvello

Por uma bela obra do acaso, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tornou inelegível por oito anos o ex-presidente da República aconteceu poucos dias antes da comemoração dos 200 anos do evento histórico que consolidou a independência do Brasil.

Coincidência ou não, havia um clima diferente nos festejos de ontem, desde o Largo da Lapinha e por todo o trajeto do cortejo do 2 de Julho. As pessoas não disfarçavam sua felicidade, sua euforia, como se estivessem também celebrando os novos tempos do nosso país.

Tradicionalmente, o desfile da independência baiana é uma mostra de que a identidade nacional tem sido construída diariamente por mulheres, homens, jovens, pessoas mais experientes, negras e negros, povos tradicionais, e por todos aqueles que acreditam na democracia e defendem os direitos humanos.

Mais uma vez, as pessoas se manifestaram contra ou a favor desse ou daquele governo, e adversários políticos conviveram respeitosamente. Tudo com muita liberdade e democracia, como deve ser.

Havia um certo sentimento coletivo de rompimento com o passado recente. A forma calorosa com que o presidente Lula foi recepcionado foi uma grande prova disso. Por sinal, sua participação no desfile pela segunda vez é um sinal do seu carinho pela Bahia e uma forma de expressar sua gratidão aos eleitores e eleitoras.

O Brasil deseja e precisa de união e reconstrução. Para que isso seja conquistado, um bom começo é seguir o que diz o nosso hino: nunca mais o despotismo regerá nossas ações.

Governo do Estado aquece a economia gerando emprego e renda no São João

André Curvello

Valeu a pena apoiar os festejos de São João na capital e no interior. Mais do que fortalecer uma das maiores manifestações da nossa cultura popular, os investimentos do Governo do Estado deram um grande impulso à economia baiana, ajudando a combater a fome e o desemprego. As ações foram as mais variadas.

Na segurança pública, por exemplo, mais de 23 mil policiais e bombeiros garantiram uma festa pacífica e com ocorrências reduzidas. As famílias puderam se divertir com tranquilidade.
As atrações musicais, por sua vez, atenderam às mais diversas preferências, em cerca de 300 municípios.

No Parque de Exposições, em Salvador, um público diário médio de 100 mil pessoas foi embalado por grandes nomes da música local e nacional. A animação não foi menor em Paripe e no Pelourinho.

Os números comprovam o acerto das decisões tomadas pelo governador Jerônimo Rodrigues. O São João de 2023 gerou R$ 1,5 bilhão em receitas para o estado e atraiu um fluxo de 1,5 milhão de turistas. Esses dados impressionantes refletem o aquecimento do comércio e do setor de serviços, como viagens e hotelaria, durante o período festivo. A alta demanda foi evidente, com locadoras de veículos esgotando 100% das suas frotas, e hotéis e pousadas sem vagas disponíveis.

O aeroporto de Salvador aumentou em 8% a oferta de voos em comparação com o ano anterior, facilitando o deslocamento dos visitantes. No aeroporto de Vitória da Conquista, ocorreu o aumento significativo de 65% na movimentação de passageiros em junho, em relação ao mesmo mês do ano anterior. Em Porto Seguro, o movimento também cresceu. E a rodoviária de Salvador ofereceu mais de 400 horários extras para atender aos viajantes durante o período junino.

A Secretaria de Turismo do Estado realizou uma pesquisa sobre o perfil dos visitantes durante os festejos do São João. Foram coletadas informações sobre a origem dos visitantes durante os festejos, sua renda, satisfação com os serviços e equipamentos oferecidos, gastos realizados e tempo de permanência no destino. Esses dados serão importantes para auxiliar o Governo a compreender com mais detalhes o impacto do turismo durante o São João e auxiliar na elaboração de estratégias para melhorar a experiência dos visitantes.

A atenção dada pelo Governo aos municípios durante o São João não foi isolada. Faz parte das ações contínuas para melhorar a qualidade de vida dos baianos. Os investimentos realizados em 2023 têm como objetivo promover o desenvolvimento econômico e social do estado. Ao todo, só em infraestrutura, são R$ 3,1 bilhões nos primeiros cinco meses do ano, com destaque para os setores de Educação, Saúde e Segurança Pública, porém englobando todos os outros.

Essa política, iniciada em 2007 pelo governador Jaques Wagner e que teve continuidade com Rui Costa, e agora com Jerônimo Rodrigues, tem seu acerto comprovado pelo trabalho recentemente divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A qualidade de vida da população baiana avançou mais de 35% em uma década.

Explicando melhor, o Índice de Perda de Qualidade de Vida (IPQV) no estado apresentou uma redução significativa, caindo de 0,308 para 0,198 entre os anos de 2008 e 2018, o que representa uma redução de 35,7%. Essa melhoria reflete as políticas de fortalecimento da economia e os investimentos realizados em áreas sociais e estruturais.

O índice leva em consideração diversos aspectos, como renda, moradia, serviços públicos, saúde, educação, alimentação, transporte, acesso aos serviços financeiros, padrão de vida, lazer e viagens. Os avanços nessas áreas têm contribuído para o bem-estar da população e para o desenvolvimento do estado.

Os investimentos do governo baiano, aliados ao fortalecimento da economia nacional no governo Lula e à queda nos preços de alimentos e combustíveis, têm proporcionado benefícios significativos para a população. A geração de empregos, o aumento da renda e a melhoria dos serviços públicos são resultados diretos dessas políticas públicas.

Proporcionalmente somos o estado que mais investe em infraestrutura no Brasil.
Os tempos são outros e o círculo virtuoso está em curso. Ainda há muito a fazer, porém os horizontes que se abrem, no Brasil e na Bahia, são auspiciosos.

 

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André Curvello  é secretário estadual de Comunicação

 

Secretários de Comunicação criam conselho para fortalecimento da comunicação pública e elegem André Curvello presidente

 

Debates sobre a comunicação pública nas diferentes regiões do país, o combate à desinformação e às fake news e a importância do diálogo com os órgãos de controle, para aprimoramento da gestão pública. Esses foram temas que orientaram o 1º Fórum Nacional dos Secretários Estaduais de Comunicação Social, realizado nesta quinta-feira (15), no Fera Palace Hotel, Centro Histórico de Salvador. No evento, que reuniu gestores e representantes de 22 estados brasileiros, foi criado o Conselho Nacional de Secretarias de Comunicação.

  

O secretário de comunicação da Bahia, André Curvello, foi eleito presidente; a secretária do Espírito Santo, Flávia Mignoni, atuará como vice-presidente, e a secretária do Amapá, Ilziane Launé, vai secretariar. André afirmou que dará o ponta pé inicial na atuação do Conselho. “A pedido dos colegas secretários, vou dar uma colaboração, no sentido de fortalecer o Conselho, que é totalmente democrático. O propósito é fortalecer a comunicação pública no Brasil”, afirmou Curvello.

 

Para o secretário de comunicação de Sergipe, o Conselho será uma forma de atuar com base em normativas, além de ter referência do trabalho realizado em outros estados. “A expectativa é de que traga uma normativa, busque uma forma de encontrar resolutividade de forma conjunta, defina um eixo para que, em uma só voz, possamos deliberar sobre questões relativas à comunicação frente à sociedade’’.

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Fórum de secretários de Comunicação reúne representantes de 22 estados em Salvador

Secretário de Comunicação da Bahia André Curvello

Gestores da comunicação pública de 22 estados brasileiros estão em Salvador participando do 1º Fórum Nacional de Secretários Estaduais de Comunicação. O evento acontece nesta quinta-feira (15), durante todo o dia, no Hotel Fera Palace, no Centro Histórico da capital baiana. A abertura contou com a participação do vice-governador Geraldo Júnior, do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Inaldo Paixão, e da procuradora Luciane Croda, representando a Procuradoria Geral do Estado (PGE).

Entre os temas abordados estão a importância do relacionamento entre as secretarias e os órgãos de controle; métodos de controle interno; combate à desinformação (fake news) e formatos para troca de experiências entre as secretarias estaduais de Comunicação. Anfitrião do encontro, o secretário de Comunicação da Bahia, André Curvello, destacou o pioneirismo da iniciativa e a importância do apoio do Governo do Estado para que o encontro fosse realizado. “Desde o primeiro momento, o nosso governador Jerônimo Rodrigues e o vice-governador Geraldo Júnior pediram para que não medíssemos esforços para que este evento pioneiro acontecesse em nosso estado”, declarou.

Vice-governador da Bahia Geraldo Junior

O principal objetivo do fórum é estabelecer e formalizar um modelo de relacionamento e intercâmbio de experiências entre as Secom’s e fortalecer a participação coletiva das gestões na proposição e execução de políticas públicas da comunicação em todo o país. Em sua fala de abertura, o vice- governador destacou a importância da comunicação para a democracia. “Para mim, a comunicação institucional da imprensa compõe o caminho para que a gente possa estabelecer um estado democrático de direito”, afirmou Geraldo.

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Com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, Bahia sedia 1º Fórum Nacional dos Secretários Estaduais de Comunicação Social

 

Em uma iniciativa inédita, secretários estaduais de Comunicação de todas as regiões do país estarão reunidos, em Salvador, nesta quinta-feira (15), para o 1º Fórum Nacional dos Secretários Estaduais de Comunicação Social. O encontro acontecerá no Fera Palace Hotel, no Centro Histórico de Salvador, reunindo os gestores para discutir uma série de temas, como a comunicação pública, combate à desinformação e às fake news e a importância do diálogo com os órgãos de controle no aprimoramento da gestão. O evento contará com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, a partir das 14h30.

Secretários e dirigentes de Comunicação de mais de 20 estados são esperados para o fórum, que tem ainda entre os convidados o vice-governador Geraldo Júnior, e a procuradora Luciane Rosa Croda, que representará a Procuradoria Geral do Estado (PGE).

Anfitrião do primeiro fórum, o secretário de Comunicação da Bahia, André Curvello, vê o encontro como um primeiro passo para avanços nas políticas de comunicação em todo o Brasil. “É uma honra para a Bahia receber este primeiro fórum. Reunir secretários de todo o país é uma grande oportunidade para que possamos trocar experiências e criar um ambiente coletivo de aprimoramento da comunicação em cada um de nossos estados e também nas políticas nacionais desse setor”, comenta.

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Governo da Bahia garante apoio ao 22º Encontro Nacional de Jornalistas em Assessoria de Imprensa

 

O Governo da Bahia vai apoiar a realização, em Salvador, do 22º Encontro Nacional dos Jornalistas em Assessoria de Imprensa (ENJAI), evento que será organizado pelo Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) e pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ). Em fase de preparação, o evento será em novembro deste ano, em data ainda a ser definida.

O apoio foi dado pelo secretário de Comunicação do Estado, jornalista André Curvello, durante encontro, no dia 2 de junho, com a direção do Sinjorba e a presidenta da FENAJ, Samira de Castro, em Salvador (foto acima). Na noite anterior, o governador Jerônimo Rodrigues (foto ao lado), em rápida conversa com a dirigente nacional, também confirmou apoio ao maior fórum dos assessores de imprensa, que acontecerá em paralelo ao XI Congresso dos Jornalistas da Bahia.

O ENJAI debate as questões específicas enfrentadas pelos profissionais nas assessorias de imprensa, segmento que emprega um terço dos jornalistas em atividade no Brasil, segundo a pesquisa Perfil do Jornalista Brasileiro – 2021. Temas como regulamentação profissional, assessoria de imprensa no serviço público e assessoria de imprensa em redes sociais devem compor a programação.

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A importância da aprovação do Marco Legal das Plataformas Digitais

André Curvello

 

A sociedade contemporânea vive em um mundo cada vez mais interconectado, em que a internet desempenha papel fundamental na disseminação de informações, interação social e acesso à cultura. No entanto, é crucial reconhecer que essa facilidade contemporânea também traz consigo desafios e responsabilidades. Nesse contexto, surge a importância do Marco Legal das Plataformas Digitais (Projeto de Lei 2630), em tramitação no Congresso Nacional.

Por falta de informação (ou por má intenção), algumas pessoas e entidades repetem ad nauseam o boato de que esse projeto de lei criará um obstáculo à liberdade de expressão. Não deixaremos que essa mentira, dita mil vezes, vire verdade. Essa é uma versão enganosa.

É importante ressaltar que as medidas previstas no Marco Legal das Plataformas Digitais não implicam em restrições ao livre desenvolvimento da personalidade individual, à livre expressão e à manifestação artística, intelectual, satírica, religiosa, política, ficcional, literária ou qualquer outra forma de manifestação cultural, conforme previsto nos artigos 5º e 220 da Constituição Federal. O projeto também assegura o direito à liberdade de religião ou crença, garantindo que todos os usuários possam expressar suas convicções religiosas.

Paralelamente, o que se pretende é que as plataformas digitais passem a adotar a responsabilidade social como uma de suas diretrizes, respondendo civilmente pelos excessos que elas e os usuários ora cometem seguidamente, e que têm acarretado na existência, na internet, de um ambiente tóxico e contaminado pelo ódio e pela desinformação.

Ou seja, o projeto busca responsabilizar as plataformas digitais, como redes sociais, ferramentas de busca e mensagens instantâneas, por conteúdos ilegais ou prejudiciais veiculados em suas plataformas, exigindo que elas adotem medidas para combater a disseminação de informações falsas, discurso de ódio, violência, entre outros.

Ele também estabelece a necessidade de transparência por parte das plataformas digitais, exigindo que elas forneçam informações claras sobre os algoritmos e mecanismos de recomendação utilizados, de modo a tornar mais compreensível para os usuários como são direcionados os conteúdos exibidos.

O projeto também prevê medidas para combater a criação e disseminação de contas falsas ou inautênticas, que têm o objetivo de enganar ou manipular os usuários. Isso inclui a obrigatoriedade de identificação dos responsáveis pelas contas e a adoção de mecanismos para coibir práticas fraudulentas.

O Marco Legal das Plataformas Digitais propõe diretrizes para a proteção dos dados pessoais dos usuários, garantindo maior controle e privacidade sobre suas informações, e procura combater a disseminação de informações falsas e desinformação, exigindo que as plataformas digitais adotem medidas para verificar a veracidade das informações veiculadas e para identificar e rotular conteúdos enganosos.

E, importantíssimo, o projeto dá ênfase especial à proteção integral e prioritária das crianças e adolescentes, estabelecendo medidas para prevenir a exposição de conteúdos inadequados a esse público e para combater a exploração infantil na internet.

É inaceitável a permanência da atual realidade, com a divulgação impune de mensagens que estimulem a automutilação, atentem contra o estado democrático de direito, incitem a violência contra crianças, mulheres, pessoas LGBTQIA+ e outros grupos, promovam discriminação, preconceito ou pratiquem ações que atentem contra a dignidade humana.

As plataformas digitais fazem parte da sociedade e por isso têm o dever de ajudar a aprimorar a convivência entre as pessoas, proporcionando condições para que haja mais harmonia. Não podem ser simplesmente máquinas de produção de lucros incalculáveis para seus acionistas.

É fundamental lutar pela aprovação do Marco Legal das Plataformas Digitais. Pode não ser ainda o ideal mas é um grande avanço para o fortalecimento do respeito, tão escasso nessa sociedade cada vez mais rápida e vazia.

André Curvello é jornalista e secretário estadual de Comunicação Social.





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